BRASÍLIA

GERAL

Julho terá bandeira verde, sem custos extras nas tarifas de energia

Publicado em

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) definiu na última sexta-feira (30/6) que a bandeira tarifária do mês de julho será verde. A sinalização demonstra que não haverá cobrança complementar na conta de energia elétrica em julho para todos os consumidores de energia elétrica conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

A manutenção da bandeira verde é um alento para o cidadão, que cada vez mais está alerta para o consumo consciente de energia. Toda a sociedade é beneficiada com as condições de geração favoráveis”

Sandoval Feitosa, diretor geral da ANEEL 

“A manutenção da bandeira verde é um alento para o cidadão, que cada vez mais está alerta para o consumo consciente de energia. Toda a sociedade é beneficiada com as condições de geração favoráveis”, disse o diretor geral da ANEEL, Sandoval Feitosa.

A bandeira verde está vigorando desde abril de 2022 em decorrência das condições favoráveis de geração de energia no país. A ANEEL mantém o posicionamento de que é provável que haja bandeira verde em todo o ano de 2023, a julgar pelos dados disponíveis que permitem a atualização permanente de projeções de acionamento das bandeiras tarifárias.

Leia Também:  Por que é Difícil Romper com um Relacionamento Tóxico?

O SIN é a malha de linhas de transmissão de energia elétrica que conecta as usinas aos consumidores. A bandeira verde indica a melhoria dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas. O mecanismo das bandeiras tarifárias, criado em 2015, tem o objetivo de propiciar transparência ao custo real da energia.

Fonte: Agência Nacional de Energia Elétrica

Fonte: Brasil Geral

Advertisement

GERAL

Marcelo Riveiro Barcia traz Boteco do Manolo para Brasília com plano de expansão que desafia o modelo tradicional de franquias

Published

on

Após consolidar operações nos EUA, rede aposta em cidades do interior e oferece retorno de até 8% ao mês para investidores

Quem pensa que a franchising de alimentação segue apenas as rotas conhecidas capitais grandes, shopping centers, pontos saturados vai se surpreender com o movimento do Boteco do Manolo. A rede, criada há mais de duas décadas pelo empresário Marcelo Riveiro Barcia, decidiu trilhar um caminho diferente. Depois de testar e validar seu modelo nos Estados Unidos, agora chega a Brasília e a outras cidades do interior com uma proposta que foge do óbvio.

A decisão de vir para o DF não é aleatória. Brasília integra uma lista de mercados prioritários que inclui ainda o interior paulista, Mato Grosso do Sul, Cuiabá, Belo Horizonte e Londrina. O que essas praças têm em comum? Potencial de consumo robusto, saturação menor que os grandes eixos e, principalmente, indicadores operacionais que permitem rentabilidade acima da média do setor.

Uma história que começa cedo

Marcelo Riveiro Barcia não é um empresário de gabinete. Aos 12 anos, ele já estava dentro de uma cozinha profissional, aprendendo o ofício desde cedo. Filho do espanhol Manuel Barcia Riveiro  o Manolo que batiza a marca, cresceu respirando o universo da gastronomia. Essa bagagem não é apenas um detalhe biográfico: é o DNA que permeia toda a operação da rede.

Leia Também:  Primeiros passos: três dicas para estimular o bebê a andar

Quando o Boteco do Manolo cruzou o Atlântico e se instalou nos Estados Unidos, não levava apenas um conceito de boteco carioca. Levava uma experiência consolidada, testada em mercado e pronta para conquistar tanto brasileiros quanto americanos e turistas. O sucesso lá abriu as portas para o grande passo: a expansão nacional.

O modelo que funciona

O diferencial está no formato operacional. Enquanto muitas redes apostam em shopping centers, o Boteco do Manolo prioriza lojas de rua em estados com melhor índice de segurança. A lógica é simples e eficaz: menos custos fixos, mais rentabilidade.

Os números falam por si. O retorno sobre o investimento (ROI) varia entre 2% e 4% ao mês, dependendo da localização e do formato. Mas há cenários mais promissores: em lojas de rua com desempenho acima da média, o ROI pode chegar a 8% mensais, reduzindo o prazo de retorno do capital para apenas 16 meses. Nos cenários convencionais, o payback fica em torno de 24 meses.

Para entrar nesse negócio, o investidor precisa desembolsar entre R 4,5 milhões na implantação, mais R$ 350 mil de capital de giro. A estrutura de franquia estabelece royalties de 6% sobre o faturamento bruto e 1% para o fundo de propaganda.

Leia Também:  Petrobras reduz preço de gasolina para distribuidoras

Parceria de verdade

O que diferencia o Boteco do Manolo de outras franqueadoras é o compromisso com o sucesso do franqueado. A empresa oferece treinamento completo, acompanhamento na implantação e presença física durante a inauguração, mantendo suporte até que a operação esteja totalmente estabilizada. “O nosso objetivo não é crescer de qualquer jeito,

e sim, de forma assertiva e sensata. Buscamos empreendedores que entendam a operação e que desejem construir unidades sólidas e rentáveis no longo prazo”, afirma Marcelo Riveiro Barcia.

Essa filosofia reflete uma visão de longo prazo. Não se trata apenas de abrir lojas, mas de construir negócios que perdurem e gerem riqueza para quem investe.

O momento é agora

O timing não poderia ser melhor. A Associação Brasileira de Franchising (ABF) aponta que o segmento de alimentação segue em alta, impulsionado pela retomada do consumo presencial e pela expansão para cidades médias. Investidores buscam modelos consolidados, com histórico comprovado e operação estruturada. O Boteco do Manolo reúne todos esses atributos.

Com duas décadas de mercado, experiência internacional e um plano de expansão bem definido, a rede está pronta para transformar a forma como o franchising de alimentação funciona no Brasil começando por Brasília.

Continue Reading

politica

DISTRITO FEDERAL

BRASIL E MUNDO

ECONOMIA

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI