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Grant Thornton aponta cinco ações para proteger PMEs

Segundo estudo, 60% das PMEs encerram suas atividades em até seis meses após um ataque grave.

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Grant Thornton aponta cinco ações para proteger PMEs

De grandes corporações a pequenas empresas, o risco de ter senhas vazadas, sistemas invadidos ou dados sequestrados faz parte da rotina de um mundo cada vez mais conectado. Segundo 60% das pequenas e médias empresas (PMEs) fecham as portas em até seis meses após sofrer um ataque cibernético.

“Cibersegurança deixou de ser um tema de TI e virou um assunto de sobrevivência para os negócios”, afirma Everson Probst, sócio de Cibersegurança da Grant Thornton Brasil. Segundo o especialista, o problema não é apenas técnico, mas estrutural e cultural — muitas empresas não têm planos de resposta, treinamentos eficazes ou avaliação de riscos em fornecedores. “A boa notícia é que é possível começar com pouco investimento e muito impacto”, completa.

Segundo a pesquisa Riscos Cibernéticos — A percepção das lideranças brasileiras e práticas adotadas, realizada pela Grant Thornton e pelo Opice Blum Advogados, 79% das empresas brasileiras acreditam estar mais expostas a ataques cibernéticos do que em anos anteriores, e 40% já sofreram algum tipo de incidente. O levantamento também mostra que phishing (69%), vazamento de dados (68%) e ransomware (67%) estão entre as ameaças mais temidas — mas apenas 25% das empresas possuem seguro cibernético. Além disso, 58% não notificam autoridades, mesmo sendo obrigadas pela ANPD em caso de vazamentos significativos.

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Para Everson Probst, pequenas e médias empresas são o alvo preferido dos cibercriminosos, justamente por acreditarem que “não são grandes o bastante para serem atacadas”. A seguir, Everson lista cinco ações práticas que ajudam as PMEs a reduzir riscos e ganhar resiliência digital em até 90 dias:

1. Ter um diagnóstico claro e um plano básico de segurança

Antes de comprar ferramentas, é preciso entender os principais riscos do negócio. Mapear ativos, processos e vulnerabilidades permite priorizar o que realmente importa. “O framework do NIST CSF 2.0 é uma boa base para começar. Ele ajuda a sair do improviso e criar políticas mínimas de proteção”, explica Probst.

2. Contratar serviços de monitoramento gerenciado (SOC-as-a-Service)

Ter um time interno 24×7 é caro, mas os serviços gerenciados de detecção e resposta (MDR) são uma alternativa acessível. Por valores entre R$ 7 mil e R$ 15 mil/mês, as PMEs têm acesso a monitoramento constante, alertas e suporte especializado. “É um modelo de assinatura que custa menos que três analistas e oferece resposta imediata”, destaca o especialista.

3. Investir em treinamento contínuo — e simulado

A maioria das empresas treina seus funcionários, mas apenas 21% consideram o programa eficaz. Segundo Probst, é preciso sair do modelo de palestra anual e adotar treinamentos gamificados e simulações de phishing. “Funcionários que participam de simulações trimestrais reduzem em até 70% as chances de cair em golpes”, aponta.

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4. Garantir backups válidos e ter um seguro cibernético

A combinação de backups testados e seguros cibernéticos é uma das defesas mais eficientes — e ainda pouco usada. “Menos de 25% das PMEs têm seguro cibernético ativo. Além de cobrir danos, ele exige boas práticas e funciona como um indutor de governança”, explica Probst.

5. Automatizar atualizações e monitorar vulnerabilidades

Ataques não esperam janelas de manutenção. Integrar ferramentas de varredura contínua e automação de patches aumenta em até 90% a taxa de correção nos primeiros meses. “O segredo é automatizar o básico: atualização, autenticação multifator e backup. Isso já coloca a empresa à frente da maioria”, reforça o executivo.

Segundo a Grant Thornton, 40% das PMEs brasileiras já sofreram algum tipo de incidente. Para o especialista, o momento pede ação imediata e pragmatismo: “Executivos experientes não perguntam mais quanto custa investir em segurança, e sim quanto custa não investir. O prejuízo de um ataque é sempre maior que o da prevenção”, conclui.

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Templafy Inclui Agentes de Documentos no Claude, ChatGPT e Microsoft Copilot com o MCP

Novos conectores proporcionam aos profissionais acesso direto à criação de documentos controlados e prontos para os negócios com seus assistentes de IA preferidos

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NOVA YORK, Sept. 15, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — Templafy, a principal plataforma de geração de documentos agênticos, anunciou hoje a sua disponibilidade como um conector nativo em Claude, ChatGPT e Microsoft Copilot, facilitando o acesso aos seus Agentes de Documentos dos ambientes de IA já utilizados pelos profissionais.

A Templafy agora pode ser encontrada no Diretório de Conectores do Claude, Plugins do ChatGPT e Microsoft Marketplace, oferecendo aos profissionais uma maneira direta de acessar os recursos de geração de documentos agênticos da Templafy com o seu assistente de IA preferido.

A integração do Model Context Protocol (MCP) da Templafy conecta assistentes de IA de terceiros diretamente com os Agentes de Documentos da Templafy, fornecendo uma camada centralizada de orquestração de documentos que facilita o controle da marca, a qualidade e a consistência para as organizações. Os profissionais podem trabalhar dentro da ferramenta de IA preferida antes de usar a Templafy para transformar esse resultado em um documento de negócios totalmente formatado e editável usando modelos aprovados, ativos da marca, conteúdo da empresa, requisitos de conformidade, regras de negócios e dados corporativos. Isso reduz a necessidade de copiar, colar, reformatar ou refazer o conteúdo gerado por IA antes que ele possa ser compartilhado ou usado pela empresa.

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Oskar Konstantyner, CPO da Templafy, comentou: "Os profissionais estão usando cada vez mais diferentes ferramentas de IA para diferentes partes do trabalho. As empresas não devem ter que restringir essa escolha simplesmente para manter o controle dos documentos criados. O MCP da Templafy conecta esses ambientes de IA com o contexto da empresa e documenta os padrões necessários para transformar o trabalho gerado por IA em algo que a empresa possa realmente usar. Os funcionários podem trabalhar com as ferramentas de IA preferida e as empresas podem confiar na alta qualidade, consistência e custo previsível dos documentos de negócios criados."

O MCP da Templafy também opera com Glean, Perplexity e outros assistentes comuns de IA, para que as tenham uma maneira comum de transformar a produção de IA em documentos governados e prontos para os negócios à medida que seus ecossistemas de IA evoluem.

Saiba mais e mantenha-se atualizado sobre as integrações do Model Context Protocol da Templafy e adicione a Templafy ao Claude, ChatGPT ou Microsoft Copilot em Templafy MCP.

Notas aos Editores

Sobre a Templafy

A Templafy é a principal plataforma de geração de documentos agênticos para que os profissionais criem documentos precisos, compatíveis e de acordo com a marca, com a máxima eficiência.

Nossa plataforma possibilita que as empresas reduzam a IA nos momentos importantes, fornecendo aos agentes de IA o contexto certo, proteções e conhecimento aprovado pela empresa para trabalhar. Com a nossa abordagem, os agentes de IA aplicam uma combinação de conteúdo gerado por IA e automação baseada em regras para criar rapidamente documentos de alta qualidade e confiáveis, sem comprometer o controle ou a consistência organizacional, a um custo simbólico baixo e previsível.

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Acessível diretamente nas ferramentas como Microsoft Office, Google Workspace e Salesforce, e assistentes de IA, incluindo Claude, ChatGPT e Copilot, a tecnologia patenteada da Templafy simplifica os fluxos de trabalho dos documentos, reduz os riscos e dá às equipes maior confiança nos documentos mais importantes.

Mais de 4 milhões de usuários em todo o mundo confiam na Templafy para acelerar a criação de conteúdo de negócios com IA. Com a confiança de líderes do setor, incluindo a KPMG e a BDO, a Templafy economiza mais de 30% do tempo que as equipes normalmente gastariam em conteúdo repetitivo, como propostas, cartas de compromisso e relatórios de auditoria, para que elas possam se concentrem no trabalho de geração de receita.

Para mais informações, somente para a mídia:

Lucy Westman, Dirigente de Comunicações Globais da Templafy (+44) 7776 454 946, [email protected]

Foto deste comunicado disponível em http://www.globenewswire.com/NewsRoom/AttachmentNg/28dd89d0-a825-4541-8ff7-d79446a0db53

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