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Biogás reforça segurança energética e a economia circular

O biogás e o biometano passarão a ocupar posição estratégica na transição energética, por combinarem aproveitamento de resíduos, redução de emissões, geração local de energia e flexibilidade para o sistema elétrico. A principal ideia é que sua relevância não está apenas no volume produzido, mas na capacidade de entregar energia quando a rede precisa, funcionando como uma “bateria verde” em meio à expansão da solar e da eólica.

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Biogás reforça segurança energética e a economia circular

O relatório da Agência Internacional de Energia (IEA), "Outlook for Biogas and Biomethane", reforça que o biogás e biometano assumem um papel mais estratégico na transição energética. O foco dessa mudança está na capacidade de aproveitar resíduos orgânicos, reduzir emissões de metano, gerar energia local e oferecer flexibilidade ao sistema elétrico.

Em um mercado pressionado pelo avanço da geração solar e eólica, a fonte passou a ser observada não apenas pelo volume produzido, mas pelo momento em que pode entregar energia. Para a IEA, o biogás e biometano já não podem ser tratados como apostas marginais, mas como infraestrutura energética local com potencial para combinar descarbonização, resiliência e desenvolvimento territorial.

No Brasil, o biogás ganha relevância por causa da base agroindustrial, do volume de resíduos disponíveis e do espaço para expansão de soluções descentralizadas.

O artigo "Biogas Overview: Global and Brazilian Perspectives with Emphasis on Paraná State" sustenta que o biogás é um dos vetores mais consistentes da economia circular porque transforma resíduos orgânicos em energia renovável e subprodutos úteis, reduzindo passivos ambientais e dependência de fontes fósseis.

O economista e professor Diercio Ferreira, CEO da Techtalent Innovation, que atua como think tank híbrido de energia e inovação, opina que "a credibilidade ambiental do segmento de biogás e biometano depende de reduzir emissões associadas ao próprio projeto, em especial vazamento de metano, assegurando manejo responsável dos resíduos orgânicos com monitoramento técnico rigoroso, inovação e modelos de negócio capazes de capturar ganhos de escala".

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Por que a despachabilidade importa?

O relatório "Technologies for Flexible Bioenergy" da IEA Bioenergy mostra que a despachabilidade energética importa porque o principal diferencial do biogás diante de outras fontes de energia renováveis está na capacidade de gerar energia quando o sistema mais precisa, e não apenas quando o sol brilha ou o vento sopra.

O artigo "O biogás como recurso energético distribuído", de Perícles Pinheiro Filho, diretor da CHP BRASIL e engenheiro do setor de energia, eficiência energética e fontes renováveis, demonstra que, em um sistema elétrico que convive com picos de carga no fim da tarde e com restrições operativas cada vez mais frequentes, o biogás pode ser armazenado, tratado e convertido em eletricidade ou calor conforme a necessidade do operador ou do consumidor.

A tese central do artigo é que, por ser armazenável, modulável e acionável sob demanda, o biogás pode funcionar como uma espécie de "bateria verde". Isso reduz a pressão sobre o sistema em horários de excesso de energia solar e eólica, entrando em operação justamente na ponta da carga, quando a rede mais precisa de energia.

Padronização de contratos e garantias

O engenheiro e advogado Arnaldo Feitosa, MSc pelo Instituto de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), argumenta que os projetos de biogás e biometano exigem elevado investimento inicial, operação técnica especializada e prazos longos de retorno. Nesse cenário, a principal barreira à expansão do setor, além de tecnológica, envolve insegurança contratual e dificuldade de financiamento, decorrentes das incertezas.

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Assim, para mitigar o problema, Arnaldo Feitosa sugere: "padronizar contratos para reduzir a assimetria de informações, aumentar a previsibilidade dos projetos e melhorar a comparabilidade, reduzindo custos de transação, que é o fator decisivo para a tomada de decisão dos fundos de infraestrutura, bancos e estruturadores de crédito, facilitando a captação de crédito de longo prazo".

Rastreabilidade e integridade ambiental

O executivo sênior Luiz Carlos Martins, gestor global de grandes projetos de engenharia, infraestrutura e operações de fusões e aquisições (M&A), relata que "o biogás só preservará sua vantagem ambiental se houver integridade verificável em toda a cadeia. Incluindo a origem dos resíduos, rastreabilidade do feedstock (insumos para gerar combustíveis) e o controle de emissões fugitivas de metano. Sem monitoramento robusto, o setor corre risco de perder legitimidade junto a financiadores, compradores e reguladores".

Sobre a necessidade de rastreabilidade, Luiz Carlos justifica: "isso ocorre porque investidores, seguradoras e reguladores passaram a exigir maior transparência sobre intensidade de carbono, eficiência operacional e conformidade ESG (ambiental, social e governança) dos projetos. Nesse contexto, o monitoramento robusto, auditoria independente e padronização de indicadores deixam de ser diferenciais e passam a representar requisitos centrais para inserção competitiva do biogás nos mercados energéticos e ambientais".

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AI/R ingressa no Claude Partner Network Services Track para criar a próxima geração de ecossistemas digitais inteligentes

Companhia passa a integrar o Claude Partner Network Services Track e projeta especializar mais de 1.000 engenheiros de software em tecnologias da Anthropic

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SÃO PAULO, July 31, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A AI/R, empresa de tecnologia especialista em Agentic AI, anuncia sua entrada no Claude Partner Network Services Track, programa global de parceiros da Anthropic. O movimento reforça a capacidade da companhia de desenvolver soluções que integram inteligência artificial aos fluxos críticos das organizações, ampliando a eficiência operacional e otimizando a tomada de decisão em ambientes corporativos complexos.

A entrada no Claude Partner Network Services Track também expande o acesso da AI/R às tecnologias e aos programas de especialização da Anthropic, fortalecendo a colaboração entre as equipes das duas empresas em projetos voltados à modernização de aplicações, desenvolvimento de agentes de IA e automação de processos corporativos. A expectativa é que mais de 1.000 profissionais sejam certificados nos programas de especialização da Anthropic.

"A inteligência artificial já demonstrou seu potencial para transformar os negócios. O próximo passo é transformar esse potencial em impacto real, conectando IA aos processos, aos dados e às decisões que movem as empresas. Nossa entrada no Claude Partner Network Services Track reforça esse compromisso e amplia nossa capacidade de desenvolver agentes de IA capazes de executar processos complexos, apoiar decisões e acelerar a transformação operacional com governança, segurança e foco em resultado de negócios, apoiando nossos clientes na construção da próxima geração de operações inteligentes", afirma Fran Muratorio, SVP Global Partnerships da AI/R.

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O programa passa a integrar diretamente o modelo de atuação da AI/R, que combina engenharia de software, inteligência de mercado e um framework de implementação orientado à geração de valor. Como parte do roadmap, a companhia prevê a consolidação da parceria em um conjunto seleto de clientes estratégicos, com foco em qualidade e geração de impacto para o negócio, criando referências que permitam escalar as soluções de maneira sustentável nos anos seguintes.

Sobre a AI/R

A AI/R é uma empresa de tecnologia especializada em Agentic AI Engineering. Sua abordagem em IA agêntica impulsiona tanto o desenvolvimento de software quanto a transformação estratégica dos negócios, conectando capacidade técnica a resultados concretos e mensuráveis. Essa implementação é conduzida por seus AI Forward Deployed Engineers — especialistas com profundo conhecimento técnico e visão de negócio, capazes de converter complexidade em impacto sustentável. Com plataformas proprietárias de IA e uma rede de parceiros estratégicos, a AI/R amplia o potencial da inteligência humana, impulsiona organizações de todos os setores e estabelece novos padrões de inovação, eficiência e produtividade empresarial.

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Caroline Randow
[email protected]

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 9801923)

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