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Empresas brasileiras adotam ServiceNow para fluxos de trabalho com inteligência artificial

Segundo o relatório ISG Provider Lens®, as empresas integram IA, automação e plataformas de dados para aprimorar as operações em todas as funções essenciais dos negócios.

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Um número crescente de organizações no Brasil está utilizando a plataforma de fluxo de trabalho ServiceNow como um hub empresarial habilitado por IA para unificar processos, melhorar a eficiência e fortalecer a conformidade, de acordo com um novo relatório de pesquisa publicado hoje pelo Information Services Group (ISG) (Nasdaq: III), uma empresa global de pesquisa e consultoria em tecnologia focada em IA.

O relatório ISG Provider Lens® ServiceNow Ecosystem Partners 2026 para o Brasil revela que as organizações estão migrando de iniciativas digitais fragmentadas para ambientes integrados baseados no ServiceNow, que reúnem dados, fluxos de trabalho e automação, possibilitando decisões em tempo real e desempenho operacional consistente em todas as funções de negócios.

“As empresas brasileiras estão redefinindo seus modelos operacionais em torno do ServiceNow para capturar todo o potencial do maior controle e transparência proporcionados pela plataforma”, disse Bill Huber, sócio da ISG, Digital Platforms and Solutions. “Ao trabalharem com o ServiceNow e seus parceiros de ecossistema, elas estão entrando na era da gestão de serviços baseada em IA e obtendo benefícios comerciais mensuráveis.”

Organizações no Brasil estão adotando o ServiceNow em busca de tomada de decisões em tempo real e previsibilidade operacional. A plataforma permite que as empresas superem a compartimentalização das funções de front-office e back-office, melhorando a rastreabilidade e a consistência entre os processos. Para empresas em setores altamente regulamentados, estabelecer arquiteturas seguras e em conformidade com as normas, suportadas por infraestrutura local, é uma prioridade nessa transição. Elas trabalham para alinhar um desempenho operacional superior com a capacidade de atender às crescentes exigências regulatórias.

As empresas brasileiras que utilizam o ServiceNow estão expandindo a automação para diversas funções de negócios, migrando de ferramentas específicas para cada serviço para a orquestração de processos de ponta a ponta. Essa mudança abrange funções como recursos humanos, finanças, atendimento ao cliente e operações da supply chain. Novas implementações da plataforma e iniciativas complexas de integração que incorporam IA estão possibilitando ganhos mensuráveis ​​de produtividade e um alinhamento mais forte entre as unidades de negócios.

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Empresas no Brasil estão implementando IA generativa e IA agêntica em escala corporativa para fomentar fluxos de trabalho nos quais os sistemas analisam o contexto, recomendam ações e executam processos de forma autônoma dentro de estruturas de governança. Essa evolução permite ciclos de decisão mais rápidos, redução da intervenção manual e maior resiliência operacional. As empresas também estão lidando com a escassez de talentos incorporando automação inteligente às operações diárias. À medida que a adoção da IA ​​se expande, as organizações estão implementando ferramentas no ServiceNow para garantir a transparência das decisões automatizadas e definir claramente as responsabilidades entre humanos e agentes de IA, afirma a ISG.

“As empresas no Brasil estão passando da experimentação com IA para a adoção estruturada de IA incorporada aos fluxos de trabalho corporativos”, disse Sonia Maria Castral, autora principal do relatório. “Os parceiros do ecossistema ServiceNow desempenham um papel fundamental na implementação da governança de automação e no suporteàeficiência operacional eàresiliência.”

O relatório também explora outras tendências no ecossistema ServiceNow no Brasil, incluindo a abertura de novos data centers da ServiceNow no Rio de Janeiro e em Brasília, e a crescente importância do país como um polo estratégico para a ServiceNow na América Latina.

Para obter mais informações sobre os desafios relacionados ao fluxo de trabalho enfrentados pelas empresas no Brasil e as recomendações da ISG para superá-los, consulte o briefing ISG Provider Lens Focal Points aqui.

O relatório ISG Provider Lens ServiceNow Ecosystem Partners 2026 para o Brasil avalia as capacidades de 29 fornecedores em três quadrantes: ServiceNow Consulting and Implementation Services (Professional Services), ServiceNow Managed Services e Innovation on ServiceNow.

O relatório nomeia a Accenture, AOOP an NTT Data Company, Capgemini, Deloitte, EDX ― Extreme Group e a Wipro como líderes nos três quadrantes. A Chaintech é nomeada como líder em dois quadrantes.

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Além disso, a 4MATT, a Artycs e a Ondaro foram nomeadas como Rising Stars — empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro”, segundo a definição da ISG — em um quadrante cada.

Versões personalizadas do relatório estão disponíveis na AOOP e na EDX — Extreme Group.

Na área de experiência do cliente, a HCLTech foi nomeada a ISG CX Star Performer global de 2026 entre os fornecedores. A empresa obteve as maiores pontuações de satisfação do cliente na pesquisa Voice of the Customer da ISG, que faz parte do programa ISG Star of Excellence™, o principal reconhecimento de qualidade para o setor de tecnologia e serviços empresariais.

O relatório ISG Provider Lens ServiceNow Ecosystem Partners para o Brasil 2026 está disponível para assinantes ou para compra única nesta página.

Sobre a ISG

ISG (Nasdaq: III) é uma empresa global de pesquisa e consultoria em tecnologia focada em IA. Parceira de confiança de mais de 900 clientes, incluindo 75 das 100 maiores empresas do mundo, a ISG é líder de longa data em tecnologia e serviços de negócios, estando agora na vanguarda da utilização da IA ​​para ajudar as organizações a alcançarem excelência operacional e crescimento acelerado. Fundada em 2006, a empresa é reconhecida por seus dados e pesquisas de mercado proprietários, conhecimento profundo e governança de ecossistemas de fornecedores, e pela expertise de seus 1.500 profissionais em todo o mundo, que trabalham em conjunto para ajudar os clientes a maximizar o valor de seus investimentos em tecnologia.

Contato:

Press Contacts:

Laura Hupprich, ISG

+1 203-517-3100

[email protected]

Thábata Mondoni, Mondoni Press para ISG

Contato: +55 11 98671 5652

[email protected]

Fonte: BUSINESS WIRE

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Mudanças no IRPF 2026 exigem mais atenção do contribuinte

Grant Thornton aponta que mudanças no prazo, novos critérios de obrigatoriedade e maior cruzamento de dados pela Receita Federal tornam o preenchimento mais complexo e elevam o risco de malha fina.

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Mudanças no IRPF 2026 exigem mais atenção do contribuinte

As novas regras do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) tornam a declaração mais complexa e exigem maior atenção dos contribuintes. Segundo especialistas da Grant Thornton Brasil, o cenário combina prazo mais curto, ampliação dos critérios de obrigatoriedade e um nível mais sofisticado de fiscalização pela Receita Federal. Entre as principais mudanças estão o prazo mais curto para envio da declaração, de 23 de março a 29 de maio de 2026, a redução dos lotes de restituição e a inclusão de novos campos no sistema, como nome social, raça e identificação de bens com usufruto.

Também foram ampliados os critérios de obrigatoriedade, incluindo contribuintes com rendimentos tributáveis acima de R$ 35 mil, rendimentos isentos superiores a R$ 200 mil, operações em bolsa acima de R$ 40 mil ou patrimônio a partir de R$ 800 mil. Além disso, regras envolvendo apostas e investimentos no exterior passam a ter maior impacto na declaração. Ganhos com bets passam a ser tributados em 15% e devem ser informados mesmo sem saque, enquanto lucros de offshores passam a ser tributados anualmente, ainda que não distribuídos.

Especialistas da Grant Thornton Brasil orientam sobre pontos importantes para garantir a consistência da declaração e reduzir riscos com a Receita Federal:

1. Usar a pré-preenchida como apoio — não como verdade absoluta

"A declaração pré-preenchida é uma ferramenta útil, mas não substitui a validação do contribuinte. Com a transição de sistemas e novas fontes de dados, é natural existirem divergências. O informe de rendimentos continua sendo a base oficial e deve prevalecer", explica Alberto Procópio, especialista da Grant Thornton Brasil.

2. Tratar o IR como um processo contínuo, não como uma tarefa de última hora

Organizar documentos ao longo do ano – como comprovantes de rendimentos, despesas e movimentações – reduz erros e aumenta a qualidade da informação declarada. "O contribuinte que deixa para reunir tudo no fim está mais exposto a inconsistências. Hoje, o IR exige um acompanhamento quase que permanente da vida financeira", afirma Procópio.

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3. Classificar corretamente cada tipo de rendimento

Rendimentos tributáveis, isentos e de tributação exclusiva seguem regras diferentes e devem ser informados nos campos corretos. "Grande parte das retenções acontece por erro de classificação. Não é omissão — é erro de preenchimento. E a Receita não diferencia isso no primeiro momento", alerta o sócio.

4. Atenção redobrada com dependentes e deduções

A inclusão incorreta de dependentes, duplicidade de informações ou deduções indevidas são gatilhos clássicos de malha fina. "Dependentes exigem consistência entre declarações. Qualquer divergência, especialmente entre pais, pode gerar questionamento automático", diz Procópio.

5. Evitar distorções patrimoniais — coerência é chave

A Receita cruza renda, patrimônio e movimentações financeiras. Se essa relação não fizer sentido, a declaração pode ser retida. "Hoje, não basta declarar — é preciso que a evolução patrimonial seja compatível com os rendimentos. Esse é um dos principais filtros da Receita", reforça Danielle Spada, especialista de Global Mobility Services da Grant Thornton Brasil.

6. Não atualizar bens pelo valor de mercado sem previsão legal

Imóveis devem ser declarados pelo custo de aquisição, e aplicações financeiras seguem regras específicas de reporte. "Atualizar valores indevidamente cria um descasamento automático com as bases da Receita. Esse tipo de ajuste, sem respaldo legal, é facilmente identificado", ressalta Danielle.

7. Entender as diferenças entre PGBL e VGBL antes de declarar

"Essa é uma das confusões mais recorrentes. O PGBL pode ser utilizado para dedução, enquanto o VGBL deve ser tratado como aplicação financeira. Um erro aqui impacta diretamente o cálculo do imposto", destaca a especialista.

8. Declarar corretamente ganhos com apostas e ativos no exterior

Com a regulamentação recente, esses dados passaram a ser monitorados de forma estruturada. "A Receita já recebe essas informações diretamente das fontes — operadoras de apostas, instituições financeiras e acordos internacionais. Mesmo valores não sacados ou contas no exterior entram no radar", informa Danielle.

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9. Não subestimar o nível de cruzamento de dados da Receita

O avanço tecnológico ampliou significativamente a capacidade de fiscalização. "Hoje, a Receita cruza dados de cartórios, bancos, corretoras, movimentações internacionais e até registros migratórios. A lógica mudou: o sistema já sabe, e a declaração precisa refletir isso", pontua Procópio.

10. Acompanhar o processamento e agir rápido em caso de pendências

Após o envio, é essencial monitorar a situação da declaração e corrigir inconsistências rapidamente. "Muitas situações de malha fina podem ser resolvidas com retificação ou apresentação de documentos. O problema é quando o contribuinte não acompanha e perde o timing de ajuste", salienta Danielle.

Fiscalização pede mais rigor e necessidade de planejamento

O avanço tecnológico da Receita Federal elevou o nível de cruzamento de dados e ampliou a pressão sobre os contribuintes. "Hoje, a Receita cruza informações de bancos, cartórios, corretoras e até movimentações internacionais. Não declarar deixou de ser uma opção viável", declara Alberto Procópio. Danielle Spada menciona que o cenário exige mais atenção: "Já vemos casos em que a própria declaração pré-preenchida traz informações que o contribuinte nunca declarou, como contas no exterior. Isso mostra o nível de integração dos dados hoje".

As mudanças também impactam a restituição, que passa a ter quatro lotes, entre maio e agosto, com prioridade para quem utiliza a declaração pré-preenchida e opta por receber via Pix. Já o imposto devido pode ser pago à vista ou parcelado em até oito vezes, com incidência de juros. Para os especialistas, o contexto reforça a importância do planejamento. "O contribuinte precisa olhar para o IR como parte da sua estratégia financeira. Um preenchimento bem feito não apenas evita problemas com a Receita, mas também garante o correto aproveitamento de deduções", finaliza Procópio.

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