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Supla, Matanza Ritual e Raimundos comandam noite de peso do rock nacional no Capital Moto Week 2026

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Headliners sobem ao palco em 30 de julho e reforçam importância do rock brasileiro na edição mais internacional da história do festival

Mais uma noite de respeito está surgindo no maior festival de motos e rock da América Latina. O Capital Moto Week acaba de revelar os headliners do dia 30 de julho e a festa será em dose tripla: Supla, Matanza Ritual e Raimundos. Os artistas, que vão subir ao palco para celebrar a irreverência e a identidade do rock nacional, estão escalados ao lado dos já confirmados: Nazareth (23/7), Masters of Voices e Velvet Chains (24/7), Di Ferrero (25/7), Eagle-Eye Cherry (26/7) e Barão Vermelho Encontro Formação Original (1/8). As demais atrações principais serão anunciadas nas próximas semanas. Os ingressos do festival, que acontece em Brasília (DF), estão disponíveis na Bilheteria Digital.

“A edição de 2026 é a mais internacional da nossa história, mas o rock nacional é o grande motor do Capital Moto Week. Estamos falando de três nomes gigantes em reconhecimento, personalidade e sonoridade. Cada um deles representa uma vertente muito forte do rock brasileiro e entrega shows com muita energia e conexão com o público”, destaca o CEO do festival, Pedro Franco. Com o lema “Velocidade e Movimento”, o Capital Moto Week 2026 aposta em line-up que atravessa diferentes gerações e estilos do rock.

Ícone da cultura pop e do rock brasileiro, Supla chega ao Capital Moto Week embalado pelas comemorações de seus 40 anos de carreira e pelo lançamento do álbum Nada Foi em Vão, seu 20º disco de estúdio. Ao lado dos Punks de Boutique, o artista apresenta um show que mistura punk rock, influências dos anos 60 e 70, peso, irreverência e o carisma que atravessa gerações. Com clássicos como “Green Hair (Japa Girl)”, “Humanos”, “Encoleirado” e “Charada Brasileiro”, Supla segue se reinventando e ampliando sua conexão com diferentes públicos, dos fãs históricos à nova geração que o redescobriu nas redes sociais.

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Trazendo a brutalidade e irreverência de seu ‘countrycore’, Matanza Ritual vem à Cidade da Moto com sua mistura de hardcore, metal e country norte-americano. Formado por Jimmy London, Felipe Andreoli, Antônio Araújo e Amílcar Christófaro, o grupo se consolidou como o legado do Matanza e transformou seus shows em rituais catárticos de energia, suor e fúria. No repertório, o público pode esperar músicas do álbum A Vingança é Meu Motor e clássicos que marcaram a história da banda original. “Cada show é um exorcismo das coisas que passamos no dia a dia, e usamos a arte para jogar fora tudo de ruim e sair suado, feliz e cansado”, resume Jimmy London, dando pistas sobre o que público do CMW poderá esperar do show.

Fechando a noite, Raimundos leva ao CMW2026 um dos shows mais explosivos do rock brasileiro. Misturando o peso do punk rock com referências do forró, a banda criada em Brasília é uma das mais influentes e autênticas do país. Com clássicos como “Mulher de Fases”, “Eu Quero Ver o Oco”, e “A Mais Pedida”, os Raimundos seguem arrastando multidões e promovendo rodas insanas em apresentações carregadas de energia e nostalgia. Mais de três décadas após sua formação, a banda segue mantendo intacta a identidade que revolucionou o rock nacional nos anos 1990 e consolidou um estilo único, irreverente e atemporal.

Sobre o Capital Moto Week 2026

De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O Capital Moto Week, que atrai 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners já confirmados nesta edição são: Nazareth (23.07), Masters of Voices e Velvet Chains (24.07), Di Ferrero (25.07) e Eagle-Eye Cherry (26.07) e Barão Vermelho – Formação Original (01.08). O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

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Ingressos CMW 2026| www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek

Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário, que garante desconto especial no valor da inteira, é concedido para quem levar agasalho ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este tem direito à meia-entrada | Pessoas com 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.

SERVIÇO

Capital Moto Week 2026

Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026

Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF

Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Imprensa: (11) 99541-1710 | (61) 98112-2757

Site oficial: www.capitalmotoweek.com.br

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Mulheres que constroem: maternidade, desafios e superação na construção civil

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Mesmo diante de um setor historicamente masculino, mulheres seguem conquistando espaço na construção civil e transformando realidades dentro e fora dos canteiros de obras. Entre elas, mães que conciliam jornadas intensas de trabalho com os cuidados da família, enfrentando diariamente desafios que vão além da profissão.

A presença feminina na construção civil tem crescido de forma consistente nos últimos anos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, entre 2007 e 2018, houve um aumento de 120% da participação das mulheres no setor. Hoje, elas ocupam funções que vão desde atividades operacionais até cargos técnicos e estratégicos, mostrando competência, resiliência e capacidade de adaptação.

Mas, por trás dos capacetes, projetos e rotinas aceleradas, existem histórias marcadas por dedicação, cuidado e superação. Para muitas trabalhadoras, ser mãe e atuar na construção civil significa viver uma rotina de equilíbrio constante. Entre prazos, responsabilidades profissionais e a criação dos filhos, essas mulheres aprendem diariamente a administrar o tempo, lidar com a culpa da ausência e encontrar forças para continuar.

Mãe de dois filhos, Denise Duarte, engenheira de Segurança do Trabalho da Soltec Engenharia, afirma que a maternidade transformou completamente sua vida e sua forma de trabalhar. “A maternidade faz a vida da mulher dar uma volta de 360º e, independentemente da área de atuação, a rotina e a carreira profissional são afetadas. Mas, para mim, não tive impacto negativo”, relata.

Ela lembra que trabalhou até a última semana de gestação e que, na época, costumavam brincar que os filhos “iriam nascer no canteiro de obras”. Segundo Denise, os desafios da maternidade trouxeram aprendizados importantes para sua carreira. “Aprendi a delegar melhor e a confiar mais na minha equipe, garantindo que os processos continuassem funcionando com excelência, mesmo quando eu precisava me ausentar por questões familiares. A maternidade me fez uma profissional mais focada no essencial”, destaca.

A rotina intensa também faz parte da vida de Veronica Barbosa de Souza, mãe de três filhos e servente/rejuntadeira na Base Incorporações há quatro anos. Provedora do lar, ela define sua trajetória como uma história diária de superação. “Minha rotina exige madrugadas, planejamento rigoroso, rede de apoio para cuidar das crianças e muita resiliência para conciliar o desgaste físico da obra com a atenção e os cuidados que meus filhos precisam”, conta.

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Mesmo diante das dificuldades, Veronica afirma encontrar motivação na própria família. “Minha maior força vem primeiramente de Deus e depois dos meus filhos. Tento dar o meu melhor. Tudo o que faço é por eles”, afirma.

Ela conta que sente orgulho ao perceber que seu trabalho ajuda a transformar sonhos em realidade. “É gratificante saber que meu trabalho ajuda a realizar sonhos. Existe uma grande satisfação em entregar um empreendimento com qualidade e ver que, no final, deu tudo certo e que você contribuiu para aquela realização”, diz. “Tenho muito orgulho de saber que fiz parte e ajudei na conclusão de uma obra”, completa.

Mesmo após anos de experiência, Veronica segue sonhando mais alto. Entre os objetivos profissionais está a vontade de aprender novas funções e conquistar novos espaços dentro da construção civil. Já no campo pessoal, o maior desejo é conquistar a casa própria. “Meu maior sonho é ter minha casa, porque hoje moro de aluguel”, revela.

Além de Veronica, outras mulheres também carregam histórias de dedicação e resistência dentro dos canteiros de obras. Rita Vicente, rejuntadeira da Construtora Vega, de 56 anos, atua na construção civil há cerca de 30 anos e encontrou no setor uma oportunidade de valorização profissional. “Eu escolhi a construção por ser um setor que valoriza o nosso trabalho. A gente que trabalha direitinho podia até ganhar uma gratificação para fidelizar”, comenta.

Mãe de nove filhos, Rita relembra os desafios de conciliar a maternidade com a rotina intensa de trabalho. “Cuidar dos filhos foi corrido. Sem uma rede de apoio, eu pagava para cuidarem dos meus filhos, mas não cuidavam direito, então tive que recorrer à creche”, conta. Mesmo diante das dificuldades, ela se orgulha da trajetória construída ao longo dos anos na construção civil. “Eu formei meus filhos com meu trabalho dentro da construção”, afirma.

Já a copeira de obras Telma Pereira Silva, de 45 anos, conta que pensou em desistir no início da experiência na construção civil. “Era um ambiente com muitos homens e eu nunca tinha trabalhado em obra antes. Mas não desisti e foi, sem dúvida, a minha melhor escolha. Lugar de mulher é onde ela quiser. Sou muito respeitada nas obras”, afirma.

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Além da maternidade e da rotina intensa, os desafios enfrentados por essas mulheres incluem a necessidade constante de provar sua capacidade profissional em um ambiente predominantemente masculino. Ainda assim, histórias de acolhimento, respeito e crescimento vêm fortalecendo a presença feminina no setor.

Apoio e acolhimento fortalecem a trajetória das trabalhadoras

Por trás da força dessas trabalhadoras, existe também uma rede de apoio fundamental. Família, colegas de trabalho, lideranças compreensivas e profissionais de apoio fazem diferença na rotina de mães que precisam conciliar múltiplas responsabilidades. Um ambiente de trabalho mais humano, acolhedor e atento às necessidades femininas impacta diretamente a qualidade de vida, o bem-estar emocional e a permanência dessas mulheres no setor.

Nesse contexto, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) desempenha um papel importante no acolhimento e cuidado das trabalhadoras da construção civil. A instituição oferece suporte voltado à saúde física, emocional e social das mulheres, especialmente das mães que enfrentam rotinas intensas.

Por meio de parcerias com empresas do setor, as trabalhadoras têm acesso gratuito a atendimentos médicos, odontológicos e acompanhamento psicossocial, fortalecendo o cuidado integral e incentivando o autocuidado.

Segundo Roseane dos Santos, assistente social do Seconci-DF, o acolhimento vai além da assistência básica. “O acolhimento emocional e social é especialmente relevante para mulheres que acumulam múltiplas responsabilidades, contribuindo para um melhor equilíbrio entre vida profissional e familiar”, explica.

Rita também destaca a importância do atendimento oferecido pelo Seconci-DF em sua vida e na de sua família. “Eu acho muito bom, pois, às vezes, a gente não pode pagar por exames. Já utilizei vários serviços, como dentista e outros atendimentos médicos”.

Para Verônica, esse suporte faz diferença na vida dos profissionais da área. “Eu acredito que o Seconci faz a diferença para os trabalhadores da construção civil”, afirma.

As ações desenvolvidas pelo Seconci-DF reforçam a importância de construir ambientes mais inclusivos, saudáveis e respeitosos para as mulheres que ajudam, diariamente, a erguer não apenas prédios e estruturas, mas também suas próprias histórias de superação.

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