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Pearson e AWS: IA reforça valor do ensino superior para 74%

Pesquisa da Pearson e AWS revela que 74% dos empregadores e estudantes brasileiros acreditam que a IA torna o ensino superior ainda mais essencial. Apesar da valorização da formação universitária, o estudo aponta lacunas entre o avanço da tecnologia, o aprendizado de IA e sua aplicação prática, reforçando a necessidade de aproximar universidades e mercado para preparar profissionais para o futuro do trabalho.

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Pearson e AWS: IA reforça valor do ensino superior para 74%

A Pearson (FTSE: PSON.L), maior empresa de aprendizagem do mundo, e a Amazon Web Services, Inc. (AWS), uma empresa da Amazon.com, Inc. (NASDAQ: AMZN), apresentam os resultados da pesquisa "Prontidão para a IA: construindo a ponte entre o ensino superior e o mercado de trabalho no Brasil" ("AI Readiness: Building the Bridge from Higher Education to Work in Brazil"), que analisa como universidades, estudantes e empregadores brasileiros estão se preparando para um mercado de trabalho cada vez mais impactado pela inteligência artificial.

No Brasil, os resultados mostram forte percepção sobre o valor do ensino superior na era da IA, mas também um descompasso entre a velocidade da transformação, o acesso às ferramentas e sua aplicação em situações reais de trabalho. O desafio é transformar exposição à IA em preparo prático, responsável e alinhado às necessidades do mercado.

Os dados: alto potencial, oportunidade clara

O estudo brasileiro ouviu 500 participantes — 350 estudantes de graduação, 100 líderes do ensino superior e 50 empregadores — como parte de uma pesquisa realizada em seis mercados.

Os principais achados incluem:

  1. 74% dos empregadores e 74% dos estudantes brasileiros acreditam que os avanços da IA tornam o ensino superior ainda mais essencial, uma das taxas mais altas entre os mercados analisados.
  2. 76% dos empregadores brasileiros esperam que o ritmo das mudanças trazidas pela IA aumente nos próximos dois anos. Apenas 17% dos estudantes acreditam que suas universidades acompanham a maior parte ou a totalidade dos avanços em IA, ante 38% dos líderes do ensino superior.
  3. 53% dos estudantes, 52% dos empregadores e 49% dos líderes do ensino superior demonstram interesse por um modelo híbrido que combine formação universitária e experiência prática.
  4. 42% dos empregadores apontam a distância entre conhecimento acadêmico e aplicação prática como barreira na contratação de recém-formados; outros 42% citam a falta de experiência prática com ferramentas de IA.
  5. 44% dos empregadores priorizam a capacidade de utilizar ferramentas de IA na contratação e outros 44%, a compreensão de seus riscos e limitações.
  6. Apenas 47% dos graduandos estão satisfeitos com a quantidade de conteúdo sobre IA no currículo — o menor percentual entre os mercados analisados — e entre 55% e 66% usam ferramentas obtidas por conta própria, fora das opções oferecidas pelas instituições.
  7. 30% dos estudantes não se sentem confortáveis em revelar aos professores que utilizam IA — o maior nível de uso não declarado entre os mercados analisados.
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Os dados sugerem que não é o valor do diploma que está mudando, mas o que ele precisa comprovar em termos de preparo para o mercado: conhecimento aprofundado, experiência prática, uso responsável da IA e competências humanas.

"O estudo mostra que o Brasil reúne condições importantes para liderar uma nova etapa da educação na era da inteligência artificial: estudantes engajados, universidades mobilizadas e empregadores que reconhecem o valor da formação superior. Agora, o ponto decisivo é transformar esse potencial em prontidão real para o trabalho", pontua Cinthia Nespoli, CEO da Pearson no Brasil. "Isso exige aproximar educação e empresas, ampliar o uso responsável da IA e desenvolver competências humanas indispensáveis, como adaptabilidade, comunicação, criatividade e capacidade de julgamento."

Também há sinais de evolução. Entre os empregadores, 54% afirmam que os recém-formados chegam mais preparados do que há cinco anos. Eles destacam a agilidade para aprender (58%) e a capacidade de usar ferramentas digitais e de IA (52%). Já apenas 18% classificam criatividade e pensamento inovador como excelentes, abaixo da média de 27% dos mercados analisados.

Governança e investimento ainda são desiguais

Apenas 15% dos estudantes dizem conhecer claramente as diretrizes de suas universidades sobre IA, enquanto 42% desconhecem qualquer orientação institucional. Entre os líderes acadêmicos, 28% consideram significativos os investimentos em IA e 16% os classificam como mínimos ou inexistentes. Além disso, 34% dos empregadores citam hábitos inadequados de uso de IA — como dependência excessiva ou aceitação não crítica dos resultados — como desafio entre recém-formados.

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"O Brasil tem uma oportunidade única: um ecossistema de ensino superior robusto, estudantes com alto engajamento em tecnologia e empregadores que já reconhecem o valor da IA. O que falta é a ponte — diretrizes claras de governança, formação prática e parcerias entre setor público, academia e indústria. A AWS está comprometida em ajudar a construir essa ponte, oferecendo infraestrutura de nuvem e IA, programas de capacitação gratuitos e colaboração com universidades e governos em todo o país", afirma Paulo Cunha, Diretor para o Setor Público da AWS Brasil.

A solução: aproximar educação e trabalho para transformar acesso em prontidão aplicada

A prontidão para a IA exige mais do que acesso à tecnologia: depende de sistemas que conectem currículo, orientação institucional, prática e necessidades do mercado.

Pearson e AWS identificaram seis pontos de atrito nessa jornada:

  1. Ritmo: distância entre a velocidade das mudanças em IA e a atualização de currículos e decisões.
  2. Conexão: falta de mecanismos de troca entre empregadores e instituições de ensino.
  3. Capacidade: preparo desigual de educadores para integrar a IA à aprendizagem.
  4. Governança: ausência de orientações claras para o uso responsável e supervisionado da IA.
  5. Experiência: diferença entre acessar ferramentas e ter oportunidades para aplicá-las em situações reais.
  6. Competências: desalinhamento entre o que os estudantes conseguem demonstrar e habilidades como julgamento, adaptabilidade e colaboração exigidas pelo mercado.

Ao combinar a experiência da Pearson em aprendizagem e competências para o trabalho com o conhecimento da AWS sobre implementação e governança de IA, a pesquisa oferece um referencial para aproximar instituições de ensino e empregadores e tornar a prontidão para a IA mais concreta.

Leia o estudo completo: https://www.pearson.com/content/dam/global-store/global/resources/ai-readiness/BR-AI-Readiness-PTBR.pdf

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Jacobs Foundation destina CHF 5 milhões para garantir o acesso das crianças à educação na Colômbia após o recente terremoto

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ZURIQUE, Sept. 15, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — Apóso terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia em 10 de agosto, a Jacobs Foundation está destinando CHF 5 milhões para assegurar o acesso das crianças "a educação, garantindo o aprendizado e desenvolvimento delas. Em conjunto com parceiros locais, os recursos irão garantir a continuidade educacional com base em evidências nas comunidades afetadas durante a recuperação do local.

O terremoto, com seu epicentro perto de San José del Palmar, em Chocó, causou perdas e interrupções generalizadas em toda a Colômbia. Após a resposta imediata a atenção agora também está voltada para o significado da recuperação para as crianças nos próximos meses.

A reconstrução de escolas e instalações danificadas é apenas o começo. Juntamente com os esforços de recuperação a proteção do aprendizado das crianças também exigirá acesso sustentado a educação de qualidade e apoio às escolas e suas comunidades. O financiamento da Jacobs Foundation destina-se a fortalecer esses esforços e a reduzir o risco de que interrupções de curto prazo levem a perdas de aprendizado de longo prazo durante o restante do ano letivo.

Esta resposta irá apoiar as parcerias que a Jacobs Foundation vem desenvolvendo em toda a Colômbia desde o lançamento da iniciativa Colombia Evidencia Potencial em Educação (CEPE). A Jacobs Foundation trabalha com autoridades públicas, fundações filantrópicas, pesquisadores, educadores e outros parceiros para solidificar os sistemas educacionais e aprimorar o aprendizado e o desenvolvimento das crianças.

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Cinco das quatorze Communities of Change da CEPE – Quibdó, Chocó, Cali, Manizales e Cauca – foram afetadas pelo terremoto com condições substancialmente diferentes. Algumas escolas sofreram sérios danos de infraestrutura e permanecem fechadas, enquanto outras puderam retomar a educação presencial com adaptações. As avaliações continuam para determinar o que as crianças, os professores, os líderes escolares e os sistemas educacionais locais irão precisar.

Ana Cubillo, Diretora de Programa Global da Jacobs Foundation, disse: "Não estamos começando do zero. Com a CEPE já foram estabelecidas relações entre autoridades públicas, fundações, pesquisadores, educadores e outros atores locais, com base em um compromisso compartilhado de aprimorar o aprendizado das crianças. Em caso de emergência, essas relações são vitais por permitir a coordenação com pessoas que realmente conhecem suas comunidades, para que possamos adaptar nosso às condições que podem mudar rapidamente. A recuperação será diferente em cada local, mas essas parcerias nos dão uma base sólida para a resposta."

Juntamente com seus parceiros da CEPE, a Jacobs Foundation continua a avaliar as condições e determinar como esse financiamento de emergência pode apoiar melhor a educação durante e depois do período de recuperação.

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Para mais informações sobre a Jacobs Foundation, visite https://jacobsfoundation.org/.

NOTAS PARA EDITORES:

Sobre a Jacobs Foundation

Fundada em 1989 e sediada em Zurique, Suíça, a Jacobs Foundation investe no futuro dos jovens, viabilizando e promovendo pesquisas de alta qualidade sobre aprendizado e desenvolvimento. Ela imagina um mundo no qual todas as crianças têm acesso oportunidades de aprendizado com base em evidências necessárias para a prosperidade delas. Para isso, a Jacobs Foundation está pondo em execução seu plano Estratégia 2030 para transformar as evidências em políticas e práticas – com base em uma ambiciosa Agenda de Pesquisas para identificar as diferenças na maneira como as crianças vivem e aprendem em diferentes ambientes.

A Jacobs Foundation trabalha com parceiros dos setores públicos, privados e da sociedade civil na Suíça, Costa do Marfim, Gana e Colômbia para transformar os sistemas educacionais. A Jacobs Foundation também financia pesquisadores em todo o mundo, incentivando redes e parcerias para ajudar a informar políticas e práticas baseadas em evidências em todo o mundo.

Para perguntas da mídia, contate [email protected].

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