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Fundador do Canaltech hoje comanda a plataforma Maisfy

Domingos Hypolito Neto vendeu o Canaltech ao Magazine Luiza em 2020 e atualmente dirige a Maisfy, plataforma que concentra checkout, gestão de afiliados, CRM e inteligência artificial em um mesmo ambiente. Para o executivo, a próxima geração de ferramentas de venda digital será construída por quem já enfrentou as limitações operacionais do setor

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Fundador do Canaltech hoje comanda a plataforma Maisfy

A Maisfy, plataforma brasileira de venda de produtos digitais, tem à frente um executivo com trajetória pouco usual no setor de tecnologia. Domingos Hypolito Neto fundou o Canaltech, que se tornou um dos maiores portais de tecnologia do país, e acompanhou a venda do veículo ao Magazine Luiza em 2020. Desde então, passou a dedicar-se ao desenvolvimento da infraestrutura de vendas que, na avaliação dele, faltava ao mercado brasileiro de produtos digitais.

O movimento ocorre em um segmento que ganhou escala e profissionalização. Levantamento da FGV Comunicação Rio sobre o impacto socioeconômico dos negócios digitais da creator economy no Brasil estimou 389.448 trabalhos diretos e indiretos gerados pela área em 2024, crescimento de cerca de 30% em relação ao período anterior, quando o estudo da FGV havia apontado pouco mais de 302 mil ocupações. Com o amadurecimento do mercado, a escolha da plataforma onde a venda acontece deixou de ser um detalhe técnico e passou a influenciar margem, previsibilidade de receita e experiência de quem compra.

Do jornalismo de tecnologia à venda de uma operação de mídia

Antes da Maisfy, Hypolito Neto construiu o Canaltech como plataforma multimídia voltada à cobertura de tecnologia em texto, áudio e vídeo. Em 6 de agosto de 2020, o Magazine Luiza anunciou a aquisição do portal e da plataforma Inloco Media, transação que marcou a entrada da varejista no segmento de publicidade online ao combinar geração de conteúdo, audiência e comercialização de mídia digital. À época do anúncio, o site somava 24 milhões de visitantes únicos por mês.

A experiência deixou uma leitura que orienta a operação atual: conteúdo, audiência e venda funcionam como partes de um mesmo organismo, e a tecnologia que sustenta esse conjunto precisa conversar com todas as frentes simultaneamente. "Quem já construiu audiência e precisou transformá-la em receita conhece na pele onde o processo trava", afirma Domingos Hypolito Neto, CEO da Maisfy.

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A origem do produto

A empresa nasceu de uma constatação recorrente entre produtores digitais brasileiros: a operação costuma ser montada com ferramentas independentes, uma para a página de vendas, outra para o checkout, outra para disparo de e-mails, outra para a área de membros e ainda outra para administrar o programa de afiliados. Cada peça é cobrada separadamente, e as integrações tendem a falhar justamente no momento em que a compra se concretiza.

A proposta da plataforma é concentrar esse ecossistema em um único ambiente. Entre os recursos que, segundo o executivo, mais alteram a rotina de quem vende, estão:

  • Checkout Builder com VSL nativa: a própria página de vendas funciona como checkout. O produtor organiza blocos por arraste e inserção, adiciona o vídeo de vendas em tela cheia, com liberação do botão de compra por temporizador, e o vídeo acompanha o visitante conforme a página é percorrida, sem necessidade de contratar ferramenta externa;
  • CRM de vendas integrado: o funil e as conversas com o cliente, inclusive por WhatsApp, permanecem no mesmo painel em que a venda é registrada, em vez de distribuídos entre planilhas e aplicativos desconectados;
  • Tutor com IA na área de membros: quem adquire um curso recebe acompanhamento automatizado durante o consumo do conteúdo, recurso associado ao aumento do engajamento e da percepção de valor da entrega.

Inteligência artificial aplicada à operação

O ponto em que Hypolito Neto situa a principal diferença da Maisfy é o uso de inteligência artificial. O mesmo levantamento da FGV indica que cerca de 55% dos produtores e coprodutores já recorrem a ferramentas de IA em alguma tarefa ou rotina, com predomínio de aplicações ligadas à produção de conteúdo, como criação e edição de imagens, apontada por 83% dos entrevistados, e de textos, citada por 80%. A leitura da companhia é que a tecnologia precisa migrar para a camada operacional, analisando a base de clientes, sugerindo a ação seguinte e respondendo a perguntas em linguagem natural.

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Com esse desenho, o produtor consegue consultar a própria receita em formato de conversa, perguntando quanto vendeu na semana, qual produto teve melhor desempenho ou quais afiliados geraram mais resultado, e receber a resposta de imediato, dentro da plataforma ou das ferramentas de IA que já utiliza no dia a dia. "O futuro não é o produtor olhando gráfico. É ele perguntando e o sistema respondendo com uma decisão", acentua o CEO.

Uma tese sobre quem constrói o mercado digital

Para o executivo, a próxima geração de plataformas será desenvolvida por quem já esteve do outro lado da operação, produzindo, vendendo e lidando com as limitações das ferramentas disponíveis. O argumento posiciona a vivência prática como critério de projeto em um segmento que, na leitura dele, foi ocupado por soluções concebidas à distância da rotina real de quem comercializa produtos digitais.

"Ninguém desenha uma boa ferramenta de vendas sem ter passado pela angústia de perder uma venda por um detalhe técnico", diz Hypolito Neto. "A gente construiu a Maisfy a partir dessa memória", completa.

O percurso entre o jornalismo de tecnologia e o desenvolvimento de software ilustra um deslocamento observado no ecossistema digital brasileiro, em que profissionais formados na produção de conteúdo passam a atuar na construção das ferramentas que sustentam a monetização. Em um mercado que já responde por centenas de milhares de ocupações e segue em expansão, a definição da infraestrutura de venda tende a ocupar espaço crescente entre as decisões de negócio dos criadores.

Para mais informações, basta acessar: https://maisfy.com.br/

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Vivaz completa oito anos e amplia comunicação da marca

A Vivaz, marca econômica do Grupo Cyrela, completa oito anos em 2026, ampliando a participação de clientes em iniciativas da companhia

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Vivaz completa oito anos e amplia comunicação da marca

A Vivaz, marca econômica do Grupo Cyrela, completa oito anos em 2026, ampliando a participação de clientes em iniciativas da companhia. Entre as novidades está o Clientes Creators, projeto que busca criar conteúdos reais e que selecionou moradores para produzir conteúdo a partir de suas experiências com a marca e os empreendimentos.

Criada em agosto de 2018, a Vivaz soma 105 empreendimentos, mais de 58 mil unidades lançadas e 47 mil unidades vendidas, além de R$ 12,46 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) lançado. A nova iniciativa faz parte de um movimento da marca para ampliar os pontos de contato com os clientes e incorporar suas experiências também à comunicação nos canais digitais.

"Quando a Vivaz nasceu, há oito anos, nosso desafio era construir uma marca capaz de ampliar o acesso à casa própria com qualidade. Crescemos, o mercado mudou e nossos clientes também. Hoje, além de continuar evoluindo produto e experiência, queremos ouvi-los e criar novas formas de participação. O Clientes Creators nasce desse movimento, trazendo para a comunicação a perspectiva de quem efetivamente vive essa experiência", afirma Telma Graziano, superintendente de marketing do Grupo Cyrela.

Os primeiros resultados indicam a capacidade desse tipo de conteúdo de gerar interação. A publicação inicial do Clientes Creators registrou mais de 1 mil curtidas orgânicas em três horas e centenas de comentários positivos. Em outra iniciativa da Vivaz nas redes sociais, um conteúdo em formato POV ultrapassou 13 milhões de visualizações.

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A marca também vem testando formatos com objetivos de conversão. Na campanha Nocaute de Ofertas, realizada no TikTok, foram registrados diversos leads, com um custo por lead (CPL) 30% abaixo da média da conta, além de vendas originadas pela plataforma. A experiência reforçou a estratégia de trabalhar conteúdos com funções diferentes, da ampliação do alcance e da identificação com a marca à geração de negócios.

"Nem todo conteúdo precisa cumprir o mesmo papel. Há iniciativas que ampliam o conhecimento da marca, outras que geram identificação e confiança e aquelas mais próximas da conversão. O desafio é entender o que faz sentido para o cliente em cada momento e como esses diferentes pontos de contato podem contribuir para o negócio", diz Telma.

Além da produção de conteúdo, a Vivaz mantém iniciativas que estimulam outras formas de participação. No Renda Mais, qualquer pessoa pode se tornar um promotor da marca indicando potenciais clientes e receber bonificações quando as recomendações avançam na jornada até a venda. Outra iniciativa da companhia é a campanha Se Torne um Corretor Vivaz, ampliando as possibilidades de atuação de pessoas que já têm proximidade com a marca.

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As iniciativas ganharam visibilidade durante a comemoração dos oito anos da Vivaz, que reuniu cerca de 2,8 mil clientes, colaboradores e consultores. A programação contou com apresentações de Pixote, Banda Fun7 e DJ Ana Vitória, além de ativações nas redes sociais e experiências para os convidados, como duas ações de tardes de compras, uma em São Paulo e outra no Rio de Janeiro, no valor de R$ 5 mil cada, destinadas a participantes de uma campanha realizada no Instagram.

A Vivaz concentra sua atuação no segmento econômico e acompanha, desde sua criação, as transformações do mercado de habitação e do programa Minha Casa Minha Vida. O movimento atual amplia a estratégia iniciada há oito anos: além de desenvolver produtos voltados ao perfil desse cliente, a marca busca incorporar sua participação também à maneira como constrói conteúdo, relacionamento e novas oportunidades de negócio.

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