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Arte feita em Brasília ganha protagonismo em grande exposição no Teatro Nacional

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Apresentada pelo Metrópoles Arte, a exposição ocupa um dos espaços culturais mais emblemáticos da cidade e destaca a diversidade de linguagens e trajetórias da cena artística local.

 

A força criativa da capital federal ocupa um de seus espaços culturais mais emblemáticos. Até 17 de julho, o Teatro Nacional recebe Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília, mostra que reúne artistas de diferentes gerações em uma ampla leitura da produção contemporânea local, destacando temas como território, memória, ancestralidade, urbanidade e experiência coletiva.

A exposição, promovida pelo  Metrópoles Arte, propõe um movimento de reconhecimento e afirmação da cidade como território vivo de criação contemporânea, onde Brasília é retratada como espaço em permanente transformação, atravessado por experiências, afetos, memórias e novas formas de expressão artística.

Reunindo nomes como Antonio Obá, Camila Soato, Daniel Jacaré, Carlos Lin, Nelson Maravalhas, Patricia Bagniewski e Virgílio Neto, entre outros, a exposição transforma o espaço expositivo em um campo de encontros visuais, conceituais e sensíveis, criando diálogos entre artistas que refletem diferentes perspectivas sobre o território, o corpo, a paisagem e a experiência urbana.

Inspirada na definição contemporânea da astronomia, que compreende constelações como regiões do céu onde estrelas coexistem e novas formações continuam surgindo, a mostra assume a constelação como método curatorial. Cada artista aparece como uma presença singular, com trajetória própria, enquanto o conjunto forma um panorama em expansão da vitalidade artística brasiliense.

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Com curadoria de Mônica Tachotte, a exposição propõe uma leitura da cidade que ultrapassa a imagem cristalizada da arquitetura monumental. O percurso convida o público a perceber Brasília também como território simbólico, afetivo e pulsante, marcado pela diversidade de vozes e pela produção contemporânea que emerge de seus diferentes espaços e vivências.

 

A mostra se organiza em quatro eixos interligados. Entre o Projeto e o Vivido tensiona as relações entre urbanismo e experiência cotidiana, reunindo obras de André Santangelo, Celso Junior, Daniel Jacaré, Gabriel Matos, Gisel Carriconde, Gu da Cei, Julio Lapagesse, Patricia Bagniewski, Samantha Canovas e Virgílio Neto.

Já Memórias em Trânsito reflete sobre deslocamentos, identidade e construção de narrativas a partir dos trabalhos de Bruna Zanatta, Capra Maia, DuplaPlus, Helena Lopes, Iris Helena, Maria Porto, Tamires Moreira e Victória Serednicki.

Em Território, Paisagem e Ancestralidade, artistas como Carlos Lin, Courinos, Daniel Toys, David Almeida, Karina Dias, Léo Tavares, Marina Fontana, Marcos Anthony, Paula Calderón e Renato Rios ampliam o olhar sobre pertencimento, natureza e camadas simbólicas.

Por fim, Corpo, Gesto e Experiência reúne artistas como Antonio Obá, Camila Soato, Christus Nóbrega, Desireé Feldmann, Luisa Günther, Nelson Maravalhas, Pamela Anderson, Raquel Nava, Raylton Parga, Rogério Roseo, Taigo Meireles e Valéria Pena-Costa, em trabalhos que colocam o corpo e a ação como linguagem central.

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Ao ocupar um dos espaços culturais mais emblemáticos da capital, Constelações contemporâneas da cena artística de Brasília reafirma o compromisso do Metrópoles Arte com o fortalecimento da produção local e com a ampliação da visibilidade dos artistas do Distrito Federal. A mensagem é clara: Brasília continua produzindo, se reinventando e expandindo suas próprias constelações criativas.

 

Serviço:

Exposição – Constelações contemporâneas da cena artística de Brasília

Local: Foyer da Sala Villa-Lobos – Teatro Nacional

Período: até 17 de julho

Horários: de segunda a segunda, das 12h às 20h
Entrada: Gratuita

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IgesDF mobiliza colaboradores para Campanha do Agasalho e lança Cabide Solidário

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Iniciativa arrecada roupas de inverno para pessoas em situação de vulnerabilidade e amplia o acesso às doações com nova modalidade de compartilhamento

Por Ivan Trindade

 

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está mobilizando colaboradores, pacientes, acompanhantes e a comunidade para participar da Campanha do Agasalho 2026. Coordenada pela Gerência Geral de Humanização e Experiência do Paciente (GGHEX), por meio do projeto Humanizar, a iniciativa arrecada roupas de frio para pessoas em situação de vulnerabilidade e, neste ano, passa a contar também com o Cabide Solidário nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA).

Até o dia 10 de julho, as doações poderão ser entregues nos pontos de coleta instalados nas unidades administrativas do PO700 e do SIA. A campanha recebe casacos, cobertores, toucas, meias, luvas e outras peças de inverno que estejam limpas e em bom estado de conservação. Todo o material arrecadado será destinado à campanha coordenada pelo Governo do Distrito Federal (GDF).

Para a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, Anucha Soares, a iniciativa vai além da arrecadação de roupas e reforça o compromisso da instituição com o cuidado às pessoas.

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“Todos os dias trabalhamos para acolher pessoas em momentos delicados de suas vidas. A Campanha do Agasalho nos permite ampliar esse cuidado para além das unidades de saúde, levando conforto, proteção e esperança para quem enfrenta o frio com menos recursos”, destaca.

 

Cabide Solidário

Como novidade desta edição, a campanha passa a contar com o Cabide Solidário nas UPAs do DF. A partir desta segunda-feira (22), as unidades disponibilizarão um espaço para que roupas e agasalhos em bom estado possam ser deixados e retirados gratuitamente pela população, ampliando o alcance da iniciativa.

A gerente da UPA de Samambaia, Regilane Ferreira, acredita que pequenos gestos podem transformar realidades.

“O Cabide Solidário nasce da ideia de que aquilo que já não tem utilidade para uma pessoa pode representar acolhimento e dignidade para outra. Queremos que esse espaço seja um símbolo de empatia e de cuidado com a comunidade que atendemos diariamente”, afirma.

Uma das organizadoras da ação e integrante do Núcleo de Experiência do Paciente, a analista Cícera Patrícia Rodrigues, ressalta que cada peça doada pode fazer diferença para quem enfrenta o inverno.

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“Muitas vezes, um casaco guardado no armário pode ser exatamente o que falta para alguém enfrentar uma noite fria. Nosso convite é para que as pessoas participem dessa corrente do bem e ajudem a aquecer não apenas corpos, mas também corações”, enfatiza.

 

Como participar

As doações podem ser entregues até 10 de julho nos pontos de coleta instalados no PO700 e no SIA. Quem preferir também poderá participar do Cabide Solidário, disponível nas UPAs, deixando ou retirando peças de inverno em bom estado.

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