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Especialistas defendem que a proteção do oceano depende da integração entre ciência, governança e inovação

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O oceano está no centro do debate. O ecossistema ganhou uma década própria em 2017, e o Brasil mantém o assunto com a mesma importância que a Organização das Nações Unidas (ONU). Pela primeira vez, o Congresso Nacional promoveu, na segunda-feira (8), uma sessão solene exclusivamente dedicada à agenda oceânica. 

encontro reuniu cientistas, juristas e representantes do Governo do Brasil e da sociedade civil em torno da discussão sobre a importância da conservação marinha. Os debates ressaltaram a urgência de ações concretas para preservar os ecossistemas marinhos e costeiros. Ao longo do evento, diferentes vozes desaguaram na mesma mensagem: o oceano é essencial para a estabilidade climática, a economia e a manutenção da vida no planeta. 

“O oceano tem sido um aliado fundamental para o equilíbrio climático, mas está sob pressão. Os eventos extremos, o aumento da temperatura e a acidificação dos mares mostram que o futuro do clima e do oceano estão inseparavelmente conectados”, alertou o diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Segen Estefen, durante a sessão.  

O cientista destacou a importância do oceano como uma das maiores fontes de vida do globo e alertou para a seriedade da sua deterioração. Ele defendeu que a preservação do oceano só é possível com a compreensão mais profunda do bioma marinho, por meio de investimento em ciência, tecnologia e inovação. Além disso, o diretor-geral falou sobre a importância do bioma marinho na transição energética para uma economia de baixo carbono, essencial na conservação de toda essa imensidão azul.  

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Durante o evento, a professora de Direito da Universidade de Brasília (UnB) Carina Costa de Oliveira chamou atenção para a necessidade de ampliar a cooperação internacional na proteção do oceano. “Nenhum país consegue proteger o oceano sozinho. A poluição e as mudanças climáticas não respeitam fronteiras. Os tratados são fundamentais, mas dependem de implementação nacional e acompanhamento permanente”, afirmou. 

A Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável, ou Década do Oceano, foi instituída pela ONU em 2017 e se estende de 2021 a 2030. 

A resposta da ciência   

As soluções defendidas durante a sessão já começam a sair do papel. Um dos principais exemplos é o projeto brasileiro de desenvolvimento de um Gêmeo Digital do Oceano para o Atlântico Sul, iniciativa coordenada pelo Inpo em parceria com a organização europeia Mercator Ocean International. A plataforma integrará dados de satélites, boias, navios de pesquisa, sensores submarinos e modelos computacionais para reproduzir virtualmente as condições oceânicas quase em tempo real. 

Isso permite ampliar a capacidade de monitoramento ambiental, antecipar eventos extremos, acompanhar mudanças nos ecossistemas marinhos e subsidiar políticas públicas voltadas à adaptação climática e à economia azul.  

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Em maio deste ano, especialistas brasileiros e internacionais se reuniram para avançar na construção do projeto, considerado estratégico para o monitoramento de uma das regiões mais importantes para a regulação climática do planeta: o Atlântico Sul. 

Outro avanço destacado pela comunidade científica é a entrada em vigor do Tratado do Alto-Mar (Acordo sobre a Conservação e o Uso Sustentável da Diversidade Biológica Marinha em Áreas Além da Jurisdição Nacional – BBNJ). O documento estabelece regras para a conservação e o uso sustentável das áreas oceânicas além das jurisdições nacionais.  

O instrumento passa a abranger cerca de 64% do oceano global e cria mecanismos para a criação de áreas marinhas protegidas, avaliação de impactos ambientais e compartilhamento de conhecimento e tecnologias entre os países. 

Para os especialistas reunidos no Senado, iniciativas como essas demonstram que a proteção do oceano depende cada vez mais da integração entre ciência, governança internacional e inovação tecnológica — combinação essencial para enfrentar os impactos das mudanças climáticas e garantir a conservação dos ecossistemas marinhos nas próximas décadas. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Segurança Digital em Alta: Por que Cada Vez Mais Brasileiros

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Estão Usando VPN no Computador

O crescimento do uso de redes Wi-Fi públicas, o aumento de golpes digitais e a busca por acesso a conteúdos internacionais têm colocado a segurança online no centro das preocupações de quem passa boa parte do dia conectado. Nesse cenário, ferramentas de rede privada virtual deixaram de ser um recurso exclusivo de especialistas em tecnologia e se tornaram parte da rotina de milhões de usuários. Entre as opções disponíveis, o iTop VPN vem ganhando destaque por unir simplicidade e recursos
robustos de proteção.

O papel de uma VPN na proteção de dados Uma VPN funciona criando um túnel criptografado entre o dispositivo do usuário e a internet, impedindo que terceiros interceptem informações sensíveis, como senhas, dados bancários e histórico de navegação. Além da proteção, a ferramenta também permite alterar o endereço IP aparente, possibilitando o acesso a conteúdos disponíveis
apenas em determinadas regiões.
O iTop VPN tem se popularizado justamente por oferecer essa camada de segurança sem complicações técnicas, algo essencial para usuários que não têm familiaridade com configurações avançadas de rede.
Vantagens que explicam a popularidade da ferramenta Entre os motivos que levam tantos brasileiros a considerar esse tipo de solução, destacam-se:
Proteção em redes públicas: ambientes como cafeterias, aeroportos e bibliotecas costumam ter conexões vulneráveis, facilmente exploradas por criminosos digitais;
Acesso a conteúdo internacional: plataformas de streaming e serviços online frequentemente restringem catálogos por região geográfica;
Privacidade contra rastreamento: anunciantes e provedores de internet monitoram hábitos de navegação, algo que uma VPN ajuda a dificultar;
Estabilidade de conexão, importante tanto para tarefas de trabalho quanto para entretenimento.
Como baixar uma VP gratuita para PC
Para quem deseja experimentar esse tipo de proteção sem custo inicial, buscar uma vpn gratis para pc é o caminho mais comum entre novos usuários. O processo costuma ser  simples:

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1. Acessar a página oficial dedicada à versão para vpn gratis para pc;
2. Baixar o instalador compatível com o sistema Windows;
3. Executar o arquivo e seguir as instruções apresentadas na tela;
4. Abrir o aplicativo, escolher um servidor disponível e conectar-se com um clique.
Esse tipo de download vpn gratis para pc costuma levar poucos minutos e não exige conhecimento técnico avançado, tornando a ferramenta acessível tanto para usuários iniciantes quanto para profissionais que precisam de uma solução rápida no dia a dia.
Um recurso cada vez mais necessário
Com o aumento constante de ameaças digitais e a expansão do trabalho remoto, especialistas em tecnologia recomendam que usuários comuns adotem camadas extras de proteção, mesmo em atividades consideradas simples, como pesquisas online ou acesso a redes sociais. Uma VPN, nesse contexto, deixa de ser apenas uma ferramenta opcional e passa a integrar um conjunto básico de boas práticas de segurança digital.
Para quem utiliza o computador diariamente para trabalho, estudo ou entretenimento, vale a pena conhecer as opções disponíveis e testar como esse tipo de proteção pode fazer diferença na rotina online.
Conclusão
A busca por privacidade e segurança na internet só tende a crescer nos próximos anos, acompanhando o aumento de ameaças digitais e a demanda por acesso irrestrito a conteúdos globais. Soluções como o iTop VPN mostram que é possível unir praticidade, boa performance e proteção de dados em uma única ferramenta, acessível até mesmo para quem está começando a se preocupar com sua segurança digital.

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*As ideias e opiniões expressas nos artigos são de exclusiva responsabilidade de seus autores, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Portal Radar Digital Brasília.

 

 

 

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