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Vinícola Garibaldi conquista 10 medalhas no concurso Vinus na Argentina

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Garibaldi Moscatel foi destaque com 97 pontos na avaliação da 23ª edição do Vinus, realizado na Argentina 

A qualidade dos vinhos e espumantes da Cooperativa Vinícola Garibaldi foi reconhecida internacionalmente na 23ª edição do Vinus, realizada em agosto, em Mendoza, na Argentina. A tradicional marca foi condecorada com 10 medalhas no total, sendo duas de ouro duplo, seis de ouro e duas de prata.

Os espumantes foram os mais premiados, conquistando sete medalhas, com destaque para dois dos mais tradicionais rótulos da casa: o Garibaldi Moscatel e o Garibaldi Chardonnay. Ambos obtiveram condecoração de ouro duplo, concedida a produtos que ultrapassam 95 pontos na avaliação dos jurados, 97 pontos para o Moscatel e 96 para o Chardonnay. Elaborado por meio do Método Asti a partir das variedades Moscato Branco e Moscato Giallo, o Garibaldi Moscatel se destaca pelo equilíbrio entre açúcares e acidez, apresentando frescor e intensidade aromática. Já o Garibaldi Chardonnay, de paladar estruturado, é produzido pelo método Charmat, combinando delicadas notas frutadas com um sutil toque de pão tostado.

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Das seis medalhas de ouro, uma delas foi para o vinho Garibaldi Sauvignon Blanc, que ganhou a primeira condecoração do ano, com as demais sendo destinadas aos espumantes Garibaldi Viognier, Garibaldi VG Nature Blanc de Blanc, Garibaldi Floratta, Garibaldi Prosecco Rosé e Garibaldi Pinot Noir. A lista se encerra com as medalhas de prata concedidas a dois vinhos, o Garibaldi Acordes Merlot e o Garibaldi VG Chardonnay, lançado neste ano e que arrematou sua primeira medalha em concursos.

A degustação dos vinhos e espumantes, foi conduzida por um time de 33 profissionais entre enólogos, sommeliers, jornalistas, compradores e críticos. Neste ano, o concurso reuniu 521 amostras originárias de 17 países.

Foto: André Luis Rech

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Projetos de Inteligência Artificial do Instituto Atlântico somam mais de R$ 55 milhões em 2026

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Projetos alcançam os setores industrial, de energia e TIC; ao considerar iniciativas com competências que habilitam o uso da tecnologia, volume supera R$90 milhões.

A rápida adoção da inteligência artificial no Brasil tem ampliado a demanda por soluções capazes de transformar avanços tecnológicos em aplicações concretas. Em 2026, o Instituto Atlântico movimentou mais de R$55 milhões em projetos de aplicação de Inteligência Artificial, desenvolvidos para os setores industrial, de energia e de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

Os projetos envolvem aplicações como manutenção preditiva, visão computacional para controle de qualidade e otimização energética e estão alinhados a agendas estratégicas nacionais de desenvolvimento tecnológico, como o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) e a Nova Indústria Brasil (NIB). Entre suas diretrizes, as políticas públicas estimulam o desenvolvimento e a aplicação de IA para ampliar a inovação, a transformação digital e a competitividade da indústria brasileira.

O movimento acompanha o avanço da tecnologia no setor produtivo. Segundo a PINTEC 2024, do IBGE, o uso de IA pelas empresas industriais brasileiras pesquisadas passou de 16,9% em 2022 para 41,9% em 2024.

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“Estamos falando de projetos que conectam o desenvolvimento tecnológico a desafios concretos de setores estratégicos para o país. A IA ganha relevância quando conseguimos transformar conhecimento em aplicações capazes de gerar eficiência, produtividade e competitividade”, afirma Luiz Alves, Diretor de Inovação e Novos Negócios do Instituto Atlântico.

Ecossistema de projetos supera R$ 90 milhões

O impacto da atuação do Atlântico em IA vai além dos projetos que têm a tecnologia como aplicação direta. Quando considerados também projetos que desenvolvem competências e tecnologias semelhantes e que habilitam o uso da inteligência artificial, o volume movimentado pelo Instituto em 2026 supera R$90 milhões.

Esse conjunto contempla iniciativas relacionadas a capacidades essenciais para a adoção e a escala da IA, como infraestrutura tecnológica, processamento, conectividade, dados e outras competências associadas.

“Para levar a IA à escala, não basta desenvolver a aplicação. É necessário construir todo um conjunto de capacidades que permita que essa tecnologia seja incorporada às operações de forma segura e eficiente. Quando olhamos para esse ecossistema de projetos, conseguimos dimensionar melhor a nossa atuação e o potencial de impacto da IA nos setores produtivos”, destaca Luiz Alves.

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Os projetos consolidam o movimento do Atlântico que se firma como um centro de excelência em Inteligência Artificial, reunindo pesquisa aplicada, infraestrutura tecnológica e conhecimento especializado para desenvolver soluções alinhadas aos desafios do setor produtivo e às prioridades estratégicas de desenvolvimento tecnológico do país.

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