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Indústria farmacêutica como pilar da saúde no Brasil

Setor movimenta bilhões, gera milhares de empregos e reduz dependência externa

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Indústria farmacêutica como pilar da saúde no Brasil

A indústria farmacêutica brasileira vai além da produção de medicamentos. Ela é um pilar estratégico para o desenvolvimento do país, garantindo o abastecimento do sistema de saúde, gerando empregos qualificados e impulsionando a inovação tecnológica. Em um cenário global incerto, contar com um parque industrial forte e autônomo é uma questão de soberania nacional, reduzindo a vulnerabilidade a crises externas e assegurando que a população tenha acesso a tratamentos de qualidade.

Dados da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (ALANAC), com base em informações da IQVIA, mostram a força desse setor: os laboratórios de capital nacional já respondem por 80,94% dos medicamentos comercializados no Brasil em unidades, de acordo com o primeiro semestre de 2026. Foram comercializados 2,476 bilhões de unidades por fabricantes nacionais, de um mercado total de 3,060 bilhões de unidades. No mesmo período de 2025, a participação da indústria brasileira era de 77,9%, o que representa um avanço de 3 pontos percentuais em apenas um ano. Os genéricos lideram esse volume, com 1,186 bilhões de unidades — o equivalente a 38,77% de todo o mercado farmacêutico brasileiro.

O impacto social da indústria farmacêutica nacional é igualmente significativo. O setor mantém uma vasta cadeia produtiva que vai desde insumos até a distribuição, gerando empregos diretos e indiretos em todo o país. A força de trabalho qualificada e o desenvolvimento tecnológico são motores para a inovação, um processo que, no entanto, ainda demanda maior financiamento e um ambiente regulatório que estimule a pesquisa e o desenvolvimento de novos fármacos e terapias.

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Ter uma indústria farmacêutica robusta é, portanto, um componente essencial da segurança nacional. A dependência de outros países para a produção de medicamentos e insumos estratégicos pode colocar em risco a saúde pública, como evidenciado durante crises sanitárias.

A capacidade de produzir localmente não apenas garante o abastecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), mas também fortalece a balança comercial e a autonomia do país diante de pressões externas. Esse compromisso com a segurança e o abastecimento é exemplificado pelo Laboratório Teuto, um dos principais expoentes da indústria farmacêutica nacional.

Com quase 80 anos de atuação e sede no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA), a empresa é responsável por uma produção expressiva que abastece todo o território nacional, garantindo que medicamentos cheguem aos brasileiros com qualidade e confiabilidade. "A indústria nacional gera empregos, impulsiona inovação e fortalece a economia do país. O investimento na indústria é proporcionar desenvolvimento e competitividade no futuro do Brasil", afirma o diretor de Produção do Teuto, Daniel Diegues.

"O aumento da nossa capacidade produtiva se traduz em qualidade e segurança para o país. Estamos ampliando a disponibilidade de medicamentos e garantindo o abastecimento do sistema de saúde com confiabilidade", complementa. Nesse contexto, eventos como o III Seminário de Desenvolvimento da Indústria Farmacêutica Nacional (DIFAN), promovido pela Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (ALANAC), são fundamentais para debater o futuro do setor.

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Realizado em Brasília com a participação de representantes das maiores fabricantes do país, o seminário discutiu temas cruciais como o fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, a sustentabilidade do SUS, a inovação e a internacionalização da produção nacional, alinhando-se às diretrizes da política industrial brasileira. O Teuto marcou presença no evento, reforçando seu papel como protagonista no desenvolvimento do setor e seu compromisso com as discussões que moldam o futuro da indústria farmacêutica no Brasil.

Investimento

O potencial da indústria nacional é exemplificado pelo Laboratório Teuto, que recentemente alcançou um marco histórico. A empresa produziu 741 milhões de unidades farmacotécnicas em maio, o maior volume em seus quase 80 anos de história. Esse recorde é fruto de um ciclo de investimentos em tecnologia, com a implantação de novos equipamentos, como máquinas capazes de produzir até 1 milhão de comprimidos por hora, quadruplicando a capacidade em algumas linhas de produção.

Com mais de 4 mil colaboradores diretos e indiretos, o Teuto movimenta a cadeia farmacêutica e fortalece a posição de Anápolis como um dos mais importantes polos do setor no país.

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BRASIL

Brasília recebe nova geração de smartphones JOVI em experiência que une tecnologia, imagem e paisagem

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Com a Ponte JK como cenário, marca apresentou à imprensa brasiliense os novos X300 Ultra e X300 Fashion Edition, smartphones que apostam em recursos avançados de fotografia e vídeo

Brasília tem cenários que dispensam filtros. E foi diante de um deles que a JOVI escolheu apresentar à imprensa da capital sua nova geração de smartphones premium.

Nesta terça-feira, 29 de setembro, jornalistas e convidados participaram de uma experiência promovida pela marca no Santé, no Lago Sul, em um encontro que teve como pano de fundo uma das imagens mais emblemáticas da cidade: a Ponte JK e o Lago Paranoá.

A escolha pareceu feita sob medida.

Se a principal aposta da nova série X300 está justamente na capacidade de transformar o smartphone em uma ferramenta cada vez mais sofisticada de fotografia e produção audiovisual, nada mais apropriado do que colocar os aparelhos nas mãos dos jornalistas diante de uma das paisagens mais fotografadas de Brasília.

Mais do que uma apresentação convencional de especificações técnicas, o encontro permitiu conhecer os equipamentos em uma experiência prática conduzida pela equipe regional da empresa.

Os modelos, entretanto, não estão chegando agora ao mercado. A série foi lançada nacionalmente em agosto e os smartphones já estão disponíveis para os consumidores. Markdown colado

Quando o celular começa a conversar com a câmera profissional

A estrela da linha é o JOVI X300 Ultra, aparelho pensado especialmente para quem utiliza o smartphone não apenas para comunicação, mas como ferramenta de produção de conteúdo.

Jornalistas, fotógrafos, produtores, influenciadores e criadores digitais estão justamente entre os profissionais que vêm transformando o celular em equipamento de trabalho.

E é nesse mercado que a JOVI pretende avançar.

O X300 Ultra reúne três câmeras traseiras desenvolvidas em parceria com a ZEISS: uma ultra grande-angular de 14 mm e 50 MP; uma câmera principal de 35 mm com sensor de 200 MP; e uma telefoto APO de 85 mm, também de 200 MP, equipada com estabilização Gimbal. O sistema oferece zoom óptico de 3,7 vezes e digital de até 105 vezes. Na parte frontal, são 50 MP. Markdown colado

É justamente nesse ponto que a proposta deixa de ser apenas “ter uma boa câmera no celular”.

O aparelho suporta gravações que chegam a 4K a 120 fps e 8K a 30 fps, dependendo da câmera, do modo e das configurações utilizadas. O Modo de Vídeo Pro acrescenta gravação Log de 10 bits e controles de balanço de branco, exposição e medição de luminosidade, além de compatibilidade com o padrão ACES utilizado em fluxos profissionais da indústria audiovisual. Markdown colado

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Para quem trabalha produzindo imagens, é uma mudança importante de conceito: o smartphone tenta deixar de ser apenas a câmera que está disponível no bolso para se aproximar de uma plataforma móvel de produção.

Um celular que pode ganhar “cara” de câmera

E talvez um dos elementos que mais chamem atenção visualmente seja justamente o Kit de Fotografia Profissional.

O X300 Ultra pode ser utilizado com extensores de telefoto ZEISS de 400 mm e 200 mm, além de grip para fotografia, adaptadores, capa, alça e suportes para tripé. Markdown colado

Na prática, ao receber esses acessórios, o smartphone assume uma aparência muito mais próxima do universo das câmeras fotográficas.

Para profissionais que precisam registrar entrevistas, eventos, viagens, shows e acontecimentos em movimento, a discussão deixa de ser apenas quantos megapixels possui uma câmera e passa a envolver algo mais interessante: até onde um equipamento que cabe no bolso pode substituir parte da estrutura que antes precisava ser carregada separadamente?

A resposta dependerá, evidentemente, da necessidade de cada profissional. Mas é justamente essa fronteira que fabricantes como a JOVI estão tentando empurrar.

O X300 Ultra também traz processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, 512 GB de armazenamento, 16 GB de RAM, tela LTPO AMOLED 2K com taxa variável de até 144 Hz e bateria de 6.600 mAh, segundo as especificações divulgadas pela fabricante. Markdown colado

Uma opção menor para quem quer mobilidade

Ao lado do Ultra, a empresa apresentou também o JOVI X300 Fashion Edition.

A proposta é diferente: entregar parte da experiência fotográfica da família X300 em um aparelho mais compacto.

O modelo possui conjunto triplo de câmeras ZEISS de 50 MP, tela de 6,31 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz. São 256 GB de armazenamento e 12 GB de RAM, além de bateria de 6.500 mAh e carregamento de 90 W. Markdown colado

O aparelho também grava vídeos em 4K a 60 fps e oferece recursos como Modo Palco e Fotografia Urbana. Para quem quiser ampliar as possibilidades fotográficas, há ainda um extensor ZEISS de 200 mm comercializado separadamente. Markdown colado

JOVI amplia aposta no mercado brasileiro

A chegada dos aparelhos também representa um movimento estratégico da companhia no país.

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A JOVI é a marca criada para o mercado brasileiro pela vivo Mobile Communication Co., Ltd., fabricante chinesa de smartphones que informa possuir presença comercial em mais de 60 países e regiões. Markdown colado

Para Allan Feng, CEO da JOVI, a nova linha representa uma nova etapa da empresa no Brasil.

Segundo o executivo, a intenção é transformar recursos de câmera em um ecossistema de produção audiovisual e tornar ferramentas avançadas de criação mais simples de utilizar. Markdown colado

A estratégia também inclui a ampliação do ecossistema da marca. O JOVI Buds Pro chega com cancelamento ativo de ruído de até 55 dB, áudio espacial e autonomia total declarada de até 55 horas com o estojo, nas condições de testes informadas pela fabricante. Markdown colado

Tecnologia diante de um cartão-postal

Mas, em Brasília, talvez a melhor maneira de entender a proposta da marca tenha sido justamente sair da ficha técnica.

Colocar um aparelho voltado à fotografia nas mãos de jornalistas diante do Lago Paranoá e da Ponte JK permitiu transformar números, lentes e sensores em experiência.

O local escolhido para a apresentação ajudou a contar a própria história do produto.

Entre conversas, demonstrações e testes, a paisagem brasiliense virou modelo fotográfico — e mostrou por que a disputa entre os smartphones premium passa cada vez mais pela capacidade de registrar não apenas uma imagem tecnicamente perfeita, mas o instante que merece ser guardado.

Para quem vive de comunicação, essa evolução ganha ainda outro significado.

O equipamento que telefona, recebe mensagens e acessa redes sociais é hoje o mesmo que fotografa uma pauta, grava uma entrevista, edita um vídeo e publica uma notícia.

E talvez seja justamente por isso que lançamentos como o da série X300 interessem tanto à imprensa: a tecnologia que está sendo apresentada também está mudando a maneira de fazer o nosso próprio trabalho.

Preços e disponibilidade

O Kit de Fotografia Profissional JOVI X300 Ultra tem preço sugerido de R$ 19.999, nas cores Verde Sálvia e Preto Volcano. O JOVI X300 Fashion Edition tem preço sugerido de R$ 7.999, nas cores Preto Ônix e Lilás Boreal. Os acessórios fotográficos do Fashion Edition têm preço sugerido de R$ 1.499 e o JOVI Buds Pro, R$ 599. Preços, cores e disponibilidade podem variar conforme canal e estoque.

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