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GSI Destaca Inovação e Conectividade no Secador Process Dryer na Expodireto 2025

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Entre os dias 10 e 14 de março de 2025, a GSI marcará presença na Expodireto Cotrijal, um dos principais eventos do agronegócio brasileiro, que acontecerá em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul. A empresa, reconhecida por suas soluções tecnológicas em armazenagem e secagem de grãos, apresentará uma inovação de destaque: o Painel do Secador, integrado ao Process Dryer. Essa tecnologia promove um controle preciso e eficiente da operação, proporcionando uma gestão mais inteligente e econômica da secagem de grãos.

A GSI investiu no desenvolvimento de acessórios que conectam o painel ao secador, incluindo sensores de umidade acoplados. Esses sensores permitem o registro contínuo de dados, gerando um histórico detalhado da operação, com períodos personalizados pelo operador. A conectividade promovida por essa solução visa tornar o processo mais racional, otimizar o uso de energia e proporcionar um melhor aproveitamento da safra.

Entre as principais funcionalidades e benefícios oferecidos pela tecnologia, destacam-se:

  • Gestão simplificada da operação: possibilita o gerenciamento completo do secador de forma intuitiva e prática.
  • Monitoramento preciso com sensores: os sensores controlam a umidade de entrada e saída dos grãos, garantindo maior precisão na secagem.
  • Facilidade de operação: interface amigável, permitindo ajustes rápidos conforme as necessidades do operador.
  • Monitoramento remoto: acesso remoto para monitoramento e suporte, facilitando a gestão da secagem de qualquer lugar.
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A Expodireto 2025 será uma excelente oportunidade para os produtores conhecerem de perto essa tecnologia e entenderem como a conectividade pode transformar a gestão da secagem de grãos. “A GSI convida os visitantes a explorarem nossas soluções e a perceberem como a inovação pode impactar positivamente a eficiência e os resultados no campo. Com esta tecnologia, reafirmamos nosso compromisso em oferecer soluções que impulsionam a produtividade e a sustentabilidade no agronegócio”, destaca Daniel Belani, diretor de Negócio Armazenagem da GSI.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

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O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

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O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

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