BRASÍLIA

Notícias Corporativas

Sankhya prepara nova geração de seu ERP com IA no centro

Empresa anuncia o lançamento do EIP Cognitivo, buscando simplificar a operação do ERP e substituindo menus tradicionais e telas complexas por interação em linguagem natural; solução introduz também os Digital Workers, agentes de IA especializados em domínios de negócio que executam jornadas completas de forma autônoma

Publicado em

Sankhya prepara nova geração de seu ERP com IA no centro

Ao lançar o Deploy Agent em 2025, a Sankhya buscou aliviar uma das grandes dores do mercado de ERP: o processo de implantação. Com o uso de agentes de IA para automatizar o processo, a empresa reduziu drasticamente o tempo e o esforço para colocar o sistema em operação. Agora, a Sankhya ataca outra barreira do setor com o lançamento do EIP Cognitivo. Este novo modelo de interação enfrenta o desafio da curva de aprendizado, diminuindo a dependência de suporte técnico e as extensas horas de treinamento para dominar os processos do software.

"Durante décadas, a evolução dos ERPs foi marcada pelo aumento de funcionalidades, módulos e integrações, mas a lógica de uso permaneceu a mesma: para realizar uma atividade, o usuário precisa conhecer o sistema, navegar por menus, localizar telas, decorar campos e códigos, além de adaptar seus processos à estrutura do software. Na Sankhya, entendemos que isso pode mudar. A popularização da IA criou uma nova expectativa de experiência, na qual a tecnologia deixa de exigir que as pessoas aprendam sua lógica e passa a compreender a intenção de quem a utiliza. O EIP Cognitivo nasce para transformar essa visão em realidade", comenta Claudio Gualberto, CTO da Sankhya.

Embora interfaces conversacionais tenham se tornado comuns, a proposta do EIP Cognitivo vai além de conectar um modelo de linguagem (LLM) via MCP a um sistema tradicional. Aqui, a interface não é estática: cada interação gera uma experiência otimizada para o contexto imediato. A IA deixa de ser um simples assistente de preenchimento para se tornar um motor que interpreta a intenção do usuário, compreende o contexto do negócio, reúne dados e executa processos completos sob as regras de gestão vigentes no ERP.

Alguns exemplos práticos: ao solicitar a atualização do cadastro de um cliente, o EIP Cognitivo monta um formulário apenas com os campos daquela ação e já preenchido com o que consegue inferir. Um pedido de venda é construído durante uma simples conversa, com o sistema apontando quando há saldo insuficiente e propondo alternativa. Indicadores financeiros aparecem em painéis gerados na hora, sem configuração de relatório. E, em uma solicitação de férias, por exemplo, o sistema identifica conflito com a escala da equipe ou inconsistência frente à legislação trabalhista, antes mesmo de concluir o processo.

Leia Também:  Business Intelligence abre possibilidades no agronegócio

Na mesma esteira de evoluções do EIP Sankhya estão os Digital Workers, agentes que atuam de forma autônoma sobre processos específicos. Enquanto a camada conversacional responde ao que o usuário pede, esses agentes acompanham eventos do próprio negócio (um pedido aprovado, um título que vence, um estoque que chega ao mínimo) e conduzem a rotina correspondente dentro das políticas e alçadas configuradas pela empresa, acionando uma pessoa quando encontram exceção ou precisam de mais informação. Disponíveis ao lado da conversa na própria interface, eles absorvem parte do trabalho repetitivo que hoje ocupa os times operacionais, com registro auditável de cada decisão tomada.

Para a Sankhya, o efeito prático dessas evoluções se distribui em três frentes. A primeira é a adoção: com o conhecimento sobre o negócio passando a valer mais do que o conhecimento sobre o software, a curva de aprendizado encurta e a empresa deixa de depender de especialistas que dominam atalhos e fluxos específicos do ERP. A segunda é a operação diária: menos cliques, menos telas, menos etapas para concluir a mesma tarefa, ou seja, ganho de produtividade. E a terceira é consequência das duas primeiras: boa parte das dúvidas e das situações de erro que hoje geram chamados de suporte passa a ser resolvida pela própria plataforma, no momento em que acontecem.

Leia Também:  AMIG cobra ação contra mineração ilegal no Brasil

Conectividade é ponto de partida, não de chegada

Sustentar essa experiência exige que a inteligência esteja integrada ao núcleo do sistema. Protocolos como o MCP (Model Context Protocol) permitem que assistentes externos consultem sistemas corporativos, e a Sankhya utiliza essa base no EIP Cognitivo para catalogar e disponibilizar capacidades de cada domínio de negócio, respeitando rigorosamente as permissões de acesso do cliente.

Para a companhia, no entanto, expor o ERP a um assistente externo resolve conectividade, mas não a experiência. Um assistente conectado a um sistema de gestão devolve texto. O EIP Cognitivo entrega um fluxo otimizado para que a tarefa (intenção) seja concluída de forma ágil e sem erros. "MCP é infraestrutura, e infraestrutura importa. Mas o que muda a vida de quem usa o ERP todos os dias não é o protocolo, é o que se constrói sobre ele. Quando a operação exige escolher entre variações de um produto, comparar títulos em aberto ou entender o impacto de uma decisão no caixa ou na configuração de impostos, o usuário precisa ver aquilo. E essa tela precisa nascer dentro da plataforma, com o contexto e as regras do negócio aplicados", afirma o CTO.

Os lançamentos do EIP Cognitivo e dos Digital Workers representam mais um passo em consolidar a Sankhya como a principal plataforma AI-First de gestão empresarial do mercado, aplicando a inteligência artificial não apenas como um recurso adicional, mas como seu elemento central, princípio organizador e principal motor de valor. "Depois de usarmos agentes inteligentes para transformar a implantação do ERP com o Deploy Agent, com o EIP Cognitivo estamos redefinindo a própria experiência de uso da plataforma", finaliza Gualberto.

Advertisement

Notícias Corporativas

Empreendedores avaliam custos para aumentar lucratividade

Motoristas de aplicativo analisam despesas fixas e variáveis para validar investimentos

Published

on

By

Empreendedores avaliam custos para aumentar lucratividade

Ao planejar um empreendimento, o primeiro passo é realizar um plano de negócios, considerando desde os simples detalhes de despesas até as mais variadas e possíveis dificuldades. Após considerar todas as variáveis, analisada sua viabilidade financeira.

Em qualquer empreendimento, é fundamental analisar os custos envolvidos na operação, sejam fixos ou variáveis. Ambos são passíveis de controle e, muitas vezes, vêm a reboque do tipo de decisão do investimento inicial adotado.

"A diferença principal está na relação de receitas e despesas", aponta Luiz Antonio Barbagallo, economista da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). "Os custos fixos ocorrem em qualquer atividade, como aluguel, salários, impostos. Já os custos variáveis mudam proporcionalmente à quantidade produzida, como matéria-prima, comissões, horas trabalhadas", completa.

Independentemente do segmento de atuação, os chamados variáveis podem ser reduzidos por meio de medidas operacionais. Em uma indústria, por exemplo, é possível reduzi-los desde as compras das matérias-primas até nas aplicações técnicas adequadas à utilização, sem prejuízo da qualidade final do produto.

No caso dos fixos, também há possibilidades de redução, como nos aluguéis, que podem ser reduzidos negociando contratos, trocando de local ou até mesmo decidindo por investir em imóveis próprios.

Ao trazer esses conceitos para o empreendedor, o proprietário de um veículo que tem por objetivo prestar serviços de transporte por aplicativos também precisa elaborar estudo de viabilidade de seu negócio.

Leia Também:  São José do Egito lança projeto SOGOV para digitalizar serviços públicos

Analogamente a uma empresa que decide pelo investimento em imóvel próprio, o motorista que adquire um veículo por financiamento tem nos juros cobrados uma situação semelhante a quem tem custos com locação.

Contratando um financiamento, o motorista — não proprietário — fica comprometido com juros fixos mensais do financiamento de 36 até 60 meses, podendo, em alguns casos, chegar até 72 meses.

"Trata-se de um cenário no qual a rentabilidade fica prejudicada pelo custo fixo financeiro mensal, com possibilidade de perda de ganho por hora em até 45%, quando comparado àquele que possui veículo próprio", explica Barbagallo.

Na opção de compra do bem pelo sistema de consórcios, haverá significativa redução de custos financeiros mensais e, consequentemente, no custo final. "Um grupo de consórcio destinado à aquisição de veículos leves, que tem, em média, taxa de administração de 15,5%, possibilitará ao empreendedor tomar a decisão de investimento com menor custo fixo", diz o economista da ABAC.

Ao exemplificar, Barbagallo destaca que "o empreendedor, ao adquirir um veículo no valor de R$ 70.000, contratando um financiamento com taxa de mercado de 1,85% ao mês, em 72 meses, pagará parcela mensal de R$ 1.767,15". Ao completar sua simulação, assinala ainda que "haverá desembolso, só de juros, na primeira parcela, de R$ 1.295; na segunda, será de R$ 1.286,27; e assim por diante até a última. Seis anos depois, no final, haverá dispendido R$ 127.234,70, sendo R$ 57.234,70 em gastos com juros, portanto aproximadamente 45% mais".

Leia Também:  Gastos internacionais previsíveis impulsionam empresas

Quando há opção por uma cota de consórcio, com taxa média de administração de 15,5%, o valor final desembolsado durante o contrato será de aproximadamente R$ 80.850. Barbagallo esclarece que "a parcela mensal, em plano de 72 meses, será de R$ 1.122,92, sendo R$ 972,22 de amortização do principal e de R$ 150,70 de taxa de administração. Isto corresponde a uma taxa mensal de 0,2153%, contra 1,85% de juros mensal no financiamento".

Paulo Roberto Rossi, presidente-executivo da ABAC, resume que "optar pelo consórcio para planejar qualquer empreendimento é, sem dúvida, uma decisão que impactará positivamente os objetivos pessoais ou empresariais com reflexos diretos nos resultados mensais". A grande procura pelo mecanismo, registrada pelo total de 13 milhões de participantes alcançado em maio, "comprova que o Sistema de Consórcios é uma solução inteligente para investir em ativos geradores de renda", complementa Rossi.

Continue Reading

politica

DISTRITO FEDERAL

BRASIL E MUNDO

ECONOMIA

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI