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CEUs das Artes preparam jovens da rede pública para o primeiro emprego no DF

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Projeto combina orientação vocacional, oficinas profissionalizantes e encaminhamento para oportunidades de trabalho

A falta de orientação profissional ainda é um dos principais obstáculos para jovens da rede pública que buscam o primeiro emprego. Nos CEUs das Artes do Distrito Federal, uma iniciativa tem atuado justamente para reduzir essa distância, conectando formação, desenvolvimento pessoal e acesso a oportunidades reais no mercado de trabalho.

O projeto, realizado pela Sejus-DF em parceria com o Instituto Idecace, reúne oficinas profissionalizantes, orientação vocacional e um processo estruturado de encaminhamento, criando uma trilha para que adolescentes, a partir dos 12 anos, possam identificar talentos, planejar o futuro e se preparar para a vida profissional.

“Quando a gente conecta oportunidade com orientação, a gente muda destinos. Esse projeto nos CEUs das Artes é exatamente isso: abrir caminhos reais para que nossos jovens da rede pública enxerguem seu potencial e conquistem o primeiro emprego com mais preparo e confiança”, afirma Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania do DF.

Nesta semana, inclusive, a iniciativa ganha reforço com uma série de palestras preparatórias para o primeiro emprego, realizadas entre os dias 24 e 27 de março, em unidades do Recanto das Emas, Ceilândia e Itapoã. Com o tema “E depois da escola? Construindo caminhos para o primeiro emprego”, os encontros são conduzidos pelo professor Elenilson Arara, especialista na inserção de jovens no mercado.

Mais do que eventos pontuais, as palestras fazem parte de uma estratégia contínua baseada na metodologia DNA do Brasil – Talentos, que trabalha o desenvolvimento integral dos estudantes. A proposta é preparar o jovem antes mesmo da escolha profissional, fortalecendo competências como autoconhecimento, protagonismo e visão de futuro.

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Esse tipo de iniciativa se torna ainda mais relevante diante da ausência de orientação estruturada para grande parte dos estudantes, o que dificulta a transição entre escola e trabalho e limita o acesso às primeiras oportunidades.

É nesse contexto que surgem histórias como a da jovem participante do projeto, Edivania dos Santos Santana, de 20 anos, que começou nas oficinas profissionalizantes e hoje atua como instrutora na unidade da QNR 2, em Ceilândia.

“Antes, eu sonhava de forma superficial. Depois que entrei no projeto e comecei a vivenciar as atividades, passei a me aprofundar mais, a enxergar possibilidades e a acompanhar de perto meu próprio desenvolvimento. Também mudei minha visão sobre o mercado de trabalho e entendi a importância da comunicação e de outras habilidades para crescer. Hoje me sinto mais confiante, descobri o que gosto de fazer e vejo que sou capaz de estar inserida e contribuir nesse espaço. Sempre tive interesse por esporte e hoje curso Educação Física, o que também tem tudo a ver com a minha trajetória no projeto”, conta.

Da formação ao emprego: como funciona o caminho dos jovens no projeto

Nos CEUs das Artes, as Oficinas Profissionalizantes funcionam como porta de entrada para esse processo. Divididas em etapas, elas começam com a iniciação profissional, voltada ao desenvolvimento pessoal, e avançam para a qualificação social, que direciona os estudantes para áreas de interesse como ciências, empreendedorismo e artes.

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Além das oficinas e palestras, o programa inclui teste vocacional, acompanhamento pedagógico e a criação de um banco de talentos, que permite mapear habilidades e interesses dos participantes. A partir desse diagnóstico, os jovens são direcionados para oportunidades mais alinhadas ao seu perfil.

Após participarem das atividades, os estudantes passam a integrar um processo estruturado de encaminhamento profissional. Por meio de uma plataforma digital, seus perfis são organizados e conectados a oportunidades de estágio, aprendizagem e capacitação, com apoio de uma rede de empresas e instituições parceiras.

“A inserção de jovens no mercado de trabalho exige ação conjunta. Iniciativas como essa ajudam a aproximar os estudantes das demandas reais do mercado e ampliam o acesso às primeiras oportunidades”, afirma Elenilson Arara.

Para o presidente do Idecace, Wilson Cardoso, o impacto vai além da empregabilidade. “Quando oferecemos orientação, formação e oportunidade, estamos mudando trajetórias. O jovem precisa ser visto como potência. Investir nessa fase é garantir não apenas o primeiro emprego, mas um futuro com mais autonomia e perspectivas”, destaca.

A atuação do projeto é ampla e inclui, além da formação profissional, atividades esportivas, culturais e educacionais, com atenção especial à inclusão de pessoas com deficiência.

Serviço:

Mais informações – https://www.idecace.org.br/

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Complexo Cultural do Choro recebe Rosana Brown, Fernando Palau e Oswaldo Amorim em programação gratuita

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Apresentado e patrocinado pela Shell projeto promove encontro entre o choro e o jazz, ensaio aberto no Parque da Cidade e Feijoada com samba

 

O Complexo Cultural do Choro segue com sua programação semanal dedicada à música instrumental brasileira e recebe, na próxima quarta-feira (17), mais uma edição do projeto Choro Livre Convida. Desta vez, sobem ao palco a cantora Rosana Brown, o tecladista e produtor musical Fernando Palau e o contrabaixista Oswaldo Amorim, em um encontro que promete reunir jazz, samba, bossa nova e música instrumental brasileira.

Apresentado pelo Ministério da Cultura e com patrocínio Master da Shell, o projeto reafirma o papel do Clube do Choro como espaço permanente de valorização da música popular brasileira, reunindo shows, rodas abertas, atividades formativas e encontros musicais ao longo de toda a temporada.

O Choro Livre Convida é conduzido pelo Regional Choro Livre, grupo criado a partir da trajetória de Reco do Bandolim e que há mais de quatro décadas integra a história do Clube do Choro de Brasília. Nesta edição, o regional será formado por Jéssica Carvalho, no pandeiro, Sergio Morais, na flauta, Nelsinho Serra, no cavaquinho, e Fernando César, no violão 7 cordas.

Com carreira construída entre palcos nacionais e internacionais, Oswaldo Amorim soma apresentações ao lado de artistas como Hermeto Paschoal, Toninho Horta, Hamilton de Holanda e Branford Marsalis. Já Fernando Palau iniciou sua trajetória musical ainda na infância e integrou a banda Natiruts nos anos 1990, além de atuar há décadas na produção musical e na cena artística brasiliense.

 

Completando o encontro, Rosana Brown leva ao palco sua interpretação marcada pela mistura de jazz, bossa nova, R&B, soul e samba. A artista carioca radicada em Brasília, tem passagens por projetos como Brasileiríssimo e Marias Rosa Choque, consolidando uma trajetória marcada pela versatilidade e pela influência da world music.

A programação segue no sábado (20), às 11h, com o tradicional Choro no Parque, ensaio aberto realizado no Parque da Cidade com alunos e professores da Escola Brasileira de Choro. A proposta transforma o espaço público em palco para encontros musicais ao ar livre e celebração da cultura brasileira, salvaguardando o CHORO para as atuais e futuras gerações.

Na sequência, a partir das 12h, a Feijoada com Samba ocupa a área externa do Clube do Choro recebendo os músicos do Samba da Tia Zélia unindo samba da melhor qualidade, gastronomia e música ao vivo em um ambiente descontraído e familiar embalado pelo melhor do samba de raiz e da música popular brasileira. No período das férias entre junho e julho o cardápio será acrescido das transmissões ao vivo dos jogos da Copa.

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Ao longo dos próximos meses, com patrocínio Master da Shell, o Complexo Cultural do Choro segue com uma programação semanal que integra shows, rodas abertas e atividades formativas, ampliando o acesso e fortalecendo o vínculo entre o público e a música popular brasileira.

Na Shell, temos orgulho de construir parcerias que ajudam a manter viva a cultura brasileira e ampliam seu alcance para diferentes públicos e gerações. Ao lado do Complexo Cultural do Choro, contribuímos para preservar e fortalecer um dos gêneros mais importantes da nossa música, por meio de uma programação que conecta tradição, contemporaneidade e diversidade cultural” – comenta Monique Gonçalves, gerente executiva de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil.

Para o diretor da Escola Brasileira de Choro, Henrique Neto, o projeto reafirma o papel do Clube do Choro como um espaço vivo de encontro e formação. “Mais do que uma programação de shows, o Complexo é um movimento contínuo de valorização da nossa música. A cada edição, buscamos aproximar o público, formar novas plateias e manter o choro em circulação, vivo e em diálogo com diferentes gerações.”

 

Sobre o Projeto

O Complexo Cultural do Choro de Brasília está em sua 4ª edição com Patrocínio Master da Shell e integra as ações da Escola Brasileira de Choro e do Clube do Choro, com foco na difusão e renovação da música instrumental brasileira. A iniciativa reúne ensaios abertos, rodas de choro e samba, shows e ensaios abertos, sempre com o propósito de preservar, compartilhar conhecimento e fomentar o choro, gênero fundamental da música brasileira.

Dando continuidade ao trabalho iniciado em 2023, o projeto avança na consolidação do espaço como um importante centro cultural e educacional de referência na capital, atuando fortemente nas questões de acessibilidade por meio da mobilização de público e acolhimento por meio de profissionais especializados, além dos recursos técnicos de audiodescrição e interpretação em libras (sob demanda no 61 99868-2012).

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Sobre o Regional Choro Livre

Criado a partir da trajetória de Reco do Bandolim, um dos fundadores do Clube do Choro de Brasília, o Choro Livre é um dos grupos mais tradicionais em atividade na capital. Com mais de quatro décadas de história, o regional construiu uma identidade própria ao equilibrar fidelidade à tradição com uma abordagem aberta e contemporânea do gênero. Ao longo de sua trajetória, o grupo dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, como Moraes Moreira, Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Hermeto Paschoal e Sivuca, além de participar de turnês e festivais internacionais.

Hoje, o Choro Livre é a base dos projetos musicais do Clube do Choro de Brasília e segue como um dos principais difusores do gênero, conectando diferentes gerações em torno do choro.

 

Sobre a Shell

Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.

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CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

Dia 17/06

19h30 – Choro Livre Convida com Rosana Brown, Fernando Palau e Oswaldo Amorim.

 

Dia 20/06

11h – Choro no Parque – ensaio aberto com alunos e professores da Escola Brasileira de Choro no Parque da Cidade.

12h – Feijoada com Samba com Samba da Tia Zélia

SERVIÇO

Complexo Cultural do Choro de Brasília

Dias: 17 e 20 de junho (quarta-feira e sábado)

Endereço: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental e Parque da Cidade, estacionamento 10

Telefone: (61) 3226-3969 e (61) 99868-2012

Acesso gratuito para Choro Livre convida e Choro no Parque

Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos.

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