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Ex-Ambev aposta em creator como sócio para criar startup de bebida proteica, esgota lote piloto em 12h e prepara rodada de captação

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Após construir uma comunidade antes mesmo do lançamento, marca aposta em social commerce e creator economy para desafiar o mercado de bebidas funcionais.

A ideia da Zuzzi surgiu quando Frederico Zillig ainda atuava como gerente de marketing na Ambev. Consumidor frequente de bebidas proteicas, ele acreditava estar fazendo uma escolha saudável para o dia a dia, até descobrir, em uma consulta com nutricionista, que muitas opções disponíveis no mercado entregavam proteína, mas deixavam a desejar em critérios de saudabilidade.

Dessa percepção nasceu a proposta da empresa: desenvolver uma bebida proteica leve, refrescante, não láctea e alinhada às novas demandas dos consumidores.

Para transformar a ideia em produto, Frederico convidou Natália Aly Claro, especialista em desenvolvimento de bebidas com mais de 15 anos de experiência na Ambev. Os dois trabalharam juntos na célula de inovação da companhia, participando da criação e desenvolvimento de novas marcas e produtos.

Mas os fundadores acreditavam que a construção da marca também deveria seguir um caminho diferente. Em vez de contratar influenciadores para divulgar um produto pronto, decidiram trazer um creator para dentro do negócio desde o início.

A escolha foi Dudu Godinho, criador de conteúdo com mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais e reconhecido por abordar saúde e bem-estar de forma leve e acessível, distante dos discursos extremos frequentemente associados ao universo fitness.

Da combinação entre expertise em desenvolvimento de produto, construção de marcas e creator economy nasceu a Zuzzi.

Comunidade antes da distribuição

A startup foi estruturada como uma DNVB (Digitally Native Vertical Brand), controlando desde o desenvolvimento do produto até a venda direta ao consumidor.

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No entanto, a principal aposta dos fundadores estava na construção de comunidade.

Enquanto muitas marcas priorizam canais de venda e distribuição, a Zuzzi optou por validar demanda antes de escalar a operação. Durante meses, os fundadores compartilharam nas redes sociais os bastidores da criação da empresa, mostrando decisões sobre produto, embalagem, posicionamento e os desafios de empreender em tempo real.

A estratégia de Build in Public reuniu mais de 1.500 pessoas em grupos de WhatsApp antes mesmo do início das vendas.

Quando o chamado Lote Zero ficou pronto, a comercialização foi aberta exclusivamente para essa comunidade.

O resultado superou as expectativas: mais de 1.000 unidades foram vendidas em menos de 12 horas.

O lote piloto também serviu como ferramenta de validação. A startup coletou feedback estruturado dos primeiros consumidores para aprimorar produto, operação e posicionamento.

Toda essa fase foi construída em regime de bootstrapping, com investimento inicial de aproximadamente R$ 60 mil. Para rodar o lote 1 a empresa investiu R$ 100 mil.

Sem investimento em mídia paga, a marca já soma mais de 10 mil seguidores nas redes sociais e ultrapassa 3,5 milhões de visualizações orgânicas.

Próximos passos: social commerce, varejo e captação

Após o sucesso do lote experimental, a Zuzzi migrou sua produção para um parceiro industrial de maior porte e iniciou uma nova etapa de expansão.

Recentemente, a startup passou a operar no TikTok Shop, canal que deve concentrar boa parte dos esforços de aquisição e conversão nos próximos meses.

A empresa também participou da Naturaltech, principal feira de saudabilidade da América Latina, ampliando sua exposição junto a consumidores, varejistas e potenciais parceiros estratégicos.

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Ainda em 2026, a startup pretende estruturar sua primeira rodada de investimento Seed, com recursos destinados à ampliação da capacidade produtiva, expansão do portfólio e aceleração da entrada no varejo físico.

“Nós acreditamos que as marcas de consumo do futuro serão construídas primeiro através de comunidade e atenção, para depois ganharem distribuição. Foi exatamente esse caminho que seguimos desde o primeiro dia”, afirma Frederico Zillig.

 

Sobre a Zuzzi

Fundada por Frederico Zillig, com mais de 10 anos de experiência na indústria de bebidas e ex-gerente de marketing da Ambev, por Natália Aly Claro, especialista em desenvolvimento de bebidas com mais de 15 anos de experiência na companhia, e pelo criador de conteúdo Dudu Godinho, a Zuzzi é uma marca nativa digital de bebidas proteicas construída a partir da combinação entre expertise da indústria, creator economy e construção de comunidade.

A marca nasceu com uma proposta simples: tornar o consumo de proteína mais leve, prazeroso e saudável. Seu primeiro produto é uma bebida proteica refrescante, não láctea, com 15g de proteína, apenas 70 calorias, zero açúcar, e formulada com apenas com ingredientes naturais.

Desde o início, a Zuzzi apostou em uma estratégia de Build in Public, compartilhando abertamente sua construção nas redes sociais e formando uma comunidade antes mesmo de lançar seu primeiro produto. Atualmente, a marca comercializa seus produtos por meio de canais digitais e social commerce, com destaque para TikTok Shop, e se prepara para expandir sua presença no varejo físico.

Mais informações em: zuzzidrinks.com

 

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Construção Offsite acelera nova era da construção no Brasil

A ECOS 2026, maior feira de construção off-site da América Latina, reuniu mais de 120 marcas em São Paulo e deve gerar R$ 500 milhões em negócios. O evento reflete o crescimento do mercado, pressionado pela escassez de mão de obra qualificada. A ISAFrame Soluções Sustentáveis participou em estande coletivo, apresentando sua atuação em Light Steel Frame e painéis SIP para projetos residenciais, comerciais e de hotelaria sustentável no Brasil.

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Construção Offsite acelera nova era da construção no Brasil

A construção industrializada vive um momento de consolidação no mercado brasileiro. Entre 16 e 19 de junho, o Anhembi, em São Paulo, sediou a 7ª edição da Expo Construção Offsite (ECOS), maior feira de construção offsite da América Latina. O evento reuniu mais de 120 expositores de todo o país, e a organização projeta superar a marca de R$ 500 milhões em negócios gerados durante e após a feira.

Cenário macroeconômico favorece a industrialização da construção

O crescimento da construção offsite acompanha um movimento de modernização da construção civil brasileira. Estudos da FGV IBRE apontam que a atividade segue sustentada pelos investimentos em infraestrutura, pela demanda habitacional e pela busca por maior produtividade. Nesse cenário, entidades como a CBIC defendem que a industrialização dos processos construtivos será determinante para aumentar a eficiência, reduzir desperdícios e enfrentar os desafios estruturais do setor, como a escassez de mão de obra qualificada.

Esse cenário de aquecimento, no entanto, evidencia um dos principais gargalos da construção civil: a escassez de mão de obra qualificada. Levantamentos recentes indicam que entre 82% e 96% das empresas do setor enfrentam dificuldades para contratar profissionais, dependendo da metodologia utilizada. O problema tem pressionado os custos, afetado a produtividade dos canteiros e reforçado a busca por sistemas construtivos industrializados, capazes de reduzir a dependência de mão de obra intensiva.

É justamente nesse contexto que os sistemas construtivos industrializados ganham relevância estratégica, a evolução do setor também é impulsionada por iniciativas como o PBQP-H e o SiNAT. Por dependerem de processos de fabricação controlados em ambiente fabril, sistemas como o Light Steel Frame (LSF) e os painéis SIP (Structural Insulated Panels) reduzem a dependência de mão de obra extensiva no local, encurtam prazos de execução e minimizam o desperdício de material — respondendo diretamente às pressões de custo que hoje afetam a construção convencional.

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ISAFrame leva ao evento experiência técnica em LSF e SIP para projetos residenciais e comerciais

Entre as empresas presentes na ECOS 2026, a ISAFrame Soluções Sustentáveis participou do evento apresentando sua atuação em sistemas de Light Steel Frame e painéis SIP para empreendimentos residenciais e comerciais. A empresa, sediada em Barueri (SP), desenvolve projetos conforme as normas ABNT NBR 15253, NBR 15575 e NBR 16970, referência para sistemas Light Steel Frame.

A presença da ISAFrame no evento se deu em um estande coletivo, reunindo também as empresas Alge Steel, B Studio, Unespuma, Agro Ambiência, Formaco Decor, Hakau e Eternit — uma configuração que reflete a tendência observada na feira de formação de ecossistemas entre fornecedores de diferentes elos da cadeia: estrutura metálica, isolamento térmico, esquadrias, acabamento e vedação. Esse modelo de atuação integrada busca oferecer ao mercado arquitetos, engenheiros e incorporadoras soluções construtivas completas, com previsibilidade de prazo e custo — características centrais da proposta de valor da construção offsite.

Arena Expo Offsite: industrialização em escala real

Um dos principais destaques da edição 2026 foi a inédita Arena Expo Offsite, estrutura erguida em apenas três dias com módulos habitacionais e telhas autoportantes — demonstração prática, em escala real, da velocidade e da precisão proporcionadas pelos sistemas construtivos a seco e pela integração entre projeto, fabricação e montagem, conceito conhecido como DfMA. O espaço recebeu mais de 15 horas de programação técnica voltada a arquitetos, engenheiros, construtoras e incorporadoras, enquanto o FOCOS — Fórum da Construção Offsite — debateu temas como gestão de interfaces, produtividade, logística e novos modelos de negócio para o setor.

Durante a ECOS 2026, o ITIE liderado pelo Prof. Antonio Gilberto de Freitas também promoveu uma programação técnica com palestras de especialistas reconhecidos no setor, entre eles a arquiteta Maria Clara, o arquiteto Luan Hayden e um dos pioneiros da construção industrializada no Brasil, Roberto Monay. Além da capacitação profissional, o instituto reforçou sua atuação na formação de especialistas, no desenvolvimento de comissões técnicas e no fortalecimento da regulamentação dos Métodos Modernos de Construção por meio de cursos, treinamentos e iniciativas voltadas ao mercado.

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Hotelaria e turismo ampliam o radar da construção modular

Além da habitação convencional, a feira reforçou a consolidação da construção offsite como alternativa para os setores de hotelaria, hospitalidade e ecoturismo. O crescimento da demanda por hospedagens sustentáveis, cabanas de luxo, glampings e experiências imersivas em meio à natureza tem impulsionado o interesse por sistemas construtivos industrializados — segmento em que empresas como a ISAFrame também têm direcionado parte de sua atuação técnica, com soluções voltadas a módulos habitacionais e estruturas de pequeno e médio porte.

Trajetória consolidada

Ao longo de suas sete edições, a Expo Construção Offsite já reuniu mais de 700 marcas expositoras, consolidando-se como o principal ponto de encontro do setor na América Latina. Segundo Marcos Bueno, CEO da exposição, em entrevistas anteriores sobre o evento, a ECOS tem cumprido um papel estruturante na organização do mercado: ao longo dos anos, a feira tem reunido fabricantes, fornecedores, construtoras e profissionais de todo o país em um ambiente dedicado ao segmento, ampliando a visibilidade das empresas participantes e fortalecendo o setor como um todo.

Com a construção civil brasileira projetando seu terceiro ano consecutivo de crescimento e o déficit de mão de obra qualificada se consolidando como desafio estrutural do setor, eventos como a ECOS sinalizam que a industrialização da construção deixou de ser tendência marginal para se tornar parte estratégica do planejamento de empresas, investidores e poder público no Brasil.

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