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IA deve movimentar US$ 2,59 trilhões em 2026 e acelera importações de tecnologia para o Brasil

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Créditos – Imagem – IA Generated

 

Expansão de data centers, investimentos em infraestrutura digital e demanda por semicondutores impulsionam o fluxo global de cargas tecnológicas e elevam a complexidade da logística internacional

 

 

São Paulo, julho de 2026 – A corrida global pela inteligência artificial deixou de ser apenas uma disputa tecnológica para se tornar também um fenômeno logístico. A expansão acelerada de data centers, a crescente demanda por servidores de alta performance e o avanço da indústria de semicondutores estão impulsionando o comércio internacional de equipamentos tecnológicos, aumentando a movimentação de cargas de alto valor agregado em rotas estratégicas para países como o Brasil.

Segundo a consultoria Gartner, os investimentos globais em inteligência artificial devem alcançar US$ 2,59 trilhões em 2026, alta de 47% em relação ao ano anterior, com mais de 45% desse montante direcionado à infraestrutura necessária para suportar aplicações de IA; incluindo servidores, chips, redes e data centers.

Para Alexandre Pimenta, CEO da integradora logística Asia Shipping, o movimento já produz reflexos no comércio exterior brasileiro. A companhia acompanha o crescimento das operações relacionadas à importação de equipamentos para infraestrutura digital, componentes eletrônicos, máquinas industriais de alta tecnologia e outros produtos essenciais para a transformação digital das empresas.

Pimenta explica que à medida que a inteligência artificial avança sobre diferentes setores da economia, a logística internacional passa a desempenhar papel cada vez mais estratégico para garantir o abastecimento das cadeias produtivas.

“A inteligência artificial costuma ser associada a softwares e processamento de dados, mas existe uma infraestrutura física gigantesca por trás dessa transformação. Cada novo modelo de IA, cada expansão de capacidade computacional e cada data center exigem servidores, chips, sistemas de refrigeração, equipamentos de rede e componentes produzidos em diferentes partes do mundo. Isso amplia a relevância da logística internacional como elemento de conexão entre polos industriais, centros tecnológicos e mercados consumidores”, aponta o executivo.

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Brasil se consolida como hub latino-americano de infraestrutura digital

O avanço da inteligência artificial coincide com um momento de forte expansão da infraestrutura digital. Segundo o relatório Latin America Data Center Report 2025, da JLL, o Brasil concentra cerca de 48% da capacidade de data centers em operação na América Latina e responde por 71% da capacidade atualmente em construção na região. O cenário reforça o papel do país como principal polo latino-americano para investimentos em computação em nuvem, armazenamento de dados e aplicações de inteligência artificial.

A necessidade de ampliar essa infraestrutura aumenta diretamente a demanda por equipamentos importados, como servidores, sistemas de armazenamento, componentes eletrônicos, dispositivos de conectividade e semicondutores. Grande parte desses produtos é fabricada em mercados asiáticos, especialmente China, Taiwan, Coreia do Sul e Singapura, fortalecendo o fluxo de cargas tecnológicas para o Brasil.

“O que estamos observando é uma mudança estrutural no perfil das importações. Cada vez mais empresas precisam importar tecnologias críticas para sustentar seus projetos de transformação digital. São cargas que exigem planejamento logístico sofisticado, monitoramento constante, gestão de riscos e conhecimento regulatório, porque qualquer atraso pode comprometer cronogramas de investimento e operações inteiras”, afirma Pimenta.

Semicondutores se tornam ativos estratégicos da nova economia

No centro dessa transformação estão os semicondutores, componentes essenciais para servidores, chips de IA, sistemas de telecomunicações e equipamentos de processamento avançado. Segundo a Semiconductor Industry Association (SIA), as vendas globais do setor alcançaram US$ 791,7 bilhões em 2025, crescimento de 25,6% em relação ao ano anterior. A entidade projeta que o mercado global de semicondutores continue em trajetória de expansão, impulsionado principalmente pela crescente demanda por infraestrutura de inteligência artificial.

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Além do crescimento da demanda, a concentração geográfica da produção de chips e componentes eletrônicos reforça a importância da logística internacional para garantir segurança de abastecimento e previsibilidade operacional.

A logística como elo da economia baseada em inteligência artificial

À medida que a inteligência artificial se consolida como uma das principais forças de transformação econômica da década, a infraestrutura física necessária para sustentar essa revolução continuará impulsionando o comércio internacional.

Para Alexandre Pimenta, o avanço da IA evidencia uma característica frequentemente negligenciada nos debates sobre transformação digital: a dependência de cadeias globais altamente integradas para viabilizar a inovação.

“Toda revolução tecnológica depende de uma cadeia física forte. O sucesso da economia baseada em IA também será determinado pela capacidade de conectar fábricas, portos, centros de distribuição e mercados consumidores de forma eficiente. A logística deixa de ser apenas uma atividade operacional para se tornar um dos pilares da transformação digital global”, conclui o CEO da Asia Shipping.

 

Sobre a Asia Shipping

A Asia Shipping é uma empresa de logística global, especializada em encontrar as rotas mais inteligentes para seus clientes e transportar mercadorias entre continentes. A empresa está em 12 países, com 45 escritórios pelo mundo, sendo dez no Brasil, e mais de mil colaboradores. A Asia Shipping atua na importação e exportação, fazendo a ponte entre fornecedores, armadores (donos de navios de carga), portos e transportadoras. É o que se chama freight forwarder, um intermediário do negócio de fretes.  É considerada a maior companhia da América Latina nesta categoria e a 38ª no mundo, segundo o ranking global Top Ocean Freight Forwarders 2026.

 

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TECNOLOGIA

Tecnologia alemã que combate a poluição dentro de casa desembarca em Brasília e promete mudar a rotina das famílias

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Brasília atravessa mais um período de seca intensa, aquele clima que castiga os brasilienses, agrava alergias, irrita vias respiratórias e transforma a qualidade do ar em um desafio diário. Nos meses de seca a cena é comum: rodos, panos, vassouras, aspiradores e a casa praticamente interditada no dia da faxina.

Nesse cenário, uma tecnologia alemã, presente em mais de 80 países, chega à capital com a promessa de aliviar esse sofrimento e revolucionar a forma como as famílias cuidam da própria casa.

A Hyla, criada há 36 anos e já consolidada mundialmente, trata de um problema que a maioria dos brasileiros desconhece: a poluição doméstica. A poeira que se acumula nos móveis, nos sofás, nos estofados, nas cortinas e, principalmente, nos colchões não é apenas sujeira. É uma mistura de ácaros, de fungos e de bactérias que envelhece dentro de casa e alimenta crises alérgicas como rinite e sinusite. Além de outros problemas respiratórios.

Há 16 anos no Brasil, a tecnologia ganha espaço em Brasília, onde médicos de diversas especialidades, como pediatras, pneumologistas, alergistas e otorrinolaringologistas alertam para o impacto da poeira fina na saúde. Muitos pacientes dependem de cortícoides desde a infância, acumulando efeitos colaterais que vão de baixa imunidade a casos graves, como glaucoma precoce.

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A representante e porta-voz da marca Hyla Plus em Brasília, Tereza Montenegro, explica que o diferencial do equipamento está justamente na capacidade de impedir que a poeira volte para o ar. Segundo ela, “a Hyla não deixa a poeira fina circular pela casa. Ela captura até as nanopartículas e transforma tudo em água suja, evitando que o ambiente continue intoxicando a família”.

A Hyla promete atacar o problema na raiz. Diferente dos aspiradores tradicionais, que devolvem a poeira fina ao ambiente após cerca de 10 minutos de uso, em média, o Hyla , por sua vez, em razão do separador de partículas patenteado faz com que todas as partículas do ambiente sejam capturadas pela água.

Além de fazer a desacarização (retirada dos ácaros), a Hyla faz a purificação do ar. Certificada pelas Sociedades de alergistas da Áustria, da França, da Suíca, da Alemanha e da Itália, a tecnologia ameniza as causas alérgicas em até 90%, deixando o ar mais leve, mais puro e mais saudável.

Informações: Tereza Montenegro
Contato: (61) 99222 3372

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