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Análise | Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen é rico em gameplay, detalhes e leva o RPG para um lado mais sombrio

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Com uma nova região coberta pela neve, inimigos ainda mais perigosos, 12 novos desafios e um sistema de relíquias que incentiva a exploração, a expansão mostra que ainda há muito a descobrir no mundo da Capcom

 

Em 2024, jogadores de todo o mundo tiveram a oportunidade de atravessar os territórios de Vermund e Battahl em uma das aventuras mais ambiciosas da Capcom naquele ano. Entre criaturas gigantescas, confrontos contra o Dragão, intrigas políticas e dezenas de horas de exploração ao lado dos Peões, Dragon’s Dogma 2 construiu uma experiência capaz de transformar até mesmo um simples deslocamento pelo mapa em uma nova aventura.

Agora, pouco mais de dois anos depois do lançamento do jogo, a Capcom está pronta para ampliar essa experiência com Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen, sua grande expansão para o RPG de ação. Com lançamento marcado para 9 de outubro de 2026, o conteúdo adiciona uma nova história, a inédita região de Norgan, novos inimigos, 12 desafios de masmorra espalhados pelo mundo já conhecido e novas possibilidades para personalização e progressão.

O Radar Digital Brasília, parceiro do Resident Evil Project / The Capcom Project, teve a oportunidade de jogar Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen antecipadamente e, depois de retornar ao mundo dos Nascen, explorar a região congelada e encarar seus novos perigos, traz aqui uma análise especial da expansão.

Uma nova aventura para quem ainda queria mais

Antes de entrar propriamente em Norgan, é importante entender o que Dark Arisen representa dentro de Dragon’s Dogma 2.

O nome da expansão, naturalmente, desperta lembranças nos fãs mais antigos. Em 2013, Dragon’s Dogma: Dark Arisen apresentou uma versão expandida do primeiro jogo, acrescentando a assustadora Bitterblack Isle e uma experiência muito mais voltada para desafios de alto nível, exploração de áreas perigosas e aquisição de equipamentos. A escolha do mesmo subtítulo para Dragon’s Dogma 2 não aconteceu por acaso. Segundo o produtor Naoto Oyama, a equipe levou em consideração três fatores: o nome combina com a história de Norgan, o novo sistema de exploração e obtenção de equipamentos remete ao ciclo de gameplay do Dark Arisen original e o subtítulo ajuda a sinalizar aos veteranos que tipo de experiência podem esperar.

A proposta, entretanto, não é simplesmente repetir Bitterblack Isle. Em vez de colocar o jogador dentro de uma única grande estrutura subterrânea, a Capcom decidiu transformar Norgan em uma região aberta, onde exploração, combate e obtenção de equipamentos estão constantemente conectados. A expansão também conta uma história independente, concebida como uma aventura que acontece “nos bastidores” enquanto os acontecimentos relacionados ao Dragão do jogo principal estão ocorrendo. O diretor Kento Kinoshita explicou que não existe uma conexão direta entre a história da expansão e a campanha principal.

Essa decisão é importante porque ajuda a explicar uma das principais características da experiência: Dark Arisen funciona muito bem como uma aventura adicional dentro do universo de Dragon’s Dogma 2, sem a necessidade de transformar a campanha original em um simples prólogo.

Bem-vindo a Norgan

Se Vermund apresentou ao jogador um território marcado por florestas e áreas verdes, enquanto Battahl levou a aventura para ambientes mais áridos e rochosos, Norgan aposta em uma identidade completamente diferente.

Ao norte, uma região abandonada está coberta pela neve e pelo frio. Ruínas, fortalezas, montanhas e caminhos congelados substituem boa parte da paisagem que o jogador já conhecia, dando à expansão uma personalidade própria desde os primeiros minutos. A escolha do ambiente congelado também tem uma origem bastante interessante: Kinoshita afirmou que a equipe queria oferecer uma nova área e percebeu que, ao observar as montanhas cobertas de neve ao fundo de Vermund no jogo principal, havia ali uma oportunidade natural para criar esse novo território.

E é justamente aqui que Dark Arisen começa a mostrar sua principal qualidade: Norgan não parece simplesmente uma área do mapa com uma textura branca por cima.

A neve influencia a forma como o jogador percebe o espaço e atravessa a região. O vento pode interferir em determinadas situações de exploração, e o ambiente congelado cria possibilidades que não existiam da mesma maneira nas áreas anteriores. Lagos congelados e outros elementos do terreno também podem ser utilizados em determinados confrontos, reforçando uma filosofia que sempre esteve presente na franquia: observar o cenário pode ser tão importante quanto observar a barra de vida do inimigo.

Novos desafios, inimigos e criaturas

Se existe uma recomendação que merece ser feita antes de entrar em Norgan, é: não subestime o mapa.

A expansão pode ser acessada relativamente cedo na campanha. Depois de chegar a Vernworth, basta conversar com o Capitão Brant na taverna para ter acesso ao conteúdo. A Capcom, entretanto, recomenda aproximadamente nível 40 para o início da aventura em Norgan, enquanto os novos desafios de Lost Rites têm nível recomendado de aproximadamente 20. A liberdade para entrar antes disso existe justamente porque a equipe não quis transformar essas recomendações em barreiras obrigatórias.

Na prática, porém, entrar em Norgan cedo demais pode ser uma experiência bastante dolorosa. (como foi pra mim!)

Jogando no PC, precisei retornar à campanha principal e fortalecer meu personagem antes de conseguir encarar a região com mais segurança, já que zerei o Jogo Base no PS5 em 2024. Mesmo assim, o desafio esteve presente praticamente o tempo inteiro.

Os inimigos de Dark Arisen não parecem interessados em oferecer ao jogador uma caminhada tranquila pela neve. Existem variantes de criaturas já conhecidas, mas elas estão acompanhadas por inimigos completamente novos, incluindo alguns desenvolvidos com novos esqueletos e comportamentos próprios. A própria Capcom explica que o conteúdo começa apresentando ameaças condizentes com o ambiente congelado e gradualmente assume uma atmosfera mais sombria conforme a história avança.

Erros cometidos por você ou por sua equipe de Peões podem rapidamente transformar uma batalha aparentemente controlada em uma situação caótica. Conhecer as funções de cada membro do grupo, escolher adequadamente as vocações e entender quando vale a pena insistir em um confronto ou simplesmente seguir viagem passam a ser decisões ainda mais importantes.

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Itens de cura, equipamentos aprimorados e uma composição de grupo bem planejada fazem uma diferença enorme. Em determinados momentos, a melhor estratégia não é necessariamente derrotar tudo o que aparece no caminho, mas entender quais batalhas realmente valem o risco e quais podem ser deixadas para depois.

É um tipo de dificuldade que combina bastante com a identidade de Dragon’s Dogma.

O combate ganha novas possibilidades

Uma das decisões mais interessantes da expansão foi não criar novas Vocações.

À primeira vista, isso pode parecer uma ausência significativa em um conteúdo de grande porte. No entanto, a Capcom escolheu outro caminho: todas as Vocações recebem novas habilidades, enquanto uma atualização gratuita aumentou de quatro para seis a quantidade de habilidades de arma que podem ser equipadas simultaneamente. A ideia é permitir que jogadores veteranos repensem completamente suas construções e encontrem novas maneiras de utilizar Vocações que já conhecem.

Essa escolha acaba fazendo bastante sentido quando observamos o sistema de equipamentos de Dark Arisen. Em vez de simplesmente entregar armas progressivamente mais poderosas ao jogador, a expansão cria uma nova camada de personalização que incentiva a experimentação.

Ciclo de Expedição de Relíquias

Talvez a novidade que mais altere a maneira de jogar Dragon’s Dogma 2 seja o chamado Ciclo de Expedição de Relíquias.

Durante a exploração de Norgan, o jogador encontra Espólios que inicialmente não revelam exatamente qual será sua verdadeira utilidade. Esses objetos podem ser encontrados durante confrontos, em baús e em diferentes pontos do cenário. Depois, eles devem ser levados ao Assentamento Norgandiano, onde uma personagem chamada Jiera pode avaliá-los em troca de Cristais da Fenda (mesmos “pontos” usados para contratar Peões).

Depois de avaliados, os Espólios podem se transformar em armas e armaduras com diferentes parâmetros e propriedades. Também é possível encontrar equipamentos capazes de oferecer habilidades adicionais, criando possibilidades de construção que não estão disponíveis da mesma maneira no jogo base.

Norgan espalha essa filosofia de coleta e descoberta por uma região aberta. A Capcom deliberadamente quis preservar essa sensação de liberdade, fazendo com que o jogador descubra os equipamentos enquanto explora o próprio mundo. E, para quem gosta de montar personagens, testar combinações e encontrar equipamentos raros, existe aqui uma das ferramentas mais interessantes de toda a expansão.

Doze desafios para além de Norgan

Norgan é o coração da nova história, mas a expansão não termina quando o jogador decide voltar para Vermund ou Battahl.

Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen adiciona 12 novos desafios de masmorra, conhecidos como Lost Rites, ou Rituais Perdidos na descrição brasileira. Ao contrário do que uma primeira leitura pode sugerir, essas masmorras não estão todas dentro de Norgan: elas são incorporadas às áreas existentes do jogo, dando motivos adicionais para revisitar lugares que os jogadores já conhecem.

Em vez de separar completamente o conteúdo novo do mapa original, a Capcom consegue fazer com que Vermund e Battahl continuem relevantes. Os desafios são apresentados como provações que guardam equipamentos raros anteriormente pertencentes a outros Nascen, funcionando tanto como novos testes de combate quanto como uma forma de aprofundar o universo da expansão.

O nível recomendado para o início dos Rituais Perdidos é mais baixo que o de Norgan, mas isso não significa que sejam uma caminhada simples. Assim como acontece na região do norte, a dificuldade aumenta conforme o jogador avança pelo conteúdo.

Ambientações belíssimas

Visualmente, Dragon’s Dogma 2 sempre foi um jogo muito bonito, principalmente quando o jogador consegue se afastar um pouco das estradas principais e observar seus cenários com calma. E Norgan mantém essa qualidade.

A neve muda completamente a paleta visual do mundo. Montanhas, construções abandonadas, florestas e ruínas aparecem cobertas pelo gelo, enquanto tempestades e alterações no clima ajudam a tornar a região mais hostil.

Durante minha experiência, também tive em alguns momentos uma sensação de familiaridade com Resident Evil Village. Não no sentido de afirmar que houve reutilização de assets, mas pela forma como determinados cenários congelados, fortalezas e construções isoladas criam uma estética semelhante àquela explorada pela Capcom no game de 2021.

E, claro, não seria uma comparação negativa. Resident Evil Village é um dos melhores exemplos recentes da Capcom trabalhando com atmosfera, arquitetura e paisagens para criar ambientações marcantes, e Norgan também consegue utilizar seus cenários para fazer o jogador sentir que está chegando cada vez mais longe de qualquer área realmente segura.

Personalização de personagens

Outra novidade que pode parecer pequena no papel, mas que merece destaque, pelo menos pra mim, está no Criador de Personagem.

Dark Arisen amplia as opções disponíveis para Nascen e Peões com novos penteados e tatuagens. A ferramenta de criação de Dragon’s Dogma 2 já era uma das mais detalhadas entre os RPGs recentes, então acrescentar novas possibilidades torna ainda mais divertido passar tempo tentando reproduzir personagens conhecidos ou simplesmente criar uma figura completamente original.

Foi justamente o que fiz durante esta análise. Depois de ter experimentado o jogo de maneiras diferentes no PS5, desta vez criei meu próprio Nascen no PC, baseado em minha aparência, e decidi construir meu Peão Principal completamente inspirado em Jill Valentine.

O resultado é um dos aspectos mais divertidos de Dragon’s Dogma 2: mesmo em um universo de fantasia medieval, a ferramenta oferece liberdade suficiente para que o jogador enxergue personagens muito diferentes uns dos outros. Espere para ver penteados inspirados também em Claire Redfield, Carlos Oliveira, Ashley Graham e até mesmo em Lady, de Devil May Cry.

Uma cadeia de missões secundárias da expansão também desbloqueia um sistema que permite alterar a aparência de determinadas armas e armaduras sem modificar seus atributos. Na prática, isso separa finalmente a aparência do desempenho do equipamento, algo bastante útil para quem quer montar um personagem funcional sem abrir mão de um visual específico.

A História de Dark Arisen

Sem entrar em spoilers, a história parte de uma premissa que possui elementos familiares para quem conhece Dragon’s Dogma, mas rapidamente constrói uma identidade própria. Norgan é apresentado como um lugar abandonado, tomado pelo frio e por perigos que parecem esconder algo muito maior.

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E a expansão faz com que o jogador fique com diversas perguntas ao longo da gameplay. Quem é Eir? O que aconteceu com Norgan? O que existe por trás da história do Dragão Caído? Por que determinadas criaturas estão presentes naquela região?

A estrutura narrativa também combina com o próprio significado de Dark Arisen. O diretor Kinoshita afirmou que o nome é apropriado para a história justamente porque há uma dimensão mais sombria no que está acontecendo em Norgan. Segundo ele, a aventura começa com uma identidade mais ligada ao frio e gradualmente assume uma atmosfera mais obscura.

Isso é perceptível durante a experiência. A sensação muda conforme avançamos. O que inicialmente parece uma aventura de sobrevivência em uma área congelada começa aos poucos a assumir contornos muito mais sinistros e um tanto macabros.

Então, espere ver mais cenas épicas e desdobramentos narrativos em Dark Arisen.

É preciso terminar Dragon’s Dogma 2 antes?

A Capcom não exige que o jogador termine a campanha de Dragon’s Dogma 2 antes de acessar Dark Arisen. O conteúdo pode ser iniciado relativamente cedo, depois da chegada a Vernworth e da conversa com Brant.

Além disso, como a história de Norgan foi concebida como uma aventura independente que acontece paralelamente aos eventos da campanha principal, ela não funciona simplesmente como um epílogo obrigatório.

Ainda assim, eu recomendo que o jogador termine o jogo base antes de mergulhar profundamente em Norgan.

Não porque a expansão exija isso, mas porque a experiência fica mais confortável quando o jogador já está familiarizado com as mecânicas, possui equipamentos melhores, entende melhor o funcionamento dos Peões e chega com um personagem capaz de enfrentar a dificuldade recomendada.

Também existe um prazer diferente em retornar a Dragon’s Dogma 2 depois de concluir sua jornada principal. Você já conhece aquele mundo, já sabe do que seu personagem é capaz e, então, pode entrar em uma nova região sem a sensação de ainda estar aprendendo as regras do universo.

Para quem estiver começando agora, porém, existe uma oportunidade interessante: a expansão pode acompanhar parte da progressão normal, permitindo que o jogador escolha quando quer enfrentar seus desafios. No fim, é a sua história e sua experiência! E essa liberdade é algo que Dragon’s Dogma sabe fazer muito bem!

Performance no PC

Minha experiência foi feita no PC e, de maneira geral, Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen apresentou um desempenho satisfatório na máquina utilizada durante a análise.

Houve uma queda de quadros aqui e outra ali, além de alguns momentos em que texturas de cenários ou personagens demoraram um pouco mais do que o esperado para carregar corretamente.

É importante, entretanto, separar minha experiência da situação geral de todos os computadores. O desempenho de Dragon’s Dogma 2 varia consideravelmente de acordo com a configuração utilizada, portanto não seria responsável transformar uma experiência individual em uma promessa de performance universal.

Também vale lembrar que a Capcom dedicou meses a melhorias técnicas para o jogo. A atualização 3.2, lançada antes da expansão, trouxe otimizações para o título, com a equipe afirmando ter ajustado o jogo para atingir 60 fps no modo Performance do PlayStation 5 e do Xbox Series X. Para o PC, a companhia também revisou os requisitos de sistema e continuou trabalhando em melhorias de desempenho.

E a preparação técnica continua acompanhando o lançamento de Dark Arisen. A atualização 4.0 prevista para 9 de outubro adiciona, entre outras novidades, suporte à expansão, melhorias específicas para tecnologias gráficas no PC e suporte ao Enhanced PSSR no PlayStation 5 Pro.

Dark Arisen vale a pena?

Depois de passar novamente por Vermund e Battahl, entrar na neve de Norgan, enfrentar seus inimigos e passar horas explorando o novo conteúdo, minha resposta é sim. Mas não porque Dark Arisen seja uma revolução no mundo das DLCs.

A expansão não reinventa completamente Dragon’s Dogma 2. Ela entende aquilo que já funcionava na Campanha Principal e encontra novas maneiras de explorar essas características. Para quem já amou Dragon’s Dogma 2, portanto, é uma expansão bastante fácil de recomendar. E meu conselho é não jogar com pressa.

Não trate Norgan simplesmente como mais uma sequência de missões para completar. Explore. Pare para olhar os cenários. Teste caminhos diferentes. Enfrente inimigos que você não conhece. Acumule Espólios. Pense antes de gastar seus Cristais da Fenda. Experimente novas habilidades. Mexa no seu personagem.

A graça de Dark Arisen está justamente em deixar o jogador transformar a expansão em sua própria aventura.

Para quem gostou apenas moderadamente do jogo principal, a recomendação passa a ser um pouco diferente: esperar uma promoção pode ser uma alternativa mais interessante, especialmente porque a experiência continua muito bem ligada à estrutura de Dragon’s Dogma 2.

Já para quem gosta de RPGs de ação e nunca teve contato com a franquia, a chegada da versão que reúne jogo base e expansão representa uma porta de entrada particularmente interessante. A edição para Nintendo Switch 2, por exemplo, reúne o jogo principal e Dark Arisen em um único pacote.

E digo isso como alguém que nem sequer costuma colocar RPGs entre seus gêneros favoritos!

Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen será lançado em 9 de outubro de 2026 para Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam.

A Expansão Dark Arisen também estará disponível separadamente como DLC pago para o jogo base no PlayStation 5, no Xbox Series X|S e no PC via Steam.

Os jogadores que realizarem a pré-venda receberão o Conjunto de Roupas de Norgan – Trajes do Norte como bônus, que poderá ser resgatado no menu de armazenamento do jogo após o lançamento.

Os jogadores que fizerem a pré-venda de Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen no PlayStation 5, Xbox Series X|S e no PC via Steam também terão acesso imediato a Dragon’s Dogma 2 antes do lançamento da expansão.

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Larson é destaque em novo minidocumentário de Tomb Raider: Legacy of Atlantis

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Rival amigável de Lara Croft ganha os holofotes em episódio inédito dos bastidores do game

 

A Amazon Game Studios e a Crystal Dynamics acabaram de lançar o mais recente episódio da série de minidocumentários sobre os bastidores de Tomb Raider: Legacy of Atlantis, a impactante versão reimaginada da visionária aventura original de Lara Croft, de 1996.

O destaque do mais recente episódio é a performance de Bradley Snedeker como Larson Conway, um dos rivais de Lara em Legacy of Atlantis.

“Bradley nos pegou pela voz, que se encaixou com a gente”, afirma Jason Epps, Diretor de Design na Crystal Dynamics. “Além disso, ele tinha uma atuação consistente e propiciou um tom emotivo agradável ao personagem, dando uma certa leveza, mas sem deixar frívolo ou sem importância, e sim uma pessoa de verdade. E acho que fizemos grandes avanços para expandir a presença de Larson e torná-lo um personagem real e relevante.”

Larson tem uma rivalidade “amigável” com Lara Croft, e por mais que sempre tente superá-la, acreditando estar no mesmo nível que ela, parece que ele sempre está um passo atrás da heroína principal — algo que o motiva ao decorrer de Legacy of Atlantis.

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“Larson é um personagem que quer se redimir”, continua Epps. “Mas ele jamais, ao menos na cabeça dele, sentiu que se encaixou e teve o reconhecimento merecido. Por isso, ele está bem focado em provar o próprio valor.”

Tomb Raider: Legacy of Atlantis será lançado em 12 de fevereiro de 2027 no PlayStation 5, Xbox Series X|S, Steam e Nintendo Switch 2.

 

Para mais informações, visite o post no blog oficial do game. Você confere todos os episódios anteriores do minidocumentário sobre os bastidores do game abaixo, com legendas em PT-BR:

 

Sobre Tomb Raider: Legacy of Atlantis

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Em Tomb Raider: Legacy of Atlantis, os jogadores assumirão o papel de Lara Croft, embarcando em uma traiçoeira jornada global para descobrir os segredos perdidos de Atlantis, com visuais de cair o queixo, jogabilidade modernizada e novas surpresas que honram a essência do jogo original. Ambientes imersivos, quebra-cabeças familiares com novas mecânicas e momentos inesquecíveis — como a lendária batalha contra o T-Rex — serão redefinidos pelo encontro de jogabilidade épica e escala cinematográfica. Essa será a aventura lendária que os fãs se lembram, reimaginada em formas que não eram possíveis antes e com novas surpresas.

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