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Setor de eletroeletrônicos tem alta de 11%

O setor eletroeletrônico registrou crescimento de 11% entre janeiro e maio de 2026, segundo a Eletros. Dados da NielsenIQ mostram que o mercado brasileiro de tecnologia e bens duráveis movimentou R$ 51 bilhões no primeiro trimestre, com avanço em faturamento e volume de vendas. Os resultados foram apresentados na abertura da Eletrolar Show All Connected 2026, em São Paulo.

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Setor de eletroeletrônicos tem alta de 11%

O mercado brasileiro de bens de consumo duráveis mantém trajetória positiva em 2026, impulsionado pela renovação de equipamentos, pela busca por eficiência energética e pela demanda contínua dos consumidores por soluções tecnológicas. Os dados foram apresentados nesta segunda-feira (22), durante a coletiva de imprensa de abertura da Eletrolar Show All Connected 2026, realizada no Distrito Anhembi, em São Paulo.

Em sua 19ª edição, o evento ocorre em um momento favorável para a indústria e o varejo, ao reunir mais de mil fabricantes nacionais e internacionais, cerca de 5 mil marcas e compradores de toda a América Latina. A programação contempla espaços dedicados à inteligência artificial, robótica, automação residencial, mobilidade elétrica, climatização, design, decoração e componentes industriais, além de um amplo ciclo de conhecimento com palestras de especialistas e lideranças do mercado.

A coletiva contou ainda com a participação de Julia Uherek, vice-presidente de Feiras de Bens de Consumo da Messe Frankfurt, que destacou a evolução da Interior Lifestyle South America, edição brasileira da Ambiente, e sua relevância para os segmentos de casa, decoração, design e lifestyle na América Latina. A neuroarquiteta Cris Paola apresentou a Casa All Connected, espaço da Eletrolar Show All Connected dedicado à integração entre tecnologia, automação residencial, inteligência artificial e bem-estar.

Segundo levantamento da Eletros, associação que representa a indústria de eletroeletrônicos, o volume comercializado alcançou cerca de 53,6 milhões de unidades entre janeiro e maio, avanço de 11% na comparação com o mesmo período de 2025. O resultado foi impulsionado principalmente pela linha branca, que registrou alta de 16%, e pelos produtos portáteis, com expansão de 15%.

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Para o presidente-executivo da entidade, Jorge Nascimento, o consumo atingiu um novo patamar no país, mesmo em um cenário marcado por juros elevados e renda pressionada. "Quando olhamos a trajetória dos últimos anos, fica claro que o mercado não está mais preso a oscilações entre picos e vales, mas em um patamar diferente. O resultado de 2026 mostra que, mesmo com crédito mais caro e orçamento apertado, o brasileiro continua destinando uma parcela relevante da renda para conforto, eficiência e tecnologia dentro de casa", afirmou.

Os dados da NielsenIQ reforçam esse cenário ao mostrar que o avanço também se reflete no varejo. No primeiro trimestre de 2026, o mercado brasileiro de tecnologia e bens duráveis movimentou R$ 51 bilhões, com crescimento de 7,4% em faturamento e de 6,4% em volume de vendas na comparação com o mesmo período do ano anterior.

O desempenho coloca o Brasil em posição de destaque no cenário global de tecnologia e bens duráveis. Segundo a consultoria, enquanto diversos mercados internacionais avançam, principalmente em razão da valorização cambial e do aumento de preços, o resultado brasileiro reflete uma expansão efetiva da demanda.

"O mercado brasileiro de tecnologia e bens duráveis continua demonstrando desempenho superior ao observado na economia brasileira. O avanço simultâneo de faturamento e volume mostra que existe demanda real do consumidor, sustentada pela renovação de equipamentos e pela busca por produtos que entreguem mais eficiência, conectividade e conveniência", avaliou Mateus Baldo, líder de Tech & Durables da NielsenIQ Brasil.

A pesquisa também aponta mudanças importantes nos hábitos de consumo. Pela primeira vez, os canais online responderam pela maior parte do faturamento do setor, alcançando 53,1% das vendas totais. Os marketplaces ampliaram participação e já representam 21,4% da receita do mercado brasileiro de tecnologia e bens duráveis.

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Outro destaque está no comportamento do consumidor. Mais da metade das compras ocorre para substituir produtos com defeito, enquanto plataformas digitais e redes sociais ampliam sua influência ao longo da jornada de decisão.

No segmento de televisores, a Copa do Mundo produziu reflexos positivos nas vendas. Dados da NielsenIQ apontam crescimento de 7,5% em unidades e de 11,7% em faturamento nas semanas que antecederam o torneio, impulsionado principalmente pela procura por telas maiores e modelos de maior valor agregado. "A Copa do Mundo produziu reflexos positivos nas vendas de televisores. Observamos aumento da demanda por telas maiores e modelos de maior valor agregado, movimento que tende a ganhar intensidade à medida que o torneio avança", observou o executivo.

Para o presidente do Grupo Eletrolar, Carlos Clur, os resultados apresentados durante a coletiva refletem uma transformação que já alcança diferentes segmentos da economia e do consumo. "A tecnologia deixou de ser um diferencial para se tornar parte da rotina dos consumidores. Hoje ela está presente nos eletrodomésticos, nos sistemas de segurança, nos equipamentos de entretenimento e nas residências conectadas. O crescimento observado pela indústria e pelo varejo mostra que inovação, conectividade e eficiência já influenciam diretamente as decisões de compra e os investimentos das empresas", avalia.

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Setor hoteleiro amplia foco em prevenção jurídica

Com a expansão do turismo e a maior complexidade operacional da hotelaria, consultoria empresarial preventiva ganha espaço entre hotéis, pousadas e negócios em crescimento. Conteudo revisado com foco editorial.

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Setor hoteleiro amplia foco em prevenção jurídica

A movimentação do turismo no Brasil tem ampliado a exposição operacional de hotéis, pousadas e redes de hospedagem. Em 2026, o Ministério do Turismo informou que o país bateu recorde histórico de turistas internacionais no primeiro trimestre, cenário que reforça a atividade da cadeia de viagens, serviços e hospitalidade.

Com maior fluxo de hóspedes e operações cada vez mais conectadas a canais digitais, a hotelaria passou a concentrar uma série de relações jurídicas simultâneas. Contratos com plataformas de distribuição, acordos com fornecedores, gestão de equipes em turnos, políticas de cancelamento, cobranças, tratamento de dados, responsabilidade com hóspedes e proteção de marca fazem parte da rotina de empresas do setor.

Essa combinação aumenta a necessidade de organização preventiva. Uma falha contratual com canais de venda pode gerar conflito comercial; a ausência de regras claras em políticas internas pode afetar a relação com hóspedes; e a falta de estrutura trabalhista pode ampliar riscos em uma operação que funciona em escalas, plantões, fins de semana e feriados. Na hotelaria, problemas jurídicos costumam estar ligados diretamente à operação diária.

O tema também se conecta à reputação. Meios de hospedagem lidam com avaliações públicas, atendimento contínuo e relacionamento direto com consumidores. Em uma atividade marcada pela experiência do hóspede, inconsistências em contratos, cobranças, comunicação, uso de marca ou prestação de serviços podem gerar efeitos que ultrapassam a esfera documental e alcançam a imagem comercial do empreendimento.

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Nesse contexto, a consultoria empresarial preventiva ganha espaço como instrumento de gestão. A proposta não se limita à resposta a conflitos já instaurados, mas envolve a análise prévia de contratos, rotinas internas, relações comerciais, estrutura societária, proteção de ativos intangíveis e processos que sustentam o crescimento de hotéis e pousadas.

A Registrou Consultoria Empresarial se posiciona nesse segmento com atuação voltada à proteção jurídica de empresas, com enfoque especial na hotelaria. A empresa reúne profissionais com trajetórias complementares em propriedade intelectual, direito empresarial, tecnologia e gestão de negócios ligados ao setor hoteleiro.

John Lima, advogado e cofundador da Registrou Consultoria Empresarial, possui oito anos de experiência na hotelaria e atuação ligada à proteção de marcas. A composição também conta com João Victor Sampaio, advogado com mais de uma década de experiência em assessoria jurídica para empresas, com atuação em demandas empresariais, trabalhistas e tributárias.

A empresa ainda reúne Diego Silveira e Leonardo Silveira, sócios da Foco Tecnologia e Marketing, empresa brasileira de tecnologia para hospitalidade com 16 anos de mercado. A presença dos executivos aproxima a consultoria da realidade prática de hotéis e pousadas, especialmente em temas ligados à operação, canais digitais, gestão e relacionamento com o mercado hoteleiro.

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"A prevenção jurídica precisa acompanhar o crescimento das empresas, especialmente em setores operacionais como a hotelaria", afirma John Lima. Segundo ele, a gestão preventiva permite que decisões sobre contratos, equipes, fornecedores, marcas e expansão sejam analisadas antes que falhas se transformem em passivos ou conflitos empresariais.

De acordo com dados institucionais, o grupo soma mais de 5 mil empresas atendidas em todo o Brasil. A Registrou Consultoria Empresarial possui duas sedes físicas e atuação em todo o território nacional, com estrutura voltada a demandas consultivas de empresas que buscam organizar sua operação jurídica em paralelo ao crescimento.

Para a hotelaria, a prevenção jurídica passa a ocupar espaço semelhante ao de outras frentes de gestão empresarial. Em um setor com atendimento contínuo, alta exposição reputacional e múltiplas relações comerciais, a organização de contratos, processos e responsabilidades tende a ser tratada como parte da estrutura necessária para sustentar negócios em expansão.

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