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ORNARE Semijoias: A Ascensão do Luxo Acessível e a Trajetória de Priscila Macedo

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Para a empresária Priscila Macedo, de 45 anos, a beleza feminina nunca foi algo que se pudesse comprar apenas em uma vitrine. Ela sempre acreditou que a verdadeira estética nasce da autoconfiança e que os acessórios são ferramentas de expressão dessa força interior. Foi com essa visão clara que, em 2009, ela deu os primeiros passos com a ORNARE, uma marca que nasceu para provar que a sofisticação da alta joalheria deveria caminhar ao lado da acessibilidade.

O início foi marcado pelo afeto: Priscila conquistou seu espaço através da venda direta para amigas, familiares e uma rede de revendedoras que acreditavam no seu olhar. Mas o espírito visionário de Priscila foi além: em 2009, ela inovou ao desbravar o mercado online via Facebook, quando a plataforma ainda nem era vista como ferramenta de vendas. Essa antecipação digital foi o primeiro grande diferencial de uma marca que nunca teve medo de ser pioneira.

A trajetória de crescimento exigiu resiliência e muito investimento, mas os frutos vieram com a expansão estratégica. Ao fincar bandeira nos Jardins, a ORNARE ganhou uma nova dimensão de notoriedade, consolidando-se como a maior loja de joias e semijoias de São Paulo. O ápice dessa maturidade foi a inauguração de sua flagship, um marco que abriu caminho para as demais lojas da rede.

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A presença da marca também se expandiu para além das vitrines fixas. Ao participar ativamente de festivais, bazares e eventos esportivos, a ORNARE se conectou com diferentes estilos de vida, tornando-se onipresente no cotidiano da mulher moderna.

O grande diferencial da marca reside no DNA de exigência, qualidade e modernidade. A curadoria é aplicada de forma extremamente rígida e eficiente pela própria Priscila: não há espaço para produtos que não atendam às suas altas expectativas. Cada peça deve refletir o equilíbrio entre a tendência global e o design perene, garantindo que a cliente ORNARE esteja sempre à frente.

Atualmente, a ORNARE é um ecossistema completo de moda. A marca chega às suas clientes por múltiplos canais: pelo olhar atento de suas consultoras em todo o Brasil, pelo ambiente sofisticado de suas lojas físicas ou pela agilidade de um e-commerce.

Em reconhecimento à sua atuação, Priscila foi homenageada na Câmara Municipal de São Paulo com o Prêmio Elas, na categoria Liderança Empresarial. A premiação é uma iniciativa da vereadora Edir Sales, em parceria com Andreza Cândido e Eleny Morais, com apoio de Geórgia Sales e curadoria de Dell Gurgel, reunindo nomes que fazem a diferença em suas áreas de atuação.

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Por trás de todo esse império, está a essência de Priscila. “Acredito profundamente na força do trabalho, na persistência e na disciplina. Mas, acima de tudo, honro o talento que Deus me deu”, reflete a empresária. “Minha trajetória é movida pela fé, pela força do trabalho em equipe e pela esperança inabalável de uma mulher que sabe que dias melhores sempre virão.”

Com quase duas décadas de história, a ORNARE segue firme em seu propósito: adornar trajetórias femininas com a elegância de quem entende que o verdadeiro luxo é a união entre talento, propósito e autenticidade.

Conecte-se com a ORNARE:
Site: www.ornarejoias.com.br
Instagram: @ornaresemijoias
Contato: [email protected]

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Direto De PE

Wogue estreia com “A vida vai pra cima” e transforma pop urbano em manifesto sobre liberdade e felicidade

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Cantora, compositora e produtora carioca apresenta seu primeiro single oficial, unindo pop, rap melódico e uma identidade totalmente autoral em um lançamento que defende a felicidade como um ato de resistência.

A cantora, compositora e produtora Wogue faz sua estreia oficial no mercado fonográfico com o single “A vida vai pra cima”, lançado em 3 de julho pela OffStep. Com uma sonoridade que transita entre o pop, o rap melódico e a música eletrônica, a artista carioca apresenta um trabalho inteiramente autoral, no qual assina composição, produção musical, conceito visual, direção de estilo e edição do videoclipe. O lançamento marca o início de uma nova fase de sua carreira e apresenta ao público uma artista que transforma experiências pessoais em narrativas contemporâneas sobre liberdade, amadurecimento e auto aceitação.

Em um cenário cada vez mais dominado por fórmulas prontas, Wogue aposta no caminho inverso. “A vida vai pra cima” nasce de um processo criativo independente, construído sem abrir mão da identidade artística. A faixa ganha ainda mais força com a parceria de Rodrigo Auad, músico e produtor reconhecido por seus trabalhos no circuito alternativo, que divide a produção musical e ajuda a transformar a composição em um encontro equilibrado entre densidade emocional e apelo pop.

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O resultado é uma música que foge das classificações fáceis. A base mistura grooves marcantes, sintetizadores modernos e batidas inspiradas no rap melódico, enquanto Wogue alterna versos falados com refrões expansivos, criando uma dinâmica que aproxima a introspecção da energia das pistas.

Liricamente, a canção parte de uma reflexão simples, mas poderosa: escolher ser feliz também pode ser um gesto de coragem. Em vez de romantizar a tristeza, a artista propõe um olhar voltado para o autoconhecimento e para a construção diária da autoestima.

“A felicidade virou uma espécie de escolha diária, um exercício de resistência. Trata-se de entender que, a partir de uma autoconsciência positiva, a gente encontra a liberdade de ser quem realmente é. Aí as coisas começam a acontecer e a vida vai pra cima”, explica Wogue.

Essa proposta também se reflete no videoclipe oficial. Gravado no Parque Municipal de Itaipava, na região serrana do Rio de Janeiro, o vídeo utiliza grafites, natureza e espaços urbanos para construir uma narrativa visual sobre movimento e liberdade. O projeto levou cerca de três anos entre as primeiras gravações e a edição final, realizada pela própria artista.

Entre os momentos centrais do clipe está a presença dos patins, elemento que faz parte da trajetória pessoal de Wogue e simboliza o equilíbrio encontrado durante seu processo de amadurecimento. A direção de fotografia de Luiz Eduardo reforça esse contraste entre velocidade, leveza e contemplação, dialogando diretamente com a mensagem da música.

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Sobre Wogue

Nome artístico de Wograine, Wogue construiu sua formação artística transitando entre música, teatro e literatura. Mestre em Estudos da Linguagem pela PUC-Rio e formada em Letras, iniciou sua trajetória musical ainda na infância, cantando em corais e estudando música religiosa. Mais tarde, passou pelo teatro, participando de montagens como Lua de Cristal, Fotonovela – O Musical e MPB (Meretrício, Penúria e Boemia).

Em 2020, ganhou projeção ao publicar interpretações nas redes sociais e no YouTube, chegando a ser compartilhada por Xuxa Meneghel após sua versão de “Lua de Cristal”. Desde 2023, também integra a banda ANIMETRONIKS, voltada ao universo geek e dos animes, acumulando apresentações em eventos como JEDICON, Geek Town Downtown e SESC Jundiaí.

Agora, com “A vida vai pra cima”, Wogue inicia oficialmente sua carreira autoral apresentando o primeiro capítulo de um projeto composto por seis músicas inéditas, consolidando uma identidade artística que une sensibilidade, independência criativa e sonoridade contemporânea.

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