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Rampart Retira Recurso da Decisão de Invalidação do USPTO

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ST. PAUL, Minn., Aug. 12, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A Egg Medical anunciou hoje que a Rampart IC, LLC (“Rampart”) retirou seu recurso da decisão de reexame do USPTO de que as reivindicações da Patente da Rampart nº 11.660.056 nos EUA, conforme originalmente concedida, eram inválidas. A invalidação do USPTO baseia-se no fundamento de que as invenções da Patente ‘056 concedida foram ou inventadas anteriormente por terceiros, incluindo a Egg Medical, ou constituíam meras variantes óbvias de trabalhos realizados por eles.

As reivindicações que provavelmente sobreviverão ao reexame resultaram da Rampart fazendo limitações materiais às reivindicações originalmente emitidas que restringem a Patente ‘056.

O reexame da Patente ‘056 foi solicitado pela Egg Medical depois que a Rampart processou a Egg Medical por violação da Patente‘056 original no Tribunal Distrital dos EUA. A Egg Medical não buscou conflito com a Rampart. No entanto, diante das ações da Rampart, a Egg Medical notificou a empresa sua patente anterior e exigiu que a Rampart cessasse e desistisse de suas atividades que infringem a patente da Egg Medical.

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O Diretor Executivo da Egg Medical, Robert Wilson, comentou: "A proteção da invenção é importante. Agradecemos ao Escritório de Patentes pelo reexame abrangente da patente Rampart. A invalidação das reivindicações originais da patente ‘056 e a possível emissão de reivindicações mais restritas que não abrangem nenhuma parte da nossa linha de produtos, confirmam a integridade do sistema de patentes dos EUA."

Gavin Philips, Diretor Comercial da Egg Medical, acrescentou: "A Egg Medical continuará a investir no que realmente importa para nossos clientes, a tecnologia que definiu a categoria de Dispositivos de Proteção Radiológica Aprimorada: redução da radiação em todo o ambiente que protege toda a equipe de procedimentossem construção, sem riscos de viagem ou interrupções de fluxo de trabalho."

Sobre a Egg Medical

A Egg Medical é líder global em proteção contra radiação, fundada com o objetivo de reduzir a exposição à radiação de profissionais de saúde que fazem uso de imagens de raios-x para realizar procedimentos diagnósticos e terapêuticos que salvam vidas de pacientes.

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Engenharia impulsiona novo ciclo da mineração brasileira

Com atuação em todas as fases da engenharia, o grupo reúne competências multidisciplinares, visão de implantação e soluções técnicas voltadas à segurança, à eficiência e à aderência aos desafios reais dos projetos brasileiros

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Engenharia impulsiona novo ciclo da mineração brasileira

O novo ciclo de investimentos da mineração brasileira tem reforçado o papel estratégico da engenharia dentro dos empreendimentos. Mais do que atuar na etapa final de detalhamento, ela passa a ser demandada desde os primeiros estudos, quando ainda estão em definição temas como viabilidade, segurança, interfaces com stakeholders, licenciamento, implantação e operação. Nesse cenário, ganham relevância empresas capazes de integrar diferentes disciplinas sob uma mesma lógica de projeto, especialmente em operações que exigem respostas simultâneas para geotecnia, gestão hídrica, infraestrutura, cronograma e custo.

É nesse ambiente que a BRIDGE tem ampliado sua atuação. Com sede em Belo Horizonte, o grupo reúne mais de 300 profissionais e cerca de 200 projetos ativos, consolidando-se como um ecossistema que conecta competências complementares em diferentes frentes da engenharia, com atuação em setores como mineração, mobilidade, saneamento e infraestrutura.

"Na visão do IBRAM, a engenharia consultiva multidisciplinar é fundamental para o sucesso dos projetos minerários, pois contribui desde os estudos de viabilidade até o licenciamento e a implantação das operações", afirma Pablo Cesário, diretor-presidente do IBRAM. "E sua atuação permite integrar aspectos de geologia, mineração, geotecnia, meio ambiente, recursos hídricos, logística e relacionamento social, reduzindo riscos e aumentando a qualidade das decisões de investimento", acrescenta.

O pano de fundo desse movimento é um mercado mineral em transformação. "A mineração brasileira vive um momento particularmente relevante, impulsionado pela crescente demanda global por minerais essenciais à transição energética, à digitalização da economia, à segurança de suprimentos e à reindustrialização", pontua o diretor-presidente do IBRAM.

Em 2025, o setor faturou R$ 298,8 bilhões, alta de 10,3% sobre 2024, e sustentou mais de 229 mil empregos diretos, segundo o IBRAM. Para 2026 a 2030, a estimativa de investimentos soma US$ 76,9 bilhões, avanço de 12,5% sobre o ciclo anterior. Para Cesário, a engenharia consultiva tem papel decisivo para garantir projetos mais seguros, competitivos e alinhados às exigências regulatórias e socioambientais atuais.

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O papel da DF+

Dentro desse arranjo, a DF+ aparece como a empresa do grupo mais diretamente ligada ao setor mineral. O gerente de geotecnia da DF+, Felipe Cruz, destaca que a empresa atua "em todos os ramos da mineração", de cavas a pilhas, passando por alteamento, reforço, construção e descaracterização de barragens, além de modelagens numéricas e estudos de carregamento dinâmico e estático e acompanhamento técnico contínuo de ativos geotécnicos.

"Em vez de vender a ideia de soluções padronizadas, procuramos defender uma engenharia conectada à realidade de implantação, à segurança operacional e à necessidade de tornar os projetos mais factíveis ao longo de toda a sua vida útil", menciona o vice-presidente de Engenharia da BRIDGE, Henrique Alves.

Felipe também resume a lógica de trabalho da empresa em uma frase que ajuda a entender seu posicionamento: "segurança é inegociável". A partir daí, o ponto defendido por ele é que segurança não precisa ser confundida com soluções automaticamente superdimensionadas. O objetivo, segundo ele, é trabalhar com cenários representativos para cada material e cada estrutura, de modo a reduzir uso desnecessário de recursos, área impactada e emissões associadas às obras, sem comprometer a estabilidade.

Essa visão aparece internamente sob o conceito de "Engenharia de Performance". Para Henrique Alves, "a Engenharia de Performance nos coloca como parceiros confiáveis que apoiam nossos clientes a viabilizar projetos complexos com segurança e sustentabilidade".

Márcio Mansur, engenheiro geotécnico master da DF+, chama atenção para um ponto que tem pesado cada vez mais no setor: o aumento dos custos de implantação após os acidentes que levaram a uma revisão mais rigorosa das práticas e exigências da mineração. Na avaliação dele, isso exige uma engenharia capaz de responder à segurança sem perder de vista a viabilidade do negócio, incorporando desde o início soluções que sejam viáveis do ponto de vista da construção e mais eficientes sob a ótica operacional. "A gente chama de Engenharia de Valor", explicou, ressaltando que esse valor não é apenas econômico, "mas também envolve segurança do trabalhador e a própria imagem da empresa diante de um ambiente cada vez mais atento a práticas responsáveis".

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Felipe Cruz lembra ainda que a DF+ também atua na interface entre empreendedor e órgãos regulatórios, participando de apresentações e discussões técnicas para contribuir com a pacificação das estruturas e com a qualificação do diálogo regulatório. "Esse é um aspecto menos visível da engenharia, mas bastante revelador do papel que consultorias especializadas passaram a exercer num setor em que a robustez técnica precisa ser demonstrada de forma clara e contínua", sustenta.

O próximo ciclo

Com o elevado investimento previsto para os próximos quatro anos, avanço acelerado em minerais críticos e novas fronteiras greenfield em regiões de baixa infraestrutura preexistente, o setor mineral brasileiro entra em uma fase em que a engenharia deixa de ser um centro de custo e passa a ser um fator de risco ou de vantagem competitiva, dependendo de quando e como ela entra no projeto.

Isso reforça a importância de empresas de engenharia e consultoria capazes de atuar "como parceiras da segurança e da sustentabilidade dos empreendimentos, oferecendo avaliações independentes, critérios técnicos sólidos, gestão de riscos e melhoria contínua", destaca Pablo Cesário.

Ao reunir essas competências sob a mesma governança, a BRIDGE busca responder a um perfil de projeto em que as fronteiras entre mina, acesso, logística e suporte físico são cada vez mais tênues. Dessa forma, BRIDGE e DF+ apostam em uma engenharia voltada a reduzir riscos, melhorar o modo de construir e dar mais previsibilidade às entregas, em um setor em que o projeto precisa se provar na obra e na operação.

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