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Ministra Luciana Santos inaugura Laboratório Maker em Salvador

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Na manhã desta terça-feira, 20 de maio, o Laboratório Maker do programa Mais Ciência na Escola foi inaugurado no Centro Estadual de Educação, Inovação e Formação da Bahia (Ceeinfor) Mãe Stella, no bairro do Cabula, em Salvador. O evento contou com a presença da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos, e do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.

A iniciativa, liderada pelo MCTI, prevê a implantação de 180 laboratórios maker em escolas da rede estadual, equipados com impressoras 3D, kits de robótica, notebooks, tablets e outros recursos tecnológicos, com o objetivo de estimular o letramento digital, a criatividade e o protagonismo estudantil.

Durante a cerimônia, a ministra Luciana Santos destacou o potencial transformador dos espaços. “Eu não tenho dúvida de que essa diversidade que o laboratório oferece, desde o robô, a impressora, a possibilidade de aprender programação de forma prática, por meio de jogos e experiências concretas, é transformadora. Nós estamos aqui para oferecer uma educação de ainda mais qualidade no Brasil. O grande desafio que enfrentamos é justamente o de fazer com que a nossa educação se destaque e faça a diferença”.

A ministra ainda reforçou o caráter inclusivo da ciência ao dizer que a ciência não é apenas para alguns poucos privilegiados, mas que ela é para todo mundo.  

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“Não importa se você estuda em Salvador, em um território quilombola, em uma escola do campo ou em qualquer outro lugar do nosso Brasil. Um país é verdadeiramente forte e independente quando investe em conhecimento, quando valoriza a sua ciência e a sua tecnologia”, disse.

O governador Jerônimo Rodrigues, anfitrião do evento, valorizou o momento como um marco para a democratização do acesso ao conhecimento. Segundo ele, é uma honra receber a Caravana dos 40 anos do MCTI.

“Um ministério que tem a missão de preservar a nossa história, mas que também carrega a responsabilidade de nos conduzir ao novo. Quando um jovem tem um equipamento na mão, seja um computador, seja um kit de robótica, aquilo vira quase mágica. Porque é isso que a ciência é: algo que encanta, que desperta curiosidade, que transforma”, enfatizou.

Para Emilly Janine Ferreira, aluna do 3º ano do ensino médio da escola Mãe Stella, o projeto representa uma nova porta para o futuro. “Falar sobre esse projeto e tudo o que ele representa é muito significativo. Uma das coisas que mais me chama a atenção é como esse projeto promove diversidade e inclusão. Com esse conhecimento, poderemos criar soluções reais, como protótipos inclusivos, por exemplo, próteses para pessoas com deficiência física”.

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Já o professor de tecnologia e inovação Alex Ferreira fez questão de ressaltar o compromisso com o uso efetivo do novo espaço. “Esse laboratório que estamos inaugurando não é só mais um. Ele representa um passo concreto para revolucionar a educação no nosso estado. Aqui, nós criamos oportunidades reais para nossos alunos. Essa é a Bahia que investe, que acredita e que está construindo uma nova educação”.

Mais Ciência na Escola

O programa Mais Ciência na Escola, criado por decreto presidencial, integra a estratégia nacional de fortalecimento do ensino público por meio da inovação, da ciência e da tecnologia. Além da Bahia, outros estados brasileiros também serão contemplados com ações semelhantes nos próximos meses.

Na Bahia, o Mais Ciência na Escola vai atender 180 escolas e beneficiar diretamente 1.800 estudantes e 180 professores em mais de 100 municípios. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai investir R$ 18 milhões, em duas etapas, e o Governo da Bahia, mais R$ 3 milhões no programa.

A expectativa é que os laboratórios não apenas ampliem o acesso a novas ferramentas tecnológicas, mas também se tornem ambientes de experimentação e descoberta, impulsionando o interesse dos jovens por carreiras científicas e tecnológicas.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Mais Ciência na Escola em Pernambuco ganha reforço e dobra número de escolas atendidas

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O programa Mais Ciência na Escola em Pernambuco vai receber um reforço financeiro de R$ 7,5 milhões para ampliar as atividades. Com o recurso, o alcance dobra: mais 75 escolas serão atendidas e 750 estudantes impactados, em 23 municípios. Agora, com o investimento total de R$ 15 milhões, o programa vai envolver 150 escolas e 1,5 mil alunos. Nesta nova etapa no estado, a iniciativa é desenvolvida em parceria com a Universidade de Pernambuco (UPE) e faz parte da Rede Mais Ciência na Escola — UPE na Escola, as Mãos na Ciência. 

“Quando esse projeto chega às escolas, ele não leva apenas equipamentos, mas possibilidades: a chance de uma menina se enxergar como cientista e a oportunidade de um jovem descobrir que pode transformar a sua realidade por meio do conhecimento. Com o programa, os estudantes passam a entender que o conhecimento também pertence a ele”, disse a titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos, durante a cerimônia de lançamento da nova etapa do programa em Pernambuco, nesta quinta-feira (30). 

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Para a coordenadora da rede, Luciana Coutinho, quando a ciência, a tecnologia e a criatividade encontram a educação pública, a escola passa a fazer mais sentido. “Hoje não é apenas o lançamento de um projeto, mas o encontro entre a escola e o mundo. Entre o que somos hoje e o que podemos nos tornar. Quando falamos das escolas que fazem parte dessa iniciativa, não estamos falando de números, mas de pessoas, de histórias, de territórios”, afirmou. 

O programa agora chegará aos municípios Buenos Aires, Carpina, Nazaré da Mata, Paudalho, Recife, Paulista, Camaragibe, Águas Belas, Canhotinho, Inajá, Lajedo, Garanhuns, Altinho, Arcoverde, Bonito, Capoeiras, Chã de Alegria, Gameleira, Ibimirim, Moreno, Pesqueira, Poção e Sanharó 

Segundo a ministra, o programa é uma escolha política, uma prioridade e um compromisso com o País. “A ciência não é feita por máquinas, mas por gente. Ela é feita por estudantes curiosos e professores comprometidos, por comunidades que resistem e reinventam suas formas de existir. Quando a ciência dialoga com a realidade local, ela deixa de ser abstrata e passa a ser ferramenta de transformação social. A ciência precisa estar onde o povo está”, afirmou a ministra. 

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Em 2025, o MCTI já havia lançado a primeira etapa do programa no Sertão, em parceria com o Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE). No primeiro momento, foram 75 escolas atendidas e 750 alunos beneficiados com o programa em quatro regiões de desenvolvimento do estado. 

A coordenadora regional da iniciativa e professora de química da UPE, Lidiane Lima, comemora a nova etapa. “O projeto vai não somente impactar a vida desses estudantes, como vai movimentar todo o ecossistema de Pernambuco, trazendo mais ciência, tecnologia e inovação”, disse. 

Lançado em 2024, o programa tem o objetivo de promover o letramento digital e a educação científica com a implementação de laboratórios Mão na Massa, espaços montados dentro das escolas públicas em que os estudantes colocam em prática ideias e criações inovadoras. A iniciativa ainda oferece formação de professores e bolsas para educadores e alunos. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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