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Saúde Business Fórum 2026 debate gestão de equipes

Diante do déficit global de profissionais projetado pela OMS e do avanço do esgotamento no setor, José Pedro Fernandes, Executive Vice President da SISQUAL® WFM, avalia como automação de escalas, conformidade trabalhista e inteligência de dados podem aliviar a sobrecarga das equipes e sustentar a qualidade assistencial em hospitais e clínicas brasileiros

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Saúde Business Fórum 2026 debate gestão de equipes

O setor de saúde chega ao Saúde Business Fórum 2026 sob a responsabilidade de conciliar eficiência operacional e qualidade assistencial em um cenário de escassez de mão de obra qualificada.

Previsto para agosto, em Costa do Sauípe, na Bahia, o encontro reúne presidentes e diretores de hospitais, operadoras e laboratórios e coloca a gestão da força de trabalho no centro das discussões. Entre as empresas presentes está a SISQUAL® WFM, especializada em soluções de Workforce Management (gestão da força de trabalho), que atua no país há 15 anos e está em mais de 750 hospitais.

A automação de escalas, o controle de jornada e a análise de dados ganham protagonismo em um momento no qual muitas instituições ainda dependem de processos manuais para organizar equipes. Esse modelo dificulta a adaptação às demandas diárias, eleva custos e contribui para a sobrecarga dos profissionais — fatores que ajudam a explicar o avanço do absenteísmo e do esgotamento no setor.

O tamanho do desafio aparece nos números. Segundo o relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), State of the World's Nursing 2025, o déficit global de profissionais de enfermagem deve chegar a 4,1 milhões de vagas não preenchidas até 2030, sobretudo nas regiões mais pobres do planeta.

À escassez soma-se o desgaste das equipes. Um estudo epidemiológico publicado na Revista Brasileira de Medicina do Trabalho (RBMT) identificou aumento da prevalência da síndrome de burnout no país entre 2014 e 2024, com maior impacto nas grandes cidades. O esgotamento, reconhecido pela OMS como fenômeno ligado ao trabalho, tem entre suas causas a carga excessiva de tarefas e as escalas mal dimensionadas, pontos diretamente relacionados à forma como as jornadas são planejadas.

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Para José Pedro Fernandes, Executive Vice President da SISQUAL® WFM, o principal desafio das instituições é equilibrar a qualidade do atendimento com a pressão sobre os recursos humanos. "As instituições de saúde enfrentam escassez de profissionais, aumento da procura por serviços, legislação trabalhista cada vez mais complexa e níveis elevados de burnout e absentismo", afirma.

Segundo o executivo, garantir escalas equilibradas, que atendam às necessidades operacionais sem comprometer o bem-estar das equipes, tornou-se essencial.

Tecnologia a serviço das pessoas

Fernandes defende que as ferramentas de Workforce Management transformam a gestão de pessoal em um processo estratégico. "Ao automatizar a elaboração das escalas, controlar jornadas, garantir conformidade com a legislação e otimizar a alocação de profissionais de acordo com a demanda assistencial, essas ferramentas reduzem custos operacionais e aumentam a produtividade", explica.

Ele acrescenta que a consulta a horários, as trocas de turno e o acompanhamento da jornada por aplicativos ampliam a autonomia do colaborador e fortalecem o engajamento das equipes.

O vice-presidente aponta ainda a inteligência de dados como base para decisões mais precisas. Indicadores de ocupação, produtividade, absenteísmo, horas extras e custos de pessoal, segundo ele, permitem identificar oportunidades de melhoria, antecipar riscos e planejar com mais rigor. "Em um cenário cada vez mais desafiador, dados confiáveis são um diferencial competitivo", diz. Para o executivo, esse uso analítico contribui para uma utilização mais eficiente dos recursos e para a sustentabilidade financeira das organizações.

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Entre as tendências que devem marcar o Saúde Business Fórum 2026, Fernandes destaca a inteligência artificial, a análise preditiva e a valorização da experiência do colaborador. "Existe uma consciência crescente de que investir em ambientes de trabalho mais flexíveis, com escalas mais humanizadas e maior equilíbrio entre vida profissional e pessoal, é fundamental para atrair e reter talentos", avalia. Nesse contexto, a tecnologia deixaria de ser apenas um instrumento de eficiência para apoiar a valorização das pessoas.

O debate reflete uma mudança de mentalidade entre as lideranças do setor, que passaram a tratar a gestão de pessoas como fator estratégico para a sustentabilidade das organizações, e não mais como uma atividade apenas operacional. Ao reunir tecnologia, planejamento e valorização dos profissionais, a expectativa é que hospitais e clínicas ganhem eficiência sem perder de vista o bem-estar das equipes e a segurança dos pacientes, equação que tende a orientar a próxima etapa da transformação digital na saúde.

Para saber mais, basta acessar o site da SISQUAL® WFM: https://www.sisqualwfm.com/pt-br/

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AHF e OPAS anunciam colaboração para fortalecer a resposta ao HIV na América Latina

A colaboração terá como foco ampliar o acesso ao diagnóstico precoce do HIV, acelerar a retenção no tratamento das pessoas que vivem com HIV, fortalecer os serviços comunitários e a cooperação técnica entre os países, a fim de alcançar mais cedo as pessoas atualmente diagnosticadas tarde demais.

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A AIDS Healthcare Foundation (AHF), presente em 11 países da América Latina e do Caribe, e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) anunciaram hoje um acordo de colaboração para ampliar o diagnóstico precoce do HIV e levar os testes mais perto das pessoas.

O acordo tem como objetivo eliminar as lacunas que ainda causam altos índices de mortalidade evitável relacionada ao HIV na região, fortalecendo não apenas o acesso ao diagnóstico, mas também o encaminhamento oportuno aos cuidados de saúde, o início precoce da terapia antirretroviral (TARV) e a permanência no tratamento.

O anúncio foi feito pela Dra. Adele Benzaken, diretora médica sênior global da AHF, durante sua apresentação “Testagem de HIV e retomada do cuidado na América Latina e no Caribe”, na sessão satélite organizada pela OPAS “A última milha rumo à eliminação: reduzindo a mortalidade por doença avançada pelo HIV” realizada como parte da Conferência AIDS 2026, no Rio de Janeiro, Brasil.

Essa sessão paralela tem como objetivo impulsionar ações coordenadas entre governos, comunidades, organizações internacionais, a comunidade acadêmica e parceiros estratégicos para avançar rumo à meta de zerar as mortes relacionadas à AIDS até 2030.

A colaboração entre a AHF e a OPAS tem como objetivo transformar evidências e recomendações existentes em intervenções concretas, alcançando as pessoas mais cedo e de maneira mais eficaz. O acordo abrange o fortalecimento de modelos de diagnóstico diferenciados e inovadores, incluindo estratégias de autoteste e serviços baseados em redes comunitárias; a melhoria do encaminhamento e da permanência no tratamento; a integração da prevenção e de outros serviços relacionados a infecções sexualmente transmissíveis; e a geração de evidências para identificar e ampliar as intervenções de maior impacto.

“Eliminar as disparidades que ainda persistem na resposta ao HIV exige muito mais do que dispor de ferramentas eficazes: precisamos garantir que elas cheguem às pessoas que delas necessitam, no momento certo e de maneiras que reflitam as realidades de cada país e comunidade”, afirmou a Dra. Adele Benzaken. “A colaboração entre a AHF e a OPAS representa uma oportunidade de combinar experiência em implementação, inovação e cooperação técnica sob uma perspectiva regional, acelerando, assim, nosso progresso rumo à eliminação do HIV nas Américas.”

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Um dos elementos centrais dessa colaboração é justamente sua perspectiva regional. Os países enfrentam desafios na resposta ao HIV, como a necessidade de ampliar o diagnóstico, garantir a continuidade do atendimento e alcançar populações que permanecem à margem dos serviços de saúde. O fortalecimento da coordenação e da colaboração regionais permite o compartilhamento de soluções, acelera o aprendizado entre os países, aproveita as capacidades existentes e adapta intervenções bem-sucedidas a diferentes contextos. Assim, a cooperação técnica e o intercâmbio regional podem fazer com que inovações e boas práticas transcendam as fronteiras nacionais e gerem maior impacto em toda a América Latina e no Caribe.

“Avançar rumo à eliminação do HIV exige um esforço coletivo e a implementação acelerada de intervenções que já demonstraram resultados, com as pessoas e as comunidades no centro da resposta”, afirmou a Dra. Mónica Alonso Gonzalez, chefe da Unidade de HIV/IST, Tuberculose, Hepatites Virais e Malária da OPAS. “A colaboração com a AHF ajudará a fortalecer estratégias voltadas à ampliação do diagnóstico precoce, à melhoria da continuidade do cuidado e à facilitação do intercâmbio de experiências, contribuindo para levar soluções eficazes em escala para toda a região.”

A parceria se baseia no reconhecimento de que, apesar dos avanços significativos na resposta ao HIV, o diagnóstico tardio, as interrupções no atendimento e as barreiras para alcançar e manter a supressão viral continuam contribuindo para a mortalidade evitável. A sessão da AIDS 2026, na qual o anúncio foi feito, concentra-se precisamente nessas lacunas e na necessidade de se fortalecer o diagnóstico precoce, o atendimento à doença em estágio avançado e o acesso a produtos e intervenções essenciais.

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A colaboração combinará a implementação de intervenções prioritárias em países selecionados com atividades regionais de cooperação técnica e de fortalecimento de capacidades. Essa abordagem tem por objetivo aproveitar a experiência acumulada em diferentes contextos nacionais e transformá-la em conhecimento compartilhado, de modo a contribuir para o fortalecimento da resposta ao HIV em toda a região.

Para a AHF, avançar rumo à eliminação da AIDS exige uma resposta que combine ação local, liderança nacional e uma coordenação regional mais forte. Trabalhar em conjunto com a OPAS ajuda a reduzir a fragmentação, conectar experiências e capacidades entre os países e acelerar a adoção de soluções que se mostraram eficazes.

Com esse novo acordo, a AHF e a OPAS reforçam sua colaboração para ajudar a construir uma resposta ao HIV mais acessível, equitativa, inovadora e centrada nas pessoas, reafirmando, ao mesmo tempo, o valor da cooperação regional como ferramenta fundamental para eliminar as lacunas que persistem na América Latina e no Caribe.

A AIDS Healthcare Foundation (AHF) é uma organização global sem fins lucrativos que oferece atendimento médico de ponta e apoio a mais de 3 milhões de pessoas em 50 países da África, Américas, Ásia/Pacífico e Europa. Atualmente, a AHF é a maior prestadora de atendimento médico para HIV/AIDS do mundo.

Para saber mais sobre a AHF, visite www.aidshealth.org, encontre-nos no Facebook em facebook.com/AHFcares, e siga-nos no Twitter e no Instagram: @aidshealthcare.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Assessoria de imprensa (AHF):

Sergio Lagarde Moguel

Diretor de Marketing e Relações Públicas,

AHF América Latina e Caribe

[email protected]

Fonte: BUSINESS WIRE

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