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Senado destaca trajetória da Gerando Falcões no enfrentamento da pobreza no Brasil  

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Edu Lyra, fundador e CEO da Gerando Falcões, e a sen. Damares Alves (REP/DF). Foto: Carlos Moura/Agência Senado

 

O Senado Federal realizou uma sessão especial, nesta sexta (03/07), em homenagem aos 15 anos da Gerando Falcões. A ONG, que hoje atua em mais de 5.500 territórios periféricos e desenvolveu iniciativas como o Favela 3D – Digna, Digital e Desenvolvida, o Decolagem, a Falcons University e o programa ASMARA, recebeu o reconhecimento pela trajetória que ajudou a levar o debate sobre superação da pobreza, inclusão produtiva e desenvolvimento territorial para o centro da agenda pública nacional.

A homenagem ocorre em meio a iniciativas do poder público de reconhecimento e fortalecimento das políticas sociais. No início de junho, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e a Gerando Falcões firmaram uma parceria para ampliar ações de inclusão produtiva e geração de renda, aproximando experiências desenvolvidas nas periferias de políticas públicas de alcance nacional.

Com o objetivo de celebrar uma trajetória marcada pela transformação social por meio da construção de programas e tecnologias inovadoras, a cerimônia reuniu a senadora Damares Alves (Republicanos/DF), que presidiu a sessão, representantes do poder público, lideranças sociais e parceiros da organização.

Emocionada, a senadora destacou que as ações desenvolvidas e implementadas pela Gerando Falcões têm promovido uma revolução na tecnologia social do país. “O Senado presta, hoje, essa homenagem à organização que começou por meio de uma iniciativa na periferia e expandiu seu impacto para todo o Brasil, tornando-se uma referência na transformação e na engenharia social do país”, afirmou. A parlamentar ressaltou ainda que a homenagem reconhece a trajetória da Gerando Falcões e o seu compromisso com a transformação permanente, a geração de oportunidades e o enfrentamento das desigualdades em territórios vulneráveis.

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O senador Astronauta Marcos Pontes (PL/SP), autor do requerimento que deu origem à sessão especial, participou da solenidade por videoconferência. Em sua mensagem, destacou o impacto transformador do trabalho desenvolvido pela organização. “Ações como essas mudam o futuro dos jovens. E, quando transformamos a vida de um jovem, também transformamos a vida de sua família e de toda a comunidade ao seu redor”.

A diretoria da Gerando Falcões recebeu um Certificado de Reconhecimento pela contribuição para a promoção do desenvolvimento social e o enfrentamento das desigualdades no país. Foram homenageados o fundador e CEO da ONG, Edu Lyra; o cofundador e diretor de Operações, Alex dos Santos (Lemaestro); a diretora de Tecnologias Sociais, Nina Rentel; o diretor de Relações Institucionais e Governamentais, Lucas Cepeda; e a apoiadora do Instituto, Gabrielle Zitelmann.

Gerando Falcões recebe homenagem no Senado Federal pelos seus 15 anos. Foto: Carlos Moura/Agência Senado

As deputadas Tabata Amaral (PSB/SP) e Renata Abreu (Podemos/SP) também enviaram vídeos em homenagem à organização. Nas mensagens, parabenizaram a instituição pelos 15 anos de atuação, reafirmaram a parceria com a ONG e reforçaram a necessidade de governo e sociedade assumirem o compromisso com iniciativas voltadas à redução da pobreza, à promoção de oportunidades e ao fortalecimento da transformação social.

 

Fundada em 2011, a Gerando Falcões está presente nos 26 estados e no Distrito Federal e já mobilizou uma rede de mais de 1.500 organizações sociais e formou mais de 2.200 líderes comunitários. Em 2025, as iniciativas da organização contribuíram para qualificar mais de 42 mil pessoas e gerar renda para outras 30 mil. Os resultados são fruto de uma rede que hoje acompanha mais de 18,4 mil famílias e mantém 17 projetos Favela 3D implementados ou em desenvolvimento pelo país.

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Ao celebrar mais um ano de sua fundação, a ONG também reforça sua nova meta: contribuir para tirar 1 milhão de pessoas da pobreza e levá-las à dignidade nos próximos 10 anos.

Para o fundador e CEO da Gerando Falcões, Edu Lyra, celebrar, no Senado Federal, o trabalho realizado ao longo desses 15 anos é reconhecer a força das periferias brasileiras. “Quando começamos essa jornada, acreditávamos que nenhuma família deveria ter seu futuro determinado pelo seu CEP. Hoje, vemos milhares de histórias de transformação que provam que a pobreza não é destino. Essa homenagem celebra cada morador, liderança comunitária, parceiro e colaborador que decidiu acreditar que é possível transformar realidades, gerar oportunidades e construir um país mais digno para todos”, afirma Lyra.

O Brasil avançou na redução da pobreza nos últimos anos, mas ainda há milhões de famílias que enfrentam dificuldades com renda, moradia e acesso a oportunidades. Nesse contexto, a sessão também busca dar visibilidade a iniciativas que contribuem para a construção de caminhos para a autonomia e inclusão socioeconômica, além de ampliar o debate sobre estratégias capazes de acelerar a superação da pobreza e reduzir desigualdades históricas no país.

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Pé de Cerrado celebra 25 anos na Chapada dos Veadeiros

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Circulação nacional apresentada pela Petrobras reúne o grupo com convidados: Maracatu Semente de Buriti, Os Cantadô de Babaçu e forró especial com Lua Castanho e Conrado Pera

A circulação nacional “Pé de Cerrado 25 Anos”, apresentada pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Cultural, chega à Chapada dos Veadeiros no próximo dia 11 de julho, às 19h30, para uma edição especial na Vila de São Jorge, um dos mais importantes polos culturais do Cerrado brasileiro. Com entrada gratuita, a programação reúne o espetáculo “Os Brincantes”, do Grupo Cultural Pé de Cerrado, além das participações do Maracatu Semente de Buriti, dos Cantadô de Babaçu e de um forró especial com Lua Castanho e Conrado Pera.

Mais do que uma parada da turnê comemorativa, a apresentação na Chapada dos Veadeiros representa um reencontro com um território que acompanha a trajetória do grupo desde seus primeiros anos. Ao longo de mais de duas décadas de atuação, o Pé de Cerrado construiu uma relação profunda com a região, participando de festivais, encontros culturais, vivências comunitárias e intercâmbios com artistas, mestres e grupos locais. Essa convivência ajudou a moldar a identidade artística do grupo e transformou a Chapada em uma espécie de segunda morada afetiva e criativa.

Para o público do Distrito Federal, a apresentação também carrega um significado especial. Há décadas, a Chapada dos Veadeiros ocupa um lugar de destaque no imaginário cultural e afetivo de quem vive em Brasília. Destino frequente de artistas, pesquisadores, famílias e amantes do Cerrado, a região se consolidou como espaço de encontro, criação e celebração. A passagem da circulação pela Vila de São Jorge surge, assim, como um convite para que o público brasiliense reencontre um território que faz parte de sua história e celebre os 25 anos do Pé de Cerrado em um lugar que ajudou a inspirar sua trajetória artística.

“A Chapada dos Veadeiros faz parte da história do Pé de Cerrado. Muitos dos nossos encontros, pesquisas, composições e aprendizados nasceram desse diálogo com o território, com seus mestres, artistas e comunidades. Voltar para celebrar nossos 25 anos aqui é como reencontrar uma parte importante da nossa própria trajetória”, destaca Pablo Ravi, fundador do grupo.

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Essa conexão também atravessa a produção artística do Pé de Cerrado. O Cerrado, seus modos de vida, suas paisagens e manifestações culturais inspiram composições, pesquisas e processos criativos desenvolvidos ao longo dos anos. Essa relação aparece de forma ainda mais evidente em Florescer, álbum lançado como parte das comemorações dos 25 anos do grupo, reunindo canções que falam de pertencimento, ancestralidade, natureza e celebração da vida.

Formado por Pablo Ravi, Bruno Ribeiro, Bruno Berê, Davi Abreu, Fernando Rodrigues, Guilherme Queiroz e Pedro Tupã, o Pé de Cerrado nasceu em Brasília a partir do desejo de pesquisar, preservar e difundir as culturas populares brasileiras. Ao longo de 25 anos, o grupo construiu uma trajetória marcada pelo diálogo entre música, teatro, poesia, dança, circo e tradição oral, transformando a diversidade cultural brasileira em sua principal matéria-prima artística.

A própria formação do grupo reflete a riqueza cultural do Distrito Federal, território construído por migrantes de todas as regiões do país. Dessa mistura surgem espetáculos que transitam por ritmos como bumba meu boi, maracatu, coco, ciranda, samba, frevo, baião e cavalo-marinho, criando uma linguagem artística que une pesquisa, celebração e pertencimento.

Ao longo de sua trajetória, o Pé de Cerrado realizou centenas de apresentações em diferentes estados brasileiros, lançou quatro álbuns, participou de festivais nacionais e internacionais e representou a cultura brasileira em turnês pela Europa. Seu trabalho é reconhecido pela pesquisa, difusão e valorização das culturas populares brasileiras, promovendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade por meio da música, do teatro e das artes da cena.

 

O espetáculo “Os Brincantes”, que integra a circulação nacional, sintetiza grande parte da trajetória construída pelo grupo ao longo dessas duas décadas e meia. Mais do que um show, a apresentação é uma experiência coletiva que convida o público a cantar, dançar, brincar e celebrar. Em cena, música, poesia, teatro, humor e elementos do circo conduzem uma viagem pelas diferentes regiões do Brasil. Entre tambores, pífanos, rabecas, maracás e canções autorais, o espetáculo transforma o espaço da apresentação em um grande terreiro de encontros, onde artistas e plateia compartilham experiências, memórias e afetos.

A programação reúne ainda importantes representantes da cena cultural da Chapada dos Veadeiros. O Maracatu Semente de Buriti, grupo de baque virado fundado em Cavalcante e ligado à tradicional Nação Porto Rico, de Recife, leva ao público a força dos tambores e das tradições afro-brasileiras. Os Cantadô de Babaçu apresentam um espetáculo inspirado nas diferentes vertentes do coco de roda, celebrando mestres e mestras da cultura popular. Encerrando a noite, Lua Castanho e Conrado Pera conduzem um forró especial que reúne dois artistas profundamente conectados à Chapada e às sonoridades da música popular brasileira.

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A etapa da Chapada dos Veadeiros reforça uma das premissas centrais da circulação: promover encontros entre territórios, saberes e manifestações culturais, valorizando artistas e grupos que mantêm vivas as tradições populares brasileiras. Em cada cidade visitada, o Pé de Cerrado compartilha a programação com representantes da cultura local, fortalecendo redes de colaboração e intercâmbio cultural.

Com patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a circulação nacional reafirma o compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a valorização das manifestações que traduzem a diversidade e a riqueza da identidade brasileira. Ao promover encontros entre artistas, territórios e comunidades, o projeto celebra não apenas os 25 anos de trajetória do Pé de Cerrado, mas também a vitalidade das culturas populares brasileiras e sua capacidade de conectar diferentes gerações, territórios e modos de vida.

A Petrobras é uma das principais empresas do país. Atua de forma integrada e especializada na indústria de óleo, gás natural e energia, tendo como compromisso o desenvolvimento sustentável para uma transição energética justa. A Cultura é também uma energia na qual a companhia investe, patrocinando há mais de 40 anos projetos que contribuem para a cultura brasileira e se fazem presentes em todos os Estados brasileiros.

SERVIÇO

Pé de Cerrado 25 Anos – Circulação Nacional

Espetáculo “Os Brincantes” com Pé de Cerrado e convidados

Maracatu Semente de Buriti
Os Cantadô de Babaçu
Forró especial com Lua Castanho e Conrado Pera

Data: 11 de julho de 2026
Horário: 19h30
Local: Em frente à Quadra – Vila de São Jorge, Alto Paraíso de Goiás (GO)
Entrada gratuita

Apresentação: Petrobras – Programa Petrobras Cultural
Realização: Grupo Cultural Pé de Cerrado

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