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Oficina de construção participativa do sistema de governança da RedeTrilhas começa nesta terça-feira

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Teve início nesta terça-feira (5), a terceira oficina do Grupo de Trabalho responsável pela revisão do modelo de governança da Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade – RedeTrilhas. A qualificação marca mais um passo no processo de construção coletiva e participativa da nova estrutura da rede.

O evento, organizado em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), se estenderá até amanhã, no auditório da Embratur.

A Oficina é o terceiro encontro para a construção de um sistema de governança para a estratégia RedeTrilhas, integrando União, Estados, Municípios, iniciativa privada e terceiro setor. A expectativa é que o novo modelo seja legítimo, eficaz, representativo e alinhado aos objetivos de desenvolvimento sustentável, conservação da biodiversidade e promoção do turismo sustentável e responsável.

Essa terceira oficina dá continuidade ao processo de escuta, debate técnico e validação das diretrizes que irão nortear o novo modelo de governança da RedeTrilhas. FORNATUR, Associação RedeTrilhas, ABETA, Embratur, Sebrae, ANSEDITUR e Fórum de Unidades de Conservação, são alguns dos parceiros presentes no encontro.

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INÍCIO – Em 12 de junho de 2025, o grupo iniciou o trabalho de consultoria virtualmente, reunindo 33 participantes de 23 instituições. A segunda, também virtual, ocorreu em 10 de julho de 2025, com a presença de 28 pessoas representando 13 organizações.

REDETRILHAS – Criada em 2018, a iniciativa é uma política pública que visa conectar pontos turísticos e áreas de interesse cultural e ambiental por meio de trilhas de longo curso em todo o país. Os roteiros percorrem paisagens naturais, parques, comunidades e atrativos históricos, promovendo o turismo responsável, a geração de emprego e renda e a valorização do patrimônio brasileiro.

GRUPO DE TRABALHO – O principal objetivo do GT é o de contribuir tecnicamente para a atualização da governança da RedeTrilhas, com base em princípios de participação social, representatividade federativa e fortalecimento institucional.

A iniciativa busca analisar criticamente o modelo atual, estabelecido pelas Portarias Conjuntas MMA/MTur/ICMBio nº 407/2018 e nº 500/2020, incorporando as melhores práticas nacionais e internacionais no setor.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Mais de 3,4 mil hospedagens já atuam com nova Ficha Digital de Hóspedes, de acordo com o Ministério do Turismo

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Mais de 3,4 mil meios de hospedagem formais de todo o Brasil – hotéis, pousadas, hostels, entre outros – já usam a nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) em formato 100% digital, que agiliza consideravelmente o procedimento de check-in para o consumidor e elimina o uso de papel por estabelecimentos do ramo.

A modernização é fruto de um sistema desenvolvido pelo Ministério do Turismo e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que será integralmente adotado a partir de 20 de abril (segunda-feira). Mais de 1,71 milhão de fichas já foram feitas no novo modelo, por um total de 3.406 empresas hoteleiras.

Semelhante ao sistema usado no check-in de voos, a FNRH digital permite o preenchimento antecipado e online de dados via Gov.Br. Todo o processo pode ser rapidamente concluído a partir da leitura de um QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo estabelecimento.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, afirma que a modernização vai qualificar ainda mais a experiência de viagem pelo Brasil.

“Hotéis, pousadas, resorts e outros meios de hospedagem vão passar a oferecer um check-in muito mais ágil, confortável e seguro. Além de eliminar o uso de papel e contribuir para a sustentabilidade ambiental do nosso país, a nova ficha digital vai facilitar a vida de todos: do hóspede, que não perderá mais tempo com procedimentos demorados em balcões de recepção; e dos empreendedores do setor, que vão ter menos custos e poderão aprimorar seus negócios”, ressaltou o ministro.

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Ações do ministério

O Ministério do Turismo vem orientando o setor quanto à transição para o novo sistema, implementado gradativamente desde novembro de 2025. A fim de auxiliar na preparação, o órgão tem organizado várias ações educativas, como um vídeo com as etapas do processo. Acesse clicando aqui.

O Ministério também criou uma página eletrônica de perguntas e respostas frequentes, onde é possível tirar dúvidas. Acesse clicando aqui.

“O Ministério do Turismo está à inteira disposição para ajudar nesta que é uma das maiores transformações do segmento no governo do presidente Lula. Portanto, você, hoteleiro, conte conosco e faça sua adesão. Este é mais um grande avanço do turismo brasileiro, cuidando ainda melhor de quem faz o nosso setor crescer e se consolidar como um dos grandes geradores de emprego, renda e inclusão social no Brasil”, acrescenta o ministro Gustavo Feliciano.

Adesões

A pasta reforça que o processo requer adaptações por parte dos 19.231 meios de hospedagem regularmente inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), independentemente de usarem sistemas de gestão próprios.

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Os estados de São Paulo (693), Minas Gerais (313), Santa Catarina (311), Rio de Janeiro (305) e Rio Grande do Sul lideram (258) em número de estabelecimentos que já aderiram à nova FNRH digital.

Na região Norte, destaque para o Pará, com 57 empreendimentos adequados, seguido do Amazonas, onde o número chega a 53. Já no Centro-Oeste, o Mato Grosso saiu na frente, com 86 meios de hospedagem já adaptados, bem como Goiás, no qual 78 empresas do ramo já enviam fichas em formato digital.

Proteção de dados

A transição para a FNRH Digital – que, no caso de hóspedes estrangeiros, não exigirá a necessidade de uma conta Gov.Br – é prevista na nova Lei Geral do Turismo, sancionada em 2024 pelo presidente Lula, e cumpre rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando que o tratamento de informações sensíveis seja feito em ambiente criptografado e controlado.

Por André Martins
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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