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OldPony lança primeira IPA sem álcool do Centro-Oeste

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Reconhecida por seus hidroméis, OldPony entra no mercado de cervejas artesanais com a No Breeze, uma IPA sem álcool, marcando uma nova era de inovação e compromisso com a qualidade

 

Após uma pausa de dois anos, a OldPony Brewery, marca renomada por seus hidroméis de alta qualidade, retorna ao mercado com uma novidade que promete agitar o cenário das cervejas artesanais: a No Breeze, uma IPA sem álcool. Com este lançamento, a OldPony não apenas amplia seu portfólio, mas também reafirma seu compromisso com a inovação e a diferenciação, características que a tornaram referência no mercado de bebidas.

O CEO da OldPony, Alexandre Pelegrini, compartilha que a motivação por trás dessa expansão para o mercado de cervejas artesanais é maximizar os canais comerciais já estabelecidos pela comercialização do hidromel. Além disso, ele destaca a sinergia natural entre os consumidores de cerveja artesanal e aqueles que apreciam bebidas diferenciadas, ressaltando que a IPA sem álcool é uma resposta às novas tendências de consumo.

 

“A escolha de lançar uma IPA sem álcool como nosso primeiro produto nessa nova fase foi deliberada. Precisávamos de algo que fosse a cara da OldPony – um produto disruptivo que estivesse em sintonia com as mudanças nos hábitos de consumo. Ainda são poucas as opções sem álcool entre as cervejas artesanais, especialmente na região Centro-Oeste, e vimos uma oportunidade única para inovar”, explica o CEO.

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Desenvolvida com ingredientes de alta qualidade, como o lúpulo Comet, cultivado no cerrado do Distrito Federal, e um fermento especialmente tratado, a No Breeze se diferencia das IPAs convencionais pelo seu perfil de sabor. Leve, refrescante e com uma combinação de amargor e aromas cítricos de tangerina, grapefruit e maracujá, essa IPA sem álcool é ideal para dias quentes, atividades físicas, ou simplesmente para quem busca uma opção mais saudável sem abrir mão do sabor.

O mestre cervejeiro da OldPony, Luis Eduardo Neves, enfatiza que a Session IPA, estilo escolhido para a No Breeze, preserva as principais características de uma IPA convencional – aromas e sabores intensos de lúpulo – mesmo sem o teor alcoólico. “Nosso objetivo era criar uma bebida que oferecesse ao consumidor a experiência de uma IPA tradicional, mas sem álcool. A parceria com produtores de lúpulo local foi essencial para garantir a frescura e qualidade da cerveja”, comenta.

 

A No Breeze é apenas o primeiro passo de uma nova era para a OldPony, que já tem planos de lançar outros estilos de cervejas nos próximos meses. A marca também está investindo em diversas iniciativas para educar os consumidores sobre os benefícios e a qualidade de uma IPA sem álcool, utilizando redes sociais, eventos de degustação, parcerias com influenciadores e materiais educativos.

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Com essa expansão, a OldPony reforça sua essência de criar experiências sensoriais únicas, agora não apenas nos hidroméis, mas também nas cervejas artesanais. A reabertura no entorno do Distrito Federal marca a volta da marca ao mercado, agora mais forte e diversificada, pronta para conquistar novos públicos e oferecer produtos que atendam às expectativas dos consumidores mais exigentes.

 

Serviço:

OldPony Brewery

Site: www.oldpony.com.br/

(61) 3338-7878 | [email protected]

iG: www.instagram.com/oldpony.oficial

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Nova jornada de trabalho avança no Congresso e acende alerta no setor de serviços

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Febrac aponta riscos de aumento de custos, pressão sobre empregos e impacto na oferta de serviços essenciais 

A decisão da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados de admitir a proposta de emenda à Constituição (PECs) que altera a jornada de trabalho no país trouxe novo fôlego ao debate sobre o fim da escala 6×1, modelo em que se trabalha seis dias para um de descanso. A proposta segue agora para análise em comissão especial antes de ser votada em Plenário.

A medida, embora vista por parte da sociedade como um avanço nas relações de trabalho, gera apreensão em setores intensivos em mão de obra, como o de serviços. A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) avalia que mudanças dessa natureza exigem planejamento cuidadoso para evitar efeitos colaterais na economia e no mercado de trabalho.

Responsável por uma parcela significativa da geração de empregos formais no Brasil, o setor de serviços mantém operações contínuas em áreas como limpeza, conservação, facilities e apoio administrativo. Dados recentes do Novo Caged mostram que, entre janeiro e julho de 2025, o segmento criou mais de 80 mil vagas com carteira assinada, evidenciando seu papel estratégico.

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Na avaliação da entidade, a redução da jornada sem ajuste proporcional de salários tende a elevar os custos operacionais. Em atividades que não podem ser interrompidas como hospitais, escolas, aeroportos e edifícios públicos, a alternativa seria ampliar equipes para cobrir a nova carga horária, o que pressionaria contratos e orçamentos. Em alguns casos, o aumento pode ultrapassar dois dígitos.

O presidente da Febrac, Edmilson Pereira, afirma que o tema precisa ser tratado com equilíbrio. “É uma discussão legítima, mas não pode ser conduzida de forma apressada. Sem um período de adaptação e sem instrumentos que compensem o aumento de custos, como a redução de encargos, o risco é gerar efeitos contrários ao desejado, incluindo a diminuição de postos formais”, avalia.

Outro ponto levantado pela Febrac diz respeito ao ambiente tributário brasileiro, que já impõe elevada carga sobre a folha de pagamento. Nesse contexto, qualquer mudança que aumente o custo da mão de obra tende a ser repassada, direta ou indiretamente, para a economia, seja por meio de reajustes de contratos, seja pela redução da capacidade de contratação das empresas.

A entidade defende que eventuais alterações na legislação trabalhista sejam implementadas de forma gradual, com previsibilidade e participação do poder público na construção de soluções. O objetivo, segundo a Febrac, deve ser conciliar avanços nas condições de trabalho com a sustentabilidade das empresas e a preservação dos empregos.

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Com a tramitação das propostas em andamento, o tema deve ganhar protagonismo no Congresso e ampliar o debate entre governo, setor produtivo e representantes dos trabalhadores nos próximos meses.

Sobre a Febrac – A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) foi criada para representar os interesses dos setores de serviços de Asseio e Conservação. Hoje, representa 12 setores ligados à terceirização de mão de obra especializada.

Com sede em Brasília, a federação agrega sindicatos nas 27 unidades federativas do país e ocupa cargos na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), nos Conselhos Nacionais do SESC e do SENAC, na Central Brasileira de Apoio ao Setor de Serviços (CEBRASSE) e na Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis e na World Federation of Building Service Contractors (WFBSC). A Febrac tem como objetivo cuidar, organizar, defender e zelar pela organização das atividades por ela representadas.

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