BRASÍLIA

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Circo Teatro Udi Grudi comemora 40 anos no Eixo Cultural Ibero-americano

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Apresentações do ConSerto Excêntrico, com a OSTNCS, Coral Uma Sinfonia Diferente e convidados, nos dias 15 e 16/5
Parque DiverSom, de 14/5 a 17/05

O Circo Teatro Udi Grudi celebra seus 40 anos de existência, trajetória marcada pela inventividade e criação de linguagem própria. E para comemorar essas quatro décadas com o público brasiliense, resgata parte importante dessa história – com uma pitada de novidade, claro – com a apresentação do espetáculo show ConSerto Excêntrico, com sessões gratuitas nos dias 15 e 16 de maio, no Teatro Plínio Marcos, do Eixo Cultural Ibero-americano.
O espetáculo mescla concerto, performance circo-teatral e muita criatividade que salta aos olhos com as engenhocas musicais – marca do grupo. Os palhaços fundadores, Marcelo Beré, Luciano Porto e Márcio Vieira, somam-se à Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, e aos convidados especiais e parceiros do grupo, Mateus Ferrari, Janette Dornellas e Nonato Véras, para apresentações inéditas.


No programa, repertório eclético que inclui composições nacionais como O Trenzinho do Caipira (Villa Lobos) e Aquarela do Brasil (Ary Barroso), a temas internacionais como Star Wars Theme Song (John Williams) e Libertango (Astor Piazzolla). Ainda, um momento especial com o coral Uma Sinfonia Diferente, composto por jovens autistas. Para sua realização, o projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).
“Preparamos um espetáculo que é uma grande festa de celebração com o público. O desafio que propus ao grupo foi de reunir momentos vividos nessa história, mas também incluir o novo. Vamos levar para o palco repertório que inclui trechos consagrados aliados a instrumentos novos do Parque DiverSom que estão pela primeira vez em uma apresentação. Também teremos desenho digital ao vivo com projeção, assinado pelo Marcelo Beré. tudo integrado com a Orquestra Sinfônica”, conta Leo Sykes, que desde 1998 dirige o Udi Grudi, sendo O Cano, seu primeiro trabalho com a trupe e que abriu portas para outros lugares do Brasil e do exterior.
Pioneiros na proposta do ‘Novo Circo’ em Brasília, a história da companhia, fundada em 1982, funde-se com a história da Capital Federal, tendo contribuição importante para a construção da identidade sócio-cultural da cidade. É um dos mais antigos grupos de circo-teatro contemporâneo do Brasil. O grupo norteia seu trabalho pela investigação e criação de espetáculos originais. Ao longo dos anos, o grupo tem desenvolvido uma linguagem própria baseada no clown, no teatro experimental e na música.
O Udi Grudi traz em sua bagagem a vivência de um circo tradicional onde apresentavam comédias e dramas do circo-teatro, além de números como malabarismo, acrobacias, passeio-aéreo, corda indiana, show radiofônico e trapézio de vôos. Nos palcos e picadeiros, os clowns tocam e cantam, os cenários viram instrumentos, e a dramaturgia é baseada na imagem e na sonosfera.

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Os espetáculos já levaram a companhia para Alemanha, Argentina, Bélgica, Bolívia, Canadá, China, Cuba, Dinamarca, Escócia, Espanha, Estados Unidos, Irlanda, Itália, México e Suíça, além de 16 estados brasileiros.

E ainda tem DiverSom!

Presente para a criançada – e para os mais crescidos também-, o Parque DiverSom vai ocupar o gramado entre o Teatro Plínio Marcos e o estacionamento do Eixo Cultural Ibero-americano de 14/05 a 17/05, com acesso livre.
Iniciativa de Márcio Vieira e Luciano Porto, ambos integrantes do Udi Grudi, o parque foi criado em 2016, fruto de um projeto que englobava uma exposição temática sobre o som, abordando aspectos da História, da Acústica e da Música e um playground sonoro.
A grande diversão é despertar a percepção auditiva pela associação de sons e movimentos. São brinquedos tradicionais de parquinho infantil acoplados a aparatos sonoros que são acionados pelo movimento do brincante. Embora sejam brinquedos para crianças, são dimensionados para suportar o peso de adultos, permitindo que toda a família participe da folia!

A temporada do Diversom – Udi Grudi 40 anos tem patrocínio da Usiminas, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio do Instituto Usiminas.
História
A companhia Udi Grudi nasceu em Brasília em 1982, a partir da montagem da peça Circo Udi Grudi, de Jeanne Marie. Luciano Porto, Marcelo Beré e Márcio Vieira então formaram o grupo que, no ano seguinte, montou a primeira peça Gambira goiaba. No começo da trajetória pelo Distrito Federal, o grupo desenvolveu projetos culturais enquanto emergia em intensa pesquisa sobre a linguagem circense.

O grupo montou, posteriormente, o espetáculo Menina dos Olhos, sob direção de Hugo Rodas. Dentre os prêmios conquistados pelo trabalho, três prêmios APAC-DF (Melhor trilha sonora, melhor espetáculo infantil e melhor cenário) e o prêmio Concorrência Fiat de 1989. Foi a partir de 1998, que entrou em cena a diretora Leo Sykes, dirigindo os palhaços do Udi Grudi na nova peça O Cano, espetáculo que levou a trupe para fora do Distrito Federal pela primeira vez.

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O Cano fez muito sucesso em Edimburgo, o que garantiu para o Udi Grudi diversas avaliações positivas da crítica e uma infinidade de convites para outros festivais. O grupo ganhou, no Fringe Festival em Edimburgo, o Herald Angel Award. Os palhaços também já foram presenteados com a comenda da Ordem do Mérito Cultural do Distrito Federal. (Fonte – CB)

Ficha técnica – ConSerto Excêntrico
Direção, Dramaturgia e Figurino
Leo Sykes

Cenografia
Luciano Porto

Direção de Arte
Marcelo Beré

Direção Musical
Márcio Vieira

Arranjos
Marcos Cohen

Elenco
Janette Dornellas
Luciano Porto
Marcelo Beré
Márcio Vieira
Mateus Ferrari
Nonato Véras

Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro

Maestro
Claudio Cohen

Participação Especial
Coral Uma Sinfonia Diferente

Produção Executiva
Thiago de Barros

Coordenação de Produção
Artur Cavalcante

Iluminação
Marcelo Augusto

Videomapping
Jay Barros

Identidade Visual
Felipe Cavalcante
Molde.cc

Assessoria de Imprensa
Jaqueline Dias/Cíntia Rogner
Tato Comunicação

Redes Sociais
Maya Sykes

Audiodescritora Transcritora
Veryanne Couto Teles

Técnica de Transmissão
Inovar Audiovisual

Intérprete de LIBRAS
Tatiana Elizabeth

Serviço
Circo Teatro Udi Grudi 40 anos
Eixo Cultural Ibero-americano
14/05 a 17/05
Parque DiverSom aberto ao público, no gramado entre o Teatro Plínio Marcos e o estacionamento do Eixo Cultural Ibero-americano. Acesso livre
15/05
14H30 – Apresentação gratuita do espetáculo ConSerto Excêntrico para escolas e público em geral. Sessão com audiodescrição e intérprete de LIBRAS. Teatro Plínio Marcos. Ingressos via Simpla.
16/05
09H30 – Apresentação gratuita do espetáculo ConSerto Excêntrico para escolas e público em geral. Teatro Plínio Marcos. Ingressos via Simpla.
20h – Apresentação do espetáculo ConSerto Excêntrico gratuita e aberta ao público, no Teatro Plínio Marcos. Ingressos via Sympla esgotados, porém haverá fila de espera, com abertura às 19h45. A produção solicita que quem retirou seus ingressos cheguem ao teatro até esse horário limite.

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Terror “Virtuosas”, de Cíntia Domit Bittar, é o filme de encerramento do festival Mestras do Macabro, em Brasília

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Premiada produção será exibida no dia 2 de agosto, às 19h, na segunda edição do evento que dá destaque às cineastas do horror ao redor do mundo

Neste domingo (2), às 19h, o terror “Virtuosas” encerra a segunda edição do “Mestras do Macabro – As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo”, evento de Brasília que reúne obras marcantes do horror contemporâneo e dá destaque à participação feminina no cinema.

O premiado longa-metragem de Cíntia Domit Bittar, que levou o Prêmio Netflix na 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, aposta em uma trama de reviravoltas costurada por terror e humor ácido, cuja narrativa se passa em um retiro VIP para mulheres que se autodefinem como virtuosas e que estão em busca de sua melhor versão. Bruna Linzmeyer, Maria Galant, Juliana Lourenção, Sarah Motta e Brisa Marques estão no elenco principal.

Linzmeyer dá vida à Virgínia Heinzel, uma coach que tem como foco o público feminino conservador e que prega sobre os valores da mulher virtuosa do Provérbios 31 e seu papel na família e na sociedade. Um desconforto rapidamente se instala e, conforme o retiro avança, a tensão cresce na tela por meio do fascínio e inquietação do público diante das atitudes das personagens, surpreendendo-se com até onde podem chegar.

O elenco ainda conta com Nenê Borges, Fernando Bispo e participação especial de Gabriel Godoy.

A sessão no Mestras do Macabro contará com recursos de acessibilidade, sendo legenda descritiva, interpretação em Libras e audiodescrição. Recursos pelo aplicativo MLoad, disponível gratuitamente para Android e iOs.

“Virtuosas” tem produção da Novelo Filmes e distribuição da Olhar Filmes e Filmes do Estação. O projeto foi viabilizado com recursos do edital Prêmio Catarinense de Cinema, da Lei Paulo Gustavo e do FSA. A distribuição é da Olhar Filmes e Filmes do Estação.

Ficha Técnica:
“Virtuosas” (Dir. Cíntia Domit Bittar / Ficção / 86’ / Brasil / 2025)
Roteiro: Cíntia Domit Bittar e Fernanda de Capua
Elenco: Bruna Linzmeyer, Juliana Lourenção, Maria Galant, Sarah Motta, Brisa Marques
Empresa Produtora: Novelo Filmes
Produção: Ana Paula Mendes, Cíntia Domit Bittar
Coprodução: Olhar Filmes
Produção Associada: Cajamanga
Direção de Fotografia: Gabriel Rinaldi
Montagem: Cíntia Domit Bittar
Direção de Arte: Dicezar Leandro
Figurino: César Martins
Som: Daniel Becker (Som direto), Tiago Bello (Desenho de Som e Mixagem)
Música: Pedro Santiago, Daniel Becker
Distribuição: Olhar Filmes e Filmes do Estação

Sobre a Novelo Filmes – Criada em 2010, a Novelo Filmes é uma produtora audiovisual liderada por mulheres e sediada em Florianópolis, Santa Catarina. Ao longo dos anos, pela constante circulação de distintas obras autorais em festivais de cinema no Brasil e no exterior, se consolidou como uma referência no sul do país e, em especial, no estado catarinense. A Novelo Filmes trouxe prêmios inéditos para Santa Catarina, como o de Melhor Curta no Festival do Rio (“Qual Queijo Você Quer?, 2011); Melhor Curta no Festival Internacional de Cinema de Cartagena das Índias (“Baile”, 2019); Prix CCAS du court-métrage – Prix des Électriciens Gaziers no Festival CINÉLATINO – Rencontres de Toulouse (“Apenas o Que Você Precisa Saber Sobre Mim” 2018), entre outros. Dois de seus curtas já foram finalistas do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, Nonna e Baile, sendo que este ainda foi qualificado ao Oscar 2021. No primeiro semestre de 2025, a produtora exibiu a série documental “Quero ser Veg”, na TV Brasil e em agosto deste ano produziu o telefilme “Um Dia Extraordinário”, em coprodução com a Globo Filmes, que vai ao ar no início de 2026.
Seu primeiro longa-metragem de ficção, Virtuosas, estreou na Première Brasil do Festival do Rio 2025 e foi selecionado para a 49ª Mostra de SP. Para além de desenvolver e produzir filmes de ficção e documentário com sólida carreira em festivais e licenciados para canais de televisão como Canal Brasil, Canal Curta, NBC Itália, Arte 1, France TV, History Channel, entre outras, a Novelo Filmes também realiza ações formativas, a exemplo do selo “Novelo Encontros”, que já trouxe para Florianópolis diversas palestras e oficinas práticas de temas inerentes ao fazer audiovisual.

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Sobre a diretora Cíntia Domit Bittar – Cíntia Domit Bittar cresceu em Caçador, interior de Santa Catarina, e formou-se em Cinema (UNISUL, 2004-2007). Em 2011, seu primeiro filme como diretora venceu como Melhor Curta no Festival do Rio. Desde então, a cineasta tem forte presença em festivais nacionais e internacionais, com curtas de ficção e documentário. BAILE, sua ficção mais recente, foi qualificada ao Oscar 2021, ao vencer como melhor curta no 60º FICCI. Criou e dirigiu a série doc Quero Ser Veg, exibida na TV Brasil em 2025; fez roteiro e direção no longa doc Gugie, em pós-produção. Em agosto de 2024 filmou seu primeiro longa-metragem de ficção, “Virtuosas”, selecionado para a Première Brasil 2025. Em março de 2025 filmou seu segundo longa-metragem de ficção, Casarão, inédito. E recentemente filmou o telefilme Um Dia Extraordinário, atualmente em pós-produção, numa coprodução com a Globo Filmes. Atuante na política audiovisual, é Membra do Conselho Superior do Cinema / MinC (2023-2025), vice-presidente do Santacine – Sindicato da Indústria Audiovisual de Santa Catarina e integrante do + Mulheres Lideranças do Audiovisual Brasileiro. Integrou a chapa fundadora da API – Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro, onde esteve na diretoria por três mandatos (2019 – 2024).

 

Sobre a Olhar Filmes – A Olhar Filmes é uma distribuidora e produtora de obras independentes focada na diversidade do audiovisual nacional e estrangeiro. Desde a sua fundação, em 2017, na cidade de Curitiba, lançou mais de 40 obras no mercado brasileiro e tem se consolidado como uma distribuidora especializada no lançamento de filmes LGBTQIAPN+ e com causas, principalmente, títulos voltados ao público jovem. Os filmes distribuídos pela Olhar já marcaram presença em vários festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra São Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participações e 150 prêmios. Entre os títulos lançados pela Olhar, destacam-se os filmes “Meu Corpo é Político” de Alice Riff, “Nóis por Nóis” de Aly Muritiba e Jandir Santin, “Ferrugem” de Aly Muritiba, “Os Primeiros Soldados” de Rodrigo de Oliveira, “Alice Júnior” de Gil Baroni, “Meu Nome é Daniel” e “Assexybilidade” de Daniel Gonçalves, “Vento Seco” de Daniel Nolasco, “A Mesma Parte de Um Homem” de Ana Johann, “UÝRA, A Retoma da Floresta” de Juliana Curi, “Rafiki” da diretora queniana Wanuri Kahiu, “Praia Formosa” de Julia De Simone, “O Silêncio das Ostras” de Marcos Pimentel, “Apenas Coisas Boas” de Daniel Nolasco, e “Herança de Narcisa”, de Clarissa Appelt e Daniel Dias.

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Sobre a Filmes do Estação – A distribuidora do Grupo Estação, a Filmes do Estação foi fundada em 1990 e  é responsável por inúmeros lançamentos de filmes independentes, brasileiros e internacionais de sucesso de público e crítica, com mais de 300 títulos lançados e relançamento de diversas coleções de clássicos.

Em 2024, três dos seus lançamentos fizeram parte das listas de melhores do ano: o documentário francês “Orlando, Minha Biografia Política”, de Paul B. Preciado; “O Diabo na Rua no Meio do Redemunho”, de Bia Lessa; e “Malu”, de Pedro Freire, premiado por Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Atriz, Melhor Atriz Coadjuvante (Carol Duarte e Juliana Carneiro da Cunha) no Festival do Rio e com três prêmios no Grande Otelo 2025, oferecido pela Academia Brasileira de Cinema, sendo de Melhor Primeira Direção, Melhor Roteiro Original e Melhor Atriz Coadjuvante para Juliana Carneiro da Cunha.

No primeiro semestre de 2025, lançou 15 filmes internacionais, com destaque para o indiano “Sempre Garotas”, da diretora Suchi Talati, vencedor do Prêmio do Público de Melhor Filme e do Prêmio Especial do Júri de Melhor Atriz no Festival Sundance de 2024; e para o mais recente filme do renomado diretor Costa-Gavras, “Uma Bela Vida”, uma delicada e iluminadora reflexão sobre o fim da  vida,  que já ultrapassou 35.000 espectadores. Entre os clássicos, começou com “Em Busca do Ouro”, de Charlie Chaplin, e agora retoma seu projeto de coleções com a recém-lançada mostra Truffaut Por Completo, assim como o lançamento da coleção Agnès Varda ainda em 2025.

Para 2026, a Filmes do Estação prepara o lançamento de grandes títulos, como o “As Vitrines”, novo longa da diretora e roteirista Flavia Castro; “A Cronologia da Água”, primeira direção de Kristen Stewart, que estreou na Mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes; e o longa documental Palestino “Put Your Soul in Your Hand and Walk”, que estreou na Mostra ACID Cannes. A distribuidora possui diversas parcerias com projetos ainda em fase de desenvolvimento, de forma a pensar estratégias de lançamento dos filmes desde o seu início. Mais informações nos perfis do Instagram e TikTok: @filmesdoestacao.

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