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The Estée Lauder Companies e a University of Leeds firmam parceria para impulsionar o futuro da correspondência de tons de pele

Nova pesquisa visa enfrentar um dos desafios mais persistentes do setor de beleza: combinar com precisão os tons de produtos que realçam a tez com a ampla e diversificada variedade de tons de pele existentes

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A The Estée Lauder Companies Inc. (NYSE: EL) anunciou hoje uma parceria de pesquisa com a Escola de Design da University of Leeds (Universidade de Leeds), no Reino Unido, e com o Dr. Kaida Xiao, referência mundial em ciência da cor e percepção visual. Apesar dos avanços significativos em inovação no setor de beleza, a dificuldade em encontrar o tom certo de base ou corretivo continua sendo uma das principais fontes de frustração dos consumidores.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260814828371/pt/

Foundation shades are evaluated as part of color science research.

Foundation shades are evaluated as part of color science research.

Essa parceria, que combina ciência avançada da cor com pesquisas sobre a percepção da própria pele pelos consumidores, visa fortalecer o desenvolvimento de produtos de luxo e prestígio para realçar a tez, com correspondência de tons mais precisa e fórmulas aprimoradas. Essas descobertas podem ajudar a estabelecer novos parâmetros científicos para avaliar bases, corretivos e outros produtos de maquiagem, proporcionando resultados com aparência mais natural no dia a dia.

Liderado pelo Dr. Kaida Xiao, professor de Ciência da Cor e Imagem do Leeds Institute of Textiles and Color (Instituto de Têxteis e Cores de Leeds, LITAC), da Faculdade de Design da University of Leeds, utiliza métodos psicofísicos avançados — técnicas para estudar como as pessoas percebem e identificam diferenças, fundamentadas na ciência da percepção visual — para investigar como os indivíduos percebem os subtons de cor e detectam diferenças sutis de tonalidade.

Ao examinar a relação entre a forma como a cor é medida por instrumentos científicos e a percepção visual humana dessas mesmas cores, especialmente em condições reais de visualização, a pesquisa busca identificar em que momentos diferenças sutis de tom se tornam perceptíveis para os consumidores e em que momentos não. Essas descobertas ajudarão a aprimorar a forma como os produtos para a pele são avaliados e desenvolvidos, reduzindo incompatibilidades e permitindo resultados com aparência mais natural.

“A oferta de inovações transformadoras em produtos para a pele e cosméticos de cor começa com uma compreensão mais profunda de como os consumidores percebem seu próprio tom de pele”, afirmou Claude Saliou, vice-presidente sênior de Tecnologias Avançadas e Ciências Clínicas e do Consumidor Globais da The Estée Lauder Companies.

“Embora seja possível medir o tom de pele com cada vez mais precisão, compreender como os consumidores o percebem na vida real continua sendo um desafio científico complexo. Ao firmar uma parceria com a University of Leeds, líder global em ciência das cores, temos a oportunidade de entender melhor como os consumidores vivenciam a correspondência dos tons na prática. Esses conhecimentos nos ajudam a aprimorar a precisão dos tons, a desenvolver fórmulas de maior desempenho com aparência mais natural e uniforme e a apoiar a inovação contínua em nosso portfólio de produtos de luxo e prestígio. Essa parceria nos permite colocar a inclusão no centro da inovação e criar fórmulas que permitam a cada consumidor encontrar uma correspondência exata e natural com seu tom de pele.”

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“A percepção da cor da pele é extremamente complexa, moldada por interações sutis entre diversos fatores”, afirmou o Dr. Kaida Xiao, professor de Ciência da Cor e Imagem da University of Leeds. “Estamos muito satisfeitos em colaborar com a The Estée Lauder Companies, líder global no segmento de beleza de prestígio e reconhecida por sua longa dedicação ao avanço da ciência da pele, bem como por seu compromisso com a excelência científica. Essa parceria une expertise acadêmica e liderança de mercado para promover o conhecimento nessa importante área da ciência da cor.”

Sobre a The Estée Lauder Companies

A The Estée Lauder Companies Inc. é uma das principais fabricantes, comercializadoras e vendedoras mundiais de produtos de qualidade para cuidados com a pele, maquiagem, fragrâncias e cabelos. Além disso, é gestora de marcas de luxo e prestígio em todo o mundo. Seus produtos são vendidos em cerca de 150 países e territórios por meio de marcas como Estée Lauder, Aramis, Clinique, Lab Series, Origins, M·A·C, La Mer, Bobbi Brown Cosmetics, Aveda, Jo Malone London, Bumble and bumble, Darphin Paris, TOM FORD, Smashbox, AERIN Beauty, Le Labo, Editions de Parfums Frédéric Malle, GLAMGLOW, KILIAN PARIS, Too Faced, Dr. Jart+, a família de marcas DECIEM (incluindo The Ordinary e NIOD) e BALMAIN Beauty.

Com centros de pesquisa e inovação espalhados pelo mundo, os cientistas da The Estée Lauder Companies têm conhecimentos multidisciplinares que vão desde a ciência básica e as tecnologias avançadas até as áreas de interseção entre a física, a química, a biologia e a engenharia. Com 75 anos de experiência em formulação, a empresa está profundamente integrada à comunidade científica. Ela se apresenta regularmente em eventos de destaque, publica em revistas científicas revisadas por pares e estabelece parcerias com cientistas, instituições e acadêmicos de renome em uma ampla gama de setores. A equipe de pesquisa e inovação da The Estée Lauder Companies tem o objetivo constante de desenvolver a próxima geração de produtos de beleza de prestígio, embalagens e experiências transformadoras e orientadas pela ciência que ofereçam qualidade e desempenho excepcionais aos nossos consumidores de todas as partes do mundo.

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O Reino Unido tem um papel importante nesse legado de inovação. Lançado em 1960, foi o primeiro mercado internacional da The Estée Lauder Companies. Hoje, suas operações no país abrangem escritórios corporativos e de marcas, centenas de pontos de venda e uma unidade fabril, a Whitman Laboratories Ltd., que comemorou seu 60 º aniversário neste ano.

Sobre a University of Leeds

A University of Leeds é uma das maiores instituições de ensino superior do Reino Unido, com mais de 40 mil estudantes de cerca de 140 países. A universidade é reconhecida internacionalmente pela qualidade de seu ensino e de sua pesquisa. A University of Leeds é uma universidade orientada por valores e utiliza sua expertise em pesquisa e educação para ajudar a construir um futuro melhor para a humanidade, trabalhando de forma colaborativa para enfrentar as desigualdades, gerar impacto na sociedade e promover mudanças. A universidade é membro do Russell Group, que reúne universidades britânicas intensivas em pesquisa, e é uma importante parceira dos institutos Alan Turing, Rosalind Franklin e Royce.

Fundada em 1874, a Escola de Design evoluiu para se tornar uma instituição de renome mundial na University of Leeds. Hoje, esse legado de ciência aplicada e criatividade é sustentado por uma comunidade de mais de cem acadêmicos e pesquisadores. Esse impacto é ainda mais consolidado pelo Leeds Institute of Textiles and Color (LITAC), instituto de pesquisa interdisciplinar criado sob a égide da escola, graças a um investimento significativo de £ 21,1 milhões da The Clothworkers’ Company e da universidade.

ELC-C

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

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Fonte: BUSINESS WIRE

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Seis em cada dez empresas sofreram ataques cibernéticos

Levantamento mostra que 62% das organizações no Brasil registraram incidentes de segurança em 2025, percentual superior à média latino-americana (52,7%). Além disso, 14,7% afirmam não conseguir dizer se foram alvo de ataques, evidenciando desafios na capacidade de monitoramento e detecção

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Seis em cada dez empresas sofreram ataques cibernéticos

O Brasil segue entre os países mais expostos às ameaças cibernéticas na América Latina, mas o aumento dos ataques é apenas parte do problema. A dificuldade de identificar incidentes e compreender a própria superfície de risco também preocupa especialistas. É o que revela o ESET Security Report 2026, levantamento realizado pela ESET com profissionais de cibersegurança da região.

Segundo o estudo, 62% das organizações brasileiras registraram ao menos um incidente de segurança nos últimos 12 meses, índice superior à média latino-americana, de 52,7%. Ao mesmo tempo, 14,7% das empresas entrevistadas afirmam não conseguir confirmar se sofreram ou não tentativas de ataque, o que evidencia limitações na capacidade de monitoramento dos ambientes corporativos. Para a ESET, esse cenário amplia o risco de incidentes passarem despercebidos e compromete a tomada de decisões em segurança da informação.

A preocupação aumenta quando se observa que, entre as organizações que afirmam não ter identificado ataques, 43,3% das empresas brasileiras acreditam que podem ter sido comprometidas sem perceber, justamente pela ausência de tecnologias capazes de detectar atividades maliciosas. A conclusão do relatório é que aproximadamente quatro em cada dez empresas da América Latina ainda não dispõem da visibilidade necessária para avaliar com precisão sua postura de cibersegurança, identificar ameaças e responder rapidamente a incidentes.

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Quando um ataque é detectado, o phishing permanece como a principal porta de entrada para os criminosos. O levantamento mostra que 70,9% das empresas brasileiras que registraram incidentes foram alvo de golpes de engenharia social, superando outros vetores como acessos não autorizados (44,3%), infecções por malware (41,8%), exploração de vulnerabilidades (49,4%) e sequestro ou vazamento de informações (11,4%). Os dados indicam que, embora as técnicas utilizadas pelos criminosos evoluam continuamente, a exploração da confiança dos usuários segue como um dos caminhos mais eficazes para comprometer ambientes corporativos.

"Os dados mostram que o desafio das empresas não está apenas em impedir os ataques, mas em conseguir enxergá-los. Quanto menor a visibilidade sobre o ambiente, maior a chance de um invasor permanecer ativo por mais tempo sem ser identificado. Ao mesmo tempo, o phishing continua sendo extremamente eficiente porque explora o fator humano e acompanha a transformação digital das organizações, utilizando comunicações cada vez mais convincentes para obter acesso a credenciais e sistemas corporativos", afirma Jonathan Ramos, pesquisador de segurança da ESET no Brasil.

Manufatura, Educação e Governo estão entre os setores mais visados

A distribuição dos ataques também varia conforme o setor econômico, indicando que diferentes segmentos enfrentam desafios específicos de cibersegurança. Na Manufatura, por exemplo, 58,3% das empresas relataram incidentes de segurança, e o setor também registra uma das maiores incidências de phishing (85,7%). Já no setor Bancário e Financeiro, dois terços das instituições afirmaram ter sofrido ataques ao longo do último ano, reforçando que organizações com operações críticas seguem entre os principais alvos dos cibercriminosos.

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Em áreas que concentram grande volume de dados sensíveis, como Governo, Educação e Saúde, o levantamento aponta um cenário igualmente desafiador. Nas instituições de ensino, o phishing se consolida como o principal vetor de ataque, enquanto, no setor de Saúde, o estudo chama atenção para a possibilidade de subnotificação de incidentes, o que pode indicar dificuldades na identificação e no monitoramento de ameaças dentro dos próprios ambientes corporativos.

Para a ESET, o aumento dos incidentes e a dificuldade de parte das empresas em identificar ataques demonstram que a cibersegurança deixou de ser apenas uma questão de prevenção. Hoje, reduzir o tempo de detecção e resposta é tão importante quanto impedir que uma invasão aconteça.

Nesse cenário, investir em monitoramento contínuo, inteligência de ameaças, atualização constante dos sistemas e conscientização dos colaboradores torna-se fundamental para ampliar a visibilidade sobre o ambiente corporativo e fortalecer a capacidade das organizações de responder a incidentes antes que eles causem impactos mais severos.

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