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Saúde amplia ações na Ilha do Marajó com entrega de Caps, Telessaúde e promoção da segurança alimentar

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O Ministério da Saúde integrou a comitiva interministerial que participou das atividades do Programa Cidadania Marajó, no Pará, coordenado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), entre os dias 13 e 17 de abril. A pasta realizou uma série de entregas estratégicas no arquipélago do Marajó. Entre as ações estão a instalação de uma unidade Salta-Z para garantir água potável no Hospital Municipal de Melgaço, a implantação de oito novos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), a adesão integral dos municípios ao Programa Saúde na Escola e a inclusão de toda a região no Programa Nacional Telessaúde.

“São ações estruturantes para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) nos municípios marajoaras, com foco em saúde mental, acesso à água, atenção à infância e ampliação da assistência digital em saúde. A atuação do Ministério da Saúde reflete o compromisso do governo Lula com a redução das iniquidades territoriais e a garantia do direito à saúde para todas as populações”, afirma o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda. A articulação foi liderada pela Secretaria Executiva da pasta.

O Programa Cidadania Marajó envolve diversos ministérios em ações voltadas à promoção da cidadania, garantia de direitos sociais e enfrentamento das vulnerabilidades históricas que marcam o arquipélago do Marajó – uma das regiões mais desafiadoras do país do ponto de vista socioeconômico e sanitário.

  • Implantação de oito novos Caps
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O arquipélago será contemplado com oito novos Caps, fortalecendo a rede de cuidado em saúde mental. A medida amplia o acesso à atenção psicossocial em territórios isolados, com forte presença de comunidades tradicionais e ribeirinhas;

  • 100% dos municípios do Marajó no Programa Saúde na Escola

Pela primeira vez, todos os municípios do arquipélago aderiram ao Programa Saúde na Escola, promovendo ações de prevenção, promoção e cuidado em saúde em 724 escolas;

  • 100% dos municípios do Arquipélago estão contemplados com o Telessaúde

Todos os municípios do Marajó passarão a integrar o Programa Nacional Telessaúde, ampliando o acesso à assistência especializada, à educação permanente de profissionais e ao suporte remoto à rede de atenção;

  • 100% dos municípios com recursos para promoção da segurança alimentar

Todos os 17 municípios do Marajó receberam recursos do Ministério da Saúde para a execução ações de promoção da segurança alimentar e nutricional. Com isso, a região vai fortalecer o acesso a alimentos de qualidade, com respeito a cultura alimentar local;

  • Mais acesso à saúde reprodutiva

Com foco na ampliação da atenção à saúde da mulher, a pasta realizou a capacitação de enfermeiras do SUS para a oferta do Dispositivo Intrauterino (DIU). É uma ação que amplia o cuidado integral à saúde sexual e reprodutiva e o acesso a métodos contraceptivos;

  • Acesso à água segura para uso hospitalar
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A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) realizou a entrega de uma nova unidade Salta-Z no Hospital Municipal de Melgaço. O equipamento garante acesso à água potável para o consumo humano e procedimentos hospitalares básicos, contribuindo para a segurança sanitária e o controle de doenças;

  • 5ª Reunião do Fórum Permanente do Marajó

A 5ª Reunião do Fórum Permanente do Marajó foi um dos marcos da missão e contou com a presença de representantes do Ministério da Saúde, da Secretaria de Saúde do Estado do Pará, gestores municipais e sociedade civil. Também participaram Ministério da Educação, Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, além do MDHC.

O Ministério da Saúde foi representado por integrantes da assessoria de Equidade da Secretaria Executiva, das Secretarias de Informação e Saúde Digital (Seidigi); Atenção Especializada à Saúde (Saes); Atenção Primária à Saúde (Saps); Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) e da Funasa.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Ministério da Saúde abre inscrições para observatório de boas práticas de equidade no SUS

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Uma iniciativa dedicada à troca de experiências dos profissionais de saúde, com foco em fortalecer a equidade na atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS): esse é objetivo do Observatório de Boas Práticas de Equidade, lançado pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (1º). As inscrições para a divulgação das iniciativas de já estão abertas e seguem até 20 de maio.

O observatório possibilitará a análise e a divulgação de projetos de gestão do cuidado já realizados em diferentes localidades. A ideia é que as trabalhadoras e os trabalhadores compartilhem seus conhecimentos produzidos na prática profissional do dia a dia e, assim, contribuam para a melhoria do atendimento e da organização dos serviços.

Para a secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas, esse espaço valoriza as iniciativas dos profissionais e incentiva o compartilhamento de saberes. “O observatório vai revelar as inovações da atenção primária que acontecem no cotidiano dos serviços. O papel do Ministério da Saúde é justamente dar visibilidade a essas experiências e criar condições para que elas ganhem escala, contribuindo para um SUS mais resolutivo e equitativo”, detalha.

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As experiências selecionadas terão seus relatos disponibilizados no site “APS nos territórios”, além de compor uma publicação institucional do Ministério da Saúde.

Eixos temáticos

As iniciativas inscritas, além de apresentarem soluções relevantes para o SUS, deverão estar obrigatoriamente vinculadas a um dos três eixos temáticos seguintes: equidade e acesso; cuidado integral e saúde mental; e participação social.

O primeiro abarcará ações e estratégias para diminuir desigualdades em saúde e superar barreiras geográficas, institucionais e sociais no acesso da população ao cuidado. Já o segundo terá ações intersetoriais de cuidado e acolhimento e de atenção em saúde mental com ênfase para populações em situação de vulnerabilidade. O terceiro reunirá iniciativas de fortalecimento do vínculo entre os serviços de saúde e o território.

Quem pode se inscrever   

Todos os profissionais de saúde da atenção primária que trabalham em espaços de saúde cadastrados e ativos no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (Cnes) poderão participar. As propostas, que devem ser inovadoras e originais, precisam estar adequadas às diretrizes do SUS.

Confira os profissionais que atuam em equipes e serviços da atenção primária à saúde que podem participar:

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*Nos casos de experiências realizadas nos CEO, LRPD e Sesb, as inscrições devem ser realizadas por pelo menos um dos profissionais que atuam nesses estabelecimentos. 

Acesse a página de inscrição do Observatório de Boas Práticas de Equidade na APS

Acesse também o passo a passo para a inscrição.

Acesse o cronograma completo, critérios de análise e outros detalhes nas orientações.

Agnez Pietsch
Ministério da Saúde 

Fonte: Ministério da Saúde

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