BRASÍLIA

EDUCAÇÃO

Estácio vai ajudar os alunos a desenvolverem Soft Skills ainda na graduação

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Programa de Formação Socioemocional vai ajudar a impulsionar a carreira dos mais de 750 mil estudantes em todo o Brasil 

 

Aptidões socioemocionais passaram a ser, num mercado cada vez mais competitivo, habilidades extremamente apreciadas por recrutadores, gerentes de RH e donos de empresas. Possuir tais competências garantem aos estudantes que estão em busca de emprego, recolocação ou mesmo de uma promoção no trabalho, um diferencial competitivo sem precedentes. A Estácio, ciente disso e pensando em mais uma forma de aumentar a empregabilidade de seus alunos, criou uma plataforma para potencializar as habilidades socioemocionais tão apreciadas pelo mercado de trabalho atualmente.

Essa é, apontam os idealizadores do programa que foi lançado no dia 15 de março, a primeira vez que o tema é trabalhado de forma estruturada, planejada, medida e acompanhada no ensino superior e, principalmente, no ensino digital, ambiente em que a Estácio se orgulha de ser pioneira no Brasil. O programa, que é um acréscimo a todo o conteúdo acadêmico que a instituição já oferece aos seus mais 750 mil alunos em diferentes metodologias de ensino, estará disponível no próprio ambiente digital dos estudantes, contribuindo para uma formação mais completa, capaz de atender a nessa nova demanda do mercado, a competência socioemocional.

 

Hoje o mercado de trabalho valoriza cada vez mais competências socioemocionais nos seus processos seletivos e a maioria dos estudantes formados não conseguem atender às crescentes expectativas das empresas neste aspecto. De acordo com Marcos Lemos, diretor da EnsineMe – unidade de negócios especializada na criação de soluções educacionais e responsável pelo desenvolvimento dos conteúdos de aprendizagem da Estácio – o programa que será lançado nos próximos dias pela Estácio nasce justamente para auxiliar os estudantes a desenvolverem habilidades socioemocionais ainda na universidade, seja em curso presenciais ou digitais ofertados pela instituição.

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“É comum ouvirmos muitos recrutadores dizerem que contratam pelo Hard skills, mas que demitem pelo Soft Skills, uma realidade. Pensando nisso, a Estácio constatou que seria necessário ampliar o tipo de formação que era entregue aos alunos e, por isso, decidiu investir numa formação mais ampla, mais integral e fortemente inclinada as competências socioemocionais”, afirma Marcos Lemos. A partir disso a Diretoria de Ensino da Estácio identificou quais eram as competências mais desejáveis para cada uma das formações oferecidas.

Importante lembrar que um estudo do PageGroup publicado em 2020, há quatro anos, já mostrava que 61% dos empresários da América Latina afirmavam que a principal razão para as vagas não serem preenchidas à época era por causa da falta de competências comportamentais dos candidatos, um dado alarmante, mas que dialoga com um estudo recente do Itaú Educação e Trabalho, que em 2022, apontou que 77% dos jovens seguiam sendo dispensados por falta das mesmas competências socioemocionais.

 

Hoje, com o advento das novas tecnologias e, principalmente da IA mostrando que tarefas rotineiras podem ser automatizadas, temos as habilidades socioemocionais que são exclusivamente humanas como a empatia, a capacidade de tomar decisões complexas e a criatividade, com alta demanda necessitando de profissionais capacitados aptos a liderarem nesse mercado a partir do conhecimento e domínio dessas competências. Na Estácio, o aluno passará a desenvolver essas habilidades em paralelo ao curso que realiza, de forma integrada com o objetivo de facilitar o matchmaking com as vagas disponibilizadas na jornada de trabalhabilidade.

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Flávio Murilo, diretor nacional de Ensino da Estácio, afirma que a Estácio tem se diferenciado nos últimos anos com uma abordagem única sobre tecnologia aliada à formação universitária. “Temos uma visão 360 dos nossos alunos que encontram na instituição um verdadeiro ecossistema que oferece muito mais do que o conteúdo acadêmico necessário para uma formação universitária. O Programa Socioemocional chega para ampliar ainda mais a nossa atuação, potencializando o desenvolvimento social dos estudantes a partir de um impacto significativo na obtenção das competências cada vez mais exigidas na vida profissional”, reforça.

Com uma trajetória de mais de 50 anos, a organização de ensino investe continuamente em ferramentas para potencializar a jornada universitária. Além do Programa Socioemocional, os estudantes têm acesso a um sistema de certificações intermediárias para ingressarem mais rapidamente no mercado de trabalho; ao programa Singular, projeto inovador para personalizar a jornada dos alunos, aliando seus interesses pessoais e profissionais com o conteúdo do curso; programas de Internacionalização com a oferta de cursos de idiomas e parcerias de intercâmbio com mais de 20 instituições de ensino internacionais; além de diversas ações em apoio à carreira com foco em processos seletivos e empreendedorismo e um portal permanente com mais de 60 mil oportunidades de estágio e emprego.

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EDUCAÇÃO

Mulher Indígena: educação, protagonismo e enfrentamento à violência

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A partir de 2026, o dia 5 de setembro reúne dois marcos dedicados às mulheres indígenas. A data, tradicionalmente reconhecida como o Dia Internacional da Mulher Indígena, passa a ser também o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas, instaurado pela Lei nº 15.382/2026

A celebração internacional foi instituída em 1983, durante a Segunda Reunião de Organizações e Movimentos das Américas, realizada em Tiwanaku, na Bolívia. A data homenageia Bartolina Sisa, mulher indígena aimara que liderou movimentos de resistência ao domínio espanhol no Alto Peru, atual Bolívia, e foi assassinada em 1782. 

No Brasil, a criação da data nacional acrescenta ao 5 de setembro uma dimensão específica de proteção e enfrentamento à violência contra mulheres e meninas indígenas. 

A valorização e a proteção das mulheres indígenas também passam pela garantia de acesso a direitos e pela possibilidade de ocupar diferentes espaços da sociedade. Na educação, essas trajetórias podem ser vistas no ingresso e na permanência das mulheres indígenas em escolas e universidades, onde levam consigo saberes, conhecimentos e experiências construídas em seus territórios. 

Educação e Protagonismo – A trajetória de Luizete Nukini ajuda a mostrar como a educação pode transformar trajetórias individuais e ampliar possibilidades para as comunidades indígenas. Natural de Mâncio Lima, no Acre, e integrante do povo Nukini, chegou à Universidade de Brasília (UnB) para cursar farmácia depois de uma trajetória escolar marcada por limitações de acesso. 

Na infância, Luizete estudou em uma escola composta por apenas uma sala, onde estudantes de diferentes séries compartilhavam o espaço e tinham aulas com uma única professora. Anos depois, já adulta, retomou o projeto de ingressar no ensino superior. Foi aprovada no processo seletivo e passou a integrar a universidade. 

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Para a estudante, a chegada à universidade representa também uma possibilidade de inspirar outras meninas e crianças de sua comunidade a reconhecerem a educação como um caminho possível. “Assim como eu consegui, como eu estou conseguindo, elas também têm essa capacidade, principalmente nós, como mulheres”. 

Hoje, Luizete busca aproximar os conhecimentos adquiridos na formação acadêmica dos saberes tradicionais de sua comunidade. Entre seus futuros projetos está a produção de uma cartilha sobre plantas medicinais, construída a partir do diálogo entre os conhecimentos aprendidos na universidade e aqueles transmitidos pelas demais gerações. 

A experiência também evidencia como a presença de mulheres indígenas em espaços de formação pode contribuir para ampliar referências para outras gerações. Para Luizete, ocupar a universidade representa também a possibilidade de levar novos conhecimentos para sua comunidade e fortalecer os vínculos com os saberes tradicionais. 

A diretora de Políticas de Educação Escolar Indígena no Ministério da Educação (MEC), Rosani Kamuri Kaingang, também destaca a importância da presença de mulheres indígenas em diferentes espaços da sociedade. 

“Apoiar a presença das indígenas mulheres em todos os espaços de poder é garantir o rompimento de um silenciamento histórico e é fortalecer a nossa luta pela valorização das nossas línguas, dos nossos territórios, das nossas culturas e das nossas tradições”. 

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Proteção Contra Violência – A instituição do Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas estabelece um marco para ampliar a atenção à proteção desse público e ao enfrentamento das diferentes formas de violência. 

A escolha do 5 de setembro conecta essa agenda à memória de Bartolina Sisa e à trajetória histórica de resistência das mulheres indígenas. A data passa, assim, a reunir duas dimensões: o reconhecimento do protagonismo das mulheres indígenas e a necessidade de garantir seus direitos e sua proteção. 

No campo educacional, essa perspectiva também envolve assegurar condições para que meninas e mulheres indígenas possam acessar, permanecer e avançar em suas trajetórias escolares e acadêmicas, preservando os vínculos com seus territórios, culturas e comunidades. 

A data reforça ainda a importância de reconhecer as mulheres indígenas como sujeitos de direitos e protagonistas na construção de seus próprios caminhos, seja nas comunidades, nas escolas, nas universidades ou em espaços de participação e decisão. 

Multimídia

 Assista ao vídeo:

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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