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Grupo HSN consolida ecossistema de tecnologia e negócios

Reunindo REDEES, Recifes.net, Recifes.digital, Softcorp e Quatro Rios Investimentos, o grupo brasileiro aposta na atuação integrada em infraestrutura, inteligência artificial, marketing digital e investimentos para apoiar empresas em diferentes estágios de crescimento, em um mercado que ampliou o uso de IA de 13% para 17% das companhias entre 2024 e 2025

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Grupo HSN consolida ecossistema de tecnologia e negócios

O Grupo HSN, ecossistema empresarial brasileiro criado em 2009, consolidou sua atuação integrada nas áreas de tecnologia, infraestrutura, inteligência artificial, marketing digital, gestão de TI e investimentos. A estrutura reúne quatro pilares complementares: REDEES, Recifes.net, Recifes.digital e Softcorp, somados à Quatro Rios Investimentos, com o objetivo de apoiar empresas em diferentes estágios de desenvolvimento, da infraestrutura tecnológica à gestão de negócios e ao posicionamento digital.

A proposta ganha relevância em um cenário no qual a transformação digital avança de forma desigual entre as companhias brasileiras. Segundo John Ben David, CIO do Grupo HSN, um dos principais obstáculos enfrentados pelas organizações é a fragmentação, situação em que cada demanda, infraestrutura, sistemas, marketing e dados é atendida por fornecedores distintos, sem uma estratégia capaz de conectar essas iniciativas. Para ele, adotar recursos de forma isolada não assegura resultado. "Adquirir ferramentas não significa necessariamente realizar uma transformação digital", afirma.

Da fragmentação à integração

Na avaliação do CIO, a transformação digital precisa começar pelo entendimento do negócio, para que tecnologia, infraestrutura, dados, inteligência artificial, marketing e gestão passem a operar de maneira coordenada. Essa leitura acompanha o movimento do mercado: de acordo com a pesquisa TIC Empresas, do Cetic.br, a proporção de empresas brasileiras que utilizam algum tipo de inteligência artificial passou de 13% em 2024 para 17% em 2025, com avanço também entre as pequenas empresas, que saíram de 10% para 15% no mesmo período.

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Nesse arranjo, a Softcorp responde pela infraestrutura e pela gestão de TI, enquanto a Recifes.digital reúne marketing e inteligência artificial, de modo que cada companhia possa adotar as soluções adequadas ao seu estágio de desenvolvimento.

O tema aparece igualmente como prioridade estratégica. Levantamento da Bain & Company indica que 67% das organizações no país consideram a inteligência artificial uma de suas cinco maiores prioridades, e que cerca de um quarto já mantêm ao menos um caso de uso da tecnologia, ante 12% em 2024.

No Grupo HSN, a inteligência artificial é incorporada a processos de análise de dados, automação, atendimento, geração de conteúdo e apoio à decisão, explica John. "Seu maior potencial aparece quando ela está conectada aos dados, aos processos e, principalmente, aos objetivos reais do negócio", pondera.

Negócios em crescimento e novos investimentos

Além do suporte tecnológico, o ecossistema atua no desenvolvimento de novos negócios e startups. A Recifes.net trabalha com o conceito de "negócios em emersão", identificando e apoiando empreendedores que precisam ganhar visibilidade e estrutura; a REDEES amplia as conexões entre empresas e mercados; e a Quatro Rios Investimentos representa o pilar voltado ao capital e à sustentação de novos negócios.

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Para John, reunir essas competências em um mesmo ambiente favorece o crescimento das empresas. "Uma boa ideia, sozinha, não é suficiente para construir uma empresa sustentável", resume o CIO.

Perspectivas de convergência

Para os próximos anos, o porta-voz projeta um cenário de convergência, no qual as fronteiras entre software, infraestrutura, inteligência artificial, dados, marketing e gestão tendem a se reduzir.

Segundo ele, a inteligência artificial deixará progressivamente de ser uma ferramenta isolada para integrar a infraestrutura operacional das organizações, o que exigirá maior capacidade de conectar dados e processos. "Acredito que os próximos anos serão marcados pela convergência", considera John, que também enxerga oportunidades de conexão com mercados internacionais.

O posicionamento do grupo parte da ideia de que empresas independentes podem compartilhar conhecimento, tecnologia, infraestrutura e oportunidades dentro de uma mesma rede. Algumas das companhias reunidas carregam anos de experiência, enquanto outras representam uma nova geração de plataformas construídas em torno da inteligência artificial e da economia digital.

A combinação entre esse repertório acumulado e a velocidade das novas tecnologias, na avaliação da empresa, cria um ambiente favorável à inovação. "Empresas não precisam crescer sozinhas", conclui John Ben David.

Para mais informações, basta acessar: https://e-hsn.com

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AI/R ingressa no Claude Partner Network Services Track para criar a próxima geração de ecossistemas digitais inteligentes

Companhia passa a integrar o Claude Partner Network Services Track e projeta especializar mais de 1.000 engenheiros de software em tecnologias da Anthropic

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SÃO PAULO, July 31, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A AI/R, empresa de tecnologia especialista em Agentic AI, anuncia sua entrada no Claude Partner Network Services Track, programa global de parceiros da Anthropic. O movimento reforça a capacidade da companhia de desenvolver soluções que integram inteligência artificial aos fluxos críticos das organizações, ampliando a eficiência operacional e otimizando a tomada de decisão em ambientes corporativos complexos.

A entrada no Claude Partner Network Services Track também expande o acesso da AI/R às tecnologias e aos programas de especialização da Anthropic, fortalecendo a colaboração entre as equipes das duas empresas em projetos voltados à modernização de aplicações, desenvolvimento de agentes de IA e automação de processos corporativos. A expectativa é que mais de 1.000 profissionais sejam certificados nos programas de especialização da Anthropic.

"A inteligência artificial já demonstrou seu potencial para transformar os negócios. O próximo passo é transformar esse potencial em impacto real, conectando IA aos processos, aos dados e às decisões que movem as empresas. Nossa entrada no Claude Partner Network Services Track reforça esse compromisso e amplia nossa capacidade de desenvolver agentes de IA capazes de executar processos complexos, apoiar decisões e acelerar a transformação operacional com governança, segurança e foco em resultado de negócios, apoiando nossos clientes na construção da próxima geração de operações inteligentes", afirma Fran Muratorio, SVP Global Partnerships da AI/R.

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O programa passa a integrar diretamente o modelo de atuação da AI/R, que combina engenharia de software, inteligência de mercado e um framework de implementação orientado à geração de valor. Como parte do roadmap, a companhia prevê a consolidação da parceria em um conjunto seleto de clientes estratégicos, com foco em qualidade e geração de impacto para o negócio, criando referências que permitam escalar as soluções de maneira sustentável nos anos seguintes.

Sobre a AI/R

A AI/R é uma empresa de tecnologia especializada em Agentic AI Engineering. Sua abordagem em IA agêntica impulsiona tanto o desenvolvimento de software quanto a transformação estratégica dos negócios, conectando capacidade técnica a resultados concretos e mensuráveis. Essa implementação é conduzida por seus AI Forward Deployed Engineers — especialistas com profundo conhecimento técnico e visão de negócio, capazes de converter complexidade em impacto sustentável. Com plataformas proprietárias de IA e uma rede de parceiros estratégicos, a AI/R amplia o potencial da inteligência humana, impulsiona organizações de todos os setores e estabelece novos padrões de inovação, eficiência e produtividade empresarial.

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Caroline Randow
[email protected]

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 9801923)

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