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Danos ambientais podem encontrar respostas nas mediações

Segundo advogada, o debate humanizado com os envolvidos e a busca pela mediação extrajudicial podem ser alternativas durante processo de reparação de danos após tragédia ambiental no Rio Grande do Sul

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Danos ambientais podem encontrar respostas nas mediações

A tragédia ambiental que assolou o Estado do Rio Grande do Sul desde o fim de abril ainda traz marcas dolorosas para as famílias. O balanço mais recente da Defesa Civil mostra que há mais de 600 mil pessoas desalojadas ou desabrigadas por conta das chuvas. Este é um problema que, mesmo com o recuo do volume de água para o nível normal, demandará muito diálogo entre o poder público e a população afetada.

Ainda que as conclusões das autoridades venham a apontar a responsabilidade apenas para os eventos climáticos, há o risco de que essa comunicação com os atingidos seja desgastante. Mas existem, por outro lado, meios de abrandar eventuais decisões que indiquem a realocação de pessoas para outros locais, evitando conflitos com os órgãos públicos. É o que propõe Camila Linhares, da Unniversa Soluções de Conflitos, empresa especializada em mediações e diálogos.

“A mediação pode ter papel central sobre o futuro daquelas pessoas. Na esfera ambiental, o processo de mediação serve para reparar não apenas os danos ecológicos ou às vítimas, mas também para prevenir contra outros transtornos semelhantes no futuro e ainda para viabilizar soluções que assegurem a proteção ambiental”, pontua.

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Apesar de ser uma via extrajudicial, ou seja, que acontece fora dos tribunais, o diálogo é um recurso respaldado pela Lei de Mediação, como é chamada a lei 13.140/15. Ela funciona como um local de diálogo entre as partes envolvidas, tanto para desavenças entre particulares quanto para conflitos que envolvem a população e o poder público, que funciona a partir dos interesses coletivos.

No caso das consequências no Sul, segundo Daniel Secches, também da Unniversa, será preciso construir diversas decisões em conjunto. “Muitas famílias que viviam em áreas de risco terão que recomeçar suas vidas em outros lugares. Isso inevitavelmente vai impactar também na reurbanização de diversas cidades, e trará efeitos diretos sobre o funcionamento de prédios e de patrimônios públicos. Escolas e postos de saúde também poderão ter de migrar para outros pontos. Alguns municípios e vilarejos talvez tenham de ser quase que integralmente reconstruídos, de uma forma bem diferente do que era antes da tragédia”, explica Daniel.

“Mas essas decisões não devem ser impostas. A população é vítima da tragédia ambiental; não cúmplice. Por isso, será necessário ter um diálogo bastante humanizado com todas elas, para que qualquer decisão sirva de alento para pessoas que perderam muita coisa, inclusive familiares e amigos. O que puder ser feito para evitar que a mediação ocorra nos tribunais valerá a pena, até para se evitar um desgaste e um resultado talvez até insatisfatório”, observa Camila Linhares.

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AI/R ingressa no Claude Partner Network Services Track para criar a próxima geração de ecossistemas digitais inteligentes

Companhia passa a integrar o Claude Partner Network Services Track e projeta especializar mais de 1.000 engenheiros de software em tecnologias da Anthropic

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SÃO PAULO, July 31, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A AI/R, empresa de tecnologia especialista em Agentic AI, anuncia sua entrada no Claude Partner Network Services Track, programa global de parceiros da Anthropic. O movimento reforça a capacidade da companhia de desenvolver soluções que integram inteligência artificial aos fluxos críticos das organizações, ampliando a eficiência operacional e otimizando a tomada de decisão em ambientes corporativos complexos.

A entrada no Claude Partner Network Services Track também expande o acesso da AI/R às tecnologias e aos programas de especialização da Anthropic, fortalecendo a colaboração entre as equipes das duas empresas em projetos voltados à modernização de aplicações, desenvolvimento de agentes de IA e automação de processos corporativos. A expectativa é que mais de 1.000 profissionais sejam certificados nos programas de especialização da Anthropic.

"A inteligência artificial já demonstrou seu potencial para transformar os negócios. O próximo passo é transformar esse potencial em impacto real, conectando IA aos processos, aos dados e às decisões que movem as empresas. Nossa entrada no Claude Partner Network Services Track reforça esse compromisso e amplia nossa capacidade de desenvolver agentes de IA capazes de executar processos complexos, apoiar decisões e acelerar a transformação operacional com governança, segurança e foco em resultado de negócios, apoiando nossos clientes na construção da próxima geração de operações inteligentes", afirma Fran Muratorio, SVP Global Partnerships da AI/R.

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O programa passa a integrar diretamente o modelo de atuação da AI/R, que combina engenharia de software, inteligência de mercado e um framework de implementação orientado à geração de valor. Como parte do roadmap, a companhia prevê a consolidação da parceria em um conjunto seleto de clientes estratégicos, com foco em qualidade e geração de impacto para o negócio, criando referências que permitam escalar as soluções de maneira sustentável nos anos seguintes.

Sobre a AI/R

A AI/R é uma empresa de tecnologia especializada em Agentic AI Engineering. Sua abordagem em IA agêntica impulsiona tanto o desenvolvimento de software quanto a transformação estratégica dos negócios, conectando capacidade técnica a resultados concretos e mensuráveis. Essa implementação é conduzida por seus AI Forward Deployed Engineers — especialistas com profundo conhecimento técnico e visão de negócio, capazes de converter complexidade em impacto sustentável. Com plataformas proprietárias de IA e uma rede de parceiros estratégicos, a AI/R amplia o potencial da inteligência humana, impulsiona organizações de todos os setores e estabelece novos padrões de inovação, eficiência e produtividade empresarial.

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Caroline Randow
[email protected]

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 9801923)

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