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Samsung lança programa beta da One UI 8: primeira geração de upgrade começa com os novos dobráveis Galaxy

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Atualização estreia nos novos dobráveis Galaxy com recursos de AI multimodal, interface adaptada e mais praticidade no dia a dia

 

A Samsung anunciou oficialmente a chegada da One UI 8, sua nova interface de sistema baseada no Android 16. A atualização já está disponível em versão beta para os modelos Galaxy S25, S25+ e S25 Ultra, em países como Alemanha, Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos. A novidade inaugura uma nova era de inteligência artificial para os dispositivos Galaxy, com foco em personalização, praticidade e segurança.

Desenvolvida em parceria com o Google, a One UI 8 será uma das primeiras interfaces a adotar o Android 16 e estreará nos novos dobráveis da marca, expandindo posteriormente para outros aparelhos Galaxy. A proposta é oferecer uma experiência mais integrada entre software e hardware, aproveitando ao máximo os diferentes formatos de dispositivos.

AI mais inteligente, adaptável e segura

O grande destaque da One UI 8 é sua inteligência artificial multimodal, que entende o que o usuário está vendo ou fazendo no momento e responde com interações mais naturais. A interface foi redesenhada para se adaptar ao formato do dispositivo, e a AI passa a sugerir ações com base na rotina de cada pessoa, graças a ferramentas como Now Bar e Now Brief, que fornecem informações relevantes de forma proativa.

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Tudo isso é sustentado por um compromisso com a privacidade. O sistema Samsung Knox Vault protege dados sensíveis ao isolá-los em um processador e memória seguros. Além disso, a One UI 8 permite ao usuário escolher se prefere que seus dados sejam processados localmente ou na nuvem — sempre com transparência e controle nas mãos do usuário.

Recursos que facilitam o cotidiano

A nova versão da interface também traz melhorias práticas para o uso diário. Entre os destaques:

  • Auracast: uma tecnologia de áudio via Bluetooth LE Audio que permite transmitir som para múltiplos dispositivos (como Galaxy Buds3 ou aparelhos auditivos) por QR Code, sem precisar de configurações complicadas.

  • Atendimento mais rápido: agora é possível iniciar o suporte técnico em centros de reparo apenas aproximando o celular de um leitor QR ou NFC, evitando formulários e agilizando o processo.

  • App Reminder reformulado: o aplicativo de lembretes ganhou uma interface mais simples e recursos como compartilhamento de listas de tarefas e suporte a comandos de voz.

  • Quick Share aprimorado: compartilhar arquivos ficou ainda mais fácil — um toque no botão do painel de configurações rápidas permite enviar e receber conteúdos de forma instantânea.

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Inscrições abertas para o beta

Os interessados em testar a One UI 8 antes do lançamento oficial já podem se inscrever pelo app Samsung Members. A atualização representa um novo ritmo na evolução da Samsung, focada em unir inteligência artificial com praticidade e proteção dos dados.

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TECNOLOGIA

Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade

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Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.     

Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.  

Projetos selecionados 

  • Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;  

  • Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc); 

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  • Organização Baniwa e Koripako — NadzoeriParceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);  

  • Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;  

  • Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara; 

  • Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.  

Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.  

Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.  

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O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.  

Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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