BRASÍLIA

João Costa

Podcast, empreendedorismo e inclusão: a trajetória de Claudio Gonçalves inspira empresários no Brasil  

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Administrador de empresas e fundador do Espaço da Audição, Claudio Gonçalves afirma que capacitação, inteligência emocional e acesso ao conhecimento são pilares para gerar oportunidades, fortalecer pequenos negócios e promover transformação social no Brasil

 

O empresário Claudio Gonçalves, fundador do Espaço da Audição e idealizador do podcast Arte de Vencer, defende a educação empreendedora como uma das principais ferramentas de transformação social no Brasil. Com atuação no mercado de aparelhos auditivos desde 1998, ele acredita que o acesso ao conhecimento pode ampliar oportunidades, fortalecer comunidades e gerar crescimento econômico sustentável.

Segundo Claudio, a desigualdade social não está relacionada apenas à renda, mas também à falta de acesso à informação, direcionamento e desenvolvimento de habilidades práticas. Para ele, o empreendedorismo responsável vai além da abertura de empresas e está diretamente ligado à autonomia, à capacidade de resolver problemas e à geração de valor para outras pessoas.

“Comecei como estagiário e, em menos de oito anos, me tornei diretor comercial em uma das maiores multinacionais do ramo auditivo. Essa experiência me proporcionou contato com novos e modernos modelos de gestão, ampliando minha visão sobre inovação, tecnologia e desenvolvimento aplicados aos negócios”, relembra.

Com MBA em Inteligência Artificial voltada ao futuro do empreendedorismo e à transformação digital dos pequenos negócios, Claudio também acompanha de perto as mudanças no varejo e a utilização da IA como aliada estratégica na gestão empresarial.

Nesse contexto, ele afirma possuir ampla experiência prática para discutir crescimento profissional, inovação e desenvolvimento humano, principalmente por meio do podcast Arte de Vencer, projeto criado para compartilhar experiências reais de empresários e profissionais de diferentes áreas.

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“A educação empreendedora muda a forma como a pessoa enxerga possibilidades. Quando alguém aprende sobre vendas, gestão financeira, comunicação, marketing e tecnologia, passa a criar oportunidades para si e para a comunidade ao redor”, afirma.

Ao longo de sua trajetória no setor de saúde auditiva, Claudio observou que muitos profissionais tecnicamente qualificados enfrentavam dificuldades de crescimento por não dominarem áreas como gestão, posicionamento e vendas. A partir dessa percepção, passou a investir em treinamentos, suporte estratégico e iniciativas voltadas à capacitação contínua.

O empresário destaca que, em um cenário de rápidas transformações tecnológicas, aprender constantemente deixou de ser um diferencial e se tornou uma necessidade para a sobrevivência dos pequenos negócios.

“O empresário que para de aprender começa a ficar para trás muito rapidamente. Hoje, tecnologia, inteligência artificial e comportamento do consumidor mudam o tempo inteiro”, pontua.

Além da formação técnica, Claudio chama atenção para a importância das habilidades socioemocionais no empreendedorismo moderno. Resiliência, inteligência emocional, liderança, criatividade, disciplina e comunicação humana estão entre as competências consideradas essenciais para profissionais e empresários que desejam crescer de forma sustentável.

Nesse cenário, o podcast Arte de Vencer surgiu como uma plataforma de democratização do conhecimento e compartilhamento de experiências sobre empreendedorismo, superação e desenvolvimento humano. O projeto reúne empresários, líderes e especialistas para discutir desafios, aprendizados e estratégias de crescimento.

“O objetivo sempre foi mostrar os bastidores das trajetórias de sucesso. Muitas pessoas enxergam apenas o resultado final, mas não conhecem as dificuldades, os erros e os obstáculos enfrentados ao longo do caminho”, explica.

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Para Claudio Gonçalves, iniciativas voltadas à formação empreendedora podem gerar impacto social direto ao fortalecer autoestima, ampliar perspectivas e estimular o desenvolvimento econômico local. Ele também defende maior aproximação entre escolas, universidades e a realidade prática do mercado. Saiba mais sobre o empresário através do Instagram: @jclaudiogon

“Muitos jovens saem preparados tecnicamente, mas sem desenvolver habilidades fundamentais como liderança, negociação, inteligência emocional e resolução de problemas. O empreendedorismo com propósito nasce justamente da capacidade de gerar valor real para as pessoas”, conclui.

“À frente do Espaço da Audição, Claudio lidera projetos de modernização do mercado auditivo brasileiro, integrando tecnologia, capacitação profissional, experiência do cliente e inovação em modelos de negócios.”

 

Sobre

Claudio Gonçalves é administrador de empresas, com pós-graduação em Marketing, Controladoria e MBA em Inteligência Artificial. Fundador do Espaço da Audição, ele lidera uma proposta inovadora e disruptiva no segmento de aparelhos auditivos, buscando transformar um mercado que, segundo ele, manteve o mesmo modelo de atendimento e comercialização desde 1998. Embora os produtos tenham evoluído tecnologicamente, Claudio destaca que a forma de trabalhar permaneceu tradicional, e o Espaço da Audição surge justamente para modernizar a experiência do consumidor com foco em tecnologia, inovação e atendimento humanizado.

Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como pioneiro no setor, liderando iniciativas voltadas à ampliação do acesso a tecnologias auditivas e à promoção da qualidade de vida de pessoas com perda auditiva. Também é idealizador do podcast Arte de Vencer, dedicado a compartilhar histórias de superação, liderança, empreendedorismo e desenvolvimento pessoal.

 

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GERAL

Marcelo Riveiro Barcia traz Boteco do Manolo para Brasília com plano de expansão que desafia o modelo tradicional de franquias

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Após consolidar operações nos EUA, rede aposta em cidades do interior e oferece retorno de até 8% ao mês para investidores

Quem pensa que a franchising de alimentação segue apenas as rotas conhecidas capitais grandes, shopping centers, pontos saturados vai se surpreender com o movimento do Boteco do Manolo. A rede, criada há mais de duas décadas pelo empresário Marcelo Riveiro Barcia, decidiu trilhar um caminho diferente. Depois de testar e validar seu modelo nos Estados Unidos, agora chega a Brasília e a outras cidades do interior com uma proposta que foge do óbvio.

A decisão de vir para o DF não é aleatória. Brasília integra uma lista de mercados prioritários que inclui ainda o interior paulista, Mato Grosso do Sul, Cuiabá, Belo Horizonte e Londrina. O que essas praças têm em comum? Potencial de consumo robusto, saturação menor que os grandes eixos e, principalmente, indicadores operacionais que permitem rentabilidade acima da média do setor.

Uma história que começa cedo

Marcelo Riveiro Barcia não é um empresário de gabinete. Aos 12 anos, ele já estava dentro de uma cozinha profissional, aprendendo o ofício desde cedo. Filho do espanhol Manuel Barcia Riveiro  o Manolo que batiza a marca, cresceu respirando o universo da gastronomia. Essa bagagem não é apenas um detalhe biográfico: é o DNA que permeia toda a operação da rede.

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Quando o Boteco do Manolo cruzou o Atlântico e se instalou nos Estados Unidos, não levava apenas um conceito de boteco carioca. Levava uma experiência consolidada, testada em mercado e pronta para conquistar tanto brasileiros quanto americanos e turistas. O sucesso lá abriu as portas para o grande passo: a expansão nacional.

O modelo que funciona

O diferencial está no formato operacional. Enquanto muitas redes apostam em shopping centers, o Boteco do Manolo prioriza lojas de rua em estados com melhor índice de segurança. A lógica é simples e eficaz: menos custos fixos, mais rentabilidade.

Os números falam por si. O retorno sobre o investimento (ROI) varia entre 2% e 4% ao mês, dependendo da localização e do formato. Mas há cenários mais promissores: em lojas de rua com desempenho acima da média, o ROI pode chegar a 8% mensais, reduzindo o prazo de retorno do capital para apenas 16 meses. Nos cenários convencionais, o payback fica em torno de 24 meses.

Para entrar nesse negócio, o investidor precisa desembolsar entre R 4,5 milhões na implantação, mais R$ 350 mil de capital de giro. A estrutura de franquia estabelece royalties de 6% sobre o faturamento bruto e 1% para o fundo de propaganda.

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Parceria de verdade

O que diferencia o Boteco do Manolo de outras franqueadoras é o compromisso com o sucesso do franqueado. A empresa oferece treinamento completo, acompanhamento na implantação e presença física durante a inauguração, mantendo suporte até que a operação esteja totalmente estabilizada. “O nosso objetivo não é crescer de qualquer jeito,

e sim, de forma assertiva e sensata. Buscamos empreendedores que entendam a operação e que desejem construir unidades sólidas e rentáveis no longo prazo”, afirma Marcelo Riveiro Barcia.

Essa filosofia reflete uma visão de longo prazo. Não se trata apenas de abrir lojas, mas de construir negócios que perdurem e gerem riqueza para quem investe.

O momento é agora

O timing não poderia ser melhor. A Associação Brasileira de Franchising (ABF) aponta que o segmento de alimentação segue em alta, impulsionado pela retomada do consumo presencial e pela expansão para cidades médias. Investidores buscam modelos consolidados, com histórico comprovado e operação estruturada. O Boteco do Manolo reúne todos esses atributos.

Com duas décadas de mercado, experiência internacional e um plano de expansão bem definido, a rede está pronta para transformar a forma como o franchising de alimentação funciona no Brasil começando por Brasília.

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