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Vilo corial tem diagnóstico genético precoce

Procedimento que permite investigar alterações cromossômicas e genéticas pode antecipar informações fundamentais para o acompanhamento da gestação, explica o Prof. Dr. Rodrigo Ruano, especialista em Medicina Materno-Fetal e Cirurgia Fetal

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Vilo corial tem diagnóstico genético precoce

A medicina fetal ampliou a capacidade de investigar a saúde do feto ainda durante a gestação. Exames de ultrassonografia, testes de rastreamento genético e técnicas de análise do DNA permitem identificar alterações com maior antecedência. Nesse cenário, é importante diferenciar dois conceitos: rastreamento, que estima a probabilidade de uma condição, e diagnóstico, que busca confirmar ou excluir uma alteração.

Um dos procedimentos utilizados para diagnóstico pré-natal é a biópsia de vilo corial, também conhecida pela sigla CVS, do inglês chorionic villus sampling. O exame consiste na retirada de uma pequena amostra das vilosidades coriônicas, estruturas da placenta que se desenvolvem a partir do mesmo óvulo fecundado que originou o feto. O material pode ser submetido a diferentes análises cromossômicas e genéticas.

Segundo o professor Rodrigo Ruano, da Divisão de Medicina Materno-Fetal da Universidade de Miami, a indicação do procedimento deve estar relacionada a uma questão clínica específica. "Quando indicamos uma biópsia de vilo corial, não estamos simplesmente pedindo mais um exame. Estamos buscando responder a uma questão clínica específica. É preciso saber o que estamos procurando, qual teste genético deve ser realizado naquele material e, principalmente, como aquela informação poderá modificar o acompanhamento da gestação", afirma.

A principal característica da biópsia de vilo corial é permitir a investigação ainda no primeiro trimestre. Segundo o American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG), o procedimento é realizado entre 10 e 13 semanas de gestação. A International Society of Ultrasound in Obstetrics and Gynecology (ISUOG) recomenda que seja feito após 10 semanas completas. A antecipação pode oferecer mais tempo para esclarecer um diagnóstico, complementar a investigação, organizar o acompanhamento da gestação e orientar a família. A escolha do procedimento, no entanto, depende das características de cada caso e da hipótese diagnóstica.

A distinção entre rastreamento e diagnóstico é importante para compreender o papel da CVS. Testes como a análise do DNA fetal livre circulante no sangue materno, conhecida como NIPT ou cfDNA, podem indicar maior ou menor probabilidade de determinadas alterações cromossômicas. Um resultado considerado de alto risco, porém, não equivale necessariamente a um diagnóstico.

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Quando há suspeita de uma alteração, um exame diagnóstico pode ser indicado para confirmar ou esclarecer o achado. A biópsia de vilo corial pode ser considerada, por exemplo, quando um exame de rastreamento aponta maior probabilidade de alteração cromossômica, quando a ultrassonografia identifica achados suspeitos, diante de histórico familiar de doença genética ou quando os pais são portadores de determinada alteração. O procedimento também pode ser avaliado quando uma gestação anterior foi afetada por uma condição cromossômica ou genética. A indicação deve ser individualizada e acompanhada de aconselhamento adequado.

O material coletado também não corresponde a um único tipo de análise. Dependendo da situação clínica, podem ser realizados estudos cromossômicos, testes moleculares direcionados para doenças específicas e exames de maior resolução, como o microarray cromossômico. Em situações selecionadas, técnicas de sequenciamento, como exoma e genoma, também podem integrar a investigação. Por isso, a biópsia é o procedimento utilizado para obter o material. O exame laboratorial realizado posteriormente depende da pergunta clínica que se pretende responder.

"Hoje temos uma capacidade de investigação genética muito maior do que tínhamos há alguns anos. Mas quanto mais sofisticada se torna a tecnologia, maior é a importância da interpretação médica. Não se trata de pedir o maior número possível de testes, mas de escolher o exame adequado para aquela situação e saber interpretar seus resultados dentro do contexto da gestação", afirma Ruano.

A biópsia pode ser feita por via transabdominal ou transcervical. A escolha depende, entre outros fatores, da localização da placenta e das características da gestação. Na abordagem transabdominal, uma agulha é introduzida pelo abdome materno até a placenta. A ISUOG recomenda que o procedimento seja realizado com orientação ultrassonográfica contínua, para acompanhar o trajeto da agulha.

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A experiência do profissional também é considerada um fator relacionado à segurança do procedimento. Diretrizes da ISUOG indicam que a biópsia não deve ser realizada antes de 10 semanas e apontam redução do risco de perda gestacional à medida que aumenta a experiência do operador. Como se trata de um procedimento invasivo, a possibilidade de perda gestacional é uma das principais preocupações das pacientes. Estudos mais recentes, porém, indicam que o risco adicional atribuível especificamente à CVS pode ser menor do que estimativas históricas.

Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2019 na revista Ultrasound in Obstetrics & Gynecology avaliou sete estudos controlados sobre biópsia de vilo corial. Foram considerados 13.011 procedimentos e mais de 232 mil gestações no grupo de comparação. A taxa ponderada de perda gestacional após a CVS foi de 1,39%, contra 1,23% no grupo que não passou pelo procedimento. A diferença estimada atribuível ao procedimento foi de 0,20%, mas não apresentou significância estatística.

Isso não significa que o procedimento seja isento de risco. Os números precisam ser interpretados considerando também as características das gestantes submetidas à investigação invasiva. Muitas delas já apresentam fatores associados a maior risco de perda gestacional, como alterações observadas na ultrassonografia, resultados anormais em exames de rastreamento ou suspeitas de alterações cromossômicas.

"Não podemos simplesmente pegar toda perda gestacional ocorrida após uma biópsia e concluir que foi provocada pelo procedimento. É necessário separar, tanto quanto possível, o risco próprio daquela gravidez do risco adicional associado à intervenção. Os estudos contemporâneos mostram que, em centros especializados e com profissionais experientes, esse risco adicional é baixo", explica Ruano.

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A Telness Tech passa a se chamar Valdyr, e o Seamless OS se torna a camada de execução nativa de IA para operadoras de telecomunicações

A empresa por trás do Seamless OS, que atualmente atende a Telia e a Truecaller, adota um novo nome ao se dedicar a tornar grandes operadoras estabelecidas nativas de IA.

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A Valdyr posiciona o sistema operacional como a camada de execução nativa de IA para operadoras de telecomunicações, ou seja, o local onde são executadas as decisões comerciais, e não apenas um sistema de registro que as relata. As ofertas, assinaturas, faturamento, provisionamento, jornadas do cliente e integrações são executadas em um único local. Os processos de telecomunicações são construídos como fluxos de trabalho automatizados, não como um desenvolvimento personalizado. A IA é aplicada às operações comerciais e de atendimento ao cliente dentro da plataforma, não sendo vendida como um produto separado.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260915380393/pt/

Telness Tech is rebranding and becoming Valdyr

Telness Tech is rebranding and becoming Valdyr

A plataforma oferece suporte a operadoras nos Estados Unidos, na Europa e em outros países. Entre as últimas adições, estão a Telia, operadora tradicional dos países nórdicos, e a Truecaller, empresa especializada em identificar chamadas.

“Operamos um sistema nas mesmas plataformas legadas que todo mundo usa e desenvolvemos nossa própria solução para superá-las, criando o Seamless OS”, disse Martina Klingvall, fundadora e CEO da Valdyr. “Tornar uma operadora nativa em IA não é um recurso que você compra, mas um modelo operacional. Nossa ambição é migrar as operadoras em operação para esse modelo sem um programa de três anos, para que mudar o negócio seja tão fácil quanto lançar um novo.”

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A migração é tratada como parte integrante do produto, não como um projeto de consultoria. As ofertas, os usuários, as assinaturas, a faturação e as integrações são transferidos de sistema em sistema, com verificações de prontidão e um estado visível da transição. Isso permite que os operadores efetuem a modernização por etapas, mantendo clientes, dados e marca inalterados.

“A Telness Tech recebeu esse nome por causa de nossa origem. A Valdyr recebeu esse nome pelo que permanece quando a antiga infraestrutura tecnológica é eliminada”, disse Sebastian Stecki, CMO da Valdyr. “À medida que trabalhamos cada vez mais com operadoras maiores, lançamentos individuais não são o maior obstáculo. Elas administram grandes negócios com sistemas e processos legados, transformando cada mudança comercial em uma complexa série de projetos técnicos, e a execução nativa em IA é o que finalmente elimina esse custo.”

A marca Valdyr entra em vigor imediatamente no site, nas interfaces dos produtos e nas comunicações da empresa. O sistema operacional Seamless OS manterá seu nome, plano e ritmo de lançamentos. Os contratos, contatos e integrações existentes não serão afetados.

Mais informações estão disponíveis em www.valdyr.tech.

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Sobre a Valdyr

A Valdyr, anteriormente conhecida como Telness Tech, é uma empresa internacional de tecnologia que desenvolveu o sistema operacional Seamless OS, uma camada de execução nativa em IA que permite que as operadoras de telecomunicações gerenciem e melhorem seus serviços móveis por meio da automação de fluxos de trabalho e da IA, sem depender de projetos de desenvolvimento. Desenvolvido originalmente pela Telness, operadora sueca com uma das melhores avaliações na Europa e referência em eficiência operacional no setor, o Seamless OS é utilizado por operadoras nos Estados Unidos, Europa e outras regiões. Fundada em 2022, a Valdyr tem sua sede em Estocolmo, na Suécia.

Multimídia

Imagem disponível mediante solicitação: a Telness Tech mudou seu nome para Valdyr. O nome e o plano de desenvolvimento da plataforma da empresa, o Seamless OS, permanecem inalterados. (Imagem: Valdyr)

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Sebastian Stecki

CMO, Valdyr

+46 73 958 40 86

[email protected]

Fonte: BUSINESS WIRE

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