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Fotógrafa realiza palestra no Espaço Longevitá sobre arte e impacto social

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​No próximo dia 8 de abril (quarta-feira), o Espaço Longevitá, no Sudoeste, será palco de um encontro reflexivo sobre o papel da fotografia no resgate da dignidade e autoestima feminina. A fotógrafa e jornalista Ísis Dantas, idealizadora do Projeto Marias da Penha, apresenta a palestra “Marias: o uso da fotografia como instrumento terapêutico para elevar a autoestima de vítimas de violência”, desta vez com um enfoque voltado para gestoras, lideranças e colaboradoras do Grupo Altevita.

​O encontro, marcado para as 14h30, busca sensibilizar as mulheres do Grupo Altevita sobre como a arte pode ser uma ferramenta poderosa de intervenção social e acolhimento. O projeto Marias da Penha, que conta com o fomento do Ministério da Cultura (MinC), nasceu da experiência pessoal de Ísis e já impactou centenas de mulheres através da exposição Marias e do livro homônimo.

​O debate propõe uma visão humanizada sobre o enfrentamento à violência de gênero e a importância de espaços que reconheçam e incentivem processos de reconstrução da identidade e força das mulheres.

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Serviço:
Palestra: O uso da fotografia como instrumento terapêutico para elevar a autoestima de vítimas de violência.
Facilitadora: Ísis Dantas (Fotógrafa e idealizadora do projeto).
Público-alvo: Gestores e Lideranças do Grupo Altevita.
Data: 08/04 (Quarta-feira)
Horário: 14h30
Local: Espaço Longevitá – Sudoeste.
Instagram: @mariasdapenha

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Cultura

“Poéticas de Brasília” chega aos palcos em espetáculo que revisita a alma da Capital

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Sob direção de Mateus Ferrari com Abaeté Queiroz e Marcio Menezes, montagem une teatro, música e  história para revelar uma Brasília múltipla, afetiva e em permanente construção de sonhos e realidades. De 22 a 24 de maio, no Cruzeiro, com entrada gratuita

O que define Brasília para além de suas curvas de concreto e do horizonte vasto? Fugindo da cronologia oficial e mergulhando na subjetividade de quem habita o quadradinho, o espetáculo Poéticas de Brasília inicia sua temporada explorando a capital federal como um organismo vivo, atravessado por sonhos, contradições e utopias.

Com direção de Mateus Ferrari, a obra traz uma dramaturgia assinada coletivamente pelo diretor e pelos atores Abaeté Queiroz e Márcio Menezes. A peça utiliza uma estrutura fragmentada para costurar teatro, música, humor e documento histórico. Em cena, o trio conduz o público por uma colagem onde relatos de época convivem com canções populares e cenas poéticas.

O ponto de partida são as praças e as lembranças afetivas de quem viveu — ou herdou — a experiência brasiliense. Canções de artistas emblemáticos da cidade ajudam a construir uma atmosfera emocional, conectando a memória pessoal de cada espectador à memória coletiva do país.

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A narrativa mergulha nas origens da capital, revisitando marcos como os sonhos de Dom Bosco, os projetos de interiorização e a Missão Cruls. Com uma linguagem leve e frequentemente irônica, os personagens discutem as versões oficiais da fundação, brincando com as lacunas da história para evidenciar como Brasília também foi erguida sobre narrativas, invenções e idealizações políticas.

Um dos pontos altos da montagem é a abordagem da figura de Juscelino Kubitschek. Longe da rigidez dos monumentos, JK surge como personagem central de um imaginário apaixonado: em uma das cenas, a criação da capital é apresentada como o fruto de uma relação amorosa entre o presidente e o Brasil — uma declaração de amor que transforma o projeto político em metáfora poética e afetiva.

Poéticas de Brasília não se limita ao centro do poder. Ao longo do espetáculo, emergem referências às cidades-satélites, aos trabalhadores candangos e às diversas formas de existir no Distrito Federal. O resultado é um mosaico de vozes que revela uma Brasília múltipla: monumental e periférica, oficial e popular, utópica e profundamente humana.

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O projeto, com produção da Tato Comunicação, é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF) e apoio do Supermercado Veneza e CEMI Cruzeiro. No segundo semestre, vai circular pelo Plano Piloto e Plantina.

SERVIÇO

 Poéticas de Brasília

Direção: Mateus Ferrari/ Dramaturgia e Elenco: Abaeté Queiroz, Márcio Menezes e Mateus Ferrari/ Produção: Tato Comunicação

Temporada:

Sexta-feira, 22 de maio — 15h30

Sessão-escola para alunos do CEMI Cruzeiro e comunidade

Sábado, 23 de maio — 19h

Domingo, 24 de maio — 19h

Aberto ao público 

Local: Auditório do CEMI do Cruzeiro – SRES Área Especial / Cruzeiro Velho

Ingressos: Gratuito

Classificação Indicativa: Livre

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