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Agência Nagase amplia atuação em tráfego pago no Brasil

A Agência Nagase destaca sua expansão no Brasil, impulsionada pela alta demanda por tráfego pago e estratégias de performance. Com foco em dados, análise de comportamento e funis de conversão, a empresa desenvolve campanhas mais eficientes e previsíveis, ajudando clientes a gerar leads qualificados e escalar resultados com inteligência digital.

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Agência Nagase amplia atuação em tráfego pago no Brasil

A Agência Nagase comunicou a expansão de suas operações no mercado brasileiro, impulsionada pelo aumento da procura por estratégias de tráfego pago e soluções focadas em performance em diversos setores da economia. O avanço da digitalização no país tem levado empresas a adotarem estratégias mais estruturadas de aquisição de clientes. De acordo com dados do estudo Digital AdSpend 2025, realizado pelo IAB Brasil em parceria com a Kantar IBOPE Media, os investimentos em publicidade digital no Brasil atingiram R$ 37,9 bilhões em 2024, representando um crescimento de 8% em relação ao ano anterior.

Esse cenário reforça a relevância do tráfego pago como ferramenta estratégica para empresas que buscam crescimento previsível e geração de demanda qualificada. Desde 2020, o investimento em mídia digital no país acumulou crescimento de aproximadamente 60%, evidenciando a consolidação do ambiente online como um dos principais canais de aquisição.

Diante desse movimento, a Agência Nagase passou a registrar aumento na procura por campanhas focadas em geração de leads qualificados e otimização de investimentos. A empresa atua com planejamento estratégico, análise de comportamento e estruturação de funis de conversão, buscando maior eficiência nas campanhas digitais.

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Segundo William Nagase, CEO da Agência Nagase e especialista em performance digital, o mercado brasileiro atravessa uma fase de maior maturidade. "As empresas estão mais conscientes de que não basta investir em anúncios. É necessário entender o comportamento do consumidor, trabalhar com dados e estruturar campanhas com foco em resultado", afirma. "Hoje, o diferencial está na capacidade de interpretar dados e transformar isso em estratégia prática. Quem domina isso consegue escalar com previsibilidade", complementa o executivo.

Além do crescimento do investimento, o comportamento do consumidor também vem passando por mudanças relevantes. Segundo o mesmo estudo (Digital AdSpend 2025), a internet já se consolidou como uma das principais fontes de informação para consumidores brasileiros, reforçando o papel do digital em toda a jornada de compra.

A Agência Nagase destaca que esse novo cenário exige campanhas mais técnicas e segmentadas. A empresa tem investido na ampliação de sua equipe, com profissionais de Planejamento Digital, Criação, Gestão de Tráfego Pago e coordenação estratégica, além de implementar metodologias baseadas em análise de intenção, clusters de comportamento e testes contínuos para identificar usuários com maior probabilidade de conversão.

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Essas estratégias são aplicadas em projetos voltados para diferentes setores, incluindo os segmentos imobiliário, automotivo e de serviços.

Outro ponto observado pela agência é o aumento da competitividade nos canais digitais. Com mais empresas anunciando simultaneamente, a eficiência das campanhas depende diretamente da qualidade da segmentação e da gestão de mídia. Nesse contexto, o papel do gestor de tráfego pago torna-se estratégico para garantir melhor aproveitamento do orçamento e geração de resultados consistentes.

A Agência de Tráfego Pago Nagase também ressalta a importância da integração entre marketing e operação comercial. Segundo a empresa, campanhas bem estruturadas precisam estar alinhadas com processos de atendimento e conversão para que o potencial dos leads gerados seja aproveitado ao máximo.

Com a expansão das operações, a Agência Nagase reforça seu posicionamento como especialista em tráfego pago no Brasil, atuando com foco em dados, performance e previsibilidade. A empresa segue investindo em tecnologia, inteligência de mercado e aprimoramento de suas metodologias para atender à crescente demanda por soluções digitais mais eficientes.

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Mudanças no IRPF 2026 exigem mais atenção do contribuinte

Grant Thornton aponta que mudanças no prazo, novos critérios de obrigatoriedade e maior cruzamento de dados pela Receita Federal tornam o preenchimento mais complexo e elevam o risco de malha fina.

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Mudanças no IRPF 2026 exigem mais atenção do contribuinte

As novas regras do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) tornam a declaração mais complexa e exigem maior atenção dos contribuintes. Segundo especialistas da Grant Thornton Brasil, o cenário combina prazo mais curto, ampliação dos critérios de obrigatoriedade e um nível mais sofisticado de fiscalização pela Receita Federal. Entre as principais mudanças estão o prazo mais curto para envio da declaração, de 23 de março a 29 de maio de 2026, a redução dos lotes de restituição e a inclusão de novos campos no sistema, como nome social, raça e identificação de bens com usufruto.

Também foram ampliados os critérios de obrigatoriedade, incluindo contribuintes com rendimentos tributáveis acima de R$ 35 mil, rendimentos isentos superiores a R$ 200 mil, operações em bolsa acima de R$ 40 mil ou patrimônio a partir de R$ 800 mil. Além disso, regras envolvendo apostas e investimentos no exterior passam a ter maior impacto na declaração. Ganhos com bets passam a ser tributados em 15% e devem ser informados mesmo sem saque, enquanto lucros de offshores passam a ser tributados anualmente, ainda que não distribuídos.

Especialistas da Grant Thornton Brasil orientam sobre pontos importantes para garantir a consistência da declaração e reduzir riscos com a Receita Federal:

1. Usar a pré-preenchida como apoio — não como verdade absoluta

"A declaração pré-preenchida é uma ferramenta útil, mas não substitui a validação do contribuinte. Com a transição de sistemas e novas fontes de dados, é natural existirem divergências. O informe de rendimentos continua sendo a base oficial e deve prevalecer", explica Alberto Procópio, especialista da Grant Thornton Brasil.

2. Tratar o IR como um processo contínuo, não como uma tarefa de última hora

Organizar documentos ao longo do ano – como comprovantes de rendimentos, despesas e movimentações – reduz erros e aumenta a qualidade da informação declarada. "O contribuinte que deixa para reunir tudo no fim está mais exposto a inconsistências. Hoje, o IR exige um acompanhamento quase que permanente da vida financeira", afirma Procópio.

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3. Classificar corretamente cada tipo de rendimento

Rendimentos tributáveis, isentos e de tributação exclusiva seguem regras diferentes e devem ser informados nos campos corretos. "Grande parte das retenções acontece por erro de classificação. Não é omissão — é erro de preenchimento. E a Receita não diferencia isso no primeiro momento", alerta o sócio.

4. Atenção redobrada com dependentes e deduções

A inclusão incorreta de dependentes, duplicidade de informações ou deduções indevidas são gatilhos clássicos de malha fina. "Dependentes exigem consistência entre declarações. Qualquer divergência, especialmente entre pais, pode gerar questionamento automático", diz Procópio.

5. Evitar distorções patrimoniais — coerência é chave

A Receita cruza renda, patrimônio e movimentações financeiras. Se essa relação não fizer sentido, a declaração pode ser retida. "Hoje, não basta declarar — é preciso que a evolução patrimonial seja compatível com os rendimentos. Esse é um dos principais filtros da Receita", reforça Danielle Spada, especialista de Global Mobility Services da Grant Thornton Brasil.

6. Não atualizar bens pelo valor de mercado sem previsão legal

Imóveis devem ser declarados pelo custo de aquisição, e aplicações financeiras seguem regras específicas de reporte. "Atualizar valores indevidamente cria um descasamento automático com as bases da Receita. Esse tipo de ajuste, sem respaldo legal, é facilmente identificado", ressalta Danielle.

7. Entender as diferenças entre PGBL e VGBL antes de declarar

"Essa é uma das confusões mais recorrentes. O PGBL pode ser utilizado para dedução, enquanto o VGBL deve ser tratado como aplicação financeira. Um erro aqui impacta diretamente o cálculo do imposto", destaca a especialista.

8. Declarar corretamente ganhos com apostas e ativos no exterior

Com a regulamentação recente, esses dados passaram a ser monitorados de forma estruturada. "A Receita já recebe essas informações diretamente das fontes — operadoras de apostas, instituições financeiras e acordos internacionais. Mesmo valores não sacados ou contas no exterior entram no radar", informa Danielle.

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9. Não subestimar o nível de cruzamento de dados da Receita

O avanço tecnológico ampliou significativamente a capacidade de fiscalização. "Hoje, a Receita cruza dados de cartórios, bancos, corretoras, movimentações internacionais e até registros migratórios. A lógica mudou: o sistema já sabe, e a declaração precisa refletir isso", pontua Procópio.

10. Acompanhar o processamento e agir rápido em caso de pendências

Após o envio, é essencial monitorar a situação da declaração e corrigir inconsistências rapidamente. "Muitas situações de malha fina podem ser resolvidas com retificação ou apresentação de documentos. O problema é quando o contribuinte não acompanha e perde o timing de ajuste", salienta Danielle.

Fiscalização pede mais rigor e necessidade de planejamento

O avanço tecnológico da Receita Federal elevou o nível de cruzamento de dados e ampliou a pressão sobre os contribuintes. "Hoje, a Receita cruza informações de bancos, cartórios, corretoras e até movimentações internacionais. Não declarar deixou de ser uma opção viável", declara Alberto Procópio. Danielle Spada menciona que o cenário exige mais atenção: "Já vemos casos em que a própria declaração pré-preenchida traz informações que o contribuinte nunca declarou, como contas no exterior. Isso mostra o nível de integração dos dados hoje".

As mudanças também impactam a restituição, que passa a ter quatro lotes, entre maio e agosto, com prioridade para quem utiliza a declaração pré-preenchida e opta por receber via Pix. Já o imposto devido pode ser pago à vista ou parcelado em até oito vezes, com incidência de juros. Para os especialistas, o contexto reforça a importância do planejamento. "O contribuinte precisa olhar para o IR como parte da sua estratégia financeira. Um preenchimento bem feito não apenas evita problemas com a Receita, mas também garante o correto aproveitamento de deduções", finaliza Procópio.

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