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Ludopatia adoece famílias inteiras, alerta a psicóloga Gleice Cristina Salteiro

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Referência no tratamento do vício em apostas digitais e à frente do Instituto Vencendo o Jogo, a especialista defende que o acolhimento aos familiares é tão decisivo quanto o cuidado ao apostador.

“Enganei toda a minha família. Desviei dinheiro da empresa do meu pai, vendi minha casa para jogar e cheguei a pensar em tirar minha própria vida.” O relato do empresário André Rolim, dado à CPI das Bets no Senado, traduz em poucas frases o que os números já anunciavam em escala nacional. Cerca de 25,2 milhões de brasileiros apostaram em casas reguladas em 2025, e estimativa da UNIFESP aponta que aproximadamente 11 milhões já apresentam algum grau de uso problemático das apostas. Por trás de cada apostador, porém, existe uma casa inteira que adoece junto.

A ludopatia raramente pesa apenas sobre quem joga. Quando alguém entra no ciclo compulsivo das apostas digitais, o abalo alcança de imediato o círculo mais próximo e converte lares em territórios de tensão, desconfiança e sofrimento. Ainda que o olhar externo costume recair sobre o rombo financeiro, o estrago mais grave se instala em silêncio e corrói aos poucos a saúde mental de cônjuges, filhos e demais familiares. Não à toa, especialistas já tratam o fenômeno como questão de saúde pública, associada à ansiedade, à depressão e ao aumento do risco de suicídio.

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Foto: Divulgação

É esse território pouco visível que orienta o trabalho da psicóloga Gleice Cristina Salteiro, referência no tratamento da ludopatia e à frente do Instituto Vencendo o Jogo do Vício em Apostas Digitais. Para ela, conviver com a dependência mantém a família em estado de alerta permanente. Mentiras sobre o destino do dinheiro, contas bloqueadas sem aviso, empréstimos ocultos e a ameaça de ruína compõem um cenário que se renova a cada dia. Não raro, parceiros e pais de dependentes passam a apresentar quadros severos de ansiedade, depressão e esgotamento, tomados por uma impotência diante de uma compulsão que parece invisível, mas que dissolve a harmonia doméstica.

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Segundo a especialista, o resgate da dinâmica familiar figura entre os pilares do tratamento, e a recuperação só avança quando abarca todo o ecossistema que envolve o paciente.

“O vício em apostas isola a família em um mar de culpa e silêncio. No consultório e no trabalho desenvolvido pelo Instituto, percebemos que o acolhimento aos familiares é tão vital quanto o atendimento ao próprio apostador, pois a reestruturação dos limites e a cura emocional caminham juntas”, explica Gleice Cristina Salteiro.

Foto: Divulgação

É desse princípio que nasce o programa Famílias que Curam, frente psicoeducativa do Instituto voltada a orientar parentes e reconstruir vínculos, comunicação e recursos emocionais para enfrentar a recuperação. Com metodologia própria reconhecida pelo INPI e atendimento sigiloso, online para todo o Brasil e presencial em Presidente Prudente e região, o Instituto Vencendo o Jogo trabalha sob a premissa de que ninguém precisa vencer isso sozinho.

Reconhecer o sofrimento invisível que atravessa a casa é o primeiro passo para interromper o ciclo. Tratar a ludopatia, nesse entendimento, deixa de ser tarefa individual e se torna esforço coletivo, no qual restaurar os vínculos afetivos importa tanto quanto conter o impulso de apostar. Quem identificou algum desses sinais, em si ou em alguém próximo, encontra caminhos de acolhimento no site institutovencendoojogo.com.bre nos canais de atendimento da psicóloga Gleice Salteiro (CRP 06/48132).

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Direto De PE

DRON e GALLYARD mergulham na cultura do Reggaeton com o lançamento de “BEBECITA”

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Novo single aproxima a energia do Reggaeton da força do Trap em uma produção pensada para o público da música urbana

O Reggaeton deixou de ser apenas um gênero musical para se transformar em uma linguagem cultural. Está na dança, nas festas, nos videoclipes, na moda e, principalmente, na maneira como uma nova geração se relaciona com a música. É dentro desse universo que DRON e GALLYARD apresentam “BEBECITA”, novo single que aproxima o balanço característico do Reggaeton da intensidade do Trap.

Já disponível nas plataformas digitais, a faixa chega com uma produção marcada por batidas pulsantes, refrão envolvente e uma atmosfera voltada ao entretenimento. A proposta é simples na essência, mas ampla na sonoridade: fazer dois universos da música urbana conversarem sem perder a identidade de cada um.

O Reggaeton ocupa um espaço particular nesse cenário. Ao longo de sua trajetória, o gênero construiu uma estética reconhecível, baseada no ritmo, na dança e na conexão direta com o público. Sua força não está apenas no som, mas na experiência que provoca. É uma música feita para movimentar, compartilhar e criar ambiente.

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“BEBECITA” parte justamente dessa característica. A faixa utiliza o Reggaeton como base para criar uma experiência dançante, enquanto o Trap acrescenta uma camada mais intensa à produção.

O resultado acompanha uma transformação importante no mercado musical. As colaborações e fusões entre gêneros se tornaram cada vez mais comuns, principalmente dentro da cena urbana. Artistas passaram a experimentar novas combinações para ampliar suas possibilidades e conversar com públicos diferentes.

Nesse contexto, o lançamento de “BEBECITA” chega como uma aposta em uma sonoridade que já possui forte presença no entretenimento contemporâneo.

Sobre DRON

Antes da carreira solo, DRON passou por bandas que circularam por diversas cidades do Brasil, construindo experiência nos palcos e ampliando sua relação com diferentes públicos.

Ao longo da trajetória, seus trabalhos também foram exibidos na MTV, TVZ, Mix TV, Canal BIS e Multishow.

Na carreira solo, o artista desenvolve uma identidade que combina Pop, Reggaeton e influências diversas. Em “BEBECITA”, essa proposta ganha o reforço do Trap e da parceria com GALLYARD.

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O novo single chega, assim, como mais um capítulo de uma trajetória marcada pela experimentação e como uma aposta em uma das linguagens mais fortes da música urbana atual.

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