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Conitec abre consultas públicas para novos protocolos de tratamento oncológico no SUS

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A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), órgão de assessoramento do Ministério da Saúde, abriu consultas públicas para receber contribuições sobre 12 Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) voltados à assistência oncológica no Sistema Único de Saúde (SUS). As propostas abrangem diferentes tipos de câncer e buscam qualificar o acesso dos pacientes aos tratamentos incorporados na saúde pública.

Estão em consulta pública os PCDTs de carcinoma diferenciado da tireoide, câncer de mama, adenocarcinoma de próstata, adenocarcinoma de estômago, neoplasia maligna epitelial de ovário, mieloma múltiplo, câncer epidermoide de cabeça e pescoço, carcinoma de esôfago, linfoma de Hodgkin, carcinoma renal de células claras, linfoma folicular e melanoma cutâneo. Mais informações podem ser acessadas no site da Comissão.

As contribuições podem ser enviadas até 8 de setembro de 2026. Os protocolos, relatórios preliminares e formulários para participação estão disponíveis na página de Consultas Públicas da Conitec.

Os PCDTs são documentos que estabelecem critérios para diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos pacientes no SUS, a partir das melhores evidências científicas disponíveis. A atualização dos protocolos oncológicos permite incorporar às orientações clínicas as mudanças ocorridas na assistência, inclusive novos tratamentos e tecnologias incorporados ao SUS após a avaliação pela Conitec.

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Priscila Leite
Ministério da Saúde 

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Brasil completa 10 anos sem raiva humana transmitida por cães e reforça vacinação antirrábica na fronteira

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O Brasil completa, em 2026, dez anos sem registrar casos de raiva humana transmitida pelas variantes de cães (AgV1 e AgV2). Para reforçar a prevenção e o controle da doença, especialmente nas áreas de fronteira, o Ministério da Saúde realiza neste sábado (22) a abertura simultânea da Campanha de Vacinação Antirrábica Canina e Felina na Fronteira, com mobilizações no Acre, em Rondônia, no Mato Grosso do Sul e na Bolívia, reunindo representantes do Brasil, da Bolívia e do Peru.

Para apoiar a campanha, o Ministério da Saúde disponibilizou vacinas antirrábicas para cães e gatos e materiais para as ações de vacinação nos três municípios brasileiros, além de apoiar atividades na Bolívia e no Peru. Foram fornecidos equipamentos como caixas térmicas, termômetros, cambões, cordas e focinheiras, utilizados para garantir a conservação adequada das vacinas e a segurança dos profissionais e dos animais.

“Essa ação fortalece a vigilância integrada da raiva e a vacinação de cães e gatos em regiões de fronteira, onde a circulação de pessoas e animais entre diferentes países exige ações coordenadas de prevenção e controle”, explica o diretor do Departamento de Doenças Transmissíveis (DEDT), Francisco Edilson Ferreira.

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CIRCULAÇÃO DO VÍRUS

Apesar de o país não registrar casos de raiva humana transmitida pelas variantes caninas há uma década, o vírus continua circulando entre animais silvestres, principalmente morcegos, primatas e raposas.

O cenário reforça a importância de manter a vacinação de cães e gatos, a vigilância de animais suspeitos e, principalmente, a procura rápida por atendimento de saúde após situações de risco.

Entre 2016 e 2026, foram confirmados 37 casos de raiva humana no Brasil, todos associados a variantes silvestres. Os morcegos estiveram envolvidos em 22 casos. Também houve registros relacionados a primatas (7), felinos infectados com variante de morcego (4), raposas (2), cão infectado com variante de morcego (1) e bovino infectado com variante de morcego (1).

TRATAMENTO NO SUS

A raiva é uma doença viral grave, com alta taxa de letalidade o início dos sintomas. Em caso de mordida, arranhão ou contato de risco com a saliva de mamíferos, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde, mesmo que o ferimento pareça pequeno.

Após avaliação, o profissional de saúde indicará, quando necessário, a profilaxia antirrábica, que pode incluir vacina e soro ou imunoglobulina. Também é importante evitar o contato com morcegos e outros animais silvestres encontrados mortos ou com comportamento incomum. A profilaxia antirrábica humana é oferecida gratuitamente pelo 

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Suellen Siqueira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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