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Brasília Ambiental entrega obras de perfuração de poços por meio do projeto Reconexão Cerrado

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Evento acontecerá no dia 8 de março, no Parque Ecológico Olhos d’Água

 

O Instituto Brasília Ambiental entregará a primeira etapa da obra de perfuração de poços profundos no Parque Ecológico do Areal e no Parque Ecológico Olhos D’Aguas, dentro do Projeto Reconexão Cerrado. O evento será realizado na próxima sexta-feira (8), às 10 horas, no Parque Ecológico Olhos d’Água, localizado na Asa Norte.

“Vimos a necessidade da realização dessas obras para a melhoria das atividades desenvolvidas nesses parques. Essa primeira etapa realiza a entrega dos poços para melhorar a estrutura dessas duas unidades”, explicou o analista em Políticas Públicas da autarquia, Webert Oliveira Ferreira.

O Reconexão Cerrado é um projeto do Brasília Ambiental que realiza práticas que fazem a conexão entre saúde e meio ambiente e abre espaços para que as pessoas tenham conexão com a natureza. A perfuração dos poços, executado por compensação ambiental, tem o objetivo de amplificar a utilização das Unidades de Conservação, atendendo ao serviço de produção de mudas para regeneração de espécies nativas para os parques. Um serviço que já existe, e que precisa de uma constância no fornecimento de água natural.

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SERVIÇO:

Entrega de obras e perfuração de poços profundos executado pelo projeto Reconexão Cerrado

Dia: 8 de março de 2024 (sexta-feira)

Horário: 10 horas

Local: Parque Ecológico Olhos d’Água (SQN 413/414)

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A história por trás do sucesso: forças do DF garantem o topo da segurança nacional e buscam inovação fiscal

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Delegado Thiago Costa, vice-presidente da ADEPOL-DF, defende uso estratégico da CIP como pilar complementar ao FCDF para blindar infraestrutura tecnológica de Brasília

Nos últimos sete anos, o Distrito Federal consolidou-se na vanguarda da segurança pública do país, atingindo reduções históricas nos índices de criminalidade. Para o Delegado Thiago Costa, vice-presidente da ADEPOL-DF e Secretário-Executivo do Consesp, o verdadeiro motor dessa eficiência não decorre de fórmulas mágicas externas, mas sim do protagonismo técnico das forças locais — Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Polícia Penal. Em análise setorial apresentada nesta semana em Brasília, o gestor aponta que a sustentabilidade dessa blindagem urbana exige a busca por fontes complementares de receita, como a Contribuição de Iluminação Pública (CIP), para financiar a infraestrutura de cidades inteligentes sem onerar o contribuinte.

O modelo que levou Brasília ao patamar de capital mais segura da República baseia-se em tecnologia intensiva, integrando cercamento digital, reconhecimento facial e leitura de placas. Contudo, Costa adverte que o crime organizado moderno já opera com ferramentas de inteligência artificial e criptomoedas, exigindo que o Distrito Federal garanta recursos permanentes para atualização tecnológica. Historicamente, o Fundo Constitucional (FCDF) sustenta a folha de pessoal das corporações locais, restando ao caixa geral do Tesouro distrital arcar com os investimentos em inovação.

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Para manter a autonomia e a soberania das forças do DF na vanguarda do combate ao crime, a estratégia capitaneada pela representação dos delegados locais mira a aplicação da Emenda Constitucional nº 132/2023. A nova legislação federal autoriza exclusivamente o Distrito Federal e os municípios a utilizarem a receita da CIP para custear sistemas de videomonitoramento e sensores urbanos. Municípios como São Paulo e polos do Sul já iniciaram a adequação jurídica, reduzindo a pressão fiscal e desonerando o orçamento geral do poder público local para áreas sensíveis.

A tese de vanguarda defendida pelo especialista fundamenta-se na necessidade de adequação urgente da Lei Complementar distrital nº 4/1994 à nova redação da Constituição Federal. De acordo com dados de criminologia ambiental citados por Costa, a fusão entre iluminação pública eficiente e monitoramento tecnológico integrado reduz drasticamente os índices criminais noturnos e a sensação de medo, gerando um ativo direto de valorização imobiliária, atração de investimentos e fomento ao turismo na capital.

“A engenharia por trás do sucesso da segurança de Brasília nos últimos sete anos carrega uma assinatura clara: o suor e a competência técnica das forças de segurança do Distrito Federal. Quem faz o terreno são os nossos policiais e bombeiros. Mas para manter essa soberania diante de um crime organizado que se sofistica a cada minuto, o debate não pode se perder em vaidades políticas; precisamos de Inteligência Antecipatória e segurança jurídica fiscal. A CIP é o instrumento constitucional que nos permite buscar a blindagem tecnológica de Brasília sem criar um único centavo de novo imposto para o cidadão”, afirma o Delegado Thiago Costa, vice-presidente da ADEPOL-DF.

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A implementação deste novo ecossistema financeiro projeta transformar Brasília no principal laboratório vivo de Smart Cities da América Latina, atraindo grandes players globais de tecnologia e conectividade. O avanço técnico garante que a capital da República mantenha a blindagem de suas fronteiras e rotas interestaduais contra o tráfico de armas e facções, sem depender de pacotes de socorro financeiro federais.

Sobre a ADEPOL-DF

A Associação dos Delegados de Polícia do Distrito Federal (ADEPOL-DF) atua há décadas na representação jurídica, valorização institucional e formulação de políticas públicas de segurança voltadas à excelência técnica da Polícia Civil e à proteção da sociedade brasiliense.

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