BRASÍLIA

BRASIL

MEC inaugura setores do hospital universitário e prédios da UFMA

Publicado em

Camilo Santana entregará novos setores do Hospital Universitário, além de prédios da Biblioteca Central, do curso de enfermagem e do Campus de Balsas da Universidade.

 

O Ministro de Estado da Educação, Camilo Santana, vai inaugurar dois novos setores do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (HU-UFMA) na próxima segunda-feira, 27 de novembro, às 14h30, em São Luís (MA). Na ocasião, ele vai visitar a Unidade Presidente Dutra (Enfermarias, UTI Cardio, Hemodinâmica e Radiologia) e a Unidade Materno Infantil (UTI Neonatal). O Ministro também visitará o Prédio Acadêmico da Enfermagem.

 

Às 16h30, no Centro de Convenções da Universidade, Camilo Santana participará de cerimônia de inauguração do prédio da Biblioteca Central, do Prédio Acadêmico da Enfermagem e do Campus de Balsas da UFMA. Na ocasião, também ocorrerá a posse do novo reitor da UFMA, Fernando Carvalho. Ao lado do governador, também fará a entrega do cartão de transporte universitário a estudantes e assinará repasses do Programa Escola de Tempo Integral.

Leia Também:  Ajuda federal a emergências humanitárias supera R$ 300 milhões e chega a 1.500 municípios

 

SERVIÇO:

Visita ao Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (HU-UFMA)

Data: segunda-feira, 27 de novembro

Horário: às 14h30 (horário de Brasília)

Local: HU-UFMA

Endereço: Rua Barão Itapary, 227, São Luís (MA)

 

Cerimônia de inauguração de obras na Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e posse do novo reitor

Data: segunda-feira, 27 de novembro

Horário: às 16h30 (horário de Brasília)

Local: Centro de Convenções da UFMA

Endereço: Avenida dos Portugueses, 1966, Bacanga, São Luís (MA)

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

BRASIL

Nova jornada de trabalho avança no Congresso e acende alerta no setor de serviços

Published

on

By

Febrac aponta riscos de aumento de custos, pressão sobre empregos e impacto na oferta de serviços essenciais 

A decisão da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados de admitir a proposta de emenda à Constituição (PECs) que altera a jornada de trabalho no país trouxe novo fôlego ao debate sobre o fim da escala 6×1, modelo em que se trabalha seis dias para um de descanso. A proposta segue agora para análise em comissão especial antes de ser votada em Plenário.

A medida, embora vista por parte da sociedade como um avanço nas relações de trabalho, gera apreensão em setores intensivos em mão de obra, como o de serviços. A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) avalia que mudanças dessa natureza exigem planejamento cuidadoso para evitar efeitos colaterais na economia e no mercado de trabalho.

Responsável por uma parcela significativa da geração de empregos formais no Brasil, o setor de serviços mantém operações contínuas em áreas como limpeza, conservação, facilities e apoio administrativo. Dados recentes do Novo Caged mostram que, entre janeiro e julho de 2025, o segmento criou mais de 80 mil vagas com carteira assinada, evidenciando seu papel estratégico.

Leia Também:  BYD Vitória Motors promove “Dia do motorista de aplicativo” para apresentar novas tecnologias

Na avaliação da entidade, a redução da jornada sem ajuste proporcional de salários tende a elevar os custos operacionais. Em atividades que não podem ser interrompidas como hospitais, escolas, aeroportos e edifícios públicos, a alternativa seria ampliar equipes para cobrir a nova carga horária, o que pressionaria contratos e orçamentos. Em alguns casos, o aumento pode ultrapassar dois dígitos.

O presidente da Febrac, Edmilson Pereira, afirma que o tema precisa ser tratado com equilíbrio. “É uma discussão legítima, mas não pode ser conduzida de forma apressada. Sem um período de adaptação e sem instrumentos que compensem o aumento de custos, como a redução de encargos, o risco é gerar efeitos contrários ao desejado, incluindo a diminuição de postos formais”, avalia.

Outro ponto levantado pela Febrac diz respeito ao ambiente tributário brasileiro, que já impõe elevada carga sobre a folha de pagamento. Nesse contexto, qualquer mudança que aumente o custo da mão de obra tende a ser repassada, direta ou indiretamente, para a economia, seja por meio de reajustes de contratos, seja pela redução da capacidade de contratação das empresas.

A entidade defende que eventuais alterações na legislação trabalhista sejam implementadas de forma gradual, com previsibilidade e participação do poder público na construção de soluções. O objetivo, segundo a Febrac, deve ser conciliar avanços nas condições de trabalho com a sustentabilidade das empresas e a preservação dos empregos.

Leia Também:  Banco do Brasil paga R$ 15 mil para idosa por não acatar decisão transitada há 2 anos

Com a tramitação das propostas em andamento, o tema deve ganhar protagonismo no Congresso e ampliar o debate entre governo, setor produtivo e representantes dos trabalhadores nos próximos meses.

Sobre a Febrac – A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) foi criada para representar os interesses dos setores de serviços de Asseio e Conservação. Hoje, representa 12 setores ligados à terceirização de mão de obra especializada.

Com sede em Brasília, a federação agrega sindicatos nas 27 unidades federativas do país e ocupa cargos na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), nos Conselhos Nacionais do SESC e do SENAC, na Central Brasileira de Apoio ao Setor de Serviços (CEBRASSE) e na Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis e na World Federation of Building Service Contractors (WFBSC). A Febrac tem como objetivo cuidar, organizar, defender e zelar pela organização das atividades por ela representadas.

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

politica

DISTRITO FEDERAL

BRASIL E MUNDO

ECONOMIA

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI