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Singapura seleciona a Thales para fornecer um sistema de gestão de tráfego aéreo de nova geração, com recurso a inteligência artificial, para um dos espaços aéreos mais movimentados da Ásia

Para responder ao rápido crescimento do tráfego aéreo, a Autoridade da Aviação Civil de Singapura (CAAS) selecionou a Thales para desenvolver o sistema de gestão de tráfego aéreo de nova geração de Singapura (NexGen ATMS), bem como radares de controlo de tráfego aéreo.

Com entrada em operação prevista até 2030, o NexGen ATMS permitirá aos controladores prestar serviços de controlo de tráfego aéreo com segurança e eficiência, com capacidade para gerir até um milhão de movimentos de aeronaves por ano.

Com recurso a tecnologias avançadas de cibersegurança e inteligência artificial, o NexGen ATMS disponibilizará um ambiente integrado e altamente automatizado, que melhorará o apoio à decisão dos controladores, aumentará a eficiência operacional e reforçará ainda mais a segurança aérea.

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A Autoridade da Aviação Civil de Singapura (CAAS) atribuiu à Thales um contrato de grande relevância para desenvolver o novo sistema de gestão de tráfego aéreo NexGen ATMS, bem como radares de controlo de tráfego aéreo. Este contrato representa um passo decisivo para um ecossistema de aviação mais eficiente, seguro e sustentável. O NexGen ATMS substituirá o atual sistema LORADS III pela solução TopSky – ATC One da Thales. O projeto abrange também a transferência de conhecimento, através da integração de quadros da CAAS no gabinete do projeto, em França, bem como outros projetos de implementação local em Singapura.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260730333272/pt/

(c) Thales

(c) Thales

Um sistema de nova geração para acompanhar o crescimento do tráfego aéreo regional

À medida que Singapura se prepara para responder ao aumento da procura de viagens aéreas, o NexGen ATMS terá um papel central na criação de um ambiente de controlo de tráfego aéreo totalmente integrado e apoiado por inteligência artificial.

No centro do sistema estará o TopSky – ATC One, a solução de automação de nova geração da Thales, que disponibiliza aos controladores de tráfego aéreo ferramentas de apoio à decisão em tempo real, fluxos de trabalho simplificados e uma interface homem-máquina altamente intuitiva. Com recurso ao TopSky – Sequencer, uma solução de sequenciação baseada em inteligência artificial, o sistema otimiza os fluxos de chegada e partida das aeronaves, reduzindo significativamente os atrasos, o consumo de combustível e as emissões de carbono.

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O NexGen ATMS integra as mais recentes tecnologias de cibersegurança, em conformidade com as normas da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO) e de Singapura. A arquitetura aberta da plataforma permite acompanhar necessidades futuras de expansão e facilita atualizações e a integração de soluções de terceiros, à medida que as tecnologias da aviação evoluem.

Vigilância reforçada através de tecnologias avançadas, com e sem recurso a radar

Além da modernização do ATMS, a Thales instalará dois radares de controlo de tráfego aéreo de nova geração, capazes de detetar aeronaves 24 horas por dia, sete dias por semana, mesmo nas condições meteorológicas mais adversas. A integração destes radares na arquitetura do NexGen ATMS reforçará a consciência situacional e dará aos controladores acesso a dados de elevada precisão e fiabilidade para a gestão dos voos.

“É uma honra dar continuidade à nossa parceria de longa data com a CAAS num programa tão ambicioso para Singapura. O NexGen ATMS representa um novo capítulo na gestão do tráfego aéreo do país. A forte base instalada da Thales e a experiência que acumulámos em conjunto na execução de projetos transformadores com a CAAS, como o LORADS III, permitiram-nos testar, inovar em conjunto e desenvolver soluções preparadas para o futuro, que apoiarão uma gestão segura e eficiente do tráfego aéreo nos próximos anos.”

Pascale Sourisse, Senior Executive Vice-President, International Development.

Para mais informações sobre a Thales em Singapura, consulte:

Thales in Singapore | Thales Group.

Sobre a Thales

A Thales (Euronext Paris: HO) é líder mundial em tecnologias avançadas nos setores da Defesa, Aeroespacial, Cibersegurança e Tecnologias Digitais. O seu portefólio de produtos e serviços inovadores ajuda a dar resposta a vários desafios fundamentais: soberania, segurança, sustentabilidade e inclusão. O Grupo investe 4,5 mil milhões de euros por ano em investigação e desenvolvimento em áreas essenciais, sobretudo para ambientes críticos, como a inteligência artificial, a cibersegurança e as tecnologias quânticas e cloud. A Thales conta com mais de 85 000 colaboradores em 65 países. Em 2025, o Grupo registou vendas de 22,1 mil milhões de euros.

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Sobre a Thales em Singapura

A Thales estabeleceu-se em Singapura em 1973 para apoiar o crescimento das atividades aeroespaciais na Ásia. Desde então, tornou-se uma empresa de referência em tecnologias de ponta, com atividade nos setores da Aeronáutica, incluindo aviónica e gestão de tráfego aéreo, Defesa, Segurança Pública, Cibersegurança e Identidade Digital.

A Thales em Singapura gere operações industriais globais nas áreas da aviónica e das soluções de identidade digital e mantém um forte compromisso com a Investigação, a Tecnologia e a Inovação. Conta com Centros de Excelência dedicados à aviónica, defesa, entretenimento a bordo, drones navais, segurança pública, radares e espaço. Com mais de 2 000 colaboradores distribuídos por quatro localizações, a Thales apoia ativamente Singapura na sua transformação digital e na concretização das ambições do programa Smart Nation.

PARA MAIS INFORMAÇÕES

Thales Group

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CONTACTO DE IMPRENSA

Thales, Media relations

[email protected]

Thales, Communications, Asia

Jamie Chow

[email protected]

Fonte: BUSINESS WIRE

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Empresas brasileiras reformulam estratégias de nuvem para IA

Organizações adotam infraestrutura híbrida com controles operacionais robustos e processamento de dados local, aponta relatório ISG Provider Lens®

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Organizações brasileiras estão reformulando arquiteturas de nuvem híbrida para equilibrar a escalabilidade da IA, a resiliência operacional e os requisitos regulatórios, de acordo com um novo relatório de pesquisa publicado hoje pelo Information Services Group (ISG) (Nasdaq: III), uma empresa global de pesquisa e consultoria em tecnologia focada em IA.

O relatório ISG Provider Lens® Private/Hybrid Cloud — Data Center Services 2026 para o Brasil aponta que as empresas estão mantendo o processamento de dados e de IA dentro do país, combinando ambientes de computação privada com regiões de nuvem pública locais para aumentar a flexibilidade e, ao mesmo tempo, atender aos requisitos de residência de dados. A disponibilidade limitada de hardware de IA de alto desempenho continua a influenciar o planejamento de infraestrutura, levando as organizações a depender da capacidade elástica de IA disponível em regiões de nuvem brasileiras, enquanto mantêm o controle local de cargas de trabalho críticas.

“As empresas no Brasil estão adotando uma abordagem mais deliberada ao preparar a infraestrutura para a IA”, afirmou Anay Nawathe, líder de entrega de serviços em nuvem da ISG para as Américas. “Elas estão implementando modelos operacionais padronizados que aumentam a visibilidade, reforçam a responsabilidade e viabilizam operações de IA previsíveis.”

Muitas organizações mantêm o pré-processamento de dados e de IA em ambientes privados, hospedados ou de colocation, enquanto utilizam nuvens públicas para o treinamento e a inferência de IA. Essa abordagem permite escalar cargas de trabalho de IA com menor dependência de recursos privados de GPU, que são escassos. A latência determinística e o projeto de interconexão metropolitana também são fatores cada vez mais importantes nas decisões de infraestrutura das empresas. Agora que a capacidade elástica de IA está prontamente disponível no Brasil, as companhias estão focando menos nas fronteiras e mais na otimização da alocação de cargas de trabalho dentro do país para maximizar a eficiência.

As empresas no Brasil estão fortalecendo suas práticas operacionais à medida que industrializam a automação, implementando políticas como código, infraestrutura como código e supervisão humana. As companhias exigem limites operacionais claramente definidos, registros de decisão auditáveis ​​e procedimentos de reversão testados antes de colocar agentes de IA autônomos em produção. O FinOps também está se tornando uma disciplina operacional fundamental, envolvendo visibilidade de custos, detecção de anomalias e políticas de alocação de cargas de trabalho para equilibrar desempenho e gastos em ambientes híbridos.

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Muitas empresas brasileiras estão padronizando sua infraestrutura em vez de depender de projetos personalizados que tornam as operações mais complexas. As organizações estão utilizando técnicas como rollback, backups imutáveis ​​e recuperação de desastres orquestrada para garantir a continuidade dos negócios. Setores regulamentados — incluindo serviços financeiros, saúde e setor público — também estão exigindo controles de acesso verificáveis, suporte local (*onshore*) e evidências operacionais documentadas como parte de estratégias para reforçar a responsabilidade e a continuidade dos negócios, afirma a ISG.

“As estratégias de nuvem híbrida mais bem-sucedidas no Brasil combinam infraestrutura resiliente com práticas operacionais disciplinadas”, afirmou Pedro L. Bicudo Maschio, autor principal do relatório. “Os fornecedores de serviços estão ajudando as empresas a implementar plataformas padronizadas que suportam cargas de trabalho de IA, mantendo, ao mesmo tempo, a consistência operacional e o atendimento aos requisitos locais de dados.”

O relatório também explora outras tendências que impactam o mercado brasileiro de nuvem privada e híbrida, incluindo a crescente atenção a métricas de eficiência energética e ao fornecimento de energia limpa, bem como a contínua expansão da capacidade de colocation e da interconexão programável entre as regiões de nuvem no Brasil.

Para mais insights sobre os desafios de nuvem privada e híbrida enfrentados pelas empresas no Brasil, e as recomendações da ISG para enfrentá-los, confira o briefing ISG Provider Lens® Focal Points aqui.

O relatório avalia 55 fornecedores em cinco quadrantes: AI-ready Infrastructure Managed Services — Large Accounts, AI-ready Infrastructure Managed Services — Midmarket, Managed Cloud Hosting and Resilient Infrastructure Services — Large Accounts, Managed Cloud Hosting and Resilient Infrastructure Services — Midmarket e Sustainable Colocation Services.

O relatório aponta a Equinix como Líder em três quadrantes. Indica Claranet, Claro empresas, Edge UOL, HostDime, Kyndryl, Nevolus e TIVIT como Líderes em dois quadrantes cada. Accenture, Ascenty, Capgemini, Elea Data Centers, EVEO, Locaweb Cloud, ODATA, SBA Edge, Scala Data Centers, Skynova, Stefanini, T-Systems, Takoda, Under, Wevy e Wipro são apontadas como Líderes em um quadrante cada.

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Além disso, Datacentrics, MadeinWeb, Tecto Data Centers, Unisys e Wevy são reconhecidas como Rising Stars — empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro”, segundo a definição da ISG — em um quadrante cada.

Versões personalizadas do relatório estão disponíveis na DataEnv, Scala, Skynova, Tecto Data Centers e no Takoda.

Na área de experiência do cliente, a CS Global IT foi nomeada ISG CX Star Performer global para 2026 entre os fornecedores de serviços de nuvem privada e híbrida. A CS Global IT obteve as pontuações mais altas de satisfação do cliente na pesquisa Voice of the Customer da ISG, parte do programa ISG Star of Excellence™, o principal reconhecimento de qualidade para o setor de serviços de tecnologia e negócios.

O relatório ISG Provider Lens Private/Hybrid Cloud — Data Center Services 2026 para o Brasil está disponível para assinantes ou para compra avulsa nesta página.

Sobre a ISG

A ISG (Nasdaq: III) é uma empresa global de pesquisa e consultoria em tecnologia focada em IA. Parceira de confiança de mais de 900 clientes — incluindo 75 das 100 maiores empresas do mundo —, a ISG é uma líder consolidada no setor de serviços de tecnologia e negócios e está agora na vanguarda do uso da IA ​​para ajudar organizações a alcançar excelência operacional e um crescimento mais acelerado. Fundada em 2006, a empresa é reconhecida por seus dados de mercado e pesquisas proprietárias, pelo profundo conhecimento e governança de ecossistemas de fornecedores e pela expertise de seus 1.500 profissionais em todo o mundo, que trabalham em conjunto para ajudar os clientes a maximizar o valor de seus investimentos em tecnologia.

Contato:

Laura Hupprich, ISG

+1 203-517-3132

[email protected]

Thábata Mondoni, Mondoni Press para ISG

Contato: +55 11 98671 5652

[email protected]

Fonte: BUSINESS WIRE

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