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Copa do Mundo: condições climáticas podem afetar a fase de grupos do Brasil; explica especialista

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Foto: MetLife-Stadium-em-New-Jersey-Foto-Divulgacao_Wikimedia-Commons.

Na fase de grupos da ‘Copa do Mundo de 2026’, a Seleção Brasileira enfrentará Marrocos (13 de junho), Haiti (19 de junho) e Escócia (24 de junho), em partidas realizadas em estádios sem cobertura, expostos ao calor extremo e à desidratação.

Faltando apenas um dia para a Copa do Mundo 2026, os efeitos das mudanças climáticas já entram no radar das 48 seleções participantes. O clima de festa que tomou conta da torcida brasileira após a goleada sobre o Panamá, dá lugar ao clima seco e às altas temperaturas dos Estados Unidos, onde os termômetros alcançam até 35°C durante o rigoroso verão do Hemisfério Norte.

Para a Seleção Brasileira, comandada pelo mister Carlo Ancelotti, a adaptação às condições climáticas será mais um desafio na busca pelo hexa, afetando no preparo físico, recuperação e hidratação dos atletas. Embora alguns estádios em Atlanta e Houston já possuam teto retrátil, como o Mercedes-Benz Stadium e NRG Stadium, outras arenas não contam com o suporte e podem refletir em atrasos, inclusive nos jogos do Brasil.

Isso porque as disputas da ‘fase de grupos’ contra o Marrocos (13 de junho), Haiti (19 de junho) e Escócia (24 de junho) serão todos em estádios ao ar livre. Os jogos acontecem, respectivamente, nos estádios MetLife, Lincoln Financial Field e Hard Rock.

Com a parada obrigatória para hidratação aos 22’ minutos, divulgada pela FIFA em dezembro do ano passado, um protocolo inédito vai ganhando forma durante a nova edição da Copa do Mundo. Para Liu Berman, líder do Movimento Reinventando Futuros e da LB Cultura Circular, as temperaturas recordes acendem um alerta climático entre autoridades, que já se provou preocupante em outras modalidades esportivas como o Torneio de Roland Garros.

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“Um mapeamento histórico da NOAA/NCEI mostrou que as temperaturas anuais de Paris, por exemplo, cresceram de maneira substancial nos últimos anos, afetando modalidades esportivas como a famosa disputa de tênis do Roland Garros. Em uma diferença de quase vinte anos, é possível ver um acréscimo de 13,6ºC nas temperaturas que os tenistas enfrentaram. Um fenômeno semelhante acontece em meio à Copa do Mundo 2026. Os jogadores serão submetidos a uma verdadeira prova de resistência, aliviada pelo protocolo da FIFA de resfriamento, mas o calor e a ‘umidade do ar’ podem provocar danos à saúde dos jogadores, devido à exposição intensa”, explica Liu.

O alerta às autoridades, porém, não é um fenômeno isolado. Dados da Organização Meteorológica Mundial (OMM) indicam que os anos entre 2015 e 2025 reuniram os onze anos mais quentes já registrados globalmente. Para se ter uma noção, em 2025, a temperatura média do planeta ficou aproximadamente 1,43°C acima dos níveis pré-industriais. “Estamos falando de uma disputa em níveis de calor excepcionalmente mais altos do que nos torneios anteriores”, comenta Liu.

Foto_RLARROYD FOTOGRAFIA

Em um cenário de retrocesso global, o alerta também chegou ao território brasileiro, que já foi país-sede da Copa do Mundo em 2014. Segundo dados do Escavador, o Brasil enfrentou quase 500 mil denúncias ambientais para além dos biomas degradados, como licenças ambientais, minerações, agrotóxicos, poluição, saneamento, reservas legais, gestão de florestas, cadastro ambiental rural e áreas de preservação, fatores ligados diretamente às mudanças climáticas e ao avanço do aquecimento global.

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“O crescimento das denúncias ambientais e a degradação de áreas estratégicas para a regulação climática evidenciam as mudanças no cenário global de 2026, principalmente no Brasil, que abriga um dos principais ‘reguladores climáticos’ do mundo: a Amazônia. O aumento da frequência de eventos extremos, das ondas de calor e dos períodos de seca afeta diretamente a qualidade de vida da população e também a realização de megaeventos, como o caso da Copa do Mundo. Nesse sentido, o esporte acaba se tornando mais um termômetro dos impactos que a crise climática já provoca em escala global”, afirma Liu.

A preparação para a Copa, sediada nos EUA, México e Canadá, será marcada por protocolos de adaptação climática sem precedentes. Segundo Liu, esse cenário reflete uma mudança estrutural já em curso, na qual o futebol passa a operar sob efeitos diretos da crise climática. “Será cada vez mais comum vermos medidas excepcionais para garantir a segurança dos atletas, como pausas para hidratação, ajustes de horários e até atrasos pontuais em partidas. A Copa de 2026 está a caminho de se tornar um marco nesse processo de adaptação do esporte às novas condições climáticas globais. Nesse sentido, grande parte dessa primeira etapa dos jogos da Seleção pode sofrer com influências externas”, conclui.

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Marcelo Riveiro Barcia traz Boteco do Manolo para Brasília com plano de expansão que desafia o modelo tradicional de franquias

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Após consolidar operações nos EUA, rede aposta em cidades do interior e oferece retorno de até 8% ao mês para investidores

Quem pensa que a franchising de alimentação segue apenas as rotas conhecidas capitais grandes, shopping centers, pontos saturados vai se surpreender com o movimento do Boteco do Manolo. A rede, criada há mais de duas décadas pelo empresário Marcelo Riveiro Barcia, decidiu trilhar um caminho diferente. Depois de testar e validar seu modelo nos Estados Unidos, agora chega a Brasília e a outras cidades do interior com uma proposta que foge do óbvio.

A decisão de vir para o DF não é aleatória. Brasília integra uma lista de mercados prioritários que inclui ainda o interior paulista, Mato Grosso do Sul, Cuiabá, Belo Horizonte e Londrina. O que essas praças têm em comum? Potencial de consumo robusto, saturação menor que os grandes eixos e, principalmente, indicadores operacionais que permitem rentabilidade acima da média do setor.

Uma história que começa cedo

Marcelo Riveiro Barcia não é um empresário de gabinete. Aos 12 anos, ele já estava dentro de uma cozinha profissional, aprendendo o ofício desde cedo. Filho do espanhol Manuel Barcia Riveiro  o Manolo que batiza a marca, cresceu respirando o universo da gastronomia. Essa bagagem não é apenas um detalhe biográfico: é o DNA que permeia toda a operação da rede.

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Quando o Boteco do Manolo cruzou o Atlântico e se instalou nos Estados Unidos, não levava apenas um conceito de boteco carioca. Levava uma experiência consolidada, testada em mercado e pronta para conquistar tanto brasileiros quanto americanos e turistas. O sucesso lá abriu as portas para o grande passo: a expansão nacional.

O modelo que funciona

O diferencial está no formato operacional. Enquanto muitas redes apostam em shopping centers, o Boteco do Manolo prioriza lojas de rua em estados com melhor índice de segurança. A lógica é simples e eficaz: menos custos fixos, mais rentabilidade.

Os números falam por si. O retorno sobre o investimento (ROI) varia entre 2% e 4% ao mês, dependendo da localização e do formato. Mas há cenários mais promissores: em lojas de rua com desempenho acima da média, o ROI pode chegar a 8% mensais, reduzindo o prazo de retorno do capital para apenas 16 meses. Nos cenários convencionais, o payback fica em torno de 24 meses.

Para entrar nesse negócio, o investidor precisa desembolsar entre R 4,5 milhões na implantação, mais R$ 350 mil de capital de giro. A estrutura de franquia estabelece royalties de 6% sobre o faturamento bruto e 1% para o fundo de propaganda.

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Parceria de verdade

O que diferencia o Boteco do Manolo de outras franqueadoras é o compromisso com o sucesso do franqueado. A empresa oferece treinamento completo, acompanhamento na implantação e presença física durante a inauguração, mantendo suporte até que a operação esteja totalmente estabilizada. “O nosso objetivo não é crescer de qualquer jeito,

e sim, de forma assertiva e sensata. Buscamos empreendedores que entendam a operação e que desejem construir unidades sólidas e rentáveis no longo prazo”, afirma Marcelo Riveiro Barcia.

Essa filosofia reflete uma visão de longo prazo. Não se trata apenas de abrir lojas, mas de construir negócios que perdurem e gerem riqueza para quem investe.

O momento é agora

O timing não poderia ser melhor. A Associação Brasileira de Franchising (ABF) aponta que o segmento de alimentação segue em alta, impulsionado pela retomada do consumo presencial e pela expansão para cidades médias. Investidores buscam modelos consolidados, com histórico comprovado e operação estruturada. O Boteco do Manolo reúne todos esses atributos.

Com duas décadas de mercado, experiência internacional e um plano de expansão bem definido, a rede está pronta para transformar a forma como o franchising de alimentação funciona no Brasil começando por Brasília.

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