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A mente por trás das novas restaurações do Lata Velha

Bigo Berg liderou a restauração completa de um raro Aero Willys 2600, unindo pesquisa histórica, técnicas artesanais e soluções modernas para devolver ao veículo sua originalidade. O projeto, realizado para o Museu CARDE, preservou detalhes únicos do modelo e evidenciou o cuidado necessário para recuperar um clássico brasileiro, valorizando a memória da indústria automobilística nacional.

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A mente por trás das novas restaurações do Lata Velha

Desde sua estreia, o quadro Lata Velha conquistou milhões de brasileiros ao transformar carros antigos e contar histórias emocionantes de seus proprietários. Ao longo de mais de duas décadas, centenas de veículos passaram pelas mãos da equipe do programa. Mas, apesar do enorme sucesso de audiência, muitas restaurações acabaram dividindo opiniões entre colecionadores e apaixonados por carros antigos.

Entre os projetos mais lembrados estão transformações que ficaram famosas justamente pelo excesso de customização. Casos como o "Carro Tijolo", a Belina inspirada em um BMW e um Del Rey com portas estilo asa de gaivota tornaram-se referência quando o assunto eram as mudanças radicais do quadro.

A partir de 2020, porém, o programa iniciou uma nova fase. Foi nesse ano que Bigo Berg assumiu a direção técnica das restaurações, trazendo uma proposta diferente: preservar a identidade dos veículos, respeitar sua história e realizar customizações discretas, capazes de modernizar sem descaracterizar.

Desde a estreia dessa nova fase, uma sequência de projetos consolidou a mudança de identidade do quadro. O primeiro desafio dessa nova etapa foi a restauração da Kombi 1971 do atleta olímpico Darlan Romani. O resultado marcou o início de uma mudança que rapidamente passou a ser percebida pelo público.

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Na sequência vieram projetos que rapidamente conquistaram os entusiastas, como a Caravan 1978 de Seu Toninho, a Kombi inspirada em Vidas Secas, utilizada em ações sociais pelo sertão mineiro, um raro Puma GT amarelo, um Jeep utilizado em resgates voluntários, o Corcel 1977, o Monza Hatch 1983 equipado com preparação turbo — um dos projetos de maior repercussão dos últimos anos — e, mais recentemente, o Aero Willys restaurado em parceria com o Museu CARDE, exibido no último episódio do quadro.

Cada projeto passou a seguir a mesma filosofia: preservar a essência do veículo, recuperar sua originalidade e incorporar apenas melhorias discretas de desempenho, segurança e acabamento, sem recorrer aos exageros que marcaram antigas fases do programa.

A mudança não passou despercebida. Nas redes sociais, fóruns especializados e canais dedicados ao antigomobilismo é cada vez mais comum encontrar elogios ao novo direcionamento do quadro.

Quem é Bigo Berg?

Formado em Comércio Exterior, Bigo trabalhou durante muitos anos na administração de indústrias, mas sua paixão pelos automóveis começou ainda na infância, quando aprendeu a dirigir em um Ford 1929.

Na adolescência estagiou na Mercedes-Benz, na Alemanha, como piloto de testes. Posteriormente participou, no Brasil, de testes do sistema ABS para ônibus, percorrendo milhares de quilômetros pelas estradas brasileiras.

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Sua maior paixão sempre foi a Land Rover. Competiu no Enduro das Montanhas, no Rally dos Sertões e em diversas provas off-road, acumulando experiência que hoje aplica nas restaurações.

Fora da televisão, é criador do Rusty Barn, espaço dedicado ao antigomobilismo que reúne oficinas especializadas, torrefação de café, cervejaria artesanal, cutelaria e eventos para famílias e apaixonados por carros antigos. Além disso, compartilha os bastidores das restaurações em seu canal no YouTube, Rusty Barn TV.

Se durante muitos anos o Lata Velha ficou conhecido pelas transformações ousadas, hoje o quadro vive uma nova fase, em que a restauração passou a ser reconhecida pelo respeito à história de cada automóvel. E por trás dessa mudança está o trabalho de Bigo Berg, que vem conquistando a confiança de colecionadores, especialistas e do próprio público, mostrando que é possível modernizar um clássico sem apagar sua identidade.

Assessoria de Imprensa

Bigo Berg | Responsável pelas restaurações do quadro Lata Velha | [email protected]

Instagram: @bergbigo | Instagram: @rusty_barn | YouTube: Rusty Barn TV

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Construção Offsite acelera nova era da construção no Brasil

A ECOS 2026, maior feira de construção off-site da América Latina, reuniu mais de 120 marcas em São Paulo e deve gerar R$ 500 milhões em negócios. O evento reflete o crescimento do mercado, pressionado pela escassez de mão de obra qualificada. A ISAFrame Soluções Sustentáveis participou em estande coletivo, apresentando sua atuação em Light Steel Frame e painéis SIP para projetos residenciais, comerciais e de hotelaria sustentável no Brasil.

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Construção Offsite acelera nova era da construção no Brasil

A construção industrializada vive um momento de consolidação no mercado brasileiro. Entre 16 e 19 de junho, o Anhembi, em São Paulo, sediou a 7ª edição da Expo Construção Offsite (ECOS), maior feira de construção offsite da América Latina. O evento reuniu mais de 120 expositores de todo o país, e a organização projeta superar a marca de R$ 500 milhões em negócios gerados durante e após a feira.

Cenário macroeconômico favorece a industrialização da construção

O crescimento da construção offsite acompanha um movimento de modernização da construção civil brasileira. Estudos da FGV IBRE apontam que a atividade segue sustentada pelos investimentos em infraestrutura, pela demanda habitacional e pela busca por maior produtividade. Nesse cenário, entidades como a CBIC defendem que a industrialização dos processos construtivos será determinante para aumentar a eficiência, reduzir desperdícios e enfrentar os desafios estruturais do setor, como a escassez de mão de obra qualificada.

Esse cenário de aquecimento, no entanto, evidencia um dos principais gargalos da construção civil: a escassez de mão de obra qualificada. Levantamentos recentes indicam que entre 82% e 96% das empresas do setor enfrentam dificuldades para contratar profissionais, dependendo da metodologia utilizada. O problema tem pressionado os custos, afetado a produtividade dos canteiros e reforçado a busca por sistemas construtivos industrializados, capazes de reduzir a dependência de mão de obra intensiva.

É justamente nesse contexto que os sistemas construtivos industrializados ganham relevância estratégica, a evolução do setor também é impulsionada por iniciativas como o PBQP-H e o SiNAT. Por dependerem de processos de fabricação controlados em ambiente fabril, sistemas como o Light Steel Frame (LSF) e os painéis SIP (Structural Insulated Panels) reduzem a dependência de mão de obra extensiva no local, encurtam prazos de execução e minimizam o desperdício de material — respondendo diretamente às pressões de custo que hoje afetam a construção convencional.

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ISAFrame leva ao evento experiência técnica em LSF e SIP para projetos residenciais e comerciais

Entre as empresas presentes na ECOS 2026, a ISAFrame Soluções Sustentáveis participou do evento apresentando sua atuação em sistemas de Light Steel Frame e painéis SIP para empreendimentos residenciais e comerciais. A empresa, sediada em Barueri (SP), desenvolve projetos conforme as normas ABNT NBR 15253, NBR 15575 e NBR 16970, referência para sistemas Light Steel Frame.

A presença da ISAFrame no evento se deu em um estande coletivo, reunindo também as empresas Alge Steel, B Studio, Unespuma, Agro Ambiência, Formaco Decor, Hakau e Eternit — uma configuração que reflete a tendência observada na feira de formação de ecossistemas entre fornecedores de diferentes elos da cadeia: estrutura metálica, isolamento térmico, esquadrias, acabamento e vedação. Esse modelo de atuação integrada busca oferecer ao mercado arquitetos, engenheiros e incorporadoras soluções construtivas completas, com previsibilidade de prazo e custo — características centrais da proposta de valor da construção offsite.

Arena Expo Offsite: industrialização em escala real

Um dos principais destaques da edição 2026 foi a inédita Arena Expo Offsite, estrutura erguida em apenas três dias com módulos habitacionais e telhas autoportantes — demonstração prática, em escala real, da velocidade e da precisão proporcionadas pelos sistemas construtivos a seco e pela integração entre projeto, fabricação e montagem, conceito conhecido como DfMA. O espaço recebeu mais de 15 horas de programação técnica voltada a arquitetos, engenheiros, construtoras e incorporadoras, enquanto o FOCOS — Fórum da Construção Offsite — debateu temas como gestão de interfaces, produtividade, logística e novos modelos de negócio para o setor.

Durante a ECOS 2026, o ITIE liderado pelo Prof. Antonio Gilberto de Freitas também promoveu uma programação técnica com palestras de especialistas reconhecidos no setor, entre eles a arquiteta Maria Clara, o arquiteto Luan Hayden e um dos pioneiros da construção industrializada no Brasil, Roberto Monay. Além da capacitação profissional, o instituto reforçou sua atuação na formação de especialistas, no desenvolvimento de comissões técnicas e no fortalecimento da regulamentação dos Métodos Modernos de Construção por meio de cursos, treinamentos e iniciativas voltadas ao mercado.

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Hotelaria e turismo ampliam o radar da construção modular

Além da habitação convencional, a feira reforçou a consolidação da construção offsite como alternativa para os setores de hotelaria, hospitalidade e ecoturismo. O crescimento da demanda por hospedagens sustentáveis, cabanas de luxo, glampings e experiências imersivas em meio à natureza tem impulsionado o interesse por sistemas construtivos industrializados — segmento em que empresas como a ISAFrame também têm direcionado parte de sua atuação técnica, com soluções voltadas a módulos habitacionais e estruturas de pequeno e médio porte.

Trajetória consolidada

Ao longo de suas sete edições, a Expo Construção Offsite já reuniu mais de 700 marcas expositoras, consolidando-se como o principal ponto de encontro do setor na América Latina. Segundo Marcos Bueno, CEO da exposição, em entrevistas anteriores sobre o evento, a ECOS tem cumprido um papel estruturante na organização do mercado: ao longo dos anos, a feira tem reunido fabricantes, fornecedores, construtoras e profissionais de todo o país em um ambiente dedicado ao segmento, ampliando a visibilidade das empresas participantes e fortalecendo o setor como um todo.

Com a construção civil brasileira projetando seu terceiro ano consecutivo de crescimento e o déficit de mão de obra qualificada se consolidando como desafio estrutural do setor, eventos como a ECOS sinalizam que a industrialização da construção deixou de ser tendência marginal para se tornar parte estratégica do planejamento de empresas, investidores e poder público no Brasil.

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