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Academia Rodrigo Brivio chega a Curitiba

A primeira unidade no Paraná tem proposta inovadora para pessoas neurodivergentes, transforma a dificuldade motora em autonomia

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Academia Rodrigo Brivio chega a Curitiba

Curitiba ganha a primeira unidade paranaense do Espaço Rodrigo Brivio & GêDois, referência nacional no desenvolvimento motor, cognitivo e social de pessoas neurodivergentes e com condições (incluindo o autismo, paralisias e Síndrome de Down) por meio da atividade física adaptada e de uma abordagem multidisciplinar. A nova unidade, que está localizada nas Mercês, representa a chegada oficial ao Paraná da marca fundada no Rio de Janeiro pelo preparador físico homônimo e nasce de uma iniciativa pessoal da psicóloga Fernanda Martins, que transformou a própria experiência como mãe atípica em um projeto voltado ao acolhimento e ao desenvolvimento de outras famílias.

A ideia surgiu durante a busca por alternativas capazes de ampliar o desenvolvimento e a independência do filho, atualmente com 9 anos e diagnosticado com transtorno do espectro autista (TEA). Inconformada com a escassez de serviços especializados na região, Fernanda pesquisou diferentes metodologias em todo o país, até conhecer o trabalho desenvolvido por Rodrigo Brivio, reconhecido nacionalmente pela utilização do movimento como ferramenta terapêutica para promover autonomia, inclusão e qualidade de vida.

Após arrumar as malas e passar um mês com o filho, acompanhando de perto os resultados da metodologia e comprovando seus benefícios, decidiu trazer a marca para Curitiba, tornando a capital a primeira cidade do Paraná a receber uma unidade do grupo. "Como psicóloga e, principalmente, como mãe de uma criança autista, eu vivi a dificuldade de encontrar um atendimento que realmente unisse acolhimento, ciência e resultados. Quando conheci a metodologia Rodrigo Brivio, percebi que era exatamente isso que eu buscava para o meu filho. Assim, trazer essa proposta para a capital passou a ser uma missão, para que outras famílias não precisem sair do Estado em busca desse tipo de atendimento tão especial e único", afirma Fernanda.

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Mais do que uma academia convencional, o Espaço Rodrigo Brivio & GêDois foi concebido para atender crianças, adolescentes e adultos neurodivergentes em um ambiente sensorialmente seguro, planejado para oferecer segurança, acolhimento e estímulos adequados às necessidades individuais. A metodologia utiliza a atividade física estruturada como ferramenta para promover ganhos motores, cognitivos, emocionais e sociais, sempre respeitando o ritmo de cada aluno.

"Oferecemos um ambiente de academia, mas planejado para o ritmo e calendário de cada aluno. Um local sem julgamentos, com especialistas em manejo, focado em desenvolver a coordenação, o equilíbrio e a confiança que ele precisa para o mundo", resume Fernanda. "Outro ponto que vale ser destacado é que os alunos são estimulados, especialmente no desenvolvimento da força, de forma tão lúdica e natural que sequer percebem que estão exercitando essa habilidade", acrescenta.

Entre os principais benefícios observados, estão o fortalecimento das funções executivas (como atenção, planejamento, memória de trabalho e controle inibitório), melhora da coordenação motora, equilíbrio, força, agilidade e consciência corporal, além da regulação emocional, redução da ansiedade e organização sensorial. O método também favorece o desenvolvimento das habilidades sociais, amplia a autonomia, fortalece a autoestima e estimula a generalização das competências adquiridas para os ambientes familiares, escolares e sociais.

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"Outro diferencial é o trabalho voltado para pessoas com hipotonia, condição caracterizada pelo baixo tônus muscular, bastante comum em diferentes transtornos do neurodesenvolvimento", explica Fernanda. Além das aulas individualizadas de atividade física adaptada, a unidade de Curitiba oferece atendimento clínico multidisciplinar para crianças e adolescentes, reunindo psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e avaliação neuropsicológica para diagnóstico e acompanhamento especializado.

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Empreendedores avaliam custos para aumentar lucratividade

Motoristas de aplicativo analisam despesas fixas e variáveis para validar investimentos

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Empreendedores avaliam custos para aumentar lucratividade

Ao planejar um empreendimento, o primeiro passo é realizar um plano de negócios, considerando desde os simples detalhes de despesas até as mais variadas e possíveis dificuldades. Após considerar todas as variáveis, analisada sua viabilidade financeira.

Em qualquer empreendimento, é fundamental analisar os custos envolvidos na operação, sejam fixos ou variáveis. Ambos são passíveis de controle e, muitas vezes, vêm a reboque do tipo de decisão do investimento inicial adotado.

"A diferença principal está na relação de receitas e despesas", aponta Luiz Antonio Barbagallo, economista da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). "Os custos fixos ocorrem em qualquer atividade, como aluguel, salários, impostos. Já os custos variáveis mudam proporcionalmente à quantidade produzida, como matéria-prima, comissões, horas trabalhadas", completa.

Independentemente do segmento de atuação, os chamados variáveis podem ser reduzidos por meio de medidas operacionais. Em uma indústria, por exemplo, é possível reduzi-los desde as compras das matérias-primas até nas aplicações técnicas adequadas à utilização, sem prejuízo da qualidade final do produto.

No caso dos fixos, também há possibilidades de redução, como nos aluguéis, que podem ser reduzidos negociando contratos, trocando de local ou até mesmo decidindo por investir em imóveis próprios.

Ao trazer esses conceitos para o empreendedor, o proprietário de um veículo que tem por objetivo prestar serviços de transporte por aplicativos também precisa elaborar estudo de viabilidade de seu negócio.

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Analogamente a uma empresa que decide pelo investimento em imóvel próprio, o motorista que adquire um veículo por financiamento tem nos juros cobrados uma situação semelhante a quem tem custos com locação.

Contratando um financiamento, o motorista — não proprietário — fica comprometido com juros fixos mensais do financiamento de 36 até 60 meses, podendo, em alguns casos, chegar até 72 meses.

"Trata-se de um cenário no qual a rentabilidade fica prejudicada pelo custo fixo financeiro mensal, com possibilidade de perda de ganho por hora em até 45%, quando comparado àquele que possui veículo próprio", explica Barbagallo.

Na opção de compra do bem pelo sistema de consórcios, haverá significativa redução de custos financeiros mensais e, consequentemente, no custo final. "Um grupo de consórcio destinado à aquisição de veículos leves, que tem, em média, taxa de administração de 15,5%, possibilitará ao empreendedor tomar a decisão de investimento com menor custo fixo", diz o economista da ABAC.

Ao exemplificar, Barbagallo destaca que "o empreendedor, ao adquirir um veículo no valor de R$ 70.000, contratando um financiamento com taxa de mercado de 1,85% ao mês, em 72 meses, pagará parcela mensal de R$ 1.767,15". Ao completar sua simulação, assinala ainda que "haverá desembolso, só de juros, na primeira parcela, de R$ 1.295; na segunda, será de R$ 1.286,27; e assim por diante até a última. Seis anos depois, no final, haverá dispendido R$ 127.234,70, sendo R$ 57.234,70 em gastos com juros, portanto aproximadamente 45% mais".

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Quando há opção por uma cota de consórcio, com taxa média de administração de 15,5%, o valor final desembolsado durante o contrato será de aproximadamente R$ 80.850. Barbagallo esclarece que "a parcela mensal, em plano de 72 meses, será de R$ 1.122,92, sendo R$ 972,22 de amortização do principal e de R$ 150,70 de taxa de administração. Isto corresponde a uma taxa mensal de 0,2153%, contra 1,85% de juros mensal no financiamento".

Paulo Roberto Rossi, presidente-executivo da ABAC, resume que "optar pelo consórcio para planejar qualquer empreendimento é, sem dúvida, uma decisão que impactará positivamente os objetivos pessoais ou empresariais com reflexos diretos nos resultados mensais". A grande procura pelo mecanismo, registrada pelo total de 13 milhões de participantes alcançado em maio, "comprova que o Sistema de Consórcios é uma solução inteligente para investir em ativos geradores de renda", complementa Rossi.

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