BRASÍLIA

Notícias Corporativas

Bitget Ocupa Segundo Lugar em Profundidade de Liquidez de ETH no primeiro semestre de 2026, de Acordo com a CoinGlass

Publicado em

VICTORIA, Seychelles, July 30, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — Bitget, a maior Universal Exchange (UEX) do mundo, foi incluída entre os principais locais de liquidez de derivativos de BTC e ETH no primeiro semestre de 2026, de acordo com o Relatório Semestral do Mercado de Derivativos de Criptomoedas CoinGlass 2026, destacando o papel crescente da exchange em viabilizar a execução de grandes volumes de importantes criptoativos, diante da maior seletividade dos mercados de derivativos.

O relatório revelou que a Bitget registrou US$ 81,37 milhões em profundidade da carteira de pedidos de ETH na faixa de ±1% em relação ao preço médio, representando uma participação de 21,4% entre as plataformas listadas e ocupando o segundo lugar, depois da Binance. Para o BTC, a Bitget registrou US$ 71,70 milhões em profundidade de carteira de pedidos dentro de ±1%, representando uma participação de 13,4% e ocupando o quarto lugar entre os locais listados.

Essa classificação ocorre durante um período em que o mercado de derivativos mais amplo passou a ser mais seletivo nos principais criptoativos. De acordo com a CoinGlass, o volume total de derivativos de criptomoedas caiu 15,7% em relação ao ano anterior no primeiro semestre de 2026, enquanto os juros diários médios em aberto diminuíram em 10,0%. A diferença sugere que a atividade de negociação esfriou mais rapidamente do que a exposição ao risco em aberto, tornando a profundidade da liquidez e a qualidade da execução mais importantes para os participantes do mercado.

"Os mercados de derivativos continuam sensíveis à volatilidade, mesmo quando a atividade geral da negociação desacelera", disse Gracy Chen, CEO da Bitget. "Neste ambiente, a profundidade da liquidez passou a ser uma medida central da confiança e do desempenho da exchange."

O desempenho da liquidez da Bitget também demonstra seu progresso contínuo no atendimento à demanda de negociação mais sofisticada. De acordo com os dados internos da Bitget, a participação no volume de negociação institucional à vista aumentou para 82% em dezembro de 2025, destacando a crescente participação institucional na plataforma. Para apoiar seu crescimento, a Bitget atualizou a estrutura dos seus Programas de Incentivo PRO e de Liquidez no início de julho, aprimorando as estruturas de custos de negociação, os incentivos de liquidez e as condições de criação de mercado em criptomoedas e produtos tradicionais do mercado financeiro. Essas iniciativas foram desenvolvidas para tornar a Bitget um local mais competitivo para traders institucionais e de varejo.

Leia Também:  Crescimento empresarial impulsiona adoção de ERP

Além da liquidez dos criptoativos, o relatório da CoinGlass também mostrou a expansão da Bitget em produtos de negociação TradFi. No primeiro semestre de 2026, a Bitget registrou US$ 66,41 bilhões em volume de contratos perpétuos de TradFi, uma participação de 5,5% entre as cinco exchanges analisadas no relatório. Isso demonstra a crescente demanda pela exposição ao TradFi com a infraestrutura nativa de criptomoedas, complementando a forte liquidez da Bitget nos principais ativos digitais.

Esses resultados se baseiam no investimento contínuo da Bitget em infraestrutura de negociação. Com a Bitget avançando seu modelo de Universal Exchange, reunindo ativos de criptomoedas, ativos tokenizados e acesso ao mercado financeiro tradicional em um único ambiente de negociação, a exchange está desenvolvendo a necessária infraestrutura de execução, liquidez e precificação para dar suporte à próxima geração de negociação de múltiplos ativos.

Sobre a Bitget

A Bitget é a maior Universal Exchange (UEX) do mundo, atendendo a mais de 125 milhões de usuários com acesso a mais de 2 milhões de tokens de criptomoedas, mais de 500 ações tokenizadas, ETFs, commodities, FX e metais preciosos como ouro. O ecossistema está comprometido em ajudar os usuários a negociar de forma mais inteligente com seu agente de IA sendo o copiloto para executar ordens de trade. A Bitget está impulsionando a adoção de criptomoedas por meio de parcerias estratégicas, como a com a MotoGP™. Alinhada com sua estratégia de impacto global, a Bitget se uniu à UNICEF em apoio ao ensino de blockchain para 1,1 milhão de pessoas até 2027. A Bitget atualmente lidera o mercado de TradFi tokenizado, fornecendo as taxas mais baixas do setor e a maior liquidez em 150 regiões em todo o mundo.

Leia Também:  Compra coletiva de material escolar é opção para economizar tempo e orçamento

Para mais informação, visite: Website | X | Telegram | LinkedIn | Discord

Para perguntas da mídia, contate: [email protected]

Aviso de Risco: Os preços dos ativos digitais estão sujeitos a flutuações e podem ser significantemente voláteis. Os investidores são aconselhados a alocar apenas os fundos que podem perder. O valor de qualquer investimento pode ser afetado, e existe a possibilidade de que os objetivos financeiros não sejam atingidos, nem que o investimento principal recuperado. Aconselhamento financeiro independente deve sempre ser obtido, e a experiência financeira pessoal e a posição devem ser cuidadosamente consideradas. O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros. A Bitget não se responsabiliza por quaisquer perdas potenciais incorridas. Nada contido neste documento deve ser interpretado como aconselhamento financeiro. Para mais informações, consulte nossos Termos de Uso.

Foto deste comunicado disponível em http://www.globenewswire.com/NewsRoom/AttachmentNg/849b0697-a356-43d5-b90a-6cb13314c0d1

Primary Logo

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 1001255233)

Advertisement

Notícias Corporativas

Advogado detalha auxílio-acidente por túnel do carpo

A síndrome do túnel do carpo pode gerar direito ao auxílio-acidente quando tem relação com o trabalho e deixa sequela permanente que reduz a capacidade laboral, conforme o artigo 86 da Lei nº 8.213/1991. O nexo com a atividade exercida, avaliado pela perícia do INSS, é decisivo. Advogado explica quem tem direito, quem não tem e como comprovar a sequela para garantir o benefício.

Published

on

By

Advogado detalha auxílio-acidente por túnel do carpo

A síndrome do túnel do carpo pode dar direito ao auxílio-acidente quando tem ligação com o trabalho e, depois da consolidação das lesões, deixa sequela permanente que reduz a capacidade para a atividade habitual. A base legal está no artigo 86 da Lei nº 8.213/1991, que prevê o benefício após a consolidação das lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza, combinado com o artigo 20 da mesma lei, que equipara a doença profissional e a doença do trabalho ao acidente do trabalho. Assim, o caso não precisa envolver um acidente típico para entrar nessa análise.

"A síndrome do túnel do carpo costuma aparecer aos poucos, dentro da própria rotina da função. Quando ela tem relação com o trabalho e deixa uma limitação definitiva na mão, existe a possibilidade de discussão do auxílio-acidente", explica Robson Gonçalves, advogado previdenciário atuante em demandas de auxílio-acidente.

O que é o auxílio-acidente

O auxílio-acidente é um benefício de natureza indenizatória pago ao segurado que, depois da consolidação das lesões, fica com sequela permanente que reduz a capacidade para o trabalho que habitualmente exercia. A lei o trata como indenização, e não como substituição integral do salário, e o INSS informa que ele pode ser pago mesmo quando a pessoa continua trabalhando.

"O ponto central não é o diagnóstico em si, mas o que sobrou depois do tratamento. O auxílio-acidente existe para quem volta ao trabalho, só que volta com uma limitação permanente", afirma Gonçalves.

Quando a síndrome do túnel do carpo dá direito

A síndrome do túnel do carpo é causada pela compressão do nervo mediano na altura do punho e costuma ser associada a atividades com movimentos repetitivos, força com as mãos, vibração e posturas forçadas. No campo previdenciário, a análise se apoia em três pontos: a relação do quadro com o trabalho, a consolidação das lesões e a permanência da sequela.

O artigo 21-A da Lei nº 8.213/1991 prevê o nexo técnico epidemiológico, situação em que a perícia médica do INSS considera caracterizada a natureza acidentária quando identifica relação entre a atividade da empresa e a entidade mórbida listada na Classificação Internacional de Doenças. Esse é um dos caminhos usados para ligar o quadro à atividade exercida.

Leia Também:  Crescimento empresarial impulsiona adoção de ERP

Depois do tratamento conservador ou da cirurgia de descompressão, a perícia costuma avaliar a perda de força de preensão, alterações de sensibilidade e limitação para movimentos finos. Quando essas consequências são permanentes e dificultam a função habitual, o caso pode ser enquadrado no auxílio-acidente.

"Não basta o exame apontar a compressão do nervo. O que pesa é a sequela que ficou depois que o quadro se estabilizou e o efeito prático dela na função que a pessoa exerce", observa Robson Gonçalves.

Quem tem direito

A Lei nº 8.213/1991 prevê o auxílio-acidente para categorias específicas de segurados, e o INSS aponta, de forma prática, que podem ser analisados os casos de empregado urbano ou rural, empregado doméstico em acidentes ocorridos a partir de 1º de junho de 2015, trabalhador avulso e segurado especial, desde que exista qualidade de segurado na data do evento. Também não há carência para esse benefício.

Nos casos de túnel do carpo, o histórico profissional costuma ter peso relevante. Funções de caixa, costura, frigorífico, limpeza, digitação, cabeleireiro e linha de produção aparecem com frequência nesse tipo de discussão, justamente pela repetição de movimentos com punho e mãos.

"O que costuma decidir esses processos é a soma de três fatores: a condição de segurado, a prova de que a doença tem ligação com o trabalho e a demonstração de que a sequela passou a atrapalhar a atividade habitual", explica Gonçalves.

Quem não tem direito

O contribuinte individual e o segurado facultativo, em regra, não têm direito ao auxílio-acidente por falta de previsão legal. Também não há direito quando a perícia não reconhece sequela permanente, quando o quadro ainda está em fase de incapacidade temporária ou quando não se identifica qualquer relação entre a doença e o trabalho ou algum evento acidentário.

"O simples diagnóstico de túnel do carpo não garante o benefício. Muita gente confunde tratamento em andamento com sequela definitiva, e são coisas diferentes para o INSS", ressalta Robson.

Leia Também:  Mangueiras para sucção e descarga de óleo garantem segurança

Qual é o valor do auxílio-acidente

O artigo 86, § 1º, da Lei nº 8.213/1991 estabelece que o auxílio-acidente corresponde, em regra, a 50% do salário de benefício e é devido até a véspera do início de qualquer aposentadoria ou até a data do óbito do segurado.

"Na prática, o auxílio-acidente funciona como uma compensação mensal contínua. A pessoa segue trabalhando, mas passa a receber um valor porque ficou com uma limitação permanente", afirma Robson Gonçalves.

A própria lei prevê que o recebimento de salário não impede a continuidade do auxílio-acidente, salvo nas hipóteses de aposentadoria, e o INSS afirma expressamente que o benefício não impede o segurado de continuar trabalhando. Por isso, ele pode ser recebido junto com a remuneração.

"O trabalhador não precisa deixar o emprego para discutir o auxílio-acidente. A lógica do benefício é reconhecer que ele continua na ativa, mas com mais dificuldade do que antes", explica Gonçalves.

Como pedir

O pedido é feito ao INSS, com início pela Central 135 e acompanhamento pelo Meu INSS. Durante a análise, o segurado pode ser chamado para perícia médica e deve apresentar documentos pessoais e médicos que demonstrem a redução permanente da capacidade laborativa. O serviço oficial do governo informa que a perícia é parte importante dessa avaliação.

Nos casos de túnel do carpo, costumam ser relevantes a eletroneuromiografia, relatórios do ortopedista ou do neurologista, relatório cirúrgico quando houve operação, além da Comunicação de Acidente de Trabalho e do Perfil Profissiográfico Previdenciário, quando aplicáveis, documentos que ajudam a demonstrar a ligação com a atividade exercida.

"Em doença ligada ao trabalho, a prova precisa mostrar três coisas: a lesão, o vínculo com a função e o impacto real da sequela no dia a dia profissional. Quando essa documentação chega organizada, a análise pericial tende a ficar mais consistente", conclui Robson Gonçalves, advogado previdenciário.

Continue Reading

politica

DISTRITO FEDERAL

BRASIL E MUNDO

ECONOMIA

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI