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Com Janja e ministras, Petrobras debate equidade de gênero em instituições

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A Petrobras realiza, hoje (08/08), na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca (RJ), às 16h, o evento “Energia Delas: Empoderamento Feminino nas Instituições” para discutir a equidade de gênero em instituições públicas e privadas e promover a troca de experiências sobre o papel das mulheres em posições de liderança. Além da diretoria e da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, o evento contará com a presença da primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, das ministras Anielle Franco (Igualdade Racial), Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos), Edilene Lobo (Tribunal Superior Eleitoral) e Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação) , entre outras representantes do setor público e da iniciativa privada.

De forma inédita na história, a alta administração da Petrobras conta com maioria feminina, tendo cinco mulheres, uma delas ocupando a presidência, de um total de nove integrantes. A nova composição da Diretoria Executiva da Petrobras representa o compromisso da companhia com a diversidade e a equidade de gênero e reforça sua posição de vanguarda no mercado brasileiro.

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SERVIÇO
Energia Delas: Empoderamento Feminino nas Instituições
Data: sexta-feira, 8 de agosto
Horário: 16h
Local: Cidade das Artes – Teatro Câmara
Endereço: Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

CREDENCIAMENTO
A solicitação de credenciamento da imprensa deve ser feita até as 14h da sexta-feira, 08 de agosto, para o email [email protected], informando o nome do profissional, veículo, CPF, telefone e email.

TRANSPORTE
No dia do evento, a Petrobras fornecerá transporte para a Cidade das Artes, partindo às 14h45 do Edifício Senado, no Centro do Rio de Janeiro (Rua do Senado, 115). Haverá transporte retornando da Cidade das Artes, às 19h30 e 22h15, para Edifício Senado.

Os interessados devem solicitar vaga no mesmo e-mail do credenciamento.

MUSICAL CLARA NUNES
Após a cerimônia do Energia Delas, será apresentada uma sessão do musical “Clara Nunes – A Tal Guerreira” na Grande Sala da Cidade das Artes. Os jornalistas presentes na agenda são convidados e, se tiverem interesse em assistir, também devem sinalizar no e-mail de credenciamento.

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Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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TECNOLOGIA

MCTI defende fortalecimento da ciência e da soberania em política de minerais críticos

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Os minerais críticos vêm ganhando centralidade no cenário global. Os ingredientes invisíveis, ou terras raras, são a base material de tecnologias essenciais e viabilizam sistemas impulsionados pela transição energética e pela expansão de tecnologias digitais — de celulares a carros elétricos. O assunto está no debate central na agenda de ciência, tecnologia e, principalmente, inovação, além de ser estratégico para o desenvolvimento econômico e a soberania tecnológica do País. No Brasil, o tema avança no Congresso Nacional, com a proposta de criação de uma política nacional para o setor, citada no Projeto de Lei 2.780/2024.

A matéria em discussão estrutura uma Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). A proposta busca fomentar a pesquisa, a indústria, a distribuição, o comércio e o consumo dos produtos gerados. Além disso, ela cria um Comitê de Minerais Críticos e Estratégicos (CMCE) — que ficaria vinculado ao Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) e destinado à formulação de diretrizes com vistas ao desenvolvimento do setor mineral brasileiro.

Para o MCTI, o projeto de lei é um primeiro passo. “O projeto cria um arcabouço mínimo, mas não aprofunda essa questão”, avalia o chefe da Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares e Federativos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luiz Rodrigues. De acordo com o ministério, a inclusão de recursos para ciência e tecnologia é um dos pontos positivos do texto, como a previsão de investimento mínimo de 0,4% da receita bruta das empresas em pesquisa e inovação. “O projeto avança ao destinar recursos para ciência, tecnologia e inovação. Não é o valor que desejávamos, mas foi o possível dentro do consenso político”, afirmou.

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O MCTI entende que o desenvolvimento pleno da cadeia produtiva exigirá medidas adicionais. “Se o projeto for entendido como suficiente, a gente continua na situação atual”, alertou Rodrigues, ao destacar que o Brasil ainda enfrenta limitações estruturais para avançar nas etapas de maior valor agregado.

A avaliação da pasta é que o projeto em tramitação deve ser visto como ponto de partida para uma agenda mais ampla. “Ele não é o fim da discussão. É o início”, disse.

Para o ministério, a futura política nacional de minerais críticos deve incorporar de forma central a dimensão científica e tecnológica, com metas claras e integração com outras estratégias de desenvolvimento. A expectativa é que, a partir da aprovação do projeto, o debate avance para novas iniciativas capazes de consolidar uma cadeia produtiva mais robusta e menos dependente de tecnologias externas.

Minerais críticos

“Os minerais críticos são fundamentais na economia digital e na transição energética, com aplicações que vão de comunicação crítica a materiais de alto valor tecnológico”, explica Luiz Rodrigues.

Além do potencial geológico, o cenário internacional reforça a importância do tema. Atualmente, a cadeia global de minerais críticos — especialmente no caso das terras raras — é concentrada. “Esse mercado hoje é fortemente concentrado, especialmente na China, o que abre uma oportunidade para o Brasil se posicionar e avançar na cadeia produtiva”, disse.

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Apesar das oportunidades, o avanço do País no setor depende de superar gargalos tecnológicos. Segundo Rodrigues, o domínio das etapas mais sofisticadas de processamento ainda é restrito a poucos países, o que limita a capacidade de agregação de valor. Segundo a Agência Internacional de Energia (International Energy Agency, IEA), a China responde por cerca de 91% do refino global de terras raras e cerca de 94% da produção de ímãs permanentes, etapa final de alto valor. “Não é só uma questão de investimento. É preciso investir em ciência, tecnologia e inovação e construir arranjos que deem capacidade ao País de avançar no processamento”, destacou.

Entre os desafios apontados estão a necessidade de ampliar investimentos em pesquisa, fortalecer a articulação com a política industrial e desenvolver modelos institucionais capazes de viabilizar o processamento no País. “Sem ampliar o investimento em ciência, tecnologia e inovação e estruturar arranjos produtivos, não será possível avançar no processamento no Brasil”, afirmou.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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