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Educação

Brasília entra no top 20 de qualidade de vida no Brasil: por que isso impacta diretamente a saúde mental da população? 

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Fonte: Freepik

Psicóloga aponta que acesso à saúde, segurança e educação contribui diretamente para o bem-estar emocional dos moradores

Brasília entra no grupo das 20 cidades brasileiras com melhor qualidade de vida, segundo o ranking do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado pelo Instituto Imazon em maio. O levantamento, coordenado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) em parceria com organizações nacionais e internacionais, avaliou os 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais, como acesso à saúde, educação, segurança, saneamento, moradia, inclusão social e qualidade ambiental.

Diferente de estudos que consideram fatores econômicos, como Produto Interno Bruto (PIB) ou renda, o IPS mede a capacidade das cidades em garantir qualidade de vida e desenvolvimento social à população.

No ranking nacional, Brasília aparece atrás de municípios paulistas como Gavião Peixoto, Jundiaí, Osvaldo Cruz e Pompéia, além de Curitiba (PR). Na outra ponta, Uiramutã (RR), Jacareacanga (PA) e Amajari (RR) registraram os piores desempenhos do país.

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Qualidade de vida e saúde mental caminham juntas

Para Luciene Alves, coordenadora do curso de psicologia na Faculdade Anhanguera, a presença de Brasília entre as cidades mais bem avaliadas do país reflete diretamente no bem-estar emocional da população. Segundo a especialista, fatores como acesso à saúde, segurança, oportunidades educacionais e qualidade ambiental exercem influência direta sobre a saúde mental coletiva.

“Quando uma cidade oferece melhores condições de vida, as pessoas tendem a experimentar menos estresse crônico e maior sensação de pertencimento e segurança. Isso impacta diretamente indicadores de ansiedade, depressão e qualidade das relações sociais”, explica.

Luciene ressalta que ambientes urbanos mais organizados e com maior acesso a serviços públicos também favorecem a construção de vínculos sociais saudáveis e o desenvolvimento emocional. “A saúde mental não depende apenas de fatores individuais. Ela é profundamente influenciada pelas condições sociais, econômicas e ambientais em que a população vive”, afirma.

A coordenadora destaca ainda que cidades bem avaliadas em índices de progresso social costumam oferecer mais espaços de convivência, lazer e acesso à informação, fatores que ajudam na prevenção do adoecimento emocional. “Quando a população consegue acessar educação, cultura, saúde e segurança de forma mais equilibrada, existe uma melhora significativa na percepção de qualidade de vida e na estabilidade emocional”, conclui.

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Sobre a Anhanguera – Fundada em 1994, a Anhanguera oferece para jovens e adultos uma infraestrutura moderna, ensino de excelência e um portfólio diversificado com mais de 47 cursos de graduação presenciais, 43 semipresenciais e 96 na modalidade a distância, além de pós-graduações, cursos livres, profissionalizantes, técnicos, EJA e preparatórios, com destaque para o Intensivo da OAB. Pertencente à Cogna Educação, o mais diversificado e maior grupo educacional do país, a marca está presente em mais de 106 unidades e 1.698 polos em todos os estados brasileiros, atendendo a milhares de alunos por meio de professores especialistas, mestres e doutores. Com o conceito lifelong centric, centrado na aprendizagem em todas as fases do aluno, 91% das instituições possuem notas 4 ou 5 no MEC. Para mais informações das soluções educacionais, acesse o site e o blog.

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EDUCAÇÃO

100 dias para o Enem: o que muda na rotina de estudos a partir de agora?

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Especialista do Bernoulli Educação explica como reorganizar a preparação na reta final; plataforma gratuita reúne aulas e materiais de apoio para estudantes de todo o país

 

A preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 entrou em uma fase decisiva. Faltando 100 dias para a aplicação das provas, marcadas para 8 e 15 de novembro, este é o momento de avaliar a estratégia de estudos. A reta final pede foco na consolidação do aprendizado, na revisão de matérias e no treino das habilidades exigidas pelo exame.

Segundo Felipe Valença, diretor de unidade escolar do Bernoulli, um dos principais equívocos dos estudantes é acreditar que ainda é preciso aprender todo o conteúdo do edital. “Os últimos 100 dias não são uma corrida para estudar tudo o que ainda não foi visto. Essa etapa exige estratégia. O estudante precisa identificar quais conteúdos já domina, reforçar os pontos em que apresenta mais dificuldade e investir em revisões e simulados. É essa mudança de postura que faz diferença na reta final”, afirma.

 

Reta final pede organização e estratégia

Se, ao longo do ano, o foco costuma estar na aprendizagem do conteúdo programático, agora o objetivo passa a ser consolidar conhecimentos e ganhar segurança para o dia da prova. Revisar os assuntos já estudados, identificar dúvidas recorrentes e resolver questões de edições anteriores são práticas que contribuem para um aprendizado mais consistente.

A organização também ganha ainda mais importância nessa etapa. Para manter uma rotina mais produtiva, é recomendado que o estudante estabeleça prioridades, distribua os estudos ao longo da semana e acompanhe a própria evolução. “A reta final é o momento de desenvolver estratégia de prova. Fazer simulados, analisar os erros e treinar o gerenciamento do tempo permite que o estudante chegue mais preparado e confiante para o exame”, destaca o diretor.

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Atitudes a serem evitadas

Na estruturação da estratégia para a reta final, não estão incluídos comportamentos que pressionam mais do que ajudam, como abrir mão do descanso para aumentar o tempo de estudo. “Quantidade nem sempre significa qualidade. Um planejamento equilibrado costuma trazer resultados melhores do que uma rotina excessivamente intensa, que gera cansaço e dificulta a retenção do conteúdo”, explica Valença.

Também não se deve deixar para intensificar a escrita só nas vésperas do exame. O especialista reforça que a redação está entre as prioridades, assim como o acompanhamento de temas da atualidade e a realização de simulados. Outro cuidado que se deve ter é não deixar de revisar os conteúdos, a fim de evitar prejudicar o desempenho por falta de treino ou esquecimento, já que no Enem é extremamente importante acertar as questões de nível fácil e médio devido à Teoria de Resposta ao Item (TRI), lembra o diretor do Bernoulli. Portanto, nada de simplesmente abandonar as disciplinas que já domina.

 

Equilíbrio continua essencial

Ao longo de toda a preparação, o equilíbrio é fundamental para que o estudante permaneça bem emocionalmente e com disposição para prosseguir com o planejamento. Assim, hábitos importantes como garantir as horas adequadas de sono, fazer pausas entre os estudos e reservar momentos de descanso continuam primordiais na reta final, pois contribuem para a concentração, a fixação do aprendizado e o bem-estar, reduzindo o desgaste que pode surgir com a proximidade do exame.

Nesse momento, é importante também evitar comparações com a rotina e o desempenho de outros colegas, ressalta o diretor. “Cada estudante tem seu próprio ritmo de aprendizagem e a sua rotina possível. Por isso, o que vale mesmo é acompanhar a própria evolução, perceber os seus progressos e fazer ajustes sempre que necessário. Cada trajetória é única”, lembra.

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Central Enem reúne conteúdos gratuitos para apoiar os estudantes

Para auxiliar quem vai prestar o exame, o Bernoulli Educação disponibiliza gratuitamente a Central Enem, plataforma que reúne aulas, conteúdos, notícias e ferramentas em um só lugar. O ambiente acompanha os estudantes em diferentes momentos da preparação e também no período pós-prova, oferecendo materiais de apoio para quem busca mais segurança ao longo da jornada.

Ainda dá tempo de fortalecer a preparação até o Enem. Com constância, organização e equilíbrio, os próximos 100 dias têm tudo para se tornarem um período produtivo para chegar bem, confiante e pronto para o exame.

 

Sobre o Bernoulli

O Bernoulli Educação acredita que, se o olho brilha, muda tudo. Com o propósito de formar melhores pessoas para o mundo por meio de uma educação inspiradora, a instituição atua desde 2000 e é uma das mais reconhecidas do país. Conquistou por 11 vezes* o primeiro lugar nacional do Enem entre as escolas com mais de 100 alunos e é, por nove anos consecutivos, o primeiro lugar da Bahia. Atua por meio dos Colégios e Pré-Vestibulares em Minas Gerais e na Bahia, e do Sistema de Ensino, que desenvolve soluções didáticas utilizadas por mais de mil escolas em todo o Brasil e no Japão. Parceiro do Ismart desde 2018, entidade sem fins lucrativos que apoia jovens talentos de baixa renda, o Bernoulli reforça seu compromisso social de transformar histórias por meio da educação.

*Consideradas as médias das provas objetivas de escolas com mais de 100 alunos, segundo dados do Inep 2010-2025.

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