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Dia da Terra marca o nascimento do ambientalismo moderno

O objetivo é mobilizar a sociedade para se conscientizar sobre os desafios que envolvem a preservação do meio ambiente.

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Dia da Terra marca o nascimento do ambientalismo moderno

O Dia da Terra é comemorado em 22 de abril e foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2009. A data foi criada em 1970 pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, visando promover a conscientização sobre as questões de poluição, conservação da biodiversidade e desenvolvimento sustentável.

Em 2026, o tema central global foca na aceleração de soluções para a crise climática e na proteção da biodiversidade.

"A justiça climática defende que aqueles que mais exploraram os recursos naturais do planeta assumam a responsabilidade de realizar maiores investimentos e apoiar, com projetos concretos, os mais necessitados, porque possuem infraestrutura e desenvolvimento em estágio mais evoluído", pontua Vininha F. Carvalho, economista, ambientalista e editora da Revista Ecotour News & Negócios.

As emissões de gases de efeito estufa (GEE) figuram entre os principais vetores do agravamento das mudanças climáticas em escala global. De acordo com dados do Climate Watch, em 2022 o Brasil ocupou a sexta posição no ranking dos maiores emissores de gases de efeito estufa do mundo. O setor industrial foi responsável pela emissão de 154 milhões de toneladas de CO₂ em 2023, segundo dados do Observatório do Clima e do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG).

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Aprovada em 11 de dezembro de 2024, a Lei nº 15.042 criou o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE) com a finalidade de controlar, monitorar e reduzir emissões de carbono no Brasil. A transição para energias limpas é uma ação ambientalmente responsável, representando um diferencial competitivo para a indústria brasileira.

Uma em cada dez espécies conhecidas no mundo está na Floresta Amazônica, segundo a organização WWF (World Wildlife Fund). O bioma que tem o maior número de espécies de plantas e animais vivos no mundo compreende 40% de toda a América do Sul, e 60% desse território fica localizado no Brasil.

"A importância fundamental de toda essa biodiversidade da floresta torna a Amazônia um tema de interesse global", finaliza Vininha F. Carvalho.

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IA executa tarefas e reposiciona papéis em tecnologia

A automação de tarefas repetitivas desloca o foco para especificação, governança e revisão, reposicionando papéis técnicos e exigindo novos controles.

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IA executa tarefas e reposiciona papéis em tecnologia

A adoção de inteligência artificial (IA) em rotinas de desenvolvimento e automação tem alterado a dinâmica de trabalho em equipes de tecnologia. Em vez de concentrar esforço na execução manual de tarefas, profissionais passam a atuar de forma mais orientada à orquestração: definir escopo, especificar requisitos, revisar entregas, validar resultados e garantir padrões de qualidade e controle.

O movimento ganhou tração com a popularização de abordagens descritas como "vibe coding", em que ferramentas baseadas em IA assumem parte do trabalho de implementação, enquanto o time humano atua na definição, no refinamento e na validação do que deve ser construído. Esse reposicionamento reorganiza papéis e rotinas: a etapa de execução tende a ganhar velocidade, mas a exigência por revisão, testes e governança aumenta na mesma proporção.

Entre os pontos citados por equipes que adotam IA na produção estão a necessidade de padronizar entregas, manter critérios claros de aceitação, reduzir retrabalho causado por inconsistências e preservar a rastreabilidade das decisões técnicas, principalmente quando o desenvolvimento é acelerado.

A mudança também aparece em tendências mais amplas do mundo do trabalho. No Future of Jobs Report 2025, o World Economic Forum aponta que, atualmente, 47% das tarefas são realizadas principalmente por humanos, 22% por tecnologia, incluindo máquinas e algoritmos, e 30% por uma combinação entre ambos. Até 2030, a expectativa dos empregadores é que essas proporções fiquem quase equilibradas entre trabalho humano, tecnologia e colaboração humano-máquina.

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"A ideia é que a IA assuma atividades repetitivas e operacionais, enquanto o time passa a focar na gestão, no refinamento e na qualidade do que será entregue", afirma Afonso Amôr, cofundador e diretor de produtos da Join4.

Para o executivo, o ganho de velocidade não elimina a necessidade de método. "O papel do time muda: menos execução manual e mais orquestração da entrega. A IA acelera, mas a qualidade depende de processo de validação, revisão técnica e governança", diz Amôr.

A Join4, consultoria boutique que estrutura processos e aplica hiperautomação em operações complexas, revela ter incorporado essas práticas à sua rotina interna, com foco em acelerar entregas sem reduzir padrões técnicos. "Estamos usando esse recurso constantemente para aprimorar nossas entregas, ganhando velocidade e mantendo os mesmos critérios de qualidade, revisão e governança que já aplicamos nos projetos", diz Ronie Queiroz, head de inteligência artificial na empresa.

O avanço de ferramentas de IA na engenharia de software também tem impactado a forma como empresas organizam suas frentes de automação. Segundo a Join4, a mudança de ritmo na execução tende a aumentar a relevância de temas como arquitetura, testes, observabilidade, integração entre sistemas e governança, especialmente em iniciativas que precisam operar com previsibilidade em ambientes de grande volume.

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A empresa entende que o uso de IA desloca o gargalo da simples construção para etapas anteriores e posteriores à implementação. Especificar bem, testar bem, validar bem e acompanhar o resultado passam a ser fatores centrais para transformar velocidade em valor real para o negócio.

Na avaliação da Join4, o próximo passo é aplicar essa mesma lógica de aceleração com controle nas soluções destinadas às operações dos clientes, em frentes como portais de atendimento, agentes de IA, automação de leitura de documentos e fluxos orquestrados. Esses temas têm ganhado espaço nas agendas de eficiência operacional, principalmente em empresas que buscam escalar automações sem abrir mão da governança, rastreabilidade e validação de resultado.

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