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EDC Group abre filial em Jundiaí e mira faturamento de R$ 70M

Nova unidade reforça plano de regionalização da empresa, que busca dobrar de tamanho nos próximos anos e ampliar presença no interior paulista

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EDC Group abre filial em Jundiaí e mira faturamento de R$ 70M

A EDC Group, consultoria de recrutamento e seleção com mais de 16 anos de expertise, anuncia a abertura de uma nova filial em Jundiaí, no interior de São Paulo. A unidade faz parte do plano estratégico da empresa para ampliar sua presença regional, fortalecer a proximidade com clientes e prospects e apoiar a meta de dobrar de tamanho até 2028, quando a companhia projeta alcançar R$ 70 milhões em faturamento.

A chegada à cidade também responde a uma oportunidade de mercado. A EDC já possui clientes em Jundiaí, Campinas e Itatiba, e a presença física na região deve ampliar a capacidade de atendimento local, aproximar a empresa das operações dos clientes e abrir novas frentes comerciais no interior paulista.

"Estamos em um momento de expansão e amadurecimento da nossa estratégia. A abertura da filial em Jundiaí fortalece a presença da EDC em uma região importante para o nosso negócio e nos aproxima ainda mais dos clientes. Essa nova filial nos ajuda a construir uma atuação regional, integrada e com maior capacidade de resposta", afirma Daniel Machado de Campos Neto, CEO da EDC Group.

Regionalização impulsiona estratégia de crescimento

Atualmente, a EDC Group registra crescimento consistente em suas operações, com atuação em diferentes regiões do Brasil e presença internacional na América Latina e nos Estados Unidos. De um faturamento de R$ 5 milhões em 2010, ano de sua fundação, a empresa alcançou a marca de R$ 42 milhões em 2025. Esse avanço está alinhado à meta de dobrar de tamanho em quatro anos, passando de R$ 35 milhões em 2024 para R$ 70 milhões em 2028.

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Segundo o CEO, a regionalização é um dos pilares do plano de crescimento da EDC Group. A proposta é criar pontos de presença em regiões estratégicas para ampliar o relacionamento com empresas locais, apoiar operações em andamento e gerar novas oportunidades de negócios.

"Nosso plano é dobrar a empresa de tamanho até 2028, seguindo uma estratégia de crescimento baseada em proximidade, especialização e atendimento consultivo. Para isso, precisamos estar mais próximos dos polos onde nossos clientes estão. Jundiaí é um passo importante nessa direção, assim como estudamos novas possibilidades de expansão para outras regiões, como o Sul de Minas Gerais e Paraná", complementa Daniel.

Termômetro do crescimento regional

A escolha dos novos vetores de crescimento parte de uma leitura prática do mercado. Nos últimos anos, parte das indústrias e operações de serviços tem acelerado projetos fora das capitais, atraída por fatores como disponibilidade de áreas, custos mais competitivos, incentivos e proximidade de rotas logísticas e cadeias produtivas. Esse movimento fortalece economias regionais e abre espaço para a profissionalização de processos, especialmente na contratação e gestão de equipes.

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Jundiaí se destaca como um dos principais polos econômicos do interior paulista, com um dos maiores PIBs do estado fora da capital e forte presença industrial e logística. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município possui um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 65 bilhões e integra a Região Metropolitana de Jundiaí, considerada estratégica pela proximidade com São Paulo e Campinas.

Além disso, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), a cidade mantém saldo positivo na geração de empregos formais, impulsionada principalmente pelos setores de indústria, serviços e logística, consolidando-se como um importante hub de desenvolvimento econômico no estado.

"Nosso objetivo é levar para essas novas praças o mesmo padrão de método, agilidade e cuidado que aplicamos em projetos nas grandes capitais. Essa interiorização não é apenas presença geográfica, é estar perto das empresas e dos profissionais, entender a realidade local e entregar soluções que gerem resultado, com eficiência e respeito às pessoas", conclui o CEO da EDC Group.

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Contra a onda dos apps, curso de inglês aposta no professor

Enquanto plataformas cortam aulas ao vivo e apostam em chatbots, curso intensivo de inglês nascido dentro de uma agência resiste com professor todo dia.

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Contra a onda dos apps, curso de inglês aposta no professor

Segundo Felipo Bellini, Fundador do Curso SpeakClub, "em algum lugar entre o app que promete fluência em três meses e o robô que "conversa" com você às 3h da manhã, alguma coisa se perdeu. Não foi a tecnologia. Foi o professor."

Nos últimos anos, boa parte dos grandes cursos de idiomas do país seguiu o mesmo roteiro: menos aula ao vivo, mais vídeo gravado; menos contato humano, mais "prática guiada por IA"; turmas que eram semanais viraram quinzenais, e em alguns casos o aluno simplesmente para de ver um professor de verdade. É uma resposta de escala para um problema que o próprio setor reconhece como estrutural: levantamentos internacionais recentes apontam que o nível de inglês está estagnado em escala global, com queda especialmente entre jovens adultos e maiores de 40 anos.

O resultado desse modelo aparece nos números. No ensino a distância como um todo, a taxa de desistência chegou a 41,6% em 2024 — o maior percentual já registrado —, contra 24,8% no ensino presencial, segundo dados do Censo da Educação Superior (Inep) divulgados pelo Poder360. Menos aula ao vivo, mais abandono. A conta não fecha.

E o inglês do brasileiro sente esse efeito. Uma pesquisa do Instituto Data Popular em parceria com o British Council mostra que apenas 5% da população brasileira afirma saber falar inglês — e desse grupo, só 1% se considera fluente, segundo reportagem do Correio Braziliense. O ponto mais frágil não costuma ser o vocabulário nem a leitura — é falar. E falar é exatamente a habilidade que se aprende conversando com gente, não com tela.

É esse o problema que o SpeakClub decidiu não repetir.

O curso intensivo de inglês nasceu dentro da B20 Conteúdo Digital, agência de Natal (RN), como um experimento interno em 2025. Antes de abrir para o público, passou por dois semestres de piloto, três turmas formadas e mais de 300 aulas de inglês ministradas — todas ao vivo, no Google Meet, com professores do outro lado da tela. Só depois desse teste é que a proposta chegou ao mercado: aula todo dia, segunda a sexta, uma hora por dia, turma com no máximo 15 alunos.

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"O aluno não desiste da aula que ele frequenta todo dia com alguém que sabe o nome dele. Ele desiste da aula gravada que ninguém cobra", resume a professora de inglês Tayrine Modesto do SpeakClub, ao justificar a aposta contra a tendência do setor.

A metodologia usada é a Communicative Approach combinada a práticas audiolinguais e estratégias de aquisição natural da linguagem: o aluno fala inglês desde a primeira aula, em atividades construídas a partir da própria rotina profissional da turma — sem listas de verbos para decorar sozinho em casa.

Os números da aposta nas aulas de inglês online:

  • +300 aulas ao vivo de inglês já ministradas nas turmas piloto
  • 3 turmas formadas antes da abertura ao público
  • 5 aulas por semana, 1 hora por dia — 102 dias letivos por semestre
  • Máximo de 15 alunos por turma
  • 2 turmas abertas agora (Basic e Intermediate) — restam apenas 18 vagas
  • Início das aulas: 20 de julho

Há também garantia de 7 dias com reembolso integral para quem começar e sentir que o método não é para si — uma aposta que só faz sentido, segundo a própria proposta do curso, para quem tem confiança de que o aluno vai ficar pela experiência, não por medo de perder o dinheiro.

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A mesma lógica de ensino de idiomas para dentro das empresas

A aposta no professor todo dia não fica restrita às turmas abertas. O SpeakClub também leva esse modelo para dentro das empresas: no SpeakClub for Business, o formato in company online replica a mesma estrutura — aula ao vivo, segunda a sexta, uma hora por dia, com professor e turma fechada, exclusiva dos colaboradores de cada empresa. É a contramão do treinamento corporativo que vira benefício esquecido no canto do RH: em vez de um curso que ninguém usa, uma rotina diária que a equipe inteira cumpre junto.

O contraponto deliberado

Enquanto o mercado de EAD caminha para menos contato humano em nome da escala, o SpeakClub caminha para o lado oposto: menos alunos por turma, mais frequência, mais professor. É uma aposta pequena — restam só 18 vagas para as primeiras turmas e encerram 20 as matrículas 20 de julho — contra um problema grande, mas é também, talvez, o único caminho que ainda não foi testado por quem vende curso de idioma em escala industrial: o de simplesmente manter o professor por perto, todos os dias, até que o aluno pare de traduzir na cabeça antes de falar.

Sobre o SpeakClub: curso intensivo de inglês para adultos, com aulas ao vivo de segunda a sexta, desenvolvido pela B20 Conteúdo Digital, Agência de SEO de Natal (RN). Também disponível no formato in company online (SpeakClub for Business), para equipes que querem adotar a mesma rotina diária de aula com professor real.

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