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The Estée Lauder Companies anuncia nomeações para cargos de liderança nas marcas

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A The Estée Lauder Companies Inc. (NYSE: EL) anunciou hoje várias nomeações para cargos de liderança nas marcas, após a aposentadoria iminente de Sandra Main, presidente global de marcas da La Mer e das marcas de cuidados com a pele.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260902227546/pt/

Justin Boxford, Global President, Luxury Beauty Brands, Erica Kwok, Senior Vice President and General Manager of Estée Lauder, and Magalie Parksuwan, Senior Vice President and General Manager, La Mer

Justin Boxford, Global President, Luxury Beauty Brands, Erica Kwok, Senior Vice President and General Manager of Estée Lauder, and Magalie Parksuwan, Senior Vice President and General Manager, La Mer

Justin Boxford assumirá a função recém-criada de presidente global de marcas de beleza de luxo, ampliando seu portfólio para incluir a La Mer, além da Estée Lauder, AERIN, Darphin Paris e Lab Series.

Com vasta experiência na La Mer, onde liderou a marca de 2017 a 2022, ele assumiu a liderança da Estée Lauder. Durante sua gestão, ele ampliou e diversificou o portfólio de produtos da marca, fortaleceu sua arquitetura de luxo e impulsionou sua presença em plataformas digitais e omnicanal. Atualmente, a La Mer é a marca número um de cuidados com a pele de luxo no mundo. Em sua função ampliada, ele liderará a equipe da marca, apoiando-se na base sólida estabelecida por Sandra, e conduzirá a La Mer ao seu próximo capítulo.

Erica Kwok foi nomeada vice-presidente sênior e gerente-geral da Estée Lauder, marca principal da empresa cujo portfólio abrange produtos de luxo para cuidados com a pele, maquiagem e fragrâncias. A marca atinge consumidores em mais de 150 países.

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Com mais de 20 anos de experiência no setor de beleza — dos quais 15 foram na própria Estée Lauder —, Erica chega ao cargo com uma combinação sólida de visão estratégica, excelência operacional e conhecimento do mercado global. Ingressando na marca global vinda da região Ásia-Pacífico em 2021, nos últimos anos ela liderou as áreas de marketing, desenvolvimento de produtos e crescimento global em uma função ampliada, ajudando a criar uma abordagem mais integrada entre os principais impulsionadores de crescimento da marca. Ela também teve papel fundamental em lançamentos recentes, como os produtos Double Wear e Glimmer. Erica trabalhará em estreita parceria com Justin enquanto lidera a Estée Lauder em seu próximo capítulo.

Magalie Parksuwan continuará como vice-presidente sênior e gerente-geral da La Mer, reportando-se diretamente a Justin. Ela também supervisionará a Darphin Paris e a Lab Series, auxiliando Pierre-Olivier Garcin, vice-presidente sênior e gerente-geral dessas empresas.

Com vasta experiência na construção de marcas globais de luxo nas áreas de cuidados com a pele, fragrâncias e maquiagem, Magalie também tem profundo conhecimento dos consumidores e dos canais de distribuição nos principais mercados. Sua perspicácia estratégica, criatividade e paixão pelo luxo a colocam em posição de liderar a La Mer em sua próxima fase de crescimento e de fortalecer ainda mais a presença global da Darphin Paris e da Lab Series.

“Essas nomeações refletem a força excepcional de nossa equipe de liderança e nosso profundo compromisso com o desenvolvimento de talentos de classe mundial dentro da própria empresa”, disse Jane Hertzmark Hudis, vice-presidente executiva e diretora de marcas da The Estée Lauder Companies. “Justin, Erica e Magalie trazem, cada um, conhecimentos especializados distintos, liderança comprovada e uma profunda paixão por nossas marcas. Juntos, eles darão continuidade às bases sólidas desses negócios, impulsionarão o crescimento e a inovação contínuos e posicionarão nossas marcas para o sucesso de longo prazo.”

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Sobre a The Estée Lauder Companies

A The Estée Lauder Companies Inc. é uma das líderes mundiais na fabricação, comercialização e venda de produtos de qualidade para cuidados com a pele, maquiagem, fragrâncias e cabelos. A empresa também é gestora de marcas de luxo e prestígio em todo o mundo. Seus produtos são vendidos em cerca de 150 países e territórios por meio de marcas como: Estée Lauder, Aramis, Clinique, Lab Series, Origins, M·A·C, La Mer, Bobbi Brown Cosmetics, Aveda, Jo Malone London, Bumble and bumble, Darphin Paris, TOM FORD, Smashbox, AERIN Beauty, Le Labo, Editions de Parfums Frédéric Malle, GLAMGLOW, KILIAN PARIS, Too Faced, Dr. Jart+, a família de marcas DECIEM (incluindo The Ordinary, NIOD, Avestan e Loopha) e Balmain Beauty.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

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Brendan Riley

[email protected]

Relações com Investidores:

Rainey Mancini

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Fonte: BUSINESS WIRE

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CGTN:Do deserto à oportunidade: Os laços China-Egito se aprofundam em todos os setores

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PEQUIM, Sept. 04, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A CGTN publicou um artigo destacando como a cooperação China-Egito cresceu além dos projetos industriais para abranger laços econômicos e estratégicos mais amplos. O artigo destaca a Zona de Cooperação Econômica e Comercial de Suez, o crescimento das exportações agrícolas egípcias para a China e o significado mais amplo do relacionamento de 70 anos dos dois países.

Uma década depois da China e o Egito lançarem a segunda fase da sua zona conjunta de cooperação econômica e comercial no deserto ao longo do Canal de Suez, a área se transformou em um polo industrial de quase 200 empresas, gerando cerca de 10 mil empregos e sendo um exemplo tangível de como a cooperação bilateral pode se traduzir em desenvolvimento local.

A Zona de Cooperação Econômica e Comercial China-Egito TEDA Suez atraiu empresas dos setores de materiais de construção, equipamentos petrolíferos, equipamentos elétricos e maquinário, com investimentos acumulados superiores a US$ 4,7 bilhões, segundo reportagens do jornal chinês People’s Daily. O que antes era um deserto subdesenvolvido passou a ser uma plataforma industrial que liga a Iniciativa do Cinturão e Estrada da China à estratégia de desenvolvimento do Egito para o Corredor do Canal de Suez.

A transformação é um exemplo da mudança mais ampla nos laços China-Egito, de projetos individuais de infraestrutura para a cooperação que conecta investimento, emprego e mercados. Durante as conversas com o presidente egípcio Abdel Fattah El-Sisi na quarta-feira, o presidente chinês Xi Jinping disse que os dois países devem aprofundar a cooperação e continuar avançando na criação de uma comunidade China-Egito com um futuro compartilhado.

Novo motor de desenvolvimento local

A zona de Suez tem avançado cada vez mais além da fabricação convencional, com projetos solares e uma economia circular emergente apontando para um desenvolvimento mais verde e de baixo carbono. A expansão para novos setores também trouxe benefícios mais diretos para a economia e a força de trabalho do Egito.

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Os projetos com investimento chinês ajudaram a fortalecer o fornecimento de energia no Egito, com um projeto de subestação de parque solar fornecendo cerca de 16.000 gigawatts-hora de eletricidade desde a sua conclusão, e empresas chinesas treinaram engenheiros e trabalhadores locais, com alguns funcionários egípcios ocupando cargos técnicos e de gestão. Em uma joint venture entre a China XD Electric e a egípcia EGEMAC, os funcionários locais representam 97% da força de trabalho.

Essa cooperação faz parte de um modelo mais amplo de desenvolvimento mutuamente benéfico. Em um artigo assinado publicado na mídia egípcia antes da sua visita, o presidente Xi disse que a China e o Egito devem "buscar benefícios mútuos e uma cooperação em que todos saiam ganhando, e estabelecer um modelo de referência para o desenvolvimento conjunto".

Produtos egípcios encontram um mercado crescente na China

A relação está cada vez mais bilateral, com os produtos egípcios ganhando maior acesso ao grande mercado consumidor da China.

O comércio da China com o Egito atingiu 95,19 bilhões de yuans (US$ 14,16 bilhões) nos primeiros sete meses de 2026, um aumento de 18,7% em relação ao ano anterior, de acordo com dados oficiais chineses. As exportações chinesas para o Egito aumentaram 17,5%, enquanto as importações do Egito deram um salto de 49,4%.

O comércio agrícola tem sido uma área de crescimento particular. As importações chinesas de produtos agrícolas egípcios aumentaram 82,6% nos primeiros sete meses, representando 41,7% das importações totais Egito-China. O Egito foi o maior exportador de morangos congelados para a China e o terceiro maior exportador de linho, com os dois produtos respondendo por 96,7% e 7,7% das respectivas importações chinesas.

O Egito, um dos principais exportadores de laranja do mundo, exportou laranjas frescas no valor de cerca de US$ 26 milhões para a China em 2025. Um exportador agrícola que viaja para a China várias vezes por ano disse que a forte demanda por laranjas egípcias entre os consumidores chineses incentivou os produtores a melhorar a qualidade.

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Em um artigo, o jornal egípcio Al-Ahram afirmou que as medidas de tarifa zero da China para produtos africanos abriram o acesso a um mercado de mais de 1,4 bilhão de pessoas, ressaltando, porém, que tarifas mais baixas, por si sós, não garantiriam o sucesso. A qualidade do produto, o fornecimento estável e o marketing localizado continuarão sendo importantes para as empresas egípcias que buscam se expandir na China, disse o jornal.

Além dos laços bilaterais

O significado do relacionamento vai além do comércio e do investimento, já que a China e o Egito marcam 70 anos de laços diplomáticos. O Egito foi o primeiro país árabe e africano a estabelecer relações diplomáticas com a República Popular da China e, desde então, os dois países vem expandindo sua cooperação nos setores de cultura, educação, ciência e tecnologia, saúde e outros.

Xi disse que a China e o Egito são um exemplo de amizade, solidariedade e coordenação entre os países em desenvolvimento, observando que ambos são membros importantes do Sul Global.

A posição do Egito dá a essa parceria uma dimensão regional mais ampla. Como um importante país árabe e africano, o Egito serve de elo entre o mundo árabe e a África, enquanto a China e o Egito coordenam ações em fóruns multilaterais, como as Nações Unidas e os BRICS.

Em um momento de instabilidade persistente no Oriente Médio, Xi também defendeu uma maior autonomia regional em matéria de segurança, abordagens abrangentes para questões críticas, o desenvolvimento como base para a segurança e uma coordenação internacional mais sólida.

https://news.cgtn.com/news/2026-09-02/From-desert-to-opportunity-China-Egypt-ties-deepen-across-sectors-1Q7mph80npS/p.html

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